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Olá,

Nós formamos a Baú!

Somos dois “bauzeiros”. Bauzeiro da cultura e do melhor do entretenimento da nossa capital federal. Com uma identificação totalmente relacionada e voltada para promover estabelecimentos e a arte nas terrinhas do cerrado, o jornalista Michel Toronaga comanda a Baú Comunicação. A assessoria surgiu de uma ideia diferente, alternativa e artística. Não à toa, o termo “Baú” significa ônibus, uma gíria típica dos moradores do Planalto Central. Mas “Baú” também vai além. É uma caixinha onde vamos destrinchar e oferecer um serviço personalizado para nossos clientes, além de atender a equipe de jornalistas do Distrito Federal.


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Desenvolvimento de pautas, textos e notas para a imprensa

Exclusividade

Criação de materiais exclusivos para os veículos de maior influência

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Elaboração de mailling-list adequado ao cliente


Pós
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Confirmação de recebimento e venda personalizada das pautas

Participação

Acompanhamento de jornalistas e presença da equipe em eventos

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Organização de coletivas, almoços e demais reuniões com a imprensa


Resultados
Bom relacionamento com a mídia
Reconhecimento no seu ramo
Divulgação ampliada
Fortalecimento de imagem
Prevenção e gerenciamento de possíveis crises

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ALGUNS TRABALHOS
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A trama e a equipe do espetáculo

Baseada em Psicose, a montagem metalinguística e experimental mostra uma versão dos bastidores da filmagem do longa homônimo. Marion Crane, personagem que no livro original é chamada Mary, é interpretada pela atriz brasiliense Tati Ramos. Na peça, ela é chamada de Mary ou Marion. O intuito é o de fazer uma referência à ambas as obras (cinema e literatura). Laila (Luana Proença), a irmã de Marion, é outra personagem que entra na história. Paralelamente, Norman Bates é vivido pelo ator Ivan Zanon. Ele é o dono do motel, um rapaz que sofre assédios de sua mãe, uma senhora conservadora e autoritária. Há ainda Sam (Rafael Toscano), o namorado da famosa Marion. O jogo de xadrez está traçado. Nesta encenação metalinguística, os atores e o diretor vão encaminhar o público para outros cenários – outros tabuleiros – como o terraço do Hostel 7, ponto crucial para a trama. Assassinatos e personagens fortes costuram a peça.

Foto: Thiago Sabino

Ficha técnica
Realização: Novos Candangos
Dramaturgia e Direção: Diego de León
Assistente de Direção: Guilherme Angelim
Elenco: Diego de León, Ivan Zanon, Luana Proença, Rafael Toscano e Tati Ramos
Equipe de Criação: Novos Candangos, Ivan Zanon e Leonardo Shamah
Iluminação: Marcelo Augusto Santana
Produção: Guilherme Angelim e Paula Rios
Foto: Thiago Sabino
Arte Gráfica: Ramon Lima
Parceria: Hostel7
Apoio: Estúdio Carbono e IESB
Assessoria de imprensa: Baú Comunicação Integrada 

Conheça a fictícia cia Os Beatniks

 Os Beatniks
A geração beat, ou movimento beat, refere-se a um grupo de norte-americanos, principalmente escritores e poetas, que tornou-se conhecido no começo da década de 50 e perpetuou-se pelos anos 60. Eram artistas que levavam uma vida nômade, anti-materialista e foram embriões do movimento hippie. Também eram chamados de beatniks, nome muitas vezes contestado. A companhia fictícia Os Beatniks, no entanto, adotou esta nomenclatura com o intuito de mostrar e assumir a massificação do movimento beat.

Foto: Thiago Sabino
Os Beatniks em Psicose é um espetáculo independente realizado com investimento dos próprios artistas. Trata-se do quarto espetáculo do grupo Novos Candangos, que existe desde 2012. É o segundo trabalho que traz os personagens da companhia Os Beatniks. A primeira montagem que o grupo apareceu foi Os Beatniks em A Gaivota.

Serviço:
Os Beatniks em Psicose
De 9 de setembro a 1º de outubro
Aos sábados e domingos, às 20h
Local: Hostel 7 (SCLRN 708, Bloco I Loja 20)
Ingressos: R$ 20 (meia) e R$40 (inteira)
Informações: 3033-7707
Não recomendado para os menores de 18 anos

No set de filmagem

Nas mãos do diretor Diego de Leon (34), a obra tomará uma nova forma no teatro. A montagem imersiva, que faz jus ao horror, será representada por atores brasilienses, que vão reviver cenas que viraram ícones do cinema. A exemplo, o famoso assassinato no chuveiro. A montagem mostra os bastidores de um filme estrelado pelo fictício grupo teatral Os Beatniks. “Os Beatniks tem uma viés experimental. Tanto que escolhemos um hostel onde a plateia e os próprios hóspedes vão poder, ou não, assistir ao espetáculo e ainda se sentir à vontade para andar e beber. E como é a tentativa de um grupo de teatro fazer um filme, nada melhor que filmar numa hospedaria de verdade da cidade”, destaca o diretor e ator Diego de Leon.
 
Foto: Thiago Sabino
No meio de um motel, um diretor dirige quatro atores que rodam o filme Psicose. O motel aqui é definido com o seu conceito primordial nos Estados Unidos. Um ambiente por onde as pessoas passam para se hospedar ou apenas dormir por uma noite. O hostel representa exatamente este cenário que, junto com os objetos cênicos e arquétipos dos personagens, dão o tom ao suspense “ácido-pop-chapolinesco” do espetáculo. A definição é do próprio diretor Diego de Leon que, na peça, também dirige seus atores na pele de Fred, um obcecado e alucinado cineasta. Ele corrige e interrompe o elenco quando eles erram, exageram ou saem do tom que almeja. 


O roteiro, além de fazer uma alusão ao set de filmagem do filme Psicose, abusa e usa da música pop e contextualiza-se ao século 21. O clima ácido se junta ainda com a liberdade do público de se levantar, sair, entrar de novo para assistir e ainda poder comprar bebidas no Hostel 7.

Serviço:
Os Beatniks em Psicose
De 9 de setembro a 1º de outubro
Aos sábados e domingos, às 20h
Local: Hostel 7 (SCLRN 708, Bloco I Loja 20)
Ingressos: R$ 20 (meia) e R$40 (inteira)
Informações: 3033-7707
Não recomendado para os menores de 18 anos

Companhia brasiliense faz releitura de Psicose

Eles são de Brasília, inspiram e respiram arte. Uma arte que visa ocupar espaços não convencionais da capital federal e que convida o público para refletir e ter uma experiência peculiar, com um preço que cabe no bolso.  A companhia brasiliense Novos Candangos homenageia o eterno diretor Alfred Hitchcock (1899-1980) com um espetáculo baseado em um dos seus mais inesquecíveis filmes: Psicose.

Foto: Thiago Sabino
O cineasta britânico, conhecido como o mestre do suspense, sairá das telonas para um palco inusitado: uma hospedaria de verdade. Após o encerramento do Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, os artistas locais resolveram manter o teatro vivo e pulsante na capital. Eles estão em cartaz com o espetáculo Os Beatniks em Psicose, no Hostel 7 (SCLRN 708). Até o dia 1º de outubro, sempre aos sábados e domingos, às 20h, quem passar pelo local vai poder conferir a peça de 1h20 de duração inspirada em Psicose, clássico do autor norte-americano Robert Bloch que foi eternizado nas telonas por Alfred Hitchcock, em 1960.

Serviço:
Os Beatniks em Psicose
De 9 de setembro a 1º de outubro
Aos sábados e domingos, às 20h
Local: Hostel 7 (SCLRN 708, Bloco I Loja 20)
Ingressos: R$ 20 (meia) e R$40 (inteira)
Informações: 3033-7707
Não recomendado para os menores de 18 anos

Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



Contato
Michel Toronaga
61 98185-8595
Brasília - DF