ASSESSORIA DE IMPRENSA

PARA

image
Olá,

Nós formamos a Baú!

Somos dois “bauzeiros”. Bauzeiros da cultura e do melhor do entretenimento da nossa capital federal. Com uma identificação totalmente relacionada e voltada para promover estabelecimentos e a arte nas terrinhas do cerrado, os jornalistas Clara Camarano e Michel Toronaga comandam a Baú Comunicação. A assessoria surgiu de uma ideia diferente, alternativa e artística. Não à toa, o termo “Baú” significa ônibus, uma gíria típica dos moradores do Planalto Central. Mas “Baú” também vai além. É uma caixinha onde vamos destrinchar e oferecer um serviço personalizado para nossos clientes, além de atender a equipe de jornalistas do Distrito Federal.


Pré
Releases

Desenvolvimento de pautas, textos e notas para a imprensa

Exclusividade

Criação de materiais exclusivos para os veículos de maior influência

Envio

Elaboração de mailling-list adequado ao cliente


Pós
Follow up

Confirmação de recebimento e venda personalizada das pautas

Participação

Acompanhamento de jornalistas e presença da equipe em eventos

Eventos

Organização de coletivas, almoços e demais reuniões com a imprensa


Resultados
Bom relacionamento com a mídia
Reconhecimento no seu ramo
Divulgação ampliada
Fortalecimento de imagem
Prevenção e gerenciamento de possíveis crises

CLIENTES

O QUE OFERECEMOS

Assessoria de imprensa

Criação de pautas para inserção do cliente na mídia

Redes sociais

Administração de redes como Facebook e Instagram

Fotografia

Cobertura fotográfica, filmagens e demais gravações

Design

Confecção de cartazes, peças promocionais exclusivas

Relatório

Clipping com apresentação dos resultados alcançados

Saiba mais

Conheça melhor todos os nossos serviços e soluções integradas

ALGUNS TRABALHOS

Mariana Negreiros lança segundo livro

“Meu desejo é que outras crianças tenham a mesma oportunidade de ler e escrever!”. Com apenas 14 anos de idade, a escritora brasiliense Mariana Negreiros se tornou uma referência. Ao lançar a obra de romance mágico Os Segredos de Um Colar, em 2017, a autora mirim vendeu centenas de livros e ficou reconhecida na capital federal e no Brasil. Crianças, adolescentes e também leitores da terceira idade amaram a publicação e correram para pedir autógrafo.


Agora com 16 anos, a jovem se prepara para dar continuidade à sua carreira. Mariana irá lançar Os Segredos dos Guardiões, o segundo livro – de uma trilogia –, no dia 27 de abril, sábado, às 17h30, na livraria Leitura do Shopping Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul). A novidade será lançada também no colégio Sigma (910 Norte) com bate papo e sessão de autógrafos no dia 15 de maio, quarta-feira às 19h.

Quem leu o primeiro livro já estará por dentro do enredo que fala de romance, desencontros amorosos, mudanças, intrigas, carências e indecisões comuns à fase da adolescência. Os Segredos dos Guardiões continuam a história de Jane, Logan, Nick, Lucy, Kim e de outros jovens que ficaram conhecidos no livro Os Segredos de Um Colar.


O livro já está disponível em várias livrarias online e estará à venda na livraria Leitura e no Sigma a partir do lançamento. A obra Os Segredos de Um Colar também será disponibilizada.

Sinopse do primeiro livro Os Segredos de Um Colar
O que você faria se pudesse ter seus desejos realizados? Na busca de desvendar os segredos de um colar misterioso, a adolescente Jane se envolve em uma trama que revelará que são os seus verdadeiros amigos. A irmã, o amigo de infância, o namorado, todos são próximos, mas em quem confiar? Em meio a tudo isso, ela ainda precisa enfrentar a nova escola, a mudança de cidade, os conflitos familiares. Esse colar vai tornar a vida de Jane bem mais complicada do que a da maioria das garotas de 16 anos.

Pré-lançamento do livro Os Segredos dos Guardiões, de Mariana Negreiros
Data: Sábado, 27 de abril
Horário: 17h30
Local: Livraria Leitura do Shopping Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul)

Lançamento oficial
Data: Quarta-feira,15 de maio
Horário: 19h
Local: Colégio Sigma (910 Norte)
Informações: 3225-2476

Projeto Luz, Câmera, Ação ocupa escolas públicas do DF

Luz, câmera e ação! Com um celular na mão e uma boa ideia na cabeça é possível atualmente produzir filmes de qualidade. E a oportunidade de entrar no set e rodar uma produção vai se estender agora para as escolas públicas e para os estudantes das regiões administrativas do Guará e de Taguatinga. Pelas escolas serão realizadas quatro oficinas voltadas para a área audiovisual com os diretores Tiago Esmeraldo, Fáuston da Silva, Tiago Belotti e Rodrigo Huagha.


Projeto criado pela consultora em cultura Valéria Marcondes, o Luz, Câmera, Ação irá promover uma ação social e cultural no CEM EIT (QNB 01 Ae 1) de Taguatinga Norte; no CEE 1 de Taguatinga Norte (AE 12); no CEM 1 GG do Guará I (QE 7 Ae M), e na Escola Técnica do Guará II (CEPAG - EQ 17/19 Lote A).

Todos os estudantes matriculados no Ensino Nédio público das duas regiões poderão participar de graça dos cursos. As inscrições também são gratuitas e podem ser feitas até o dia 24 de abril pelo e-mail: projetosvecultura@gmail.com.


No total, serão 12 encontros e 48 horas/aula. Nas oficinas, os alunos serão convidados e estimulados a produzir curtas-metragens com o uso de smartphones e participarão ainda de um concurso cultural. A escola que tiver o filme vencedor será premiada com uma câmera filmadora semiprofissional e com um desktop.

“O intuito é que as escolas abram oportunidades para os adolescentes que estão prestes a entrar na área profissional. E a área de audiovisual está em ascensão. Queremos que os alunos produzam e entendam todo o processo do cinema, desde a roteirização, o figurino, a filmagem, a edição, a produção. O projeto irá também para uma escola que atende alunos especiais em Taguatinga (CEE 1)”, pontua a idealizadora Valéria Marcondes.

As aulas serão ministradas entre 29 de abril e 7 de junho. No dia 26 de junho, haverá um evento de exibição dos filmes e entrega dos prêmios na Escola Técnica do Guará II.

“Queremos que a arte chegue nesses alunos. Criei o projeto Vamos ao Cinema, em 2009, e conseguimos levar mais de 6 mil estudantes para o cinema de graça em três anos.  Percebi que faltava levar oficinas para as escolas públicas para estes estudantes também produzirem”, conta Marcondes, empolgada.


O projeto Luz, Câmera, Ação tem o patrocínio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal por meio do FAC- Fundo de Apoio à Cultura.

Conheça os diretores/professores:

Tiago Esmeraldo
Produtor, roteirista e diretor de fotografia. Participou em variadas funções em curtas-metragens como Fronteira, Nada Sobre Você, Ácido Acético e O Melhor Fotógrafo do Mundo. Realizou como produtor, editor e diretor o premiado curta À Margem do Universo, que participou de diversos festivais internacionais entre 2017 e 2019. Seu último trabalho como editor foi no premiado longa documental lançado comercialmente: O Fantástico Patinho Feio. Tiago Esmeraldo também desempenha a função de coordenador e professor de cinema e comunicação na ONG Jocum. A ONG desenvolve projetos nas áreas de Missões e Artes.

Fáuston da Silva
Graduado em Audiovisual pela Universidade de Brasília (UnB) e pós-graduado em produção cinematográfica pela Universidade Estácio de Sá. É produtor, escritor, roteirista e diretor de cinema de Brasília. Produziu e roteirizou uma longa lista de filmes de curtas e longas-metragens, sempre com bons resultados perante público e crítica. Seus filmes de maior sucesso são Meu Amigo Nietzsche e O Balãozinho Azul.

Tiago Belotti
Cineasta e crítico de cinema pelo canal de YouTube Meus 2 Centavos. O canal conta com mais de 225 mil inscritos e 40 milhões de visualizações. Trabalha ainda como comentarista da Rádio CBN, apresentando o quadro diário Sessão de Cinema. Tiago Belotti realizou como roteirista e diretor dois longas-metragens e diversos curtas, produções selecionadas e premiadas em diversos festivais dentro e fora do Brasil. O primeiro longa do diretor, A Sapital dos Mortos, foi lançado comercialmente no mercado nacional para streaming e seu DVD teve ampla venda local e internacional.

Rodrigo Huagha
Com pós-graduação em Produção Audiovisual, Rodrigo produziu curtas e longas de ficção que foram selecionados para diversos festivais nacionais e internacionais. Alguns projetos produzidos, como A Capital dos Mortos, tiveram ampla repercussão no mercado audiovisual independente de cinema de gênero. A Capital Dos Mortos foi lançado comercialmente em alguns países. Também desempenha trabalho em festivais de cinema como curador no Festival Internacional de curtas Lobo Fest, Festival de cinema de Goiânia Morcego Vermelho e Festival Internacional de Cinema Fantástico O Anjo Exterminador.

Serviço
Luz, Câmera, Ação
Local: CEM EIT (Qnb 01 Ae 01) de Taguatinga Norte, CEE 01 de Taguatinga Norte (Ae 12), CEM 01 GG do Guará I (Qe 07 Ae M) e Escola Técnica do Guará II (CEPAG - EQ 17/19 Lote A).
Inscrições até dia 24 de abril pelo e-mail: projetosvecultura@gmail.com
Gratuito

Companhia brasiliense celebra 15 anos

Para celebrar os 15 anos de existência, completados em 2019, a Margaridas Cia de Dança irá apresentar, no Teatro Sesc Garagem (713/913 Sul), dias 30 e 31 de março, dois espetáculos de sua trajetória de sucesso. Vidro e Alumínio (2015) estará em cartaz no dia 30/3, sábado, às 20h. No dia haverá ainda uma mostra de videodanças produzidos pela companhia, às 18h, com entrada gratuita. Já o espetáculo O Ritmo de Forma Silenciosa (2016) será encenado, com novo elenco, no domingo (31/3), também às 20h. Após às sessões acontecerá um bate-papo com a Margaridas para os interessados entenderem o processo criativo. Ingressos para os espetáculos: R$ 10 (meia-entrada). Nas produções brasilienses, o corpo ganha contornos por meio de poesias e de textos de autores consagrados mundialmente, além de ter como pano de fundo a música. Após passar por Brasília, os espetáculos seguem ainda para Belém (PA) e Curitiba (PR). Não recomendados para menores de 12 anos.

História, dança, literatura, música. Desde 2004, o grupo brasiliense Margaridas Cia de Dança mescla, pelos palcos da capital e do Brasil afora, importantes movimentos culturais frutos de muito estudo e experiência. A poética envolve elementos da dança clássica e contemporânea.



"Sou formada em literatura pela Universidade de Brasília, além de dançar, dirigir e coreografar. Logo, veio a ideia de misturar estas artes. Assim, surgiu a Margaridas, que conta com cerca de nove espetáculos e muita história", afirma a idealizadora da companhia, a brasiliense Laura Virgínia.

A celebração dos 15 anos da Margaridas Cia de Dança conta com o patrocínio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal através do FAC – Fundo de Apoio à Cultura.

O Ritmo de Forma Silenciosa

"Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda" (Cecília Meireles)

Ritmo de Forma Silenciosa possui como temáticas o movimento cultural do jazz e o movimento dos direitos civis/ humanos das décadas de 60/70 nos Estados Unidos.

A partir desta riqueza cultural, a companhia escolheu Angela Davis, Ella Fitzgerald, Jack Kerouac, John Coltrane, Madeleine Peroux. Miles Davis, Nina Simone, Peggy Lee, Rosa Parks, Serge Gainsbourg e Vince Guaraldi para dar luz ao espetáculo. 

E é por meio destes ícones que a Margaridas cria um ritmo silencioso próprio. Afinal, é no silêncio que moram às revoluções. "A imersão nesse universo faz o público refletir, se divertir e transcender a sua existência pessoal a uma universalidade de pensamentos, sentimentos e humanidade", destaca Laura Virgínia.



Vidro e Alumínio

Montado em 2015, o espetáculo Vidro e Alumínio ganhou vida e forma pelo texto da escritora portuguesa Inês Pedrosa. A obra Nas Tuas Mãos traz a história de três mulheres, de três gerações. A avó Jeny, que ainda vivia em uma época em que os casamentos eram laços eternos. A filha Camila, uma fotógrafa da década de 60 que vale de seus álbuns de fotografia como memória. E, por último, Nathália, uma arquiteta que vive na superficialidade dos amores modernos e líquidos, mas que ainda se conecta com a avó falecida por meio de cartas.

A produção fala dos relacionamentos e das influências que os mesmos têm sobre toda uma geração. A iluminação dá o tom do espetáculo, que usa e abusa de textos em off e de diários, álbuns de fotos e da psicodelia de um mundo contemporâneo. "As casas eram feitas de madeiras, para durar. Hoje, elas são perecíveis, feitas de vidro e alumínio", pontua Laura Virgínia, baseada em uma das falas da personagem da avó Jeny.

Segundo Laura, que também é diretora de ambos espetáculos, além de coreografar e dançar, a produção realça as três gerações e seus conflitos. "Mostramos como o histórico interfere no privado e vice-versa", conclui.

Ficha Técnica:
Vidro e Alumínio (2014)
Coreógrafa e Diretora: Laura Virgínia
Texto: Inês Pedrosa de Nas Tuas Mãos
Assistente de Direção / Ensaiadora: Anna Uchôa
Elenco: Carol Barreiro, Laura Virgínia, Leandro Menezes e Luig Ernani
Trilha Sonora e Projeto Sonoro: Phil Jones

Ritmo de Forma Silenciosa (2016)
Direção e Coreografia: Laura Virgínia
Coreografia Summertime: Helena Macedo
Coreografia Wake me at 5 e MTume:  Édi Oliveira
Assistente de Direção / Ensaiadora: Anna Uchôa
Elenco: Carol Barreiro, Laura Virgínia, Leandro Menezes e Luig Ernani


Trilha Sonora:
Ella Fitzgerald Summertime
John ColtraneMy Favorite Things
Madeleine Peyroux Dance Me to the End of Love
Miles Davis MTume
Nina SimoneAin't got no I got Life, Feeling Good, Missisipi Goddam,
My Baby Just Cares for Me
Peggy Lee Fever
Serge GainsbourgWake me at 5
Vince Guaraldi Trio Linus And Lucy

Textos: Jack KerouacAmerican Haikus, Langston HughesDesejo, Leo Branton
Jr. Argumentação de defesa no julgamento de Angela Davis

Cenografia e Figurinos: Luísa Lemos
Diretor Técnico e Iluminador: Marcelo Augusto Santana
Identidade Visual: Bergamota Criações em Arte
Designer Gráfico: Fabiano Araruna 
Produção: Chang Produções
Produção local Belém: Igor Kiyoshi
Registro em Fotografia: Nityama Macrini
Registro em Vídeo: Gustavo Serrate
Assessoria de Imprensa: Baú Comunicação Integrada

Serviço
15 anos Margaridas Cia de Dança apresenta:
Vidro e Alumínio
Dia 30/03, sábado
Horário: 20h.
Local: Teatro Sesc Garagem (713/913 Sul)

Videodança
Sábado (30/03)
Horário: 18h
Entrada gratuita

O Ritmo de Forma Silenciosa
Domingo (31/03)
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Garagem (713/913 Sul)
Ingressos para os espetáculos: R$ 10 (meia-entrada)
Não recomendado para menores de 12 anos

Ingressos à venda em margaridasdanca.wordpress.com

Espetáculo teatral As Olimp(i)adas estreia com muito humor

Em cena, quatro atletas fazem uma ode às Olimpíadas. Só que de forma muito bem-humorada. Eles interpretam desde a cerimônia de abertura, disputam várias modalidades olímpicas e encerram o famoso evento esportivo em festa. Dirigido pelo diretor teatral José Regino e idealizado pelo também diretor e ator Anderson Floriano – d’O Hierofante Cia de Teatro – o espetáculo As Olimp(i)adas levará arte e entretenimento para as escolas do Distrito Federal.

Na sexta-feira (22/3), a peça será encenada às 10h30, às 16h e às 19h no Centro Educacional 07 de Ceilândia (QNN 13 A/E). Já no dia 26 de março, terça-feira, a produção estará em cartaz às 16h e às 19h, no Centro de Ensino Médio 3 de Ceilândia (QNM 3 A/E). Entrada gratuita. Não recomendado para menores de 12 anos.



Os atores Anderson Floriano, Diogo Cerrado, Edimilson Braga e Gilson Cezzar dão vida a parceiros e rivais nos palcos, onde acontece a disputa divertida dos jogos. “Os atletas podem pertencer à mesma equipe ou competir por seus países por meio do humor físico. Queremos levar o público a ter uma outra visão dos esportes e, assim, valorizar a prática e os valores desportivos”, destaca o ator e idealizador Anderson Floriano.

Para isto, os atletas vão interpretar, de forma cômica, modalidades como tênis, marcha atlética, luta greco-romana, arremesso de peso, esportes aquáticos, futebol e ginástica rítmica. O nome As Olimp(i)adas faz uma alusão ao desenho Pateta Nas Olimpíadas. “O parênteses no nome é proposital, pois é uma piada dos jogos olímpicos. Eu cheguei a colecionar o álbum de figurinhas das Olimpíadas de 1984, que continha uma referência para o público conhecer os jogos com o Pateta Nas Olimpíadas. Agora, estamos concretizando a ideia em forma de espetáculo”, explica Floriano.

Patetas nas Olimp(i)adas
Quem não conhece as aventuras do hilário personagem dos estúdios Walt Disney? O Pateta serviu de inspiração para os atores, que interpretam quatro atletas que vão jogar e fazer o público morrer de rir.

O tema envolve o maior evento esportivo que reúne povos dos quatro cantos do mundo: as Olimpíadas. Mas a celebração agora será em forma de arte. “Usamos as linguagens inventadas (grammelot), o corpo e situações cômicas para conduzir as ações da cena.”, coloca Floriano.

Diretor reconhecido em Brasília e no Brasil, José Regino destaca: “Olimp(i)adas é uma grande brincadeira que consiste em recriar estes jogos em um ambiente que é desfavorável: o palco. E o que eu mais gostei do tema é que ele propicia trabalhar com humor físico. É uma brincadeira visual que tem um olhar masculino. Afinal, somos cinco homens na linha de frente”, pontua.

O espetáculo As Olimp(i)adas é uma realização da Secretaria de Cultura do Distrito Federal com recursos do FAC – Fundo de Apoio à Cultura.

Sobre o diretor
José Regino de Oliveira (José Regino), é palhaço, arte educador, bonequeiro, diretor e ator de teatro, cenógrafo e figurinista, graduado pela Fundação Brasileira de Teatro e mestre em Arte em Processos Composicionais para a Cena pela Universidade de Brasília (UnB), concluído com a dissertação “A Dramaturgia da Atuação Cômica - O Desempenho do Ator na Construção do Riso”. Instrutor em Yoga do Riso certificado pela Laughter Yoga International University. Em Brasília, fundou o Grupo de Teatro Celeiro das Antas. Foi professor na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes e professor de Direção Teatral no Departamento de Artes Cênicas da UnB. Ainda, consultor técnico em Arte Educação da UNESCO atuando no Ministério do Meio Ambiente. Participou com seus trabalhos de festivais em vários estados do Brasil, Espanha, EUA, Portugal, Itália, Alemanha e Malta. Na sua formação de palhaço foi aluno de Carlos Tamanini.




Sobre Anderson Floriano
Anderson Floriano é ator, diretor, produtor e gestor cultural graduado em Licenciatura em Educação Artística pelo Centro Universitário Claretiano. Iniciou sua carreira artística em 1992, por meio de oficinas teatrais. Logo em seguida, ingressou no campo profissional dos espetáculos teatrais, participando por oito anos de grupos de estudos de técnicas teatrais. Seu primeiro espetáculo profissional, Moby Dick, foi relacionado entre os 13 melhores espetáculos do Brasil pelo jornal Correio Braziliense no ano de 1993. Participou de 17 espetáculos como ator, sete como diretor e produziu também nove trabalhos, sendo uma produção de um curta-metragem e uma ação internacional. Participa atualmente do espetáculo O Auto da Camisinha, este apresentado 659 vezes em 19 anos. Realizou, ainda, sete viagens internacionais, sendo uma missão oficial internacional em parceria com a UNICEF à São Tomé e Príncipe na África. São 26 anos de teatro e 21 anos como gestor de grupos artísticos e projetos culturais.

Ficha Técnica:
Coordenação Geral e Gestão: Anderson Floriano
Direção de Produção: Leonardo Ferreira
Diretor Artístico: José Regino
Preparação de Atores: Edimilson Braga
Atores: Anderson Floriano, Diogo Cerrado, Edimilson Braga, Gilson Cezzar
Figurinos: Cyntia Carla
Cenografia: Anderson Floriano
Assistente de Produção & Fotografias: Anderson dos Reis
Iluminação: Paulo Evandro
Operador de sonoplastia: Marco Antônio
Assessoria de imprensa: Baú Comunicação Integrada

Serviço
Espetáculo As Olimp(i)adas
22/03 (sexta-feira)
Local: Centro Educacional 7 de Ceilândia (QNN 13 A/E)
Horário: 10h30, 16h, 19h
26/03 (terça-feira)
Local: Centro de Ensino Médio 3 de Ceilândia (QNM 03 A/E)
Horário: 16h, 19h
Entrada gratuita
Não recomendado para menores de 12 anos.

Comédia As Rivais propõe uma reflexão sobre o destino

Peça de autoria de Cícero Belmar e direção de Ernandes Silva passará por Brazlândia, Estrutural e Plano Piloto. A entrada é franca.

“Valei-me meu São Francisco do Canidé, o mundo vai acabar, tende piedade!” No sertão árido e sofrido, personagens típicos do imaginário popular e do Nordeste do país terão de lidar com a morte. Ou será com a vida? Escrita pelo autor pernambucano Cícero Belmar e dirigida pelo também pernambucano Ernandes Silva, o espetáculo de humor As Rivais ganhará pela primeira vez os palcos da capital federal. A peça terá sua estreia em Brazlândia no dia 22 de março, sexta-feira, no Centro de Ensino Fundamental 03 (QD 46 AE 01 Vila São José), às 13h30 e às 16h. Depois passará pela Estrutural e pelo Plano Piloto. Entrada franca. Não recomendado para menores de 10 anos.


O texto original Umbilina e Sua Grande Rival, de Belmar, ganhará as luzes da ribalta com o nome As Rivais. Com os tons do cordel e do Nordeste, a peça conta a história de Umbilina (Maria Moreira), uma típica nordestina arretada que ficou só com seu único filho que restou. Afinal, os outros nove passaram para o lado de lá. Apesar de ser uma mulher forte, Umbilina está doente e terá agora que enfrentar a morte, a sua grande rival. É quando começa a peleja (disputa) dela com a personagem da Morte (Madelon Cabral).

Fotos: Humberto Araujo
E no meio desta disputa no Sítio dos Espinhos, localizado no Brejo da Misericórdia, local onde é ambientada a peça, que Umbilina terá que enfrentar também o destino, a solidão e a própria vida. A sertaneja, no entanto, não sossegará enquanto não cumprir uma missão: transformar seu filho José Maria do VentroJesus (Lucas Lima) em personagem de literatura de cordel. Para isto, ela contará com a ajuda de Nossa Senhora das Dores (Clara Camarano) e dos anjos da guarda (Lucas Lima e Genice Barego), todos estes personagens humanizados no espetáculo.

“A obra trata de uma alegoria sobre o destino, além de falar sobre a situação da mulher e do nosso enfrentamento diante da morte. A história se passa no interior do Nordeste, mas os temas estão dentro de qualquer região e os sentimentos dos personagens povoam qualquer pessoa. O texto humaniza também personagens como a Morte. Ela é uma mulher rejeitada e não um ser demonizado”, destaca Belmar.

Apesar do enredo profundo e aparentemente trágico, As Rivais é uma peça cômica. Além das clássicas figuras da Morte e de Nossa Senhora das Dores - ambas mulheres como qualquer outra -, personagens como a poetisa Ana Roxinha (Genice Barego) dão o tom da graça, sem perder a crítica.
“Nós estamos falando de pessoas, de situações que refletem o país e não apenas o Nordeste, embora a peça se passe no interior de Pernambuco, no ficcional Brejo da Misericórdia. Mas a linguagem é universal. A gente fala sobre mãe, sobre morte, sobre destino. O sertão está em todo lugar e retratamos isto de forma cômica, como é esperado em textos baseados no cordel”, explica o diretor Ernandes Silva.

E para realçar ainda mais este sertão, a cenografia assinada também por Ernandes Silva será fidedigna à pobreza e ao misticismo presentes no sertão. As xilogravuras de J. Borges farão parte do material de divulgação. O figurino, de Fátima Braga, também exaltará os interiores do Nordeste, além de humanizar os personagens. “Sim. Veremos uma Morte com foice”, adianta Silva.


A trilha sonora original também embala a peça com elementos do xaxado e do baião, típicos ritmos nordestinos. A trilha é assinada pelo compositor mineiro radicado em Cabrália (BA), Caio César Costa.

O espetáculo As Rivais é uma realização da Cia EM COMMA de Teatro. Tem o patrocínio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal por meio do FAC- Fundo de Apoio à Cultura.

Nordeste que habita em nós 

A labuta e devoção do sertanejo, a seca, a fome, a morte, o abandono, a luta e a esperança. Todos estes elementos são retratados no texto de Cícero Belmar, que agora ganhou versão para o teatro.
Segundo o autor, a obra se banha no Realismo Fantástico e conta com elementos do Movimento Armorial, de Ariano Suassuna. “Sou fã do Suassuna. Ele mescla o clássico com o popular e isto é visto em Umbilina. Eu já vivi no interior de Pernambuco e por lá as pessoas vivem o Realismo Fantástico por meio do catolicismo popular. E isto mostro no livro através da fé, da menina que vê Nossa Senhora”, revela Cícero.

Na versão que será vista no palco, Ernandes Silva mantém como base a dramaturgia de Belmar e opta por uma interpretação realista/naturalista. “Além disto, o universo poético estará fortemente presente. Teremos ainda personagens como o Antônio Crente e a Beata, todos do livro”, coloca o diretor Ernandes Silva.

E a mensagem que fica, tanto para o diretor quanto para o autor, é a do destino, grande mote da peça. “Todos nós nascemos com um destino. Nascer e morrer. O filho que nasce e que morre. A mãe que vê seu filho sair de casa, seguir e que também morre. E se formos parar para pensar, a morte nos causa medo. Mas ela também faz parte do destino e nem é tão ruim assim. Tudo depende da forma que vemos”, pontua Silva.



E foi num destes acasos da vida que o diretor conheceu Belmar. A química foi grande e o autor cedeu a obra, sem hesitar. “Sou ator pernambucano e há quatro anos senti a necessidade de montar um texto escrito por um pernambucano para retornar às minhas origens. Foi quando um aluno meu, hoje o grande ator também pernambucano Plínio Maciel, me indicou o Cícero. Eu li o livro (Umbilina e Sua Grande Rival) e amei. E o Cícero foi super gentil ao me conhecer. Assim surgiu a peça As Rivais, baseada no romance deste grande autor", explica, feliz, Ernandes Silva.

Sobre o diretor Ernandes Silva

José Ernandes da Silva conta com 33 anos de experiência em Artes Cênicas, tendo iniciado sua carreira em meados de 1986, em Surubim (PE). Por lá, participou de várias montagens e festivais de teatro, recebendo alguns prêmios. Em 1994, mudou-se para Brasília. Na capital brasileira, ele formou-se em Bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Tem habilidade em preparação do ator, dessa forma contribui e promove um mergulho na formação da personagem. Também tem curso de formação em composição de textos para teatro, interpretação para comédia, além de curso de cenografia. Seus textos são críticos e seus temas abordam questões sociais. “Sétimo Dia” e “Cicatrizes” são exemplos de peças que Ernandes dirigiu. Trabalhou com diversos nomes conhecidos no teatro como Prazeres Barbosa, Didha Pereira, Alessandro Brandão, os Irmãos Fernando e Adriano Guimarães, Bárbara Paz, Alice Stefânea, Fábio André, Plínio Maciel, Madelon Cabral, Lilian França, Antônia Vilarinho, Verônica Moreno, Antônio Fábio, Jeffe Moreira, dentre outros. Ernandes possui ainda pós-graduação em Direção Teatral pela Faculdade Dulcina de Moraes.

Sobre Cícero Belmar

Natural de Bodocó, município no Sertão do Araripe, Estado de Pernambuco, filho de Adrina e Cícero (Bé), nasceu no dia 20 de janeiro de 1963. Jornalista, dramaturgo, autor de romances, contos, biografias e peças de teatro. Além de escritor, tem uma larga experiência como jornalista, já tendo recebido duas vezes o prêmio Cristina Tavares de Reportagem. Ele trabalhou em redações de vários jornais e televisões em Pernambuco. Belmar começou sua carreira na escrita através do jornalismo, como ele faz questão de ressaltar – atuou por muitos anos no Jornal do Commercio, onde chegou a ser editor. Na literatura, começou escrevendo obras infantis como Os Vaga-Lumes, O Pintinho Bailarino, A Floresta Encantada, O Presente de Júlia e Sem Pé Nem Cabeça. No mesmo período, se dedicou a criar peças para crianças e jovens, a exemplo de A Floresta Encantada, Coração de Mel, Meu Reino por um Drama, Eu Não Quero Ser Gregor Samsa e Os Vaga-Lumes (as duas últimas inéditas). Outro texto seu, A Flor e o Sol, venceu em 1999 o Prêmio da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (Apacepe). Na literatura ganhou duas vezes o Prêmio Literário Lucilo Varejão, da Fundação de Cultura da Prefeitura do Recife, nos anos de 2000 e 2005, pelos romance Umbilina e Sua Grande Rival e Rossellini Amou a Pensão de Dona Bombom. Esse último também recebeu o Prêmio de Ficção da Academia Pernambucana de Letras, em 2005. Além desses dois romances, é autor do livro de contos Tudo na Primeira Pessoa, da biografia Fernando Figueira, O Homem que Arrastou Rochedos (2007/selo Escrituras) e Aqueles Livros Não Me Iludem Mais (2011/selo A Girafa), que mistura os gêneros conto e novela e foi ganhador do prêmio da Academia Pernambucana de Letras (APL), na categoria ficção, em 2013. Em 2017, mais precisamente em julho, Belmar torna-se imortal, passando a ocupar a cadeira 33 da APL, que pertenceu à escritora Lucila Nogueira, falecida em dezembro de 2016. Também recebeu o título de Cidadão do Recife.



Ficha técnica

Espetáculo: As Rivais
Dramaturgia: Cícero Belmar
Direção Geral, Cenografia e Produção: Ernandes Silva
Produção Executiva: karita Pascollato
Assistentes de Produção: Fernando Bressan e Maria Eleide
Gênero: Comédia
Segmento: Teatro
Classificação Indicativa: 10 Anos
Elenco: Clara Camarano, Genice Barego, Lucas Lima, Madelon Cabral e Maria Moreira
Xilogravura: J. Borges
Figurino e Adereços: Fátima Braga
Som e Luz: Tauana Barros
Preparação Vocal e Canto: Gislene Macedo
Preparação de Sotaque: Nathalia Ananias
Trilha Sonora Original: Caio César Costa
Sonoplastia: Rosanna de Carvalho
Maquiagem: Andréa Alfaia
Projeto Gráfico e Edição: Erik Batista
Fotografia: Humberto Araújo
Cenotécnicos: Araújo Lima e Theo Neto
Duração: 1h20
Realização: Cia EM COMMA de Teatro 
Assessoria de imprensa: Baú Comunicação Integrada

Serviço 
Espetáculo As Rivais , de Cícero Belmar com direção de Ernandes Silva
Estreia: 22 de março (sexta-feira)
Local: Centro de Ensino Fundamental 03 (QD 46 AE 01 Vila São José), em Brazlândia
Horário: 13h30 e 16h
Entrada gratuita
Não recomendado para menores de 10 anos.
Informações: 99508-4994

Divinas Tetas promete arrastar multidões no Carnaval


 Reconhecido na capital, bloco chega à sua quarta e maior edição com clássicos da música brasileira e novidades para tocar no dia 4 de março, no Setor Bancário Norte. Entrada franca.
“Ê, ê, ê, ê, ê...Dona das divinas tetas. Derrama o leite bom na minha cara. E o leite mau na cara dos caretas”. A música Vaca Profana, de Caetano Veloso, não sai da cabeça e inspira legiões de fãs. Além de ser o lema de um bloco tipicamente brasiliense e brasileiro. De volta com tudo e com seu Tropicalismo Polêmico, o Bloco das Divinas Tetas chega à sua quarta e maior edição para agitar ainda mais o Carnaval de 2019 no dia 4 de março (segunda-feira), a partir das 14h, no Setor Bancário Norte (estacionamento - em frente ao Eixinho Norte). A entrada é gratuita.


São quatro anos de bloco e de muita música para ninguém ficar parado. Além de tocar no Carnaval, o Divinas se apresenta pelas noites da capital federal e se consolidou como um dos maiores blocos e banda da cidade. Em 2017, o grupo foi eleito o melhor bloco de Brasília e ganhou prêmio do jornal Correio Braziliense.
E no repertório do Divinas não faltam nomes de peso da MPB. Caetano Veloso – que inspirou o bloco com a música que leva seu nome - Gilberto Gil, Os Mutantes, Tom Zé, Novos Baianos, dentre outros ícones do movimento tropicalista são homenageados pelo time de 14 músicos eletrizantes.
Já reconhecido por arrastarem milhares de foliões, este ano o timão promete um Carnaval ainda maior e recheado de novidades. “Nesta edição, faremos um arranjo especial de Podres Poderes, do Caetano (Veloso) e de Realce, do Gil (Gilberto Gil).  Além de homenagear Luiz Gonzaga. E todos os arranjos são bem para cima, carnavalescos. Esta é a marca do Divinas”, adianta um dos fundadores do bloco e também vocalista e baixista, Adolfo Neto.  


As clássicas que consagraram o bloco também não faltarão no repertório. Canções como Odara, de Caetano Veloso; Preta Pretinha, dos Novos Baianos; A Minha Menina, dos Mutantes; e, claro, Vaca Profana prometem fazer os foliões pularem ainda mais no carnaval que preza pelo respeito e pela harmonia. “Nosso carnaval é pra todo mundo. Aqui preconceito e violência não são tolerados. É uma festa de amor!”, realça Adolfo.

As Divinas Tetas
A força de vontade e o amor pela música uniram 14 músicos com um propósito comum em 2015: colocar um bloco na rua. Adolfo Neto (fundador / baixo / vocal), Aloizio Michael (fundador / vocal / percussão / baixo), Samyr Aissami (fundador / maestro / guitarra / vocal) e Thiago de Lima Cruz Macedo (fundador / mestre de bateria / percussão) foram os idealizadores do Divinas. Após meses debatendo ideias, eles começaram a ensaiar com músicos feras de Brasília que toparam entrar para o projeto. Isto, despretensiosamente, ainda no final de 2015. E se surpreenderam com o tamanho do sucesso quando estrearam em 2016. 
“Na época, não esperávamos que o Divinas arrastaria uma multidão. Nós fomos reunindo uma galera, inclusive conseguimos instrumentistas amigos com divulgações no Facebook.“, destaca Adolfo Neto, que também faz questão de homenagear as mulheres que compõem o bloco: Raíza Andrade (trompete), Isadora Pina (saxofone / vocal) e Liliane Santos (trombone). “As meninas do Trio Coringa comandam o brilho dos arranjos”, diz.
E foi em 2016 que o Divinas saiu pela primeira vez às ruas da cidade. O time de 14 pessoas tocou em um show “secreto” na Vila Planalto. Depois, eles foram parar direto no carnaval. Junto com os blocos Aparelhinho (Criolina) e Acabou o Gás (UruKombi), eles arrastaram mais de 10 mil foliões na estreia. “Foi e é emocionante ver a energia do público!”, exclama Adolfo.
Também fundador do Divinas, o percussionista Thiago de Lima Cruz revela: “Começamos este bloco por amor. A resposta do público é surpreendente. A gente estava afim de fazer um bloco e, de repente, o Divinas virou o que virou. Só temos que agradecer e ver que o que a gente acredita contribuiu e contribui para mais alegria e união”.
E este ano eles chegam para fazer um carnaval que vai entrar para a história do bloco. “Faremos o maior carnaval e vamos aproveitar nossa posição para lutar e apoiar causas importantes, como a campanha Folia com Respeito, que briga pelo fim do assédio, machismo e todos os tipos de preconceitos no carnaval e nas festas da cidade”, se posiciona Aloizio.
Samir Aissami, também um dos fundadores, revela: “Fazemos uma homenagem à Tropicália, que é um movimento que todos nós admiramos. Nós nos encaixamos de um jeito que me emociona. Somos muito unidos. Curtimos muito tocar estas músicas e a energia nossa passa para o público e vice-versa.”
O timão do Divinas Tetas é formado por Adolfo Neto (fundador / baixo / vocal), Aloizio Michael  (fundador / vocal / percussão / baixo), Samyr Aissami (fundador / maestro / guitarra / vocal), Thiago Delimacruz (fundador / mestre de bateria / percussão), Rudá Carvalho (teclado / voz), Guilherme Maranhão (bateria), Lucas “Tufinha” (percussão) , Thiago Bezerra (percussão / voz), Mariano Toniatti (percussão), Caio Lívio (percussão), Raíza Andrade  (trompete), Chico Oswald (saxofone), Isadora Pina (saxofone / vocal) e Liliane Santos (trombone).

Serviço
Bloco das Divinas Tetas
4 de março (segunda-feira)
Horário: 14h
Entrada gratuita
Classificação livre.
Informações no evento do Divinas Tetas no Facebook: https://www.facebook.com/events/397783164123319/

Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



Contato
Clara Camarano e Michel Toronaga
61 4101 - 1828 / 1857
Brasília - DF