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ALGUNS TRABALHOS

MAB Educativo encerra sua 3ª edição com mais de 6 mil pessoas impactadas pela arte e pela cultura

Ao longo de um ano, o programa educativo do Museu de Arte de Brasília, executado pela Mediato, atendeu mais de 70 escolas e instituições, distribuiu 40 ônibus gratuitos e movimentou a cena cultural da capital com visitas mediadas, oficinas e experiências formativas.


Com o encerramento de sua 3ª edição, o MAB Educativo, programa de mediação cultural do Museu de Arte de Brasília (MAB), chega ao fim de mais um ciclo com números expressivos e uma certeza: a arte tem o poder de transformar. Ao longo de um ano de atuação, a iniciativa, executada pela Mediato com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, reuniu estudantes, educadores, famílias e visitantes em torno do acervo e das exposições do museu, consolidando o MAB como um dos principais espaços de formação cultural da capital.


No total, o programa impactou mais de 6 mil pessoas. Foram 3.077 estudantes e professores atendidos em grupos agendados, distribuídos em 88 visitas de escolas e instituições. Para garantir que a distância não fosse um obstáculo, o programa disponibilizou gratuitamente 40 ônibus para escolas e instituições públicas, democratizando o acesso ao museu. O público espontâneo somou outras 2.675 pessoas, e 401 participantes vivenciaram as oficinas de práticas artísticas oferecidas ao longo do período.


A acessibilidade seguiu como eixo estruturante da proposta: visitas com intérprete de Libras, material educativo em braile e espaços adaptados para pessoas com mobilidade reduzida garantiram que nenhum visitante ficasse de fora da experiência. O agendamento gratuito por meio da plataforma Conecta (conecta.mediato.art.br) manteve o acesso aberto a escolas de toda a rede pública do Distrito Federal.


Mediato: formação de públicos como missão

Executora do programa desde sua primeira edição, a Mediato atua desde 2010 no campo da mediação cultural para Artes Visuais, Artes Cênicas e Educação Patrimonial no Distrito Federal, tendo alcançado mais de 80 mil estudantes ao longo de sua trajetória.


Sobre o MAB 

O Museu de Arte de Brasília é um espaço destinado a exposições, atividades culturais e programas educativos, e tem como objetivo promover a valorização e difusão da arte brasileira. O museu conta com um acervo composto por obras de artistas nacionais e internacionais e tem como principal objetivo valorizar e difundir a arte brasileira. 


Sobre a Mediato 

Mediato é uma empresa comprometida em colaborar com a difusão da produção artística, com a valorização dos bens culturais e a formação de novos públicos para a arte.  Desde 2010 tem desenvolvido programas educativos para Artes Visuais, Artes Cênicas e Educação Patrimonial, alcançando mais de 80 mil estudantes no Distrito Federal. Além do inovador trabalho de mediação desenvolvido para o teatro, a Mediato também contribui com a economia criativa local, por meio do Curso de Mediação Cultural que desde 2019 insere novos mediadores no mercado de trabalho. A Mediato quer cultivar uma comunidade crítica e sensível, com senso de pertencimento, valorização e também apreciação da cultura local.


 

Museu de Arte de Brasília (MAB) 

(Setor de Hotéis e Turismo Norte, trecho 1, Projeto Orla) 

Funcionamento: Todos os dias, exceto terça-feira, das 10h às 19h 

Acesso: gratuito 

Entre mito, política e encantamento, “Encantaria” estreia temporada em Sobradinho com sessões para estudantes e público geral

Espetáculo da companhia IPADÊ, dirigido por Ricardo César, ocupa o Teatro de Sobradinho em abril com debate sobre messianismo, fake news e imaginário popular brasileiro


O mito de Dom Sebastião, rei português desaparecido na Batalha de Alcácer-Quibir, em 1578, atravessou séculos, oceanos e crenças até ganhar novas camadas no imaginário popular brasileiro. É dessa travessia entre história, religiosidade e política que nasce “Encantaria”, espetáculo da companhia IPADÊ que chega ao Teatro de Sobradinho nos dias 13, 14 e 15 de abril de 2026, com sessões às 15h e 20h, como parte do projeto Circulação Encantada. A montagem terá ainda uma segunda temporada em outubro, nos dias 5 e 6, também às 15h e 20h.

Dirigida por Ricardo César, mestre em Teatro pela Universidade de Brasília, a peça parte da figura mítica de Dom Sebastião para mergulhar na encantaria maranhense, tradição religiosa afro-indígena que acolheu o rei desaparecido como presença espiritual em rituais de canto, dança e devoção. No palco, máscaras, bonecos e objetos cênicos compõem uma atmosfera ritualística em arena, aproximando intérpretes e espectadores.


Mas “Encantaria” não se limita a revisitar um mito. A montagem usa esse material simbólico para lançar luz sobre questões urgentes do presente: a fabricação de messianismos, a criação de falsos salvadores e a circulação de narrativas que mobilizam a fé e a esperança popular em contextos marcados por polarização e desinformação. Ao costurar referências do litoral maranhense, dos movimentos messiânicos do sertão nordestino e das culturas afro-ameríndias, o espetáculo convida o público a refletir sobre como essas estruturas simbólicas seguem ecoando na vida social e política do país.


“Começamos a pesquisa do Encantaria ainda no primeiro ano da pandemia, em formato virtual. A ideia surgiu após uma viagem a São Luís do Maranhão, quando eu e o ator Martin Filho descobrimos a lenda de Dom Sebastião. Ficamos sabendo que na encantaria maranhense, por exemplo, as princesas Toya Jarina, Mariana e Erundina são tidas como filhas míticas do rei e se manifestam em médiuns. Tivemos então que investigar esse universo de encantamento, observando músicas, vestuários, o corpo dos participantes nos rituais e, a partir dessas referências, reconstruir cenicamente o nosso trabalho”, explica o diretor Ricardo César.


A obra foi construída a partir da metodologia do teatro colaborativo, em que direção, elenco e equipe artística desenvolvem juntos a dramaturgia e a cena. “O processo colaborativo é uma forma de trabalhar de forma autoral, em que todos os envolvidos levam propostas e provocações para a cena. É um formato enriquecedor artisticamente porque gera uma verdadeira troca de conhecimentos entre a equipe”, completa César.


Ao todo, a circulação prevê 10 apresentações em Sobradinho, voltadas prioritariamente para estudantes de escolas públicas, com oferta de transporte gratuito para as turmas, além de um programa educativo com 10 palestras de mediação sobre os temas abordados e 10 debates entre elenco e público. A proposta articula fruição artística, formação de plateia e reflexão crítica, ampliando o acesso ao teatro e estimulando o interesse dos jovens por linguagem cênica, história e pensamento social.


“Isso é importantíssimo porque colabora para a formação de plateias, estimula os alunos a irem ao teatro e a pesquisar mais sobre a linguagem artística”, destaca o diretor. A classificação indicativa é de 14 anos. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).


 


Serviço

Encantaria – Projeto Circulação Encantada 

Temporada de abril: 13, 14 e 15 de abril de 2026   

Horários: 15h e 20h  

Segunda temporada: 5 e 6 de outubro de 2026     

Local: Teatro de Sobradinho

Acesso: gratuito        

Classificação indicativa: 14 anos     

Recursos de acessibilidade em abril

Audiodescrição: 14 de abril, às 15h, e 15 de abril, às 15h  

Libras: 13, 14 e 15 de abril, às 20h   

MAB tem programação educativa em março e destaca artistas, fazeres manuais e acessibilidade

 MAB Educativo promove atividades para bebês, crianças e famílias, além de mediações no acervo com foco em artistas mulheres, oficinas de bordado e vitrais “fake”

Neste mês de março, o Museu de Arte de Brasília (MAB) dedica sua programação educativa ao Mês das Mulheres, ampliando a escuta sobre presença, produção e lutas das mulheres na arte e na cultura. A agenda reúne encontros de mediação e criação, com destaque para técnicas e linguagens que atravessam gerações, como o bordado e experiências que aproximam o público do acervo do museu por diferentes caminhos. 

Entre os destaques, estão as mediações especiais no acervo com foco em artistas mulheres presentes na coleção, convidando o público a observar trajetórias e obras a partir de outros enquadramentos e perguntas. A programação também abre espaço para a experiência coletiva: brincar, escutar histórias, experimentar materiais e construir leituras compartilhadas do museu e de seus contextos. O projeto é viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


Oficinas: fazer manual, cor e invenção

No eixo de práticas artísticas, a Oficina de Bordado em Talagarça propõe explorar pontos, cores e texturas em composições livres e expressivas, valorizando o bordado como linguagem também presente na arte contemporânea, um convite ao fazer manual, à escuta e à criação coletiva.

Já a Oficina de Vitrais Fake convida o público a brincar com luz e cor por meio de uma técnica acessível: com arame e esmalte, participantes criam “vitrais de mentirinha”, explorando transparências, formas e combinações cromáticas inspiradas nos vitrais tradicionais. 


Encontro com professoras e professores: acessibilidade em pauta

No dia 27/3, o MAB promove um encontro com professoras e professores com convidado especial, voltado à conversa e reflexão sobre práticas educativas em acessibilidade, reforçando o compromisso do museu com ações mais inclusivas. 

 

Oficinas para escolas no mês de março

Durante a semana, educadores podem levar suas turmas para visitas mediadas ao acervo do MAB e às novas exposições. O programa também inclui oficinas de práticas artísticas relacionadas às linguagens das exposições temporárias. Escolas têm acesso ao programa por meio de agendamento online gratuito, na plataforma Conecta https://conecta.mediato.art.br/. Vale lembrar que a experiência conta com visitas mediadas com interpretação em libras mediante agendamento e exemplares do material educativo impressos em braile. O local onde acontece o educativo está preparado para receber pessoas com mobilidade reduzida.


 


Oficinas para Escolas


1º ao 5º ano — Oficina de Frotagem           

6º ao 9º ano e Ensino Médio — Oficina de Desenho: Criaturas do MAB 


 


Programação

Sábados

10h30 — Contação de Histórias para bebês (18 meses a 3 anos) — 10 vagas

15h — Visita Mediada ao Acervo

16h30 — Oficina de Vitrais Fake (a partir de 6 anos) — 15 vagas 


Domingos

10h30 — Teatro de Sombras (a partir de 4 anos) — 10 vagas

15h — Visita Patrimonial com Jogos

16h30 — Oficina de Bordado em Talagarça (a partir de 8 anos) — 15 vagas 


Encontro com professoras e professores

27/3 — Conversa e reflexão sobre práticas educativas em acessibilidade (com convidado especial). 



Sobre o MAB 

O Museu de Arte de Brasília é um espaço destinado a exposições, atividades culturais e programas educativos, e tem como objetivo promover a valorização e difusão da arte brasileira. O museu conta com um acervo composto por obras de artistas nacionais e internacionais e tem como principal objetivo valorizar e difundir a arte brasileira. 



Sobre a Mediato 

Mediato é uma empresa comprometida em colaborar com a difusão da produção artística, com a valorização dos bens culturais e a formação de novos públicos para a arte.  Desde 2010 tem desenvolvido programas educativos para Artes Visuais, Artes Cênicas e Educação Patrimonial, alcançando mais de 80 mil estudantes no Distrito Federal. Além do inovador trabalho de mediação desenvolvido para o teatro, a Mediato também contribui com a economia criativa local, por meio do Curso de Mediação Cultural que desde 2019 insere novos mediadores no mercado de trabalho. A Mediato quer cultivar uma comunidade crítica e sensível, com senso de pertencimento, valorização e também apreciação da cultura local.



Programa Educativo do Museu de Arte de Brasília (MAB) 

(Setor de Hotéis e Turismo Norte, trecho 1, Projeto Orla) 

Agendamento para escolas: https://conecta.mediato.art.br/

Oficinas: não é necessária inscrição

Funcionamento: Todos os dias, exceto terça-feira, de 10h às 19h 

Informações: @mediato.art 

Acesso: gratuito 


 

Entre cantigas, colagens e imaginação: Projeto Sabiá volta ao DF com oficinas gratuitas para crianças da rede pública

Nova edição realiza 12 encontros em escola pública do Distrito Federal, unindo leitura, música ao vivo, criatividade e contação de histórias a partir do livro infantil Sabiá, de Adriana Nunes

O canto do sabiá vai voltar a ecoar na rede pública do Distrito Federal! Desta vez, convidando crianças a entrar num universo de leitura, música, invenção e delicadeza. Em sua 4ª edição, o Projeto Sabiá realiza 12 oficinas gratuitas de leitura, criatividade e contação de histórias para estudantes de 6 a 10 anos das séries iniciais da rede pública de ensino do DF.

Inspirada no livro infantil “Sabiá”, da atriz, ilustradora e autora Adriana Nunes, a atividade propõe uma experiência sensorial e lúdica que aproxima as crianças do universo da literatura por meio do cancioneiro popular brasileiro. O ponto de partida é a clássica canção “Sabiá”, de Hervê Cordovil e Mário Vieira, que inspirou a publicação e conduz boa parte da vivência artística oferecida nas oficinas.

Mais do que uma atividade de incentivo à leitura, o projeto transforma a sala de aula em território de imaginação. Ao longo dos encontros, as crianças são convidadas a ouvir histórias, cantar, criar, experimentar materiais e mergulhar em uma proposta que costura palavra, imagem, som e afeto. A oficina contará também com apresentações de música ao vivo, ampliando a experiência com uma atmosfera imersiva, sensível e participativa.

A partir da obra de Adriana Nunes, o projeto aposta no encontro entre literatura e criação como forma de despertar a curiosidade, ampliar repertórios e fortalecer vínculos com o universo dos livros desde a infância. Em cena, o sabiá sai da gaiola e ganha asas em papel, tinta, tecido, canto e brincadeira. A iniciativa tem apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

Um livro que nasceu da canção

O livro Sabiá nasceu do encantamento de Adriana Nunes com a música infantil e com o poder poético das imagens. O clássico “Sabiá lá na gaiola” foi transformado pela artista em uma obra delicada, construída com a técnica de colagem e marcada por ilustrações sensíveis que dialogam com a letra da canção original.

O primeiro voo do livro acabou abrindo caminho para muitos outros. A partir de Sabiá, Adriana publicou também títulos como “Alecrim”, “Pintinho Amarelinho”, “Lagartixa” e “Se essa rua fosse minha”, entre outros projetos em desenvolvimento, sempre conectando música, visualidade e infância.

O universo dessas criações desemboca agora nas oficinas, onde a artista compartilha com as crianças sua paixão por papéis, tintas, tecidos, bordados e narrativas. O resultado é uma experiência em que ler também é cantar, pintar, imaginar e brincar. Ao final, cada criança leva consigo não apenas um objeto criado com as próprias mãos, mas também um pedaço desse encontro com a poesia.

Sobre Adriana Nunes

Ouvinte atenta, entusiasta da literatura e da música infantil, Adriana Nunes é atriz, ilustradora e autora. Com uma trajetória artística marcada pelo trabalho com diferentes linguagens, ela transforma canções em livros e histórias em experiências criativas voltadas à infância. Em suas oficinas, leitura e arte caminham juntas, convidando as crianças a explorar a sensibilidade, a escuta e a invenção.


SERVIÇO

4ª edição Projeto Sabiá

Data: 25, 26 e 27 de março de 2026

Local: Escola Classe Colônia Agrícola Vicente Pires


Vencedor do Prêmio Shell, “As Cores da América Latina” faz temporada-relâmpago na CAIXA Cultural Brasília

Espetáculo amazonense cruza teatro e dança para revisitar ritos do Chile, Peru e Brasil. Montagem tem sessão com Libras e audiodescrição e promove duas oficinas com pesquisa de máscaras e presença cênica.

De 2 a 5 de abril de 2026, a CAIXA Cultural Brasília recebe “As Cores da América Latina”, espetáculo da Panorando Cia. e Produtora (Manaus) que combina teatro e dança para atravessar três manifestações populares do continente: a Fiesta de la Tirana (Chile), a Huaconada (Peru) e o Cavalo-Marinho (Brasil). Em uma temporada rápida com apresentações de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h, a montagem aposta em uma encenação altamente visual, marcada por cores vibrantes, musicalidade e máscaras que transformam o palco em um território de celebração e confronto.

Premiado no 34º Prêmio Shell de Teatro (2024), na categoria Destaque Nacional, e vencedor do 23º Prêmio Cenym do Teatro Nacional (2024) por Melhor Trilha Original ou Adaptada, o espetáculo também acumulou indicações importantes (como Melhor Cia de Teatro, Direção de Movimento e Adereços/Objetos de Cena). Em 2025, no XIX Festival de Teatro da Amazônia, conquistou os prêmios de Melhor Visagismo e Melhor Figurino, além de novas indicações em categorias como espetáculo, direção, trilha, iluminação e cenografia.

No centro da cena, as referências latino-americanas aparecem como um manifesto estético sobre temas universais: amor, morte e nascimento. Costurados por imagens e personagens que dialogam com tradições do continente. Um dos elementos que marca a identidade da montagem é o uso de máscaras inspiradas no “Fofão”, figura popular do Carnaval maranhense, que amplia a dimensão ritualística e teatral das “personas” em cena e reforça a potência simbólica do espetáculo.

Acessibilidade

A temporada também prevê uma sessão com recursos de acessibilidade: no dia 4 de abril, o espetáculo terá LIBRAS e audiodescrição e, após a apresentação, acontece um bate-papo com o elenco, ampliando o encontro com o público e os bastidores do processo criativo.

Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos). A bilheteria fica aberta de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 21h. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (61) 3206-6456.

Oficinas: máscaras, upcycling e presença cênica

Além das apresentações, a temporada em Brasília inclui duas oficinas realizadas em 4 de abril, conduzidas por Fábio Moura e Talita Menezes, voltadas a estudantes e pessoas interessadas nas artes cênicas, são 25 vagas para pessoas maiores de 18 anos. As inscrições para as oficinas serão realizadas através do site da Caixa Cultural: https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Brasilia.aspx


Confecção de Máscaras em Upcycling (de 9h às 12h): atividade que compartilha a pesquisa do grupo na criação de máscaras cênicas a partir do reaproveitamento de materiais descartados, investigando possibilidades estéticas e expressivas do “resíduo” como dispositivo de cena, unindo sustentabilidade, experimentação e criação acessível.

Corpo: Jogo, Presença e Máscaras (das 14h às 17h): laboratório prático sobre as múltiplas ideias de presença no trabalho do artista da cena. Em diálogo com a pesquisa de “As Cores da América Latina”, a oficina coloca o corpo em interação com máscaras de tecido originárias de Cusco (Peru), explorando estados de atenção, jogo e composição.


Ficha Técnica:

Direção: Fábio Moura e Talita Menezes

Coreografia: Criação Coletiva

Intérpretes-Criadores: Ana Carolina Nunes, Fernando C. Branco, Lidi Lopes, Miguel Campos, Reysson Brandão e Talita Menezes

Visualidades: Fábio Moura

Pesquisa e Edição Musical: Talita Menezes

Confecção de Figurino: Lú de Menezes

Produção e Iluminação: Fábio Moura

Produção Local: Kacus Martins 

Assessoria de Imprensa: Camila Maxi / Baú Comunicação


Sobre a CAIXA Cultural:

A CAIXA Cultural é um centro cultural que valoriza e promove diversas expressões artísticas. Com uma programação diversificada, oferece ao público a oportunidade de vivenciar e apreciar a arte em suas diferentes manifestações. Através do patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, a CAIXA Cultural Brasília fortalece seu compromisso em incentivar e apoiar a cultura local, proporcionando experiências enriquecedoras para todos os públicos.


SERVIÇO

“As Cores da América Latina”, Panorando Cia. e Produtora

Data: 02 a 05 de abril.

04 de abril: sessão com LIBRAS e audiodescrição. Após a apresentação haverá um bate-papo com o elenco.

Horário: Quinta a sábado às 20h. Domingo às 19h

Local: CAIXA Cultural Brasília | Teatro da CAIXA (SBS Quadra 4 Lotes 3/4)

Ingressos: A partir do dia 28 de março. Às 9h, na Bilheteria do Teatro, e às 13h, no site da Bilheteria Cultural: https://bilheteriacultural.com.br/eventos/1.”

Preços: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos)

Classificação: Livre

Duração: 45 minutos

Contato: (61) 3206-6456

Capacidade: 406 lugares (8 para cadeirantes)

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Rede Social: Instagram @panorando


Quando o samba vira método de cena: livro investiga como o samba de gafieira pode reinventar o teatro

O que acontece quando o abraço, a condução e o improviso do samba de gafieira deixam de ser apenas passos e passam a funcionar como ferramentas de criação cênica? Essa é a pergunta que move o lançamento de “Processos Criativos Teatrais: Dá Samba? O princípio de interação entre os corpos do samba de gafieira para composições cênicas”, novo livro da pesquisadora e artista Júlia Gunesch. O evento acontece nesta sexta-feira (27 de fevereiro), das 19h às 0h, na Cia Lá na Dança, (203 norte, bloco A) e inclui apresentação da autora com uma intervenção dançada ao lado de um parceiro (Vitor Avelar) e uma parceira (Verane Comis) de dança, ao som de DJ Erivaldo Alves.

No livro, Júlia Gunesch acompanha, passo a passo, uma investigação prática: como o samba de gafieira pode contribuir com a linguagem teatral sem perder sua potência popular e coletiva. Partindo de uma perspectiva histórica sobre as hibridações culturais que moldaram as danças de salão no Brasil, a autora mergulha no “princípio de interação entre os corpos” típico do samba de gafieira e testa suas implicações diretamente no palco.

“Eu quis transformar essa pesquisa em livro para furar a bolha acadêmica: traduzir ideias que nasceram na universidade para uma linguagem mais acessível e, ao mesmo tempo, ampliar a circulação de um tema ainda pouco estudado, as danças de salão brasileiras como prática artística e produção de conhecimento”, explica a autora, Júlia Gunesch.

A pesquisa se materializa em três criações analisadas no livro: GANCHOS (2018), Quarta da Carne (2019) e ALAÍDE (2019). Em cada uma delas, o que está em jogo não é “usar dança no teatro”, mas deslocar engrenagens fundamentais do samba como escuta, risco, presença e resposta corporal para dentro da dramaturgia. O resultado aponta para uma cena que pode coreografar o cotidiano, trocar música por palavra (ou silêncio) e ainda assim sustentar um diálogo orgânico entre teatro e dança.

Sustentada pela abordagem Practice as Research (PaR), de Robin Nelson, a obra integra teoria e prática para apresentar nove princípios essenciais das danças de salão brasileiras (como abraço, condução e improviso coordenado) e cinco traços particulares do samba de gafieira (como multidirecionalidade de torso e quadril e a síncope musical). O livro se constrói como manual poético e, ao mesmo tempo, como convite crítico: repensar fronteiras entre gêneros artísticos e reconhecer no samba de gafieira um modo de pensar corpo, relação e criação.

“O samba de gafieira ensina que a interação entre os corpos é dramaturgia: ela muda a qualidade da relação em cena e cria mais organicidade. É uma escola de escuta, força, conexão e negociação”, destaca Júlia.

No lançamento, essa passagem do papel para a experiência acontece ao vivo: além da conversa/apresentação sobre a pesquisa, a autora realiza uma intervenção em dança ao lado de um parceiro e uma parceira com discotecagem do DJ Erivaldo Alves. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), com Editora ANDA, com a Casa Amarela Criativa e apoio institucional da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Governo do Distrito Federal (GDF).

Júlia Gunesch

Atriz, diretora, coreógrafa, professora e pesquisadora de samba, teatro, danças de salão brasileiras e tribal fusion bellydance. Mestra em Artes Cênicas e Bacharela em Interpretação Teatral pela Universidade de Brasília (UnB). Atua como professora de danças de salão desde 2010, tendo ministrado aulas em escolas e festivais de dança no Brasil e no exterior. Atualmente, desenvolve pesquisa de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (PPGAC/UFBA), investigando sobre performances de gênero no samba de gafieira como potência criativa para as artes cênicas.


Serviço

Lançamento do livro: “Processos Criativos Teatrais: Dá Samba?” Autora: Júlia Gunesch

Data: 27 de fevereiro

Horário: 19h às 0h

Local: Cia Lá na Dança (203 norte, bloco A)

Classificação indicativa: Livre

Informações do livro

Título: “Processos Criativos Teatrais: Dá Samba? O princípio de interação entre os corpos do samba de gafieira para composições cênicas”

Autora: Júlia Gunesch

Editora: Anda

Gênero: Dança e teatro

Formato: Livro impresso e audiolivro

Páginas: 236

Preço: R$ 40 (preço de lançamento)


Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



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61 98185-8595
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