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Somos dois “bauzeiros”. Bauzeiro da cultura e do melhor do entretenimento da nossa capital federal. Com uma identificação totalmente relacionada e voltada para promover estabelecimentos e a arte nas terrinhas do cerrado, o jornalista Michel Toronaga comanda a Baú Comunicação. A assessoria surgiu de uma ideia diferente, alternativa e artística. Não à toa, o termo “Baú” significa ônibus, uma gíria típica dos moradores do Planalto Central. Mas “Baú” também vai além. É uma caixinha onde vamos destrinchar e oferecer um serviço personalizado para nossos clientes, além de atender a equipe de jornalistas do Distrito Federal.


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ALGUNS TRABALHOS

Novo game nacional leva players para o fundo do oceano

Mais de 80% dos oceanos do planeta permanecem inexplorados. Mesmo assim, é nas profundezas que a humanidade projeta alguns de seus maiores medos, mitos e fascínios: o desconhecido, a perda de controle, a ideia de que há algo observando de volta. É desse imaginário — científico, ambiental e emocional — que nasce A Tale of Silent Depths, RPG por turnos da Crit42 Studio ambientado em um futuro onde o mundo afundou e a sobrevivência humana acontece sob toneladas de água e pressão.

O público já pode dar o primeiro mergulho nesse universo: a demo do jogo está disponível gratuitamente na Steam, antecipando a experiência completa que será lançada em maio. “O fundo do mar é um pós-apocalipse que já existe. É um lugar onde o humano entra como intruso”, afirma Eduardo de Azevedo dos Santos, fundador e diretor criativo do projeto. “Diferente do espaço, ele tem um peso emocional mais próximo. É aqui, é da Terra, é o nosso planeta cobrando um preço.”


Um mundo submerso que reage 

Em A Tale of Silent Depths, o jogador assume o papel de capitão de uma Arca — uma gigantesca base submarina móvel que funciona como lar, fortaleza e último refúgio da humanidade. O oceano é gerado proceduralmente, com rotas mutáveis, ruínas esquecidas, destroços, criaturas hostis e facções rivais disputando recursos escassos.

As decisões nunca são neutras. Explorar mais fundo pode render tecnologias raras ou despertar ameaças irreversíveis. Negociar garante sobrevivência no curto prazo, enquanto ataques podem comprometer alianças futuras. Tudo acontece em um ecossistema vivo, sustentado por inteligência artificial que evita padrões previsíveis. “Em vez de scripts fixos, buscamos um ecossistema que pareça orgânico”, explica Eduardo. “Histórias únicas surgem não porque o jogador é um herói, mas porque ele é apenas mais um sobrevivente em um mundo vivo.”

O combate acontece em batalhas táticas por turnos, nas quais posicionamento, alcance, terreno e recursos limitados fazem toda a diferença. Drones personalizáveis funcionam como linha de frente, enquanto o próprio oceano impõe riscos constantes. “Se o jogador encontra uma fórmula e repete, o mundo perde a tensão”, diz o diretor. “A IA reage a padrões porque sobrevivência é adaptação. O oceano não é um tabuleiro estático.”


Escolhas sob pressão

Mais do que um cenário, o oceano atua como presença narrativa. Criaturas parecem aprender com o jogador, encontros mudam conforme as escolhas e a sensação constante é a de estar sendo observado. Essa abordagem transforma o jogo em uma metáfora sobre decisões humanas em cenários de crise — um tema que dialoga diretamente com questões contemporâneas, como colapso ambiental, escassez de recursos e adaptação tecnológica. “Em crise, sempre decidimos entre curto e longo prazo, entre ética e necessidade”, afirma. “E quando o oxigênio está acabando, muitas coisas perdem a importância.” 


Crit42 Studio

Responsável por A Tale of Silent Depths, a Crit42 Studio é um estúdio independente brasileiro com foco em experiências autorais, rejogáveis e narrativas emergentes. O time já lançou títulos como Dreadstone Keep, Afterlight Catacombs e Oni Station, sempre explorando sistemas complexos aliados a mundos ricos em atmosfera e identidade.


Caminho até o lançamento

Antes do lançamento completo, A Tale of Silent Depths vem sendo apresentado ao público internacional em festivais digitais. Em março, o jogo participará do Turn-Based Thursday Fest, evento focado em experiências estratégicas. Em abril, marca presença no Earth Appreciation Festival, que celebra obras conectadas a temas ambientais e planetários. O lançamento oficial do jogo completo acontece em maio, durante o Brasília Game Festival, que será realizado entre os dias 15 e 17 de maio, marcando a estreia pública da versão final do título. A realização do jogo A Tale of Silent Depths foi possível por meio do edital Start BSB, um programa de incentivo ao empreendedorismo inovador do Distrito Federal. A iniciativa é promovida pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), com apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação.


Serviço

Demo na Steam - https://store.steampowered.com/app/2820850/A_Tale_of_Silent_Depths/

Instagram - https://www.instagram.com/crit42studio 


Renata Weber lança O Ano Um, um livro-objeto que une texto, imagem e som na DeCurators

 Publicado pela Editora Quelônio, o livro-objeto chega a Brasília em 31 de janeiro, em evento com miniexposição das monotipias originais e apresentação de livro sonoro com desenho e trilha de Wagner Morales

A artista e escritora Renata Weber lança em Brasília, no dia 31 de janeiro, o romance experimental O Ano Um, publicado pela Editora Quelônio (SP). O evento acontece na DeCurators (412 Norte) e apresenta um trabalho que é, ao mesmo tempo, objeto, texto, imagem e som: além do lançamento do livro, o público poderá ver de perto as monotipias originais (técnica de gravura de impressão única) que dão forma às imagens da obra e conhecer o livro sonoro narrado pela própria autora. 

Em O Ano Um, a protagonista Regina escreve notas para “ancorar o fio da memória”, enquanto o esquecimento se aproxima e embaralha as referências do cotidiano. O romance se constrói como uma antessala da desaparição: uma juntada de registros que tentam segurar o que escapa. 

“O Ano Um parte da minha inquietação e curiosidade pessoal com o tornar-se pessoa velha, com os embaralhos e os embaraços que se criam ao sermos catapultados ou insidiosamente conduzidos à velhice.”, conta a autora Renata Weber.


O projeto gráfico leva essa ideia ao limite. Em vez de páginas numeradas e encadernação tradicional, O Ano Um se apresenta como livro-objeto: folhas soltas, presas no alto por uma estrutura de bloco, convidam a pessoa a desfolhar, correr riscos, perder e reencontrar a narrativa, como quem tenta reorganizar lembranças. 

“O Ano Um é o ano em que a personagem Regina, passa a lidar cotidianamente com o tema do desaparecimento, não só da memória, mas também, possivelmente, da pessoa que ela era antes. Registrar os fatos do dia, escrever o que é importante, organizar papéis, é o jeito que Regina inventa para resistir ao que é incontornável. Ao meu modo também faço isso ao escrever”, explica Renata.

As oito monotipias abstratas foram feitas por Renata Weber a partir de tinta de carimbo impressa em papel pólen e, no lançamento, serão apresentadas numa miniexposição.

A obra ganha ainda uma segunda camada: O Ano Um também existe como livro sonoro, com narração da autora, desenho e trilha sonora de Wagner Morales e audiodescrição com roteiro de Rita Louzeiro. O resultado vai além da simples gravação do texto, usando percussão, efeitos e guitarra para criar atmosferas e conduzir o “desaparecimento” das palavras e memórias. Para ouvir, basta acessar o QR Code no final do livro, com duração de 1h20. Também disponível no site da autora: O Ano Um – Renata Weber.

“É para que a pessoa entre em contato com a obra e experimente em alguma medida o que atravessa a personagem – a perda da ilusão de controle sobre as coisas e sobre o destino. Quem ouve o livro sonoro, quem lê e manipula o livro-objeto, vai se deparar com uma massa de texto, de papel e de som que é delicada e instável. Regina é divertida também. No livro há passagens ternas, há passagens raivosas e também aflitivas”, ressalta.

No dia 31, após a apresentação do livro e do trabalho sonoro, haverá bate-papo com Renata Weber e a convidada Sílvia Roncador. 

Renata Weber (1971) vive e trabalha em Brasília e transita entre literatura, música e artes visuais, além de atuar como psicóloga e pesquisadora em saúde mental. O Ano Um é seu primeiro romance e é viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

SERVIÇO

Lançamento O Ano Um

Data: 31 de janeiro de 2026

Horário: 19h

Local: DeCurators  (412 Norte, Bloco C)

Preço de lançamento (desconto da autora): R$ 40

Mais informações: @_renata_weber@editoraquelonio


Informações do livro

Título: O Ano Um

Autora: Renata Weber

Editora: Quelônio (SP)

Gênero: romance

Formato: 15 x 21 cm

Páginas: 64

Preço: R$ 70 (capa)


Um Reles Potter abre audições em Brasília para musical inspirado no universo bruxo

 Montagem acadêmica da Bailacci Academia de Danças selecionará 30 artistas


As portas para o mundo mágico de Hogwarts se abrirão em breve nos tablados brasilienses. Após o sucesso dos musicais Meninas Malvadas e Bom dia, Baltimore!, a Bailacci Academia de Danças se prepara para uma nova montagem acadêmica de teatro musical. E agora estão abertas as audições para o espetáculo Um Reles Potter, produção propõe uma releitura bem-humorada e irreverente do universo bruxo, aliando formação artística, experiência de palco e humor para o público.


O projeto irá selecionar 30 participantes, sendo 25 vagas pagantes e 5 bolsas, destinadas a pessoas com baixo poder aquisitivo. Os papéis principais serão interpretados por dois elencos alternantes, permitindo que mais artistas interpretem os personagens centrais ao longo da temporada. O espetáculo será apresentado integralmente em português, com texto adaptado especialmente para a montagem.


As audições acontecem em duas etapas. Na primeira fase, os interessados devem enviar um vídeo cantando uma música de livre escolha, com duração máxima de 1 minuto e 30 segundos, por meio de link (Drive, YouTube ou plataforma equivalente), informado no formulário de inscrição.


Os candidatos selecionados nessa etapa serão convocados para a audição presencial, que ocorrerá no dia 31 de janeiro, das 15h às 19h, por ordem de chegada, na Bailacci Academia de Danças – Asa Sul (CRS 508). Nesta fase, os participantes apresentarão uma música e um monólogo previamente indicados pela produção, além de realizarem um teste de dança com coreografia ensinada no momento. Todo o elenco e os personagens serão definidos já nas audições iniciais.


Ensaios e formação artística

Os ensaios do musical acontecem de fevereiro a julho de 2026, sempre aos sábados, das 15h às 19h, na Bailacci Academia de Danças. Além dos ensaios regulares, o elenco terá acesso a aulas extras gratuitas e opcionais, voltadas ao aprimoramento técnico em teatro musical.


Entre as atividades oferecidas estão canto coral, sapateado, teatro para personagens, coreografias para musicais e coachings vocais individuais quinzenais, realizados durante os três últimos meses do processo. O objetivo é promover o desenvolvimento do artista de forma completa, integrando canto, dança e interpretação.



Investimento e bolsas

O investimento para participar da montagem acadêmica é de R$ 3.400, com possibilidade de parcelamento em 6 vezes de R$ 547, além de taxa de matrícula. O valor inclui ensaios, aulas extras, coachings vocais, ensaios gerais e taxa de palco. Gastos com figurino não estão inclusos, embora grande parte possa ser composta com peças do próprio guarda-roupa dos participantes. Serão oferecidas 5 bolsas, mediante análise do perfil socioeconômico informado no formulário de inscrição.


Ficha técnica – Um Reles Potter

Direção Geral e Cênica: Rômulo Mendes

Direção Musical: Rick Taveira

Direção Coreográfica: Tati Araújo

Sapateado: Nicolly Barreto

Coachings Vocais: Faby Gonçalves, Pedro Souto e César Ribeiro

Correpetição: Walter Amantéa


Serviço

Audições Um Reles Potter

Inscrições no formulário online

E-mail: bailacciasasul@gmail.com

Instagram: https://www.instagram.com/bailacci.musicais/ 

Informações: https://www.bailacci.com.br/umrelespotter 

WhatsApp: (61) 99669-4858


Férias no MAB: oficinas ocupam a semana e ativam o acervo com experiências para diferentes idades

Em janeiro, o MAB Educativo amplia a agenda de oficinas para dias úteis e fins de semana, com contações para bebês, visitas mediadas e atividades de criação que passam por costura, pigmentos naturais, dança, desenho e brinquedos ópticos.





Durante todo o mês de janeiro, o Museu de Arte de Brasília (MAB) convida crianças, jovens, famílias e o público em geral a participar da programação de férias do MAB Educativo. A proposta é oferecer experiências criativas e educativas que dialogam com o fazer artístico, a imaginação e a observação atenta do acervo do museu, que reúne obras de nomes fundamentais da arte brasileira, como Beatriz Milhazes, Antônio Poteiro e Djanira.




As atividades são gratuitas e possuem vagas limitadas. As ações acontecem no espaço educativo do museu, sempre com mediação sensível e foco na experiência coletiva. O projeto é viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.



Programação de janeiro (a partir de 10/01)


Sábados


10h30 – Contação de Histórias para bebês + mini oficina (18 meses a 3 anos) – 10 vagas

15h – Visita Mediada ao Acervo

16h30 – Oficina de Fuxico (a partir de 7 anos) – 15 vagas

Domingos


10h30 – Contação de Histórias + mini oficina (a partir de 4 anos) – 10 vagas

15h – Visita Patrimonial com Jogos

16h30 – Oficina de Pintura com Pigmentos Naturais (a partir de 6 anos) – 15 vagas

Programação especial de férias (de 05/01 a 25/01)


Segundas-feiras


10h30 – Contação de Histórias para bebês + mini oficina (18 meses a 3 anos)

13h – Visita Temática Bilíngue

14h – Oficina de Brinquedos Ópticos (a partir de 6 anos)

Quartas-feiras


10h30 – Contação de Histórias para bebês + mini oficina (18 meses a 3 anos)

14h – Oficina de Dança (a partir de 4 anos)

Quintas-feiras


10h30 – Contação de Histórias para bebês + mini oficina (18 meses a 3 anos)

14h – Oficina de Desenho – Criaturas do MAB (a partir de 7 anos)

Sextas-feiras


10h30 – Contação de Histórias para bebês + mini oficina (18 meses a 3 anos)

14h – Oficina de Jogos Teatrais e Brincadeiras Populares (a partir de 4 anos)

Oficinas


Oficina de Fuxico (a partir de 7 anos): introduz a técnica tradicional do fuxico com retalhos, linhas e agulhas, valorizando o fazer manual, saberes populares e criações individuais e coletivas.

Pintura com Pigmentos Naturais (a partir de 6 anos): explora cor, textura e aroma com materiais do cotidiano,  como açafrão, canela, café e gengibre, em uma prática de experimentação sensorial.

Oficina de Dança (a partir de 4 anos): propõe um percurso de movimento e expressão corporal inspirado em obras do museu, aproximando corpo e imagem.

Desenho – Criaturas do MAB (a partir de 7 anos): convida o público a observar obras selecionadas do acervo e reinventá-las em monstros, seres fantásticos e personagens improváveis por meio de técnicas de desenho.

Brinquedos Ópticos (a partir de 6 anos): apresenta os primórdios da animação com a criação de agamógrafos e taumatrópios, despertando curiosidade sobre percepção, imagem e movimento.

Jogos Teatrais e Brincadeiras Populares (a partir de 4 anos): uma vivência em grupo com dinâmicas de teatro e brincadeiras tradicionais (como amarelinha, três marias, iô-iô e peão), estimulando imaginação, presença e convivência.

SERVIÇO

Programação de Férias – MAB Educativo (janeiro)

Programação especial: de 05/01 a 25/01 (dias úteis)

Programação de fim de semana: a partir de 10/01

Atenção: atividades com vagas limitadas (conforme indicado na programação)

Funcionamento: Todos os dias, exceto terça-feira, de 10h às 19h 

Local: Museu de Arte de Brasília (MAB) – Brasília (DF)

Ateliê do MAB amplia programação nas férias e oferece minicursos gratuitos de bordado e pintura em janeiro

Projeto convida crianças, jovens e adultos a transformar a visita ao museu em experiência de criação, com encontros sequenciais e vagas limitadas.


O Museu de Arte de Brasília (MAB) abre janeiro com uma programação especial de férias do Ateliê do MAB, iniciativa que aproxima diferentes públicos da arte por meio do fazer. A proposta é simples: cada encontro parte de referências do acervo e das mostras em cartaz para ativar práticas coletivas, experimentação de materiais e trocas de saberes — transformando a visita em experiência criativa.


Durante o mês, o Ateliê do MAB realiza minicursos gratuitos com atividades para crianças a partir de 6 anos e para jovens e adultos a partir de 10 anos, em módulos sequenciais que permitem acompanhar um percurso completo de aprendizagem. Todas as ações são gratuitas, com 20 vagas por sessão e indicação etária conforme a oficina (vagas preenchidas por ordem de chegada).


A programação de janeiro se organiza em dois blocos: Mini Curso de Bordado (de 5 a 11/1) e Mini Curso de Pintura (de 12 a 18/1). Nos turnos da manhã, as crianças participam de oficinas lúdicas; à tarde, acontecem os encontros voltados a jovens e adultos, com introdução e aprofundamentos técnicos.


Viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, o Ateliê do MAB reforça o museu como lugar de convivência e criação, com trilhas formativas que vão do lúdico infantil à investigação de técnicas e linguagens contemporâneas.


Programação de férias – Janeiro


Mini Curso de Bordado


5/1 (seg.) – 10h Brincadeiras com Linhas e Cores (crianças, a partir de 6 anos) – parte 1 | 16h Introdução ao Bordado (a partir de 10 anos)

7/1 (qua.) – 10h parte 2 | 16h Ponto invisível e ponto atrás

8/1 (qui.) – 10h parte 3 | 16h Ponto pirulito e ponto corrente

9/1 (sex.) – 10h parte 4 | 16h Palavras e símbolos

10/1 (sáb.) – 10h parte 5 | 14h Fixando botões e outros materiais

11/1 (dom.) – 10h parte 6 | 14h Desenvolvimento de trabalho autoral


Mini Curso de Pintura


12/1 (seg.) – 10h Pintura Lúdica para Crianças (a partir de 6 anos) – parte 1 | 16h Introdução à Pintura (a partir de 10 anos)

14/1 (qua.) – 10h parte 2 | 16h Círculo cromático

15/1 (qui.) – 10h parte 3 | 16h Texturas e diferentes materiais

16/1 (sex.) – 10h parte 4 | 16h Luz, sombra e trabalho com camadas

17/1 (sáb.) – 10h parte 5 | 14h Composição e equilíbrio

18/1 (dom.) – 10h parte 6 | 14h Figurativo e abstrato


Sobre as oficinas (sinopses)


Brincadeiras com Linhas e Cores (crianças, a partir de 6 anos)

As crianças experimentam linhas, texturas e cores; aprendem pontos simples; brincam com desenhos na talagarça; participam de atividades coletivas e criam pequenas composições livres, desenvolvendo coordenação, criatividade e expressão.


Mini Curso de Bordado (a partir de 10 anos)

Percurso que atravessa pontos básicos e avançados, composição, texturas e cores, chegando ao desenvolvimento de um trabalho autoral. A proposta conecta técnicas tradicionais de bordado a práticas da arte contemporânea, valorizando saberes e memórias culturais.


Pintura Lúdica para Crianças (a partir de 6 anos)

Mini curso em módulos que combinam brincadeira, exploração sensorial e criação: misturas de cores, gestos amplos com pincéis, diferentes suportes e ferramentas, pintura guiada por sensações e emoções, experimentos com música e atividades coletivas em grandes superfícies.


Mini Curso de Pintura (a partir de 10 anos)

Formação prática para jovens e adultos com experimentação de materiais, estudo de cores (primárias, secundárias e complementares), investigação de técnicas e texturas, recursos de luz e sombra e finalização de uma pintura autoral, estimulando autonomia e linguagem própria.


SERVIÇO


Ateliê do MAB


Museu de Arte de Brasília (Setor de Hotéis e Turismo Norte, trecho 1, Projeto Orla) 


Oficinas: não é necessária inscrição (20 vagas por sessão)


Funcionamento: Todos os dias, exceto terça-feira, de 10h às 19h 


Informações: @mediato.art 


Acesso: gratuito 

Programa Despausa lança game inédito

 Jogo desenvolvido pela MadDev, estúdio incubado pela Abring no Brasília Game Hub, inaugura nova fase da atração da TV Cultura


A TV Cultura Brasília apresenta, nesta terça-feira, 9 de dezembro, às 19h, um episódio especial do Despausa, marcado pela estreia do game oficial do programa. Criado para ser jogado pelos próximos convidados em estúdio, o jogo transforma cada participação em uma disputa dinâmica, com pontuação, etapas aleatórias e prêmios reais — tudo integrado ao universo gamificado das entrevistas.


Desenvolvido pela MadDev, estúdio independente incubado pela Abring (Associação dos Desenvolvedores de Jogos Eletrônicos do Distrito Federal) no Brasília Game Hub, o game é uma criação liderada por Bruno Bandeira, que assina sua programação e arquitetura. A parceria simboliza a crescente integração entre televisão, inovação e o ecossistema de games do Distrito Federal, destacando talentos emergentes e fortalecendo a produção local.


“O jogo do Despausa nasceu para resgatar a energia dos arcades clássicos e, ao mesmo tempo, transformar em ação o próprio conceito de ‘despausar’. Uma vez que começa, ele não para. São minigames rápidos, simples de entender e divertidos de assistir”, explica o apresentador e cocriador do programa, Miron de Lelis. “A cada rodada, o convidado encara três fases aleatórias para conquistar um coração, que depois pode ser trocado por uma lootbox com prêmios ainda mais imprevisíveis. O jogo cria uma experiência completa além da entrevista tradicional: envolve o público, desafia o convidado e dá identidade ao bloco Hardmode. Ele mostra que o Despausa não só fala sobre evolução, ele evolui como um jogo”, completa.


Com apresentação de Miron de Lelis e Igor Rachid, o Despausa reafirma seu propósito de celebrar a cultura dos jogos eletrônicos e os criadores da cena brasileira. A chegada do game exclusivo inaugura uma nova fase do programa — mais interativa, mais divertida e mais fiel ao espírito de quem vive o mundo dos jogos. O programa conta com os patrocínios: Behold Studios, FiraSoft, Uruca Game Studio, BadBack Game Studio, Crit42 - Game Studio, MadDev, Glitch Factory, CSJ Digital, GoGo Games Interactive. A atração também tem parcerias com a Abring, Editora Europa, Maverick Hunters e 8itobits.



Sobre o Despausa

Despausa é um programa semanal da TV Cultura Brasília, apresentado por Miron de Lelis e Igor Rachid, que conecta o público à cena gamer brasileira em um formato inovador e gamificado. Misturando entrevistas, humor, desafios e cultura pop, o programa celebra a criatividade e a economia dos jogos independentes, valorizando profissionais, estúdios e histórias que movimentam o ecossistema nacional. Realizado em parceria com a Associação dos Desenvolvedores de Jogos Eletrônicos do Distrito Federal (Abring), o Despausa transforma o entretenimento em aprendizado e inspiração, com quadros interativos, convidados especiais e conteúdos exclusivos no YouTube (@despausatv). Mais do que um talk show, o programa é um ponto de encontro entre quem cria, joga e sonha com o futuro dos games no Brasil. 


Serviço

Despausa – Programa de TV e Web sobre o universo dos games

Todas as terça-feira, às 19h

Na TV Cultura Brasília

Reprise: YouTube @despausatv


Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



Contato
Michel Toronaga
61 98185-8595
Brasília - DF