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Instalação interativa transforma Brasília em experiência sensorial e acessível na Biblioteca Nacional

A Biblioteca Nacional de Brasília recebe, de 8 a 21 de novembro, a instalação DE VER CIDADE – Brasília numa caixa de brincar, criada pelo coletivo Entrevazios. A obra integra o projeto Circuito Arte e Cidade e propõe uma vivência sensorial e acessível sobre Brasília: em vez de apenas olhar a cidade, o público é convidado a tocar, mover, entrar e reconstruir. A participação é gratuita, com possibilidade de agendamento de grupos escolares e institucionais de segunda a sexta, sempre às 9h30 e às 14h30.

Composta por blocos de diferentes alturas e formatos, a instalação faz referência à materialidade da arquitetura modernista de Brasília: concreto, escalas e linhas simples, e leva esse repertório para o campo do corpo e do lúdico. As caixas podem ser reorganizadas, ocupadas fisicamente e ressignificadas pelo público. É uma Brasília que cabe nas mãos e também abraça quem entra dentro dela. A exposição estará aberta de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 19h30, e aos sábados e domingos, das 9h às 14h. A iniciativa conta com recursos da Política Nacional Aldir Blanc no DF da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

A proposta parte de uma pergunta que atravessa o trabalho do coletivo: como as pessoas realmente habitam essa cidade planejada? Ao permitir que visitantes construam e desmontem sua própria versão de Brasília, o trabalho estimula a leitura crítica do espaço urbano, mas também o vínculo afetivo com a capital.


Acessibilidade como linguagem artística

DE VER CIDADE foi pensada para ser acessada de muitos jeitos, inclusive por quem costuma ser deixado de fora de experiências expositivas tradicionais. A instalação é tátil, manipulável e imersiva, permitindo interação direta mesmo sem apoio visual. A obra conta com recursos de audiodescrição de todas as peças, mediação em LIBRAS, equipe com formação em acessibilidade atitudinal e condições físicas de visita inclusiva (piso de orientação, banheiros adaptados e sanitários infantis). A experiência também considera públicos neurodivergentes e pessoas surdocegas, incorporando estímulos multissensoriais.



Mediação e agendamento de grupos

Além da visita espontânea, a instalação oferece mediações educativas para grupos, que podem ser agendadas de segunda a sexta-feira, às 9h30 e às 14h30. Essas visitas são voltadas a escolas públicas e particulares, grupos de idosos, pessoas em situação de vulnerabilidade social e instituições que atendem pessoas com deficiência.

Cada encontro dura cerca de 1h30 e pode receber até 40 participantes por horário. A mediação é realizada pelo coletivo Entrevazios em parceria com a Todo Público, iniciativa que desenvolve práticas de educação patrimonial e acessibilidade cultural.

Os agendamentos são gratuitos e podem incluir, conforme disponibilidade, apoio de transporte para instituições públicas de ensino. As solicitações devem ser feitas pelo telefone (61) 99309-7262 ou pelos perfis @entrevazios e @todopublico.art.



Coletivo Entrevazios

Criado em 2014, o grupo vem propondo reflexões e diálogos contínuos sobre Brasília e suas poéticas, investigando as intersecções da cidade, arte, memória e os corpos que a atravessam.  Os desdobramentos artísticos do Coletivo incluem trabalhos como: o Livro de Artista ENTREVAZIOS (2014); a intervenção urbana O Estrangeiro (2015); a exposição instalativa De Ver Cidade – Brasília numa caixa de brincar (2019 e 2025); a intervenção poética de teatro de animação Lourença (2021); o minidocumentário Barraca de Memórias (2023); a exposição Percursos Inventados (2023); o espetáculo Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá (2024 e 2025); as visitas teatralizadas com Cidade Espetáculo – Aventura nos Três Poderes (2024 e 2025) e o portal Acervo Poético de Objetos (2025).


SERVIÇO

DE VER Cidade – Brasília numa caixa de brincar – edição monumental

Data: De 8 a 21 de novembro de 2025

Visitação Escolar: Segunda a sexta-feira, às 9h e às 14h30, mediante agendamento para grupos de até 40  estudantes

Visitação Espontânea: Segunda a sexta-feira, das 8h30 às 19h30; Sábado e domingo, das 9h às 14h

Local: Biblioteca Nacional de Brasília – Conjunto Cultural da República

Entrada: gratuita

Agendamentos: @entrevazios e @todopublico.art

Informações: (61) 99309-7262

Acervo Poético de Objetos: site do Entrevazios vira arquivo vivo de memórias migrantes do DF

Plataforma digital reúne histórias e objetos ligados à história de mulheres que ajudaram a construir Brasília e dialoga com a exposição Memória Migrante – Mostra Acervo Poético, em cartaz até 1º/11 no Museu Vivo da Memória Candanga



Já está no ar o Acervo Poético de Objetos, site do Coletivo Entrevazios que transforma em plataforma digital uma pesquisa de anos dedicada a ouvir e preservar as lembranças de mulheres que ajudaram a construir Brasília. A página apresenta o universo da Barraca de Memórias, ciclo itinerante de escuta que percorreu regiões históricas do DF, como:  Planaltina, Vila Planalto, Paranoá, Núcleo Bandeirante, Brazlândia, Candangolândia e Vila Telebrasília. E organiza conteúdos em um percurso simples de navegar, com seções organizadas pelas regiões visitadas, um catálogo de histórias que o público pode apreciar online. 


O acervo nasce do encontro entre memórias pessoais e objetos do cotidiano, utensílios, fotografias, cadernos, tecidos que acionam lembranças e pertencimentos. No site, o visitante encontra o pano de fundo do projeto, os territórios por onde a pesquisa passou e um repositório que amplia o acesso a essas narrativas, de qualquer lugar. É uma plataforma de preservação e, ao mesmo tempo, um convite à escuta: cada história aponta para a força das mulheres pioneiras e para as tramas afetivas que moldaram a capital. 


 “Levar este acervo para um site é dar permanência às vozes que a história tradicional frequentemente silencia. São mulheres que não apenas testemunharam a construção de Brasília, mas foram seus verdadeiros alicerces — com suas mãos, seus afazeres, seus sonhos e sua coragem de resistir e ficar. Elas não só ficaram: fizeram quintal, criaram laços, tornaram este chão habitável e cheio de afeto. Agora, suas memórias não se perdem no tempo. Cada panela, cada fotografia, cada história costurada no afeto vira patrimônio vivo, acessível a todos”, explica a pesquisadora Luênia Guedes.


Em diálogo direto com a experiência presencial, o lançamento do site se conecta à exposição Memória Migrante – Mostra Acervo Poético, em cartaz até 1º de novembro no Museu Vivo da Memória Candanga, reunindo exposição sensorial, vivências e sessões acessíveis com Libras e audiodescrição. O ambiente digital, por sua vez, pereniza e amplia o alcance do trabalho, oferecendo material de consulta, memória e formação de público para quem deseja revisitar as histórias ou conhecê-las à distância. O projeto é viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


Programação Memória Migrante – Mostra Acervo Poético

Oficina “Tricotando Histórias”

22/10, às 15h 

01/11, às 15h 


Performance dança-teatro: “Primeiro Fio, Tricotando Memórias de um Tempo”

30/10, às 10h 

31/10, às 15h


Exibição do documentário: “Barraca de Memórias” e roda de conversa Os Rios da Memória Coletiva com Cosette Castro

14/10, às 10h e 15h 

21/10, às 10h e 15h 

01/11, às 15h 


Vivência Barraca de Memórias

16/10, às 10h

23/10, às 15h


Coletivo Entrevazios

Criado em 2014, o grupo vem propondo reflexões e diálogos contínuos sobre Brasília e suas poéticas, investigando as intersecções da cidade, arte, memória e os corpos que a atravessam.  Os desdobramentos artísticos do Coletivo incluem trabalhos como: o Livro de Artista ENTREVAZIOS (2014); a intervenção urbana O Estrangeiro (2015); a exposição instalativa De Ver Cidade - Brasília numa caixa de brincar (2019 e 2025); a intervenção poética de teatro de animação Lourença (2021); o minidocumentário Barraca de Memórias (2023); a exposição Percursos Inventados (2023); o espetáculo Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá (2024 e 2025); e as visitas teatralizadas com Cidade Espetáculo - Aventura nos Três Poderes (2024 e 2025).


Ficha técnica - Site Acervo Poético de Objetos

Realização: Coletivo ENTREVAZIOS

Coordenadora de Produção: Maysa Carvalho

Pesquisadoras Artistas: Maysa Carvalho, Luênia Guedes e Thay Limeira

Orientadora Técnica em História e Museologia: Ana Lúcia de Abreu Gomes

Orientação Artística em Teatro de Objetos: Sandra Vargas

Gestão Financeira: Pedro Caroca

Produção: Artur Cavalcante

Assistente de Produção: Valéria Schmidt

Audiodescrição: Lídia Scarabele

LIBRAS: Flávia Novaes

Foto e Vídeo: Samuel Malta

Edição de Vídeo: Isis Aisha

Assessoria de Imprensa e Mídias Digitais: Camila Maxi

Design Gráfico: Nara Oliveira

Web Designer: Farid Abdelnour

Texto site: Débora Gouthier


SERVIÇO

Acervo Poético de Objetos

https://acervo.entrevazios.com.br/

Informações: @entrevazios

Classificação indicativa: livre


Exposição Memória Migrante - Mostra Acervo Poético

Data: até 1º de novembro

Horário: 9h às 17h, de segunda a sábado

Local: Museu Vivo da Memória Candanga

Acesso: Gratuito

Saiba mais: @entrevazios e @todopublico.art 

Classificação indicativa: livre


Exposição entra na reta final em sintonia com a COP30 em Belém

 Em cartaz no CCBB Brasília, Vetores-Vertentes aproxima arte, floresta e fotografia feminina em diálogo com as discussões globais sobre meio ambiente. 


O público tem até o dia 2 de novembro para visitar a exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília). A mostra gratuita reúne cerca de 170 obras de 11 fotógrafas paraenses, selecionadas pela curadora e diretora artística Sissa Aneleh do Museu das Mulheres, apresentando um panorama potente da fotografia amazônica feita por mulheres.  A entrada é gratuita e os ingressos poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB.

Entre os destaques está a Instalação Aromática Icamiabas, criada especialmente para a mostra, que aproxima os visitantes dos cheiros da Amazônia por meio de seis composições aromáticas inéditas inspiradas na região de Nhamundá, onde mulheres indígenas guerreiras viveram e que, agora, dão nome à instalação. Também há o filme Mukatu’hary (Curandeira), exibido em realidade virtual. Baseado em um ritual real, o curta-metragem conduz o visitante até uma aldeia, onde é possível vivenciar a musicalidade e os rituais de cura da indígena Maputyra Guajajara.


A proposta ganha um sentido ainda mais simbólico neste momento em que o Brasil se prepara para sediar a COP30, em Belém (PA), em novembro deste ano. A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP) é o principal fórum global de negociação sobre o futuro do planeta, reunindo líderes, cientistas e ativistas para discutir soluções contra o aquecimento global. Ao trazer a floresta amazônica para o centro do debate artístico, Vetores-Vertentes antecipa, pela via poética, as questões ambientais e humanas que estarão em pauta na conferência. Assim como a COP30 busca promover compromissos concretos para a preservação da Amazônia, a exposição reforça, pela arte, a urgência de proteger o território e escutar suas vozes.


A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres, e possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A entrada para a exposição também é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até 20h40, no CCBB Brasília, que fica no Setor de Clubes Esportivos Sul. 


CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutora em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial. Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.


MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.


Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.


Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.


Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.


Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De 26 de agosto a 2 de novembro de 2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br


Show Vertentes celebra a diversidade musical amazônica no CCBB Brasília

Como parte da programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará, que fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) até o dia 2 de novembro, uma programação musical gratuita promete agitar o público. Nos dias 24 e 25 de outubro, às 19h, está programado o show Vertentes – O Som Que Vem do Norte, protagonizado pela cantora paraense Emília Monteiro. A artista apresenta canções do álbum autoral Cheia de Graça e um repertório que passeia por ritmos emblemáticos da cultura amazônica, como carimbó, cumbia, guitarrada e brega, além de homenagens a grandes intérpretes do Pará. A entrada é gratuita e os ingressos estarão disponíveis para retirada um dia antes de cada show, a partir de 12h, no site bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB. 

Com presença de palco marcante, Emília interpreta sucessos de nomes como Dona Onete, Fafá de Belém, Joelma, Gaby Amarantos, Lia Sophia e Patrícia Bastos, oferecendo ao público um panorama vibrante da diversidade musical nortista. Acompanhada por Marcus Moraes (guitarra) e George Lacerda (percussão), a cantora promete transformar o teatro do CCBB Brasília em uma grande celebração dançante, reafirmando a potência cultural da região Norte. “Me sinto muito feliz por representar minha ancestralidade amazônica musicalmente durante essa linda e potente exposição de mulheres fotógrafas paraenses, numa Amazônia imersiva incrível e tocante”, comemora a artista.

A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres, e possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A entrada para a exposição também é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até 20h40, no CCBB Brasília, que fica no Setor de Clubes Esportivos Sul. Os ingressos poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria.

CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutora em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial. Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.

MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.


Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.


Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.


Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.


Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De 26 de agosto a 2 de novembro de 2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br


Amazônia em foco: visita com curadora detalha olhares femininos do Pará

O público terá a oportunidade de mergulhar ainda mais fundo na potência das imagens da Amazônia com a visita guiada da curadora Sissa Aneleh, no dia 19 de outubro (domingo), às 16h, no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília). A concentração será em frente à Galeria 3 (sala cinza), a partir das 15h30. A atração é gratuita, com vagas limitadas a 40 participantes. Durante cerca de 1h30 de percurso, Aneleh — pesquisadora, historiadora da arte e especialista em fotografia paraense — conduzirá o público por um diálogo aprofundado sobre a mostra Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará, que reúne cerca de 170 obras de 11 artistas de diferentes gerações. A entrada é gratuita e os ingressos estarão disponíveis para retirada no site bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB.


A atividade é um convite a compreender como o olhar feminino sobre a Amazônia constrói novas narrativas sobre território, ancestralidade e resistência. "A visita guiada será um percurso pelos vetores culturais e identitários amazônicos que guiam as principais vertentes fotográficas das artistas presentes na exposição. Será um reconhecimento da Amazônia Brasileira registrada e valorizada pelas mulheres", explica Sissa Aneleh. Com fotografias, vídeos e instalações, a exposição fica em cartaz até o dia 2 de novembro e oferece um panorama da arte contemporânea produzida por mulheres paraenses e destaca a pluralidade de vozes e perspectivas que compõem a arte amazônica.

A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres, e possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A entrada é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até 20h40, no CCBB Brasília, que fica no Setor de Clubes Esportivos Sul.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CCBB BRASÍLIA
A programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará conta com atividades especiais, como o show Vertentes. A apresentação acontece nos dias 24 e 25 de outubro, trazendo a riqueza musical da região em uma celebração vibrante da cultura amazônica. Mais informações no Instagram e site do CCBB Brasília, respectivamente, @ccbbbrasilia e bb.com.br/cultura.

CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutora em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial. Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.

MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.

Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: Até 2 de novembro de 2025 Local: Centro 
Visita guiada: 19 de outubro às 16h, com concentração a partir das 15h30, na Galeria 3.
Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br

Brasília tecida por elas: memórias migrantes ocupam o Museu Vivo da Memória Candanga

Mostra Acervo Poético reúne exposição sensorial com mais de 80 relatos, espetáculo, minidocumentário, vivências de tricô e ações de acessibilidade de 6 de outubro a 1º de novembro, com entrada gratuita

De 6 de outubro a 1º de novembro, o Museu Vivo da Memória Candanga recebe a Memória Migrante – Mostra Acervo Poético, um mergulho afetivo nas histórias de mulheres migrantes que ajudaram a construir Brasília. Em sintonia com o Dia Internacional da Pessoa Idosa, celebrado em 1º de outubro, a programação acessível e convidativa combina exposição sensorial com mais de 80 relatos em vídeo, o minidocumentário “Barraca de Memórias”, o espetáculo “Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá”, além de vivências, oficinas de tricô, rodas de conversa e visitas mediadas com LIBRAS e audiodescrição.

No espaço expositivo, o público é acolhido por uma cenografia inspirada na intimidade do lar dessas mulheres, onde guardam objetos, histórias e também inspirado no tricô: fios, tramas e texturas criam um percurso de escuta e presença. As histórias coletadas em diferentes regiões do DF, reaparecem em vídeos, sons e objetos do cotidiano, valorizando a oralidade e a memória afetiva das pioneiras.  O projeto conta com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


“Para ouvir essas histórias e fazer ecoar a força de suas protagonistas, criamos a ‘Barraca de Memórias’, um ciclo itinerante de escuta que começou em 2023, que nada mais é do que o nome diz: uma barraca que conduz, troca, instiga e faz compartilhar memórias,” conta Maysa Carvalho, coordenadora artística. 


Em dois anos, a iniciativa passou por Planaltina, Vila Planalto, Paranoá, Núcleo Bandeirante, Brazlândia, Candangolândia e Vila Telebrasília. “Estas regiões foram criadas antes da inauguração da cidade-capital e, também por isso, suas principais testemunhas. Foi ali que se estenderam os acampamentos dos operários e suas famílias, onde habitaram, riram, fizeram filhos, rezaram e, vejam só, onde também encontraram tempo para sonhar uma nova vida. E é em celebração à coragem de sonhar e construir essa cidade que realizamos a exposição Memória Migrante, como uma forma de fazer ecoar as vozes dessas mulheres ainda  hoje”, explica Luênia Guedes, coordenadora de produção.


Realizado pelo Coletivo Entrevazios, o público também terá a oportunidade de assistir ao espetáculo “Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá”, dirigido por Sandra Vargas, referência nacional no teatro de objetos. A montagem nasceu a partir da mesma pesquisa do acervo e transforma bacias, panelas, roupas de bebê e ferros de brasa em dispositivos poéticos para narrar uma Brasília íntima, feminina e cotidiana, muitas vezes ausente dos livros de história.


O minidocumentário “Barraca de Memórias” terá três sessões acompanhadas da roda de conversa “Os Rios da Memória Coletiva”, mediada por Cosette Castro, psicanalista e pesquisadora, uma das coordenadoras do Coletivo Filhas da Mãe. As atividades acontecem em 14 e 21 de outubro e 1º de novembro.


A programação também conta com visitas mediadas e as vivências “Barraca de Memórias”, que estimulam a troca de saberes entre gerações e reforçam o pertencimento comunitário. Em diálogo com a mostra, a performance de dança-teatro “O Primeiro Fio, Tricotando Memórias de um Tempo” apresenta uma andarilha que tricota com elementos da natureza, transformando água, terra, ar e fogo em pequenos biomas em cena, uma reflexão poética sobre os efeitos climáticos e a temporalidade que entrelaça passado, presente e futuro. E também a oficina de maxi tricô “Tricotando Histórias”, que convida o público à criação coletiva: os fios tornam-se instrumentos de partilha e memória, tecendo narrativas pessoais e comuns.


A acessibilidade está garantida com recursos de LIBRAS, audiodescrição e logística de transporte para grupos, a mostra amplia o acesso, especialmente a mulheres idosas, e fortalece a preservação do patrimônio imaterial do DF. 


No dia 11 de outubro, às 16h, serão disponibilizados ônibus acessíveis com saídas da Praça do Relógio (Taguatinga) e do Sesi Lab (próximo à Rodoviária do Plano Piloto) para a sessão do espetáculo “Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá”, neste dia o espetáculo contará com audiodescrição e intérprete de Libras. Interessados devem preencher o formulário: https://forms.gle/wCjK4CRjUF4nCG1m8. As vagas são limitadas.


Desde 2014, o Entrevazios investiga Brasília por meio de intervenções urbanas, exposições e experiências cênicas. A “Mostra Acervo Poético” dá sequência a projetos como “Barraca de Memórias” e o próprio “Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá”, reafirmando o compromisso do grupo com memória coletiva, escuta e circulação de saberes.


Programação 

Abertura da exposição

6/10, às 10h


Espetáculo “Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá” 

8, 9 e 10/10, às 15h 

11/10, às 17h30 (dias 10 e 11 sessões com LIBRAS e audiodescrição)



Oficina “Tricotando Histórias”

13/10, às 9h30 

22/10, às 15h 

01/11, às 15h 


Performance dança-teatro: “Primeiro Fio, Tricotando Memórias de um Tempo”

30/10, às 10h 

31/10, às 15h


Exibição do documentário: “Barraca de Memórias” e roda de conversa Os Rios da Memória Coletiva com Cosette Castro

14/10, às 10h e 15h 

21/10, às 10h e 15h 

01/11, às 15h 


Vivência Barraca de Memórias

16/10, às 10h

23/10, às 15h


Coletivo Entrevazios

Criado em 2014, o grupo vem propondo reflexões e diálogos contínuos sobre Brasília e suas poéticas, investigando as intersecções da cidade, arte, memória e os corpos que a atravessam.  Os desdobramentos artísticos do Coletivo incluem trabalhos como: o Livro de Artista ENTREVAZIOS (2014); a intervenção urbana O Estrangeiro (2015); a exposição instalativa De Ver Cidade - Brasília numa caixa de brincar (2019 e 2025); a intervenção poética de teatro de animação Lourença (2021); o minidocumentário Barraca de Memórias (2023); a exposição Percursos Inventados (2023); o espetáculo Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá (2024 e 2025); e as visitas teatralizadas com Cidade Espetáculo - Aventura nos Três Poderes (2024 e 2025).



SERVIÇO

Exposição Memória Migrante - Mostra Acervo Poético

Data: 6 de outubro a 1/º de novembro

Horário: 9h às 17h, de segunda a sábado

Local: Museu Vivo da Memória Candanga

Acesso: Gratuito

Agendamento de grupos: (61) 99309-7262

Formulário para ônibus: https://forms.gle/wCjK4CRjUF4nCG1m8

Saiba mais: @entrevazios e @todopublico.art 

Classificação indicativa: livre



Exposição no CCBB envolve visitantes com cheiros da Amazônia

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) apresenta até 2 de novembro a exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará, que vai além do olhar fotográfico e convida o público a explorar também os sentidos do olfato. Entre os destaques está a Instalação Aromática Icamiabas, criada especialmente para a mostra, que aproxima os visitantes dos cheiros da Amazônia por meio de seis composições aromáticas inéditas inspiradas na região de Nhamundá, onde mulheres indígenas guerreiras viveram e que, agora, dão nome à instalação.

Outro ponto marcante é a cortina de banhos de cheiro, tradição cultural e religiosa do Pará com raízes indígenas e africanas. Nela, o público encontra frascos coloridos que remetem aos preparados vendidos há décadas no Mercado do Ver-o-Peso, em Belém, usados para atrair prosperidade, amor, saúde ou boas energias. 

Além da força simbólica, a instalação se transforma em um espaço instagramável, pela beleza cromática dos recipientes e pelo apelo sensorial único que recria uma das práticas mais emblemáticas da cultura paraense. A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres, e possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A entrada é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até 20/40, no CCBB Brasília, que fica no Setor de Clubes Esportivos Sul. Os ingressos poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria.


PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CCBB BRASÍLIA

A programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará conta com atividades especiais, como o show Vertentes. A apresentação acontece nos dias 24 e 25 de outubro, trazendo a riqueza musical da região em uma celebração vibrante da cultura amazônica. Mais informações no Instagram e site do CCBB Brasília, respectivamente, @ccbbbrasilia e bb.com.br/cultura.


CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutora em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial. Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.


MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.


Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.


Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.


Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De 26 de agosto a 2 de novembro de 2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br


Exposição no CCBB traz ritual indígena em realidade virtual

 O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) recebe até 2 de novembro a exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará, que alia a força da fotografia amazônica a recursos tecnológicos de última geração. A mostra aposta em experiências imersivas para ampliar a percepção do público, entre elas o curta Mukatu’hary  (Curandeira), exibido em realidade virtual. Baseado em um ritual real, o curta-metragem conduz o visitante até uma aldeia, onde é possível vivenciar a musicalidade e os rituais de cura da indígena Maputyra Guajajara. 

O filme tem direção e roteiro de Sissa Aneleh, que também é curadora da exposição e diretora do Museu das Mulheres, que coordena e produz Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará. No circuito Oca, o público pode vivenciar a parte imersiva, interativa e tecnológica da exposição, assistindo ao filme pela experiência de realidade expandida, conferindo de perto a indumentária e objetos de cena usados nesta obra, além de acessar a realidade aumentada que exibe fotografias da exposição para selfies e vídeos próprios dos visitantes.

Combinando fotografia, vídeo, sons, aromas e realidade virtual, a exposição oferece múltiplas formas de interação e aproxima os visitantes de narrativas autênticas e sensoriais. O resultado é uma experiência única, que conecta ancestralidade e inovação tecnológica, ampliando o repertório da arte e criando novas formas de vivenciar o universo amazônico. A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres, e possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A entrada é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até 20h40, no CCBB Brasília, qie fica no Setor de Clubes Esportivos Sul. Os ingressos poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria.


PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CCBB BRASÍLIA

A programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará conta com atividades especiais, como o show Vertentes. A apresentação acontece nos dias 24 e 25 de outubro, trazendo a riqueza musical da região em uma celebração vibrante da cultura amazônica. Mais informações no Instagram e site do CCBB Brasília, respectivamente, @ccbbbrasilia e bb.com.br/cultura.

CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutora em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial. Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.

MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.


Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.


Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.


Horários da van – De  quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De 26 de agosto a 2 de novembro de 2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br


Mês da Amazônia: exposição destaca fotografia amazônica e preservação ambiental

O público pode conferir exposição que reafirma a relevância de uma produção fotográfica reconhecida internacionalmente como uma das mais potentes expressões visuais da Amazônia e da fotografia contemporânea artística.

Setembro é considerado o Mês da Amazônia, período que reforça a importância da maior floresta tropical do planeta para o equilíbrio climático, a preservação da biodiversidade e a sobrevivência das comunidades que nela habitam. Em sintonia com esse debate, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) recebe, até 2 de novembro, a exposição inédita Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará. A mostra interativa reúne cerca de 170 obras de 11 fotógrafas de diferentes gerações, apresentando um retrato plural da Amazônia a partir do olhar feminino, atravessado por temas como território, ancestralidade e resistência.

Com curadoria de Sissa Aneleh, a experiência vai além da fotografia tradicional, oferecendo recursos como realidade virtual, sala aromática e instalações sensoriais que transportam o público para dentro da floresta. A exposição não apenas celebra a potência artística da região Norte do Brasil, mas também convida os visitantes a refletirem sobre os impactos das mudanças climáticas e a urgência de preservar esse bioma vital. A entrada é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 21h, com acesso às galerias até 20h40, no CCBB Brasília, que fica no Setor de Clubes Esportivos Sul. Os ingressos poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria.


A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura, via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres. Veja a seguir como algumas artistas traduzem, por meio da fotografia, a complexa relação entre natureza, cultura e preservação, reforçando que a lente também pode ser uma ferramenta de ativismo ambiental.


Paula Sampaio trabalha com fotojornalismo e documenta comunidades ribeirinhas e quilombolas do Pará. Suas imagens retratam a resistência dessas populações tradicionais e refletem sobre a exploração ambiental da Amazônia, evidenciando tanto suas memórias quanto os desafios ambientais enfrentados.


Evna Moura une fotografia analógica e digital para criar imagens que dialogam com a ancestralidade, a espiritualidade afro-amazônica e o meio ambiente urbano amazônico. Seu trabalho visual conecta cultura, identidade e paisagem urbana, chamando atenção para as transformações e tensões ambientais na região.


MAIS FOTÓGRAFAS E SUAS CONTRIBUIÇÕES

o Bárbara Freire: Une fotografia urbana e poética, destacando a relação entre narrativas fotográficas, audiovisuais e documentais em suas imagens, que ora estão no experimental, ora no registro da diversidade visual do Pará.

o Cláudia Leão: Especialista em fotografia experimental, lança mão de processos alquímicos de fotografia, interligando elementos diversos aos processos de revelação de negativos fotográficos e composição física de obras.

o Deia Lima: Sua obra ressignifica a imagem das mulheres e apresenta a identidade visual regional na era digital.

o Jacy Santos: Influenciada pela fotografia documental regional, suas imagens retratam o cotidiano amazônico com um olhar humanista e poético. Seu trabalho é um testemunho visual das identidades sociais e culturais da região.

o Leila Jinkings: Fotógrafa e documentarista com forte envolvimento nos movimentos sociais, sua obra é um registro da luta política e cultural da Amazônia e do Brasil.

o Nailana Thiely: Dedica-se à documentação de culturas indígenas, ribeirinhas e afrodescendentes, acrescentando um olhar intimista aos retratados, o que valoriza a narrativa.

o Nay Jinknss: Com uma abordagem decolonial e social, retrata questões de identidade, feminismo negro e mulheres representativas da cultura amazônica.

o Renata Aguiar: Doutora em Artes Visuais, investiga as relações entre corpo, território, performance fotográfica, autobiografia, ritualidade e cultura artística local, além de abordar a representatividade LGBTQIAPN+ na Amazônia.

o Walda Marques: Mescla fotografia documental e arte conceitual, percorrendo a identidade, a memória e a religiosidade urbana amazônica.


PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CCBB BRASÍLIA


A programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará conta com atividades especiais, como o show Vertentes. A apresentação acontece nos dias 24 e 25 de outubro, trazendo a riqueza musical da região em uma celebração vibrante da cultura amazônica. A exposição possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação.  Mais informações no Instagram e site do CCBB Brasília, respecitivamente, @ccbbbrasilia e bb.com.br/cultura.


CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutora em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial. Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.


MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.


Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo – CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.


Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.


Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De 26 de agosto a 2 de novembro de 2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br


Exposição interativa e inédita no CCBB destaca o olhar de fotógrafas do Pará

 De 26 de agosto a 2 de novembro, o público do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) será transportado para o universo plural da fotografia amazônica por meio da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará. Mais do que uma mostra fotográfica, a experiência se destaca por recursos tecnológicos e sensoriais, como óculos de realidade virtual, instalação olfativa aromática, além de programações paralelas, oficinas e ações culturais voltadas a públicos de todas as idades. A exposição tem entrada franca e pode ser visitada de de terça a domingo, de 9h às 21h (entrada até 20h40), com retirada de ingressos pelo site bb.com.br/cultura ou na bilheteria. Classificação livre.


Idealizada pelo Museu das Mulheres, com curadoria e direção artística de Sissa Aneleh, a exposição reúne 170 obras de 11 fotógrafas paraenses, abrangendo três gerações de artistas, com produções que vão dos anos 1970 até os dias atuais. O recorte revela a potência do olhar feminino sobre temas como identidade, território, memória, ancestralidade e resistência, incluindo fotografias, vídeos, instalações, documentos e experimentações visuais.



A exposição promove um panorama da fotografia feminina amazônica, reunindo nomes consagrados como Leila Jinkings, Paula Sampaio, Walda Marques, Bárbara Freire e Cláudia Leão, ao lado de artistas da nova geração como Evna Moura, Deia Lima, Jacy Santos, Nailana Thiely, Renata Aguiar e Nay Jinknss. Cada uma imprime sua visão estética, política e poética sobre a região Norte do país, contribuindo para ampliar os repertórios da fotografia brasileira.


No CCBB Brasília, o percurso da exposição foi pensado para envolver o visitante de forma sensorial e interativa. Destaque para a sala aromática Icamiabas, que apresenta fragrâncias criadas exclusivamente para a mostra, inspiradas nos cheiros da Amazônia e nas mulheres indígenas que dão nome ao espaço. Outra experiência única é a exibição do filme Mukatu’hary (Curandeira) em realidade expandida, que transporta o público a uma aldeia indígena por meio de tecnologia imersiva.


A interatividade também está presente em diferentes pontos da mostra por meio de realidade aumentada, que permite aos visitantes interagir com as obras, fazer selfies e gravar vídeos a partir das imagens projetadas nos ambientes expositivos.


Além da exposição, o Programa Educativo do CCBB Brasília - Rolê Cultural trará ações voltadas a escolas e famílias, com oficinas criativas, vivências sensoriais, atividades lúdicas para crianças e mediações culturais. As atividades incluem também o Sensorial Estúdio Tá Bem na Foto!, onde é possível vivenciar o funcionamento de uma câmera escura imersiva, além de ações voltadas à ancestralidade e ao fazer manual com materiais sustentáveis da floresta. Os ingressos poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria. Os agendamentos para grupos e escolas podem ser realizados gratuitamente pela plataforma Conecta: conecta.mediato.art.br.


A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres.

 

AS ONZE FOTÓGRAFAS E SUAS CONTRIBUIÇÕES

o Bárbara Freire: Une fotografia urbana e poética, destacando a relação entre narrativas fotográficas, audiovisuais e documentais em suas imagens, que ora estão no experimental, ora no registro da diversidade visual do Pará.

o Cláudia Leão: Especialista em fotografia experimental, lança mão de processos alquímicos de fotografia, interligando elementos diversos aos processos de revelação de negativos fotográficos e composição física de obras.

o Deia Lima: sua obra ressignifica a imagem das mulheres e apresenta a identidade visual regional na era digital.

o Evna Moura: Explora a fotografia experimental, direta e performática, utilizando processos analógicos e digitais para criar imagens que dialogam com a ancestralidade, a espiritualidade afro-amazônica e o meio ambiente urbano amazônico, além de registrar personalidades LGBTQIAPN+ regionais.

o Jacy Santos: influenciada pela fotografia documental regional, suas imagens retratam o cotidiano amazônico com um olhar humanista e poético. Seu trabalho é um testemunho visual das identidades sociais e culturais da região.

o Leila Jinkings: Fotógrafa e documentarista com forte envolvimento nos movimentos sociais, sua obra é um registro da luta política e cultural da Amazônia e do Brasil.

o Nailana Thiely: Dedica-se à documentação de culturas indígenas, ribeirinhas e afrodescendentes, acrescentando um olhar intimista aos retratados, o que valoriza a narrativa.

o Nay Jinknss: Com uma abordagem decolonial e social, retrata questões de identidade, feminismo negro e mulheres representativas da cultura amazônica.

o Paula Sampaio: Reconhecida por seu trabalho no fotojornalismo e na documentação de comunidades ribeirinhas e quilombolas, retrata a resistência das populações tradicionais, as memórias urbanas de Belém e a exploração ambiental da Amazônia.

o Renata Aguiar: Doutora em Artes Visuais, investiga as relações entre corpo, território, performance fotográfica, autobiografia, ritualidade e cultura artística local, além de abordar a representatividade LGBTQIAPN+ na Amazônia.

o Walda Marques: Mescla fotografia documental e arte conceitual, percorrendo a identidade, a memória e a religiosidade urbana amazônica.


PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CCBB BRASÍLIA

A programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará conta com atividades especiais, como o show Vertentes. A apresentação acontece nos dias 24 e 25 de outubro, trazendo a riqueza musical da região em uma celebração vibrante da cultura amazônica. Mais informações no Instagram e site do CCBB Brasília.


CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutora em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial. Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.


MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.


Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.


Acessibilidade

A exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.


Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De 26 de agosto a 2 de novembro de 2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br


Instalação DE VER Cidade - Brasília Numa Caixa de Brincar celebra o aniversário da capital

 Exposição interativa ocupa a Biblioteca Nacional de Brasília e convida o público a explorar a cidade de forma sensorial e inclusiva

No mês em que Brasília completa 65 anos, a Biblioteca Nacional de Brasília recebe, de 14 de abril a 11 de maio, a instalação DE VER CIDADE – Brasília Numa Caixa de Brincar – edição monumental, uma realização do coletivo Entrevazios. A exposição proporciona ao público uma imersão lúdica e interativa nas singularidades arquitetônicas e urbanísticas da cidade. O projeto conta com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

A obra, composta por vinte blocos interativos de diferentes alturas, utiliza um material cimentício característico da arquitetura modernista, promovendo um diálogo entre o público e o espaço urbano. As caixas podem ser movidas, manipuladas e até mesmo receber uma pessoa dentro, permitindo que os visitantes construam e reconstruam sua própria versão de Brasília. A iniciativa celebra o aniversário da capital, comemorado em 21 de abril, estimulando reflexões sobre o planejamento e a identidade da cidade. O cinza das caixas, que inicialmente pode parecer monocromático e asséptico, evoca a arquitetura modernista, mas, ao se aproximar, revela uma outra perspectiva: uma cidade lúdica e cheia de invenções. A exposição estará aberta de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados e domingos, das 9h às 14h. 

Acessibilidade 

Acessibilidade e inclusão são pilares centrais do projeto. A obra é acessível para pessoas surdo-cegas, já que é totalmente tátil, possibilitando uma interação direta e sensorial com os elementos expostos. Serão oferecidas visitas em LIBRAS, com uma equipe treinada em acessibilidade atitudinal, em um espaço com infraestrutura acessível, como piso podotátil, banheiros adaptados e sanitários exclusivos para crianças. 

"A acessibilidade foi uma premissa central na criação de DE VER CIDADE – Brasília numa caixa de brincar. Desde o início, envolvemos crianças e adultos neurodivergentes para validar a experiência sensorial da obra, que conta com audiodescrição completa e interação tátil, tornando-se acessível também para pessoas surdo-cegas. É uma ação inclusiva que valoriza a acessibilidade estética como parte essencial da vivência artística”, ressalta Luênia Guedes, uma das idealizadoras da obra e coordenadora artística da edição.

Em parceria com a Todo Público, iniciativa de mediação cultural que propõe experiências plurais, o coletivo Entrevazios realiza a Edição Monumental da obra DE VER CIDADE, um programa que visa democratizar o acesso às artes e promover a educação patrimonial entre crianças e jovens, inspirando a compreensão crítica e afetiva sobre os espaços urbanos. Para participar da visita acessível em libras entre em contato  pelo (61) 99309-7262 ou pelos perfis @entrevazios e @todopublico.art. 


Visitas escolares

O projeto oferece visitas para grupos escolares que podem ser agendadas de segunda a sexta-feira, às 9h e às 14h30, com duração de 1h30 e capacidade para até 40 estudantes por horário. A duração da visita pode ser adaptada às necessidades de cada grupo. Para participar, as escolas deverão fazer o agendamento pelos perfis @entrevazios e @todopublico.art. Os agendamentos também estão disponíveis para a grupos de idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social. Há, também, a possibilidade de transporte sem custo para instituições escolares públicas, consulte a disponibilidade. 


Coletivo Entrevazios

Criado em 2014, o grupo vem propondo reflexões e diálogos contínuos sobre Brasília e suas poéticas, investigando as intersecções da cidade, arte, memória e os corpos que a atravessam.  Os desdobramentos artísticos do Coletivo incluem trabalhos como: o Livro de Artista ENTREVAZIOS (2014); a intervenção urbana O Estrangeiro (2015); a exposição instalativa De Ver Cidade - Brasília numa caixa de brincar (2019 e 2024); a intervenção poética de teatro de animação Lourença (2021); o mini documentário Barraca de Memórias (2023); a exposição Percursos Inventados (2023); o espetáculo-instalação Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá (2024); e as visitas teatralizadas com Cidade Espetáculo - Aventura nos Três Poderes (2024).


SERVIÇO

DE VER Cidade – Brasília numa caixa de brincar - edição monumental

Data: De 14 de abril a 11 de maio de 2025

Visitação Escolar: Segunda a sexta-feira, às 9h e às 14h30, mediante agendamento para grupos de até 40  estudantes

Visitação Espontânea: Segunda a sexta-feira, das 8h às 18h; Sábado e Domingo, das 9h às 14h

Local: Biblioteca Nacional de Brasília - Conjunto Cultural da República

Entrada: gratuita

Agendamentos: @entrevazios e @todopublico.art

Informações: (61) 99309-7262


Exposição do Museu das Mulheres enaltece artistas no mês delas

 Museu Correios exibe obras de artistas mulheres, destacando pioneiras e novas vozes da arte brasileira

Em celebração ao Mês da Mulher, o Museu das Mulheres convida o público a mergulhar na riqueza e diversidade da produção artística feminina com a exposição Acervo do Museu das Mulheres: Primeiras Aquisições. A mostra, que fica em cartaz até 30 de março no terceiro andar do Museu Correios (Setor Comercial Sul), apresenta um recorte poderoso do primeiro museu brasileiro dedicado exclusivamente à produção artística de mulheres.

A exposição destaca grandes nomes da arte, como as renomadas mestras da gravura Fayga Ostrower e Anna Bella Geiger, além de pioneiras da cena artística de Brasília, como Naura Timm, Marlene Godoy, Lêda Watson, Helena Lopes, Ray di Castro e Betty Bettiol. As obras abrangem diversas linguagens, incluindo gravuras, esculturas, pinturas, fotografias, objetos, desenhos, vídeo-arte, vídeo-performance e foto-performance.

“A história da arte sempre foi contada por uma perspectiva masculina, tornando essencial dar visibilidade ao trabalho de mulheres que desafiaram padrões e abriram caminhos para novas gerações. Este acervo representa não apenas o talento, mas a força dessas artistas”, destaca Sissa Aneleh, diretora do Museu das Mulheres e curadora da exposição.

A mostra também conta com obras de Ana Brito, Bárbara Paz, Carolina Leal, Cristiane Martins, Gisel Azevedo, Léa Juliana, Lis Marina Oliveira, Lise Lobato, Patrícia Guerreiro, Renata Aguiar e Sofia Seda, reunindo um panorama que valoriza a expressão e a criatividade femininas. A realização é viabilizada pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Sobre o Museu das Mulheres

O Museu das Mulheres, Museu DAS, é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como projeto organizacional de natureza privada, fundado em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônio material-imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu de modelo híbrido, atua tanto no universo virtual quanto no físico, adota novas virtualidades e tecnologias com projeto imersivo, interativo e ambientes espaciais de última geração. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.


Serviço

Exposição Acervo do Museu das Mulheres: Primeiras Aquisições

Até 30 de março de 2025

Na galeria do terceiro andar do Museu Correios (Setor Comercial Sul)

Visitação de terça à sexta, das 10h às 18h. Sábado, domingo e feriado das 13h às 17h.

Informações: museudasmulheres.com.br

Entrada franca

Classificação livre


Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



Contato
Michel Toronaga
61 98185-8595
Brasília - DF