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ALGUNS TRABALHOS

Zé Regino, referência do teatro brasiliense, realiza nova temporada de “Outra História de Amor” no Guará

Diretor e pesquisador do riso assina texto sobre afeto e envelhecimento estrelado por Ruth Guimarães e Humberto Pedrancini. Sessões gratuitas acontecem na sexta (18/9), às 20h30, e no sábado (19/9), às 16h

Um dos nomes mais respeitados do teatro brasiliense, o diretor Zé Regino assina texto, direção e a pesquisa por trás de Outra História de Amor, espetáculo que chega ao público neste fim de semana, no Auditório da Administração do Guará. Nascida de uma investigação pessoal sobre etarismo, a peça acompanha um casal junto há 45 anos, vivido por Ruth Guimarães e Humberto Pedrancini, com sessões gratuitas na sexta-feira (18), às 20h30, e no sábado (19), às 16h. Retirada de ingressos via Sympla: https://www.sympla.com.br/evento__3566285. 

A primeira fagulha do espetáculo veio de uma experiência pessoal com o preconceito etário. “Foi quando comecei a perceber e a sentir o preconceito com a idade. As pessoas passaram a ter um olhar diferente para mim, e fui me dando conta da questão do etarismo tanto no meio comum quanto na comunidade da qual faço parte. Esse material eu ia usar para escrever sobre mim, quando recebi o convite para escrever uma história de amor a partir dessa idade. Foi daí que decidi usar esse material para falar sobre nós, sobre pessoas e idades”, explica Zé Regino, diretor de Outra História de Amor.

Pesquisador do riso, o diretor recusa a ideia de que humor e estereótipo caminham juntos, e foi dessa convicção que nasceu o tom do espetáculo, equilibrando ternura, comédia e conflito sem recorrer a clichês sobre a velhice. “Existe uma visão muito rasa de que o humor precisa de estereótipos. A gente pode, sim, sair desses lugares-comuns para fazer uma obra que tenha humor, ternura e amor nela”, afirma. Regino credita parte desse resultado à parceria com o elenco: “A troca com a Ruth e com o Berto durante o processo foi muito importante, exatamente para a gente não cair nesses clichês.”

Para o diretor, envelhecer é um tema urgente e mal resolvido pela sociedade. “Envelhecer é um ato natural, longe de ser ‘a melhor idade’. E a gente tem que ter consciência disso. A sociedade tem que lidar com esse retrato do que vem a ser envelhecer, porque está o tempo inteiro nos colocando em gavetinhas, em janelinhas, em caixinhas. A primeira coisa que a sociedade faz com quem está envelhecendo é nos anular afetivamente e, se a pessoa insiste em desejar, é logo rotulada”, pontua o diretor. 

 É desse lugar que nasce o título do espetáculo: uma história de amor pouco contada, a de quem envelhece sem abrir mão dos próprios sonhos, da própria sexualidade, do próprio desejo de continuar investigando o outro, mesmo depois de 45 anos juntos. “Veja o humano antes de ver a idade. Veja o sonho antes de ver a idade da pessoa”, resume Regino, que define a obra também como um convite à empatia e um manifesto pelo direito ao afeto em todas as fases da vida.

Antes de chegar ao público espontâneo, a peça já passou pelo público escolar: entre os dias 14 e 18 de setembro, recebeu estudantes da rede pública de ensino em sessões exclusivas, às 9h30 e às 15h, como parte da proposta de formação de plateia do projeto. Em 2025, o espetáculo percorreu, em temporada itinerante, os estados do Piauí, do Ceará e de Minas Gerais.]

A produção é de Kacus Martins e organiza sessões acessíveis em Libras e audiodescrição. O projeto é patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

SERVIÇO:

Espetáculo Outra História de Amor

Data: Sexta-feira (18/09), às 20h30, e no sábado (19/09), às 16h

Entrada: Gratuita, mediante retirada de ingresso via Sympla https://www.sympla.com.br/evento__3566285

Local: Auditório da Administração do Guará

Classificação indicativa: 14 anos


Escolas públicas do DF assistem gratuitamente ao espetáculo “Outra História de Amor”

 

 De 14 a 18 de setembro, estudantes da rede pública têm sessões exclusivas, às 9h30 e às 15h, no Auditório da Administração do Guará em ação de formação de plateia

Outra História de Amor, com direção de Zé Regino

O espetáculo Outra História de Amor cumpre, entre os dias 14 e 18 de setembro, uma semana inteira dedicada a estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal. Em sessões gratuitas às 9h30 e às 15h, no Auditório da Administração do Guará, a peça leva à plateia estudantil uma reflexão sobre os estigmas do envelhecer, a partir da história de um casal que está junto há 45 anos.

Escrito e dirigido por Zé Regino, o texto acompanha o casal, vivido por Ruth Guimarães e Humberto Pedrancini enfrentando antigas e novas facetas da convivência, entre ternura, humor e conflito, desconstruindo e reconstruindo os próprios laços. Para os estudantes, a montagem funciona como um convite a rever ideias prontas sobre velhice, afeto e desejo, e a enxergar, nos mais velhos, muitas vezes avós, pais e professores, sonhos e histórias que a sociedade insiste em silenciar.

A escolha de levar o espetáculo primeiro às escolas não é acidental. Zé Regino conta que o texto nasceu de uma experiência pessoal com o etarismo e que seu maior interesse é provocar justamente esse tipo de virada de olhar em quem assiste, ainda jovem. “O sonho não acaba com a idade, o sonho está na pessoa. Comparam um velho sonhador a um jovem irresponsável, como se sonhar fosse coisa de gente inconsequente. Pois que sejamos todos irresponsáveis, não importa a idade, mas que o sonho continue nos alimentando”, destaca Zé Regino.




O diretor reforça que o convite às escolas é, antes de tudo, um chamado à empatia. “Veja o humano antes de ver a idade. Veja o sonho antes de ver a idade da pessoa. Veja o que move a pessoa antes de ver sua idade, isso é uma coisa que a sociedade não faz”, diz. Para ele, quebrar esse padrão de olhar cedo, ainda na escola, é parte do papel do teatro como formação de plateia e de cidadania.

Programação
Sessões para escolas de 14 a 18 de setembro (segunda a sexta-feira), às 9h30 e às 15h, gratuitas, voltadas a turmas da rede pública de ensino, com classificação indicativa de 14 anos. Para o público, serão oferecidas duas sessões abertas, nos dias 18 (sexta-feira), às 20h30, e 19 (sábado), às 16h, sempre com entrada gratuita, mediante retirada de ingressos via Sympla: https://www.sympla.com.br/evento__3566285.  Em 2025, o espetáculo percorreu, em temporada itinerante, os estados do Piauí, do Ceará e de Minas Gerais.]

A produção é de Kacus Martins e organiza sessões acessíveis em Libras e audiodescrição. O projeto é patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

SERVIÇO:
Espetáculo Outra História de Amor
Sessões para escolas:
14 a 18 de setembro, às 9h30 e às 15h
Sessões abertas ao público:
18/09, às 20h30; e 19/09, às 16h. Retirada de ingressos via Sympla
https://www.sympla.com.br/evento__3566285.
Entrada:
Gratuita
Local: Auditório da Administração do Guará
Classificação indicativa: 14 anos

Uma banda inteira em um corpo só, DeBanda tem temporada educativa na rede pública

 Personagem criado pelo ator e músico César Lignelli concentra 23 instrumentos acoplados ao corpo e transforma sala de aula em palco entre os dias 15 e 18 de setembro, no Centro Educacional Jardins Mangueiral

Entre os dias 15 e 18 de setembro, o Centro Educacional Jardins Mangueiral recebe a temporada educativa do espetáculo DeBanda: oito sessões de uma aula-show estrelada por um único artista que carrega, literalmente, uma banda inteira grudada ao corpo. São 23 instrumentos musicais acoplados ao figurino de um andarilho, criado e interpretado pelo ator e músico César Lignelli. Cada apresentação vem acompanhada de mediação antes e debate com a plateia depois.

DeBanda é uma espécie de andarilho acumulador: bufão, palhaço, menestrel ou bobo da corte, dependendo de quem o encontra pela frente. Ninguém sabe ao certo de onde ele vem, nem a que época pertence, só que, aonde ele chega, a música já começou. O espetáculo nasceu de uma pesquisa de Lignelli sobre os desdobramentos estéticos e pedagógicos da prática intensa com instrumentos musicais, testando não só como tocá-los, mas como mostrar ao público, ali, em tempo real, que isso é possível. Em cena, o artista toca, canta, dança, interpreta e ainda encara nos olhos quem encontra pelo caminho, misturando saberes de música, teatro, circo e dança reinventados ao longo da própria trajetória de vida.

A aula-espetáculo conta, com humor e interação direta com a plateia, uma história de amor, conquista, perda e drama, cantada e tocada pelo narrador DeBanda ao lado das personas Demais, Demenos e Ella, com participação especial de DeBandinha.

A trilha sonora original é assinada por Lignelli em parceria com o compositor português João Lucas. Por trás da encenação, a obra também funciona como porta de entrada para conteúdos que costumam soar distantes em sala de aula: matemática, física, acústica, marcenaria, serralheria e artesania aparecem embutidas na explicação de como cada instrumento é construído e acionado, uma forma de disputar, pelo entretenimento, a atenção que a tecnologia tanto rouba dos conteúdos teóricos.

Em cartaz desde 2018, DeBanda já circulou por dois estados brasileiros e o Distrito Federal, além de Paraguai, Argentina, Uruguai, Chile e Peru, ocupando praças, parques, feiras, escolas, ruas, oficinas mecânicas e até igrejas. 

A temporada prevê recursos de acessibilidade de audiodescrição e LIBRAS em uma sessão. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


Ficha Técnica:

César Lignelli –  Direção Geral e Musical, Ator/músico

João Lucas - Direção Geral e Musical e designer

Estela Vieira Lignelli – Atriz

Sulian Vieira - Preparação vocal e mediadora

Adriano Roza - Iluminador, Cenotécnico e contrarregra

C1 Arte e Entretenimento – Gestão administrativa

Paula Jacobson – Produtora

Cleber Lopes – Produtor

Gleidson Lopes - Assistente administrativo

Camila Maxi - Assessoria de Comunicação

Lunares Ayla – Social Media

Todo Público- Elaboração do material educativo


SERVIÇO:

Temporada educativa DeBanda

Local: Centro Educacional Jardins Mangueiral

Datas e sessões:

15 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15

16 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15

17 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15

18 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15

As sessões são exclusivas para os alunos do CED Jardins Mangueiral

Classificação indicativa: 10 anos

Estudantes da rede pública discutem solidão e violência simbólica a partir de clássico do teatro brasileiro

 Dirigida por Cléber Lopes, "Há Vagas para Moças de Fino Trato" cumpre dez sessões no Sesi Taguatinga, de 31 de agosto a 4 de setembro, com mediação antes e debate com o elenco depois 


Antes mesmo de entar no teatro, há uma conversa mediada com a turma. Não é aquecimento de elenco: é a primeira parte da programação. E quando as luzes se apagam pela última vez, ninguém vai embora. Atrizes, diretor e equipe técnica ficam para responder ao que a plateia quiser perguntar.

É assim que funcionam as dez sessões do Laboratório de Narrativas Vivas – Grandes Autores do Teatro Brasileiro, que ocupa a Sala Yara Amaral, no Sesi Taguatinga, entre 31 de agosto e 4 de setembro de 2026. A obra escolhida é "Há Vagas para Moças de Fino Trato", de Alcione Araújo (1945-2012), na montagem dirigida por Cléber Lopes. As sessões são exclusivas para turmas de escolas públicas, e cada estudante sai com material educativo impresso sobre a peça e o autor.

O projeto volta ao mesmo teatro onde cumpriu temporada em maio de 2025. O laboratório se organizou como iniciativa educativa e passou a construir as ações em torno de três temas que atravessam o texto de Alcione Araújo e a vida de quem está assistindo: liberdade, moralidade e solidão.

A escolha cênica ajuda nesse trabalho. Nesta versão, o público não fica na plateia: senta no palco, a poucos metros das atrizes. Nalu Miranda, Carol Nemetala e Rosanna Viegas atuam no limite entre o que está escrito e o que acontece ali, naquela sessão, com aquelas pessoas olhando de perto. Para um estudante que nunca foi ao teatro, é uma estreia sem proteção nenhuma: dá para ver a respiração, o cansaço, o olhar que escapa.

O som completa o cerco. O músico e pesquisador lisboeta João Lucas assina uma sonorização em quadrifonia que reproduz os ruídos da casa e da rua, a água correndo pelo encanamento, os passos no cômodo ao lado, e acrescenta camadas simbólicas que deslocam a cena para outro lugar. O espectador não observa um apartamento: está dentro dele.

Escrita em 1974, sob a ditadura militar, "Há Vagas para Moças de Fino Trato" é a obra mais cultuada de Alcione Araújo, dramaturgo, roteirista, escritor e um dos intérpretes mais afiados do comportamento brasileiro. A peça acompanha a convivência de três mulheres e o que essa convivência vai produzindo: hierarquia, julgamento, uma violência que não se apresenta como violência porque está diluída na rotina. É exatamente aí que o texto encontra a sala de aula.

"Há Vagas Para Moças de Fino Trato foi escrita há meio século e, ainda hoje, (in)felizmente produz sentido muito similar ao seu contexto político-comportamental original. No discurso, radicalismos negligenciam o respeito e adoecem as individualidades. Comportamentos pautados por premissas, crenças e vivências são defendidos como verdades absolutas, ditos pelo prisma da violência moral. Tudo isso à luz do cotidiano, onde agressões simbólicas são naturalizadas em meio às demandas do dia a dia", afirma o diretor Cléber Lopes.

Lopes persegue esse texto desde o início da carreira. São cinco montagens ao longo de 25 anos, uma especialização concluída em 2011 (FADM) e um mestrado defendido em 2016 (UnB). Cada remontagem incorporou as inquietações do momento em que foi feita, o que ajuda a explicar por que a peça segue produzindo sentido em salas de aula formadas por gente que nasceu três décadas depois da redemocratização.

A aposta do Laboratório é que o estudante não apenas assista, mas analise, discorde e se posicione. Por isso a mediação e o bate-papo são parte da programação, e não um apêndice: todas as dez sessões são precedidas de uma conversa preparatória antes de entrar no teatro e seguidas de debate aberto entre público e equipe do projeto, após o espetáculo. 

A direção de cena é de Nei Cirqueira, que trabalha ao lado de Cléber Lopes para garantir que cada sessão continue fiel aos princípios formulados na pesquisa de mestrado do diretor.

A programação prevê recursos de acessibilidade de audiodescrição e LIBRAS em três sessões. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


Programação:

Segunda-feira, 31 de agosto — sessões às 15h e 20h.

Terça-feira, 1º de setembro — sessões às 9h30 e 15h.

Quarta-feira, 2 de setembro — sessões às 15h e 20h.

Quinta-feira, 3 de setembro — sessões às 9h30 e 15h.

Sexta-feira, 4 de setembro — sessões às 9h30 e 15h.

Todas as dez sessões são precedidas de mediação e seguidas de bate-papo entre o público e a equipe do projeto. Os estudantes recebem material educativo sobre o espetáculo.


Ficha Técnica

Elenco: Nalu Miranda, Carol Nemetala e Rosanna Viegas

Direção: Cléber Lopes

Direção de cena: Nei Cirqueira

Cenografia e figurino: Roustang Carrilho

Sonoplastia e música de cena: João Lucas

Coordenação de produção: Paula Jacobson

Assistente de produção: Rui Miranda

Monitora / assistente de produção: Nilza Lopes

Coordenação técnica e iluminação: Rodrigo Lelis

Montagem de luz: Davi Marcelino

Operação de luz: Jefferson Landim

Coordenação de acessibilidade: Fernando Rodrigues

Intérpretes de Libras: Celma da Silva Souza e Marcelo Rocha

Mediação educativa: Todo Público

Fotografia: Diego Bresani e Marcos Venicius

Design: Henrique Marinelli

Social media: Lunares Ayla

Assessoria de comunicação: Camila Maxi

Gestão administrativa: C1 Arte e Entretenimento

Assistente administrativo: Gleidson Lopes

Auxiliar de escritório: Vagner Lopes

Apoio: Kacus Martins / Espaço Cultural H2O


SERVIÇO

Laboratório de Narrativas Vivas – Grandes Autores do Teatro Brasileiro

Espetáculo: Há Vagas para Moças de Fino Trato

Local: Sala Yara Amaral – Sesi Taguatinga

Período: 31 de agosto a 4 de setembro de 2026

Sessões exclusivas para turmas de escolas públicas

Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos

Informações: @C1produtora


Totalmente gratuito, Capital Game Show 2026 transforma Ceilândia e Taguatinga em universo dos games

 Evento reúne desenvolvimento de jogos, inteligência artificial, cultura gamer, educação tecnológica, acessibilidade e experiências interativas no JK Shopping 



O Distrito Federal será palco, entre os dias 25 de agosto e 3 de setembro, do Capital Game Show 2026, evento que propõe uma nova forma de aproximar a população da ciência, da tecnologia e da inovação por meio do universo dos games.

Realizado no JK Shopping, localizado entre Ceilândia e Taguatinga, o evento tem entrada franca e reunirá, durante dez dias, experiências interativas, oficinas, palestras, arenas gamer. Há também exposição de videogames históricos e atividades voltadas à formação tecnológica. “A primeira edição do evento aconteceu no Gama, e um dos principais pilares do Capital Game Show é justamente levar games, tecnologia e inovação para todas as regiões do Distrito Federal”, destaca Jeeffrie Jammes, produtor do evento. “Estamos muito felizes em poder ampliar essa proposta e oferecer agora uma programação diversificada para o público de Taguatinga e Ceilândia”, completa.

Segundo o produtor, um dos principais objetivos do projeto é descentralizar o acesso aos jogos eletrônicos, à tecnologia e às experiências de inovação, levando essas oportunidades para além do eixo central de Brasília e aproximando o universo gamer de diferentes comunidades do DF.

A iniciativa é realizada em parceria entre a sociedade civil, o Instituto Conexão, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (SECTI/DF) e o Governo do Distrito Federal, dentro de uma proposta que utiliza a cultura gamer como ferramenta de educação, inclusão digital, estímulo à criatividade, formação de novos talentos e fortalecimento da economia criativa.

O projeto está inserido no eixo de Ciência, Tecnologia e Inovação e busca democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico, aproximando crianças, adolescentes, jovens, adultos e famílias de áreas que estão transformando a sociedade e o mercado de trabalho.


Tecnologia na prática

Durante dez dias, o público poderá vivenciar uma programação que combina entretenimento, educação e inovação. Entre os destaques estão o Museu do Videogame Retrô, oficinas de desenvolvimento de jogos, palestras sobre tecnologia e inovação e diferentes arenas interativas.

O Museu do Videogame apresenta a evolução dos consoles e das tecnologias digitais desde as primeiras gerações até os equipamentos contemporâneos, permitindo ao visitante conhecer a transformação do hardware, do design, da conectividade e da própria cultura gamer.

A experiência também se estende às oficinas de desenvolvimento de jogos, que introduzem os participantes ao processo de criação de games, trabalhando conceitos relacionados a lógica, design e programação. A programação prevê 10 turmas e capacidade para 100 participantes, com certificação para os participantes das atividades formativas.

O evento também terá palestras diárias sobre temas relacionados à transformação tecnológica e à indústria digital, incluindo evolução dos games, inteligência artificial, desenvolvimento de jogos, streaming, segurança digital, cloud gaming, realidade virtual e aumentada, tecnologias conectadas e novas profissões.


Novas profissões e acessibilidade

Um dos principais objetivos do Capital Game Show é apresentar aos jovens um universo de possibilidades que existe por trás dos jogos. A indústria de games reúne profissionais de diferentes áreas, como programação, desenvolvimento de software, design, arte digital, animação, audiovisual, produção de conteúdo, inteligência artificial e empreendedorismo digital.

O projeto conta com recursos de acessibilidade, incluindo rampas de acesso, intérpretes de Libras, comunicação acessível e recursos tecnológicos adaptados para pessoas com deficiência. Um dos destaques será a utilização de um PlayStation 5 equipado com o controle adaptado PlayStation Access, permitindo que pessoas com mobilidade reduzida tenham acesso à experiência gamer. A proposta é garantir que o evento seja um ambiente de participação, convivência e acesso democrático à tecnologia.


Serviço

Capital Game Show 2026

25 de agosto a 3 de setembro de 2026

Das 10h às 22h

No JK Shopping – entre Ceilândia e Taguatinga/DF

Entrada franca

Classificação livre


Missão Inclusiva leva games, tecnologia e acessibilidade para pessoas com deficiência

Projeto gratuito no Gama reúne palestras, oficinas de criação de jogos e arenas com realidade virtual, consoles, simuladores de corrida, Just Dance e games retrô

Durante cinco dias, o universo dos jogos digitais será utilizado como ferramenta de inclusão, aprendizado e participação social no Gama. Entre os dias 17 e 21 de agosto, o Centro de Ensino Especial 01 do Gama recebe o Missão Inclusiva, projeto gratuito que promove uma programação educativa, cultural, social e tecnológica especialmente voltada aos alunos: crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência.

Com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, a iniciativa do Instituto Anjos Games em parceria com o Governo do Distrito Federal pretende atender diretamente cerca de 500 pessoas com deficiência, oferecendo experiências adaptadas e acessíveis com tecnologia, jogos digitais e inovação. A programação será realizada das 8h às 17h, com atividades planejadas para estimular a criatividade, o desenvolvimento de habilidades, a autonomia e o interesse por ciência e tecnologia.

Ao longo do período, o público poderá participar de palestras, oficinas de desenvolvimento de jogos digitais e arenas interativas, com equipamentos, softwares e recursos pensados para ampliar a acessibilidade. Entre as ferramentas previstas estão controles adaptados, personalização de comandos, legendas, audiodescrição e outras tecnologias assistivas.

Para Lucas Vinícius, presidente da Anjo Games e coordenador-geral do projeto, a proposta vai além do entretenimento e busca mostrar como os games podem contribuir para a educação e para a inclusão. “Mais do que proporcionar momentos de lazer, o projeto utiliza os games como uma poderosa ferramenta de desenvolvimento cognitivo, social e emocional, estimulando habilidades como raciocínio lógico, coordenação motora, trabalho em equipe, criatividade, comunicação e resolução de problemas”.


Da tecnologia assistiva aos jogos digitais

Um dos destaques da programação serão as palestras “Tecnologia Assistiva e Inovação: Caminhos para uma Educação Mais Inclusiva”. Serão realizadas duas apresentações por dia, uma pela manhã e outra à tarde, com duração de 60 minutos. O sistema de rodízio dos estudantes pelo auditório permitirá que diferentes grupos tenham acesso ao conteúdo de maneira equilibrada.

As palestras abordarão como ciência, tecnologia e inovação podem contribuir para o desenvolvimento de ferramentas capazes de ampliar as possibilidades de aprendizagem e participação de pessoas com deficiência. Também serão apresentados exemplos de recursos digitais, aplicativos acessíveis e estratégias pedagógicas inclusivas, destacando a participação de professores e famílias no desenvolvimento acadêmico, social e emocional dos estudantes.

A programação também contará com 10 oficinas práticas de desenvolvimento de jogos digitais, realizadas com a plataforma Construct. As atividades terão duração de 60 minutos por turma e deverão atender aproximadamente 100 participantes. De forma adaptada e acessível, os alunos terão contato com conceitos básicos de lógica de programação, design de jogos, criatividade e construção de narrativas.


Arenas de games 

Outra atração do Missão Inclusiva será o conjunto de arenas tecnológicas e interativas. A proposta é permitir que os participantes experimentem diferentes modalidades de jogos em ambientes preparados para receber pessoas com diferentes necessidades de acessibilidade.

Na Arena Just Dance, música e movimento estarão no centro da experiência, com uma atividade voltada à diversão, à interação social e à prática de atividades físicas. Já a Arena Corrida contará com um cockpit de simulador, proporcionando uma experiência de automobilismo virtual com jogos de corrida.

A Arena Console reunirá jogos atuais e controles adaptados para pessoas com deficiência, enquanto a Arena PC Gamer oferecerá computadores de alto desempenho para experiências com jogos competitivos e cooperativos. Arena Retrô e Museu apresentará consoles clássicos, jogos icônicos e conteúdos relacionados à história dos videogames. O espaço contará ainda com recursos de acessibilidade e QR Codes com conteúdos visuais e auditivos.

Completando a programação, a Arena de Realidade Virtual (VR) proporcionará experiências imersivas, ampliando o contato dos participantes com diferentes possibilidades oferecidas pelas tecnologias digitais.


Acessibilidade como parte da experiência

A estrutura do projeto foi planejada para contemplar diferentes dimensões da acessibilidade, incluindo aspectos físicos, comunicacionais e atitudinais. Entre as medidas previstas estão rampas de acesso onde necessárias, vagas reservadas, intérpretes de Libras, comunicação acessível, tecnologias assistivas e capacitação da equipe para um atendimento humanizado.

A proposta é garantir que os participantes possam vivenciar as atividades com autonomia, dignidade e segurança, independentemente de suas necessidades específicas. O Missão Inclusiva está alinhado à Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), à Lei de Acessibilidade (Lei nº 10.098/2000), ao Decreto nº 37.843/2016 e à Portaria SECTI nº 117/2023.

SERVIÇO

Missão Inclusiva

De 17 a 21 de agosto, de segunda a sexta-feira

Das 8h às 17h

No Centro de Ensino Especial 01 do Gama - Setor Central EQ 55/56 – Gama

Entrada gratuita

Informações: www.instagram.com/missao_inclusiva 


Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



Contato
Michel Toronaga
61 98185-8595
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