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ALGUNS TRABALHOS

“Espectro de Ser” estreia em Brasília com olhar autêntico e sensorial sobre o autismo

Espetáculo criado e protagonizado por artistas autistas estreia em julho e agosto com sessões acessíveis.

O espetáculo teatral inédito “Espectro de Ser” estreia em Brasília nos dias 30 e 31 de julho e 1 e 2 de agosto de 2026, no Teatro dos Ventos, no DUO MALL, em Águas Claras. Com apresentações gratuitas de quinta a sábado, às 20h e domingo às 19h, a montagem aborda, de forma criativa e sensorial, os desafios e as particularidades do Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente nas manifestações mais sutis, como o nível 1 de suporte.

Criado por artistas autistas, o trabalho coloca em cena temas como interação social, comunicação, sensibilidade sensorial e comportamentos repetitivos. O espetáculo propõe ao público adulto uma reflexão madura sobre a diversidade de modos de ser e estar no mundo, rompendo estereótipos e valorizando a complexidade da experiência autista.

Todas as quatro sessões foram pensadas para acolher públicos diversos. Duas apresentações contam com interpretação em Libras e outras duas com audiodescrição ao vivo. O Teatro dos Ventos oferece acessibilidade estrutural.

A concepção original é de Mattoso Ribeiro e Lidia Olinto, que assina a direção e encenação. A dramaturgia, desenvolvida em processo colaborativo, é de Cristiano Moutella, Mattoso Ribeiro, Lidia Olinto, Silvia Paes e Gabriel Gabor. 

“Foi uma dinâmica bem fluida em que todos são de fato autores do texto, e foi elaborada a partir de encontros em que as vivências e questões dos artistas autistas foram relatadas e trabalhadas cenicamente, especialmente as do protagonista, e também a partir de pesquisas sobre o tema e de depoimentos de outros autistas”, explica a diretora Lidia Olinto. 

No elenco, Mattoso Ribeiro divide o palco com Silvia Paes. A trilha sonora original, composta e executada por artistas autistas: Clara Lua Guerra, Rafael Bacellar e Sombrio da Silva, dialoga diretamente com temas como hiperfoco e repetição. Clara Lua Guerra assina as letras das canções. Cenografia e figurino são de Maria Villar e Gabriel Gabor, e a iluminação é de Ana Quintas.

“Os autistas que estão na equipe fazem uma diferença enorme. Foi quando os músicos e a equipe de acessibilidade entraram, todos autistas, que o trabalho começou a ficar muito melhor. Eles ajudam a pensar a cena musicalmente e a pensar as formas de comunicação para pessoas com outros tipos de deficiência, porque trazem vivências que agregam muito à equipe”, explica o ator e diretor musical, Mattoso Ribeiro.

Para ele, é comum encontrar informações superficiais, quando se pesquisa sobre o tema. “Na maioria das vezes é uma visão médica, de profissionais que não são autistas, ou a perspectiva de mães de pessoas autistas. Quando quem fala é a pessoa autista adulta, aparecem outras camadas, porque às vezes elas são vistas só como um conjunto de laudos e questões, e não como alguém com uma subjetividade complexa.”

O projeto se destaca pela autenticidade, parte da equipe de criação são pessoas autistas, e oferece um olhar interno raro nos palcos e amplia a compreensão sobre o TEA com respeito e representatividade. 

Haverá transporte gratuito para pessoas com deficiência. Para solicitar uma vaga, basta entrar em contato pelo Instagram @espectrodeser. A iniciativa conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


SERVIÇO

Espetáculo Espectro de Ser  

Datas: 30/07, às 20h - com intérprete de LIBRAS

31/07, 20h - Audiodescrição

01/08, 20h - Audiodescrição

02/08, 19h - com intérprete de LIBRAS     

Horários: Quinta a sábado, às 20h e domingo, às 19h     

Local: Teatro dos Ventos (DUO MALL R. 19 Norte, Águas Claras)

Ingressos: Gratuitos, mediante retirada pelo Sympla https://www.sympla.com.br/produtor/jurumim

Transporte para PCDs: Solicite uma vaga pelo perfil @espectrodeser.

Fotos e vídeo: https://drive.google.com/drive/folders/1G0EW7p1vw68qnc2SbUY5ubfq6w2ZdU_D?usp=drive_link

Ficha Técnica

Concepção Original: Mattoso Ribeiro e Lidia Olinto

Direção e Encenação: Lidia Olinto

Dramaturgista: Cristiano Moutella

Dramaturgia em Processo Colaborativo: Cristiano Moutella,  Mattoso Ribeiro, Lidia Olinto, Silvia Paes e Gabriel Gabor

Elenco: Mattoso Ribeiro e Silvia Paes

Direção Musical: Mattoso Ribeiro

Composição e Execução Musical: Clara Lua Guerra, Mattoso Ribeiro, Rafael Bacellar e Sombrio da Silva

Letrista de Canções Originais: Clara Lua Guerra

Cenografia e Figurino: Maria Villar e Gabriel Gabor

Iluminação: Ana Quintas

Provocador Cênico: Fernando Villar

Assistente de Direção: Gabriel Gabor

Operação de Som: Pê Pereira

Consultoria em Acessibilidade: Mônica Gaspar

LIBRAS: Bárbara Barbosa

Audiodescrição: Cris Silveira

Audiodescrição da Divulgação: Rita Louzeiro

Mobilização: Denise Braga

Design Gráfico: Miguel Haru

Fotos de divulgação: Isadora Lima

Vídeo registro: Juanis Moraes

Assessoria de Imprensa: Camila Maxi

Assessoria de Mídias Digitais: Raísa Curty

Gestão: Pedro Caroca

Coordenação de Produção: Artur Cavalcante


Inscrições abertas para oficina gratuita de teatro musical em Taguatinga

 Iniciativa oferece a estudantes a partir de 14 anos a chance de subir ao palco em um espetáculo musical inédito voltado à educação antirracista, com inscrições abertas a partir de 14 de julho

Estão abertas, de 14 a 28 de julho de 2026, as inscrições para a Oficina Ópera Suburbana, de teatro musical, canto e expressão corporal. As atividades são gratuitas e voltadas a jovens a partir de 14 anos, preferencialmente pretos e residentes de Taguatinga. São 20 vagas. Inscrições pelo link.

A oficina acontece no Centro Cultural Recita (Setor Hoteleiro CSA 1, Taguatinga Centro), com início em 30 de julho de 2026. Os encontros seguem por cinco meses, às quintas-feiras, das 14h às 17h, e aos sábados, das 9h às 12h, até novembro. Não é necessário ter experiência prévia em teatro ou música, o processo seletivo busca interesse, compromisso e vontade de aprender.

Ao final do processo, os participantes vão montar e apresentar o espetáculo musical "Ópera Suburbana", com cinco apresentações em Taguatinga. Quatro delas serão exclusivas para estudantes de escolas públicas do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, a partir de 12 anos, acompanhadas de um programa educativo com material didático, palestras e debates.

Sobre a oficina

A montagem usa estéticas afro-brasileiras para tratar o racismo estrutural e promover práticas antirracistas, com foco em desenvolver consciência crítica entre os participantes e gerar impacto educativo, especialmente entre estudantes de escolas públicas. Os encontros trabalham técnicas de teatro musical, como canto, dança, interpretação dramática, expressão corporal e vocal, além de elementos de dramaturgia e encenação.

O projeto também propõe discussões sobre representatividade e valorização das expressões artísticas de pessoas pretas, na perspectiva de reconhecer a cultura afro-brasileira como parte da formação da identidade nacional.

Equipe

A direção é de Ricardo César, com 35 anos de carreira e mestrado em teatro educativo, com pesquisa voltada ao teatro negro e às suas possibilidades de uso na descolonização. A preparação vocal é do artista Martin Filho

A iniciativa conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


Serviço 

Oficina Ópera Suburbana

Inscrições: de 14 a 28 de julho de 2026, pelo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdVsfoB7hdUobC6jWLPKrqE00vmR5opzlWnDWpJSrCGOPE2LQ/viewform

Vagas: gratuitas e limitadas

Local: Centro Cultural Recita (Setor Hoteleiro CSA 1 – Taguatinga Centro)

Informações: @operasuburbana


Brasil Mostra Japão leva a cultura asiática para o Museu Nacional da República

 Primeira edição do evento terá rica programação com orquestra, cinema e muito mais

Um dos principais cartões-postais da cidade vai se tornar palco de um evento que tem como objetivo homenagear a marcante cultura da terra do sol nascente. De sexta a domingo, a primeira edição do Brasil Mostra Japão terá uma série de atrações que vão aproximar o público brasiliense da cultura japonesa por meio de experiências que unem tradição e cultura pop, reunindo atrações para todas as idades. Palestras, cenários instagramáveis, shows, concertos, concurso de cosplay e sessões de cinema fazem parte das atividades. Os ingressos custam a partir de R$ 20 (referente à meia-entrada solidária mediante doação de alimento) e estão disponíveis no Sympla.


"Estamos fazendo um evento fantástico! Vamos ter vários expositores, gastronomia e artistas", comenta Gil Ferreira, organizador do evento e conhecido cenógrafo da cidade e apaixonado pela cultura nipônica. "É um festival que está vindo para ficar!", acrescenta. A programação completa está disponível no instagram @brasilmostrajapao.


Em parceria com a Sato Company, a mostra de cinema que acontecerá dentro do Museu Nacional da República inclui clássicos do premiado Studio Ghibli, como Princesa Mononoke e O Castelo Animado (exibidos na sexta); Vidas ao Vento e A Viagem de Chihiro (no sábado), Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar e Meu Amigo Totoro (no domingo). Além das animações, serão exibidos também episódios de séries famosas como Jiban, Jiraya e Jaspion.


Exposições também estão garantidas. Será possível ver uma mostra de tokusatsu e super sentai – séries japonesas com atores reais que fizeram história no Brasil, como Kamen Rider, Changeman e outras produções que marcaram gerações. O fotógrafo Rainer Faulstich, referência na cidade quando o assunto é fotografia do universo geek, mostrará 20 cliques selecionados na exposição KIZUNA – Do Traço à Vida. A mostra revela os laços entre a cultura pop japonesa e o cosplay brasileiro.


Shows e concertos ao vivo

Um dos destaques da programação são os concertos da Otaku Orchestra, formada por instrumentistas que interpretarão inesquecíveis temas do compositor Joe Hisaishi, responsável pelas trilhas sonoras dos principais filmes do Studio Ghibli. A apresentação será regida pelo maestro Thiago Francis, que realizou mestrado em Educação Musical na Universidade de Yokohama, no Japão, onde também estudou regência orquestral. No sábado e domingo, o repertório terá faixas das animações e também de tokusatsus.


Ainda no campo da música, o palco do Brasil Mostra Japão terá shows das bandas locais Maverick Hunters, RepliForce e Kerberos. Os artistas vão tocar temas de animes, seriados e videogames. Outra atração que promete colocar o público para dançar é o grupo Honookami Matsuri, com apresentação de Matsuri Dance, estilo que combina coreografias tradicionais japonesas com músicas contemporâneas.


Serviço

Brasil Mostra Japão

De 17 a 19 de julho (de sexta a domingo)

A partir das 11h, no Museu Nacional da República

Ingressos a partir de R$ 20 (meia entrada), disponíveis no Sympla 

Informações: https://www.instagram.com/brasilmostrajapao/  

Classificação livre


Um Reles Potter – O Musical transporta o público para a escola de bruxaria mais famosa do mundo

 Montagem da Bailacci é inspirada no universo bruxo

 

A nova série de Harry Potter estreia na televisão apenas em dezembro, mas os brasilienses já poderão matar a saudade do famoso bruxinho em julho, com Um Reles Potter – O Musical. A montagem da Bailacci Musicais propõe uma releitura bem-humorada e irreverente da trama que conquistou fãs pelo mundo todo. O espetáculo terá sessões duplas às 16h e 19h, nos dias 25 e 26, no teatro do colégio Madre Carmen Sallés (604 Sul). Os ingressos custam a partir de R$ 40 e podem ser comprados no Sympla.

 


A adaptação do texto A Very Potter Musical é uma comédia de 2 horas de duração dividida em dois atos, que vão contar a saga do início ao fim com dança, música e sapateado. A paródia promete levar o público para a famosa escola de magia, numa experiência de palco divertida. No repertório, estão canções como Dance Again, Missing You, Not Alone e muitas outras em versões cantadas em português.

 

O elenco do espetáculo é formado por 31 atores selecionados por uma audição realizada no início do ano. “A preparação para o espetáculo foi intensa, com muitos ensaios e entrega dos atores. Como fã de Harry Potter, me diverti muito nesse processo e espero que o público também se divirta com as piadas e adaptações feitas”, comenta Rômulo Mendes, diretor-geral da atração. Ele acredita que a plateia irá reviver momentos icônicos do universo da série literária formada por sete romances de fantasia.

 

Sobre a Bailacci

Responsável por musicais de sucesso como Meninas Malvadas e Bom dia, Baltimore!, a Bailacci tem se tornado referência em Brasília quando o assunto é montagem acadêmica de teatro musical. Com 15 anos de tradição, oferece aulas de ballet, jazz, contemporâneo, hip hop, k-pop, street jazz, dancehall, forró, danças de salão, queens dance, teatro e danças inclusivas. São mais de 20 modalidades, com aulas presenciais e online, realizadas em duas unidades: Asa Sul (508 Sul) e Lago Norte (CA 07).

 

Ficha técnica – Um Reles Potter – O Musical

Roteiro e criação: Matt Lang, Nick Lang, e Brian Holden.

Música: Darren Criss and A.J. Holmes

Tradução: Ricardo Taveira & Julia Stark

Adaptação: Rômulo Mendes

Direção Geral e Cênica: Rômulo Mendes

Direção Musical: Rick Taveira

Direção coreográfica: Tati Araújo

Coachs Vocais: Pedro Souto

Produção: Bailacci Musicais

 

Serviço

Um Reles Potter – O Musical

Sessões sábado (25) e domingo (26), às 16h e 19h
No teatro do colégio Madre Carmen Sallés (604 Sul)

Ingressos de R$ 40 a R$ 120, disponíveis no Sympla

E-mail: bailacciasasul@gmail.com

Instagram: https://www.instagram.com/bailacci.musicais/

Informações: https://www.bailacci.com.br/umrelespotter

Informações: (61) 99669-4858 (WhatsApp)

Classificação livre

Projeto Quintal de Memórias abre as portas para as histórias das mulheres que ergueram Brasília

Realizado pelo Coletivo Entrevazios, projeto reúne a ação formativa Barraca de Memórias e o espetáculo “Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá” em uma temporada gratuita por Taguatinga e Planaltina

Há uma Brasília que não cabe nas fotografias oficiais nem nas placas comemorativas. Ela mora nos quintais, nas cozinhas, nas mãos calejadas das mulheres que ergueram a capital ao mesmo tempo em que erguiam filhos, casas e madrugadas. É essa Brasília íntima, feminina e cotidiana que ganha cena em Quintal de Memórias, projeto do Coletivo Entrevazios que articula uma ação formativa e um espetáculo em torno de um mesmo gesto: escutar, com paciência, as histórias que costumam ficar à margem.

A temporada acontece em duas cidades: Taguatinga, entre os dias 25 e 29 de maio, e Planaltina, de 8 a 12 de junho. Em cada cidade, ao longo da semana, a Barraca de Memórias abre encontros formativos para grupos da Educação de Jovens e Adultos e Associações que atendem pessoas idosas, propondo rodas de escuta e criação a partir das memórias dos territórios. As atividades finalizam sempre com apresentação aberta ao público do espetáculo “Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá”.

O espetáculo

Dirigido por Sandra Vargas, referência nacional no teatro de objetos e fundadora do Grupo Sobrevento, “Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá” é uma imersão sensível na memória de mulheres que participaram da construção de Brasília, mas cujas histórias permaneceram à margem. Bacias, panelas, roupas de bebê e ferros de brasa atravessam a cena como dispositivos narrativos, dando voz às trajetórias reais de mulheres idosas moradoras das regiões mais antigas do DF. 

“A cada apresentação, a história de uma mulher se desdobra na de muitas outras. Ouvi tantas vezes: ‘Você acabou de contar a minha história’. Entre abraços acolhedores, sorrisos partilhados e lágrimas emocionadas, escutamos as vozes das mulheres migrantes. Queremos seguir abrindo esse quintal, onde a história de uma é, na verdade, a de muitas mulheres”, afirma Maysa Carvalho, atriz e coordenadora geral do projeto.

Após cada sessão, o público é convidado a percorrer a cenografia do espetáculo e ver de perto os objetos disparadores das memórias, um encontro silencioso entre presença e afeto.

“Este espetáculo traz uma Brasília que poucos conhecem. Traz a mãe ou a avó que sabemos estar em tantas casas, lutando para existir. E por que usamos objetos? Porque eles nos fazem falar daquilo que parece não ter importância neste mundo tão concreto. Trazemos a humanidade escondida num cotidiano que não está nos grandes museus nem nos livros de História, mas que está em nossas casas e parece ser o que faz mais sentido nas nossas vidas”, explica Sandra Vargas, diretora do espetáculo.

Barraca de Memórias

Para ouvir essas histórias e fazer ecoar a força de suas protagonistas, foi criada a “Barraca de Memórias”, um ciclo itinerante de escuta, que nada mais é do que o nome diz: uma barraca que conduz, troca, instiga ou faz dançar as memórias. A ação revela uma Brasília que não aparece nos livros de história, mas pulsa nas casas, nos quintais e nas lembranças. A pesquisa e a delicadeza do teatro de objetos encontram, no projeto Quintal de Memórias, a Barraca de Memórias e propõe, uma extensão formativa, encontros nos quais a escuta vira matéria de criação, aproximando o público dos modos como uma cidade também se constrói por dentro pelos objetos, pelos gestos, pelas vozes que insistem em permanecer.

As duas apresentações abertas ao público contam com recursos de acessibilidade: a sessão de 27 de maio, em Taguatinga, terá  audiodescrição; a de 10 de junho, em Planaltina, terá audiodescrição e interpretação em Libras. O projeto Quintal de Memórias é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Sobre o Coletivo Entrevazios

Criado em 2014, o grupo vem propondo reflexões e diálogos contínuos sobre Brasília e suas poéticas, investigando as intersecções da cidade, arte, memória e os corpos que a atravessam.  Os desdobramentos artísticos do Coletivo incluem trabalhos como: o Livro de Artista ENTREVAZIOS (2014); a intervenção urbana O Estrangeiro (2015); a exposição instalativa De Ver Cidade - Brasília numa caixa de brincar (2019 e 2025); a intervenção poética de teatro de animação Lourença (2021); o minidocumentário Barraca de Memórias (2023); a exposição Percursos Inventados (2023); o espetáculo Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá (2024 a 2026); as visitas teatralizadas com Cidade Espetáculo - Aventura nos Três Poderes (2024 e 2025) e a exposição Memória Migrante - Mostra Acervo Poético (2025).

SERVIÇO

Projeto Quintal de Memórias

Taguatinga (DF)

Período: 25 a 29 de maio de 2026

Atividades formativas: (Barraca de Memórias) ao longo da semana para grupos agendados

Espetáculo: 27 de maio (quarta-feira), às 14h30, aberto ao público (audiodescrição)

Local: Associação dos Idosos de Taguatinga

Planaltina (DF)

Período: 8 a 12 de junho de 2026

Atividades formativas: (Barraca de Memórias) ao longo da semana para grupos agendados

Espetáculo: 10 de junho (quarta-feira), às 9h, aberto ao público (audiodescrição e Libras)

Local: Complexo Cultural de Planaltina

Acesso: gratuito

Informações: @entrevazios


A Tale of Silent Depths e livro inspirado no jogo são lançados no Brasília Game Festival

O mundo dos jogos eletrônicos e da literatura convergem no Brasília Game Festival (BGF), um dos maiores eventos de cultura digital e tecnologia do país. Entre os dias 15 e 17 de maio, no Estádio Nacional Mané Garrincha, acontece o lançamento oficial de A Tale of Silent Depths — RPG tático por turnos ambientado em um futuro pós-apocalíptico submerso, onde a humanidade luta para sobreviver em um mundo dominado por um oceano hostil e imprevisível. A demo está disponível na Steam.

Além do anúncio do game, o evento marcará também a estreia de um livro inédito inspirado na obra, expandindo o universo e a mitologia do jogo para além das telas. Em um mundo submerso onde fé, poder e sobrevivência caminham lado a lado, ver pode ser o maior ato de rebeldia. É a partir dessa premissa que nasce Profundezas Silenciosas: A Garota Que Via Além, romance que sai pela editora Pyxis e expande o universo do jogo A Tale of Silent Depths, convidando o leitor a mergulhar em uma narrativa densa, sensorial e profundamente humana — mesmo para quem nunca teve contato com o game.



A história acompanha Wilhelminne Brooks, uma jovem acólita criada dentro da colossal Arca Assombro de Eva, uma sociedade submarina rigidamente controlada por doutrinas religiosas e hierarquias inflexíveis. Com visão limitada, Brooks aprendeu desde cedo a perceber o mundo por outros meios: sons, vibrações e detalhes ignorados por todos ao seu redor. Quando pequenas incoerências começam a surgir — corredores que mudam, áreas proibidas e registros apagados — ela passa a desconfiar de que a realidade em que vive foi cuidadosamente construída sobre mentiras.

O livro é assinado por Eduardo A. Santos, desenvolvedor de jogos nascido em Brasília e fundador da Crit42 Studio, um estúdio independente brasileiro com foco em experiências autorais, rejogáveis e narrativas emergentes. O time já lançou títulos como Dreadstone Keep, Afterlight Catacombs e Oni Station, sempre explorando sistemas complexos aliados a mundos ricos em atmosfera e identidade. Eduardo construiu sua carreira unindo tecnologia, narrativa e design de sistemas complexos. Em Profundezas Silenciosas, ele transporta para a literatura os mesmos temas que permeiam sua obra nos games: medo e esperança, fé e controle, humanidade e sobrevivência. O romance estabelece uma ponte direta entre jogos e literatura, apresentando um universo autoral que pode ser explorado tanto nas telas quanto nas páginas.

A realização do jogo A Tale of Silent Depths foi possível por meio do edital Start BSB, um programa de incentivo ao empreendedorismo inovador do Distrito Federal. A iniciativa é promovida pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), com apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. 


Serviço
Lançamento de A Tale of Silent Depths e do livro inspirado no universo do jogo
15 a 17 de maio de 2026 — 11h às 20h
Durante o Brasília Game Festival (BGF) 
Estádio Nacional Mané Garrincha, Brasília — Distrito Federal
Ingressos gratuitos no site oficial
Instagram - https://www.instagram.com/crit42studio 

Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



Contato
Michel Toronaga
61 98185-8595
Brasília - DF