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ALGUNS TRABALHOS

Documentário revela novo olhar sobre Brasília

Em Cartas de Brasília, a diretora Larissa Leite buscou, na história familiar, recursos para abordar as relações afetivas com a capital; estreia será nos 60 anos de Brasília

Foram muitas as mãos que colocaram de pé a nova capital do Brasil, inaugurada há seis décadas. E são outras tantas as mãos que escreveram e continuam a contar a história de Brasília. Depois de construída, a cidade-monumento era um convite àqueles que compartilhavam do mesmo chamado: o recomeço. A peculiar identidade da capital, tramada pela diversidade da população que nela se instalou, está ligada a quem acreditou no sonho e decidiu apostar junto, fincando novas raízes no Planalto Central.

É o caso dos 12 irmãos da família Alcântara. Ao longo de 20 anos, a partir de 1968, eles saíram do interior do Maranhão para viver o tal sonho na capital do país, que prometia mais oportunidades de emprego e estudo. Um puxando o outro, vieram todos - e aqui todos ainda permanecem. A história da migração e instalação dessa família, que se confunde com a de tantas outras que escolheram essa novidade de cidade, é contada no documentário Cartas de Brasília, com lançamento marcado para o segundo semestre deste ano.

Já em fase de montagem, o filme de estreia da diretora brasiliense Larissa Leite percorre locais da cidade - alguns clássicos, outros nem tanto - que se relacionam com a história afetiva da família Alcântara. Assim, cenários da capital são ressignificados pelo olhar de quem teve que desbravá-los quando ainda não havia referências. Elas estavam sendo criadas por eles mesmos, a primeira geração de moradores da capital. "Eu sou brasiliense graças a essas pessoas. Em uma oportunidade, as questionei sobre o que vieram buscar e o que de fato encontraram nessa cidade, assim como as trilhas que tiveram que percorrer. O filme fala dessa busca por um espaço e por uma história que seja também um legado”, afirma Larissa Leite.


A diretora é filha de Eliézer Alcântara Lima, um dos 12 irmãos retratados no curta-metragem. Com todos os irmãos ao seu lado - na vida e no elenco do filme -, Eliézer tem a trajetória destacada em Cartas de Brasília. É a partir das memórias dele, o sexto irmão a nascer e o terceiro a chegar em Brasília, que a história familiar é contada. Além disso, o filme também conta com alguns trechos narrados por Larissa. "É como se, ao observar essa história de forma privilegiada, eu pudesse propor um diálogo de gerações. Eu nasci dessa história, faço parte da primeira geração de brasilienses. Mais do que o registro de uma trajetória particular, o filme representa certa gratidão àqueles que nos abriram os caminhos. Ao mesmo tempo, é meu presente à cidade, que chega aos 60 anos com vida própria”, comenta a diretora.


"Com que sonham os homens em segredo?"


Essa pergunta, feita por Eliézer Alcântara Lima em 1972, foi uma das motivações da realização do documentário Cartas de Brasília. Ela está registrada em um papel já envelhecido pelo tempo, que ficou guardado durante décadas em uma antiga mala de viagem - a mesma que, em 1974, foi utilizada para transportar os poucos pertences de Eliézer, em sua vinda para a capital. No lugar das mudas de roupa, o maranhense conservou dentro da mala inúmeras lembranças da migração da família e dos primeiros anos de moradia em Brasília. São objetos, fotos e, especialmente, mais de uma centena de cartas trocadas entre quem já havia chegado e quem ainda estava por vir. Cartas de Brasília foi idealizado no momento em que Eliézer reabriu essa mala e revelou o rico acervo pessoal à sua filha, Larissa Leite Alcântara. Alguns trechos das cartas compõem a linguagem multifacetada do documentário, que ainda se utiliza de recursos estéticos para fazer singelas "viagens" ao passado, por meio da memória. O filme conta com o patrocínio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF).


Sobre a diretora

Larissa Leite Alcântara, de 36 anos, é jornalista, atriz e documentarista, pós-graduada em Cinema e Linguagem Audiovisual. Escreveu o roteiro, em parceria com Juana Miranda, do espetáculo Ciranda das Horas (2013) - no qual também atuou. Como atriz, também integrou o elenco de espetáculos da Cia YinsPiração, dirigida por Luciana Martuchelli. Jornalista há 12 anos, trabalhou, em grande parte da sua carreira, com a escrita. Atuou na produção e edição de conteúdo tanto em redações de veículos da imprensa, como o Correio Braziliense, quanto em agências de comunicação. Sua cobertura jornalística esteve focada nas áreas de Cultura, Educação e em conteúdos de abrangência nacional. No audiovisual, a experiência profissional ainda inclui a produção de roteiros para documentários institucionais.


Ficha técnica:


Direção e roteiro: Larissa Leite
Assistência de Direção: Gustavo Dourado
Direção de Fotografia: Marcelo Veras
1o Assistente de Câmera: Sérgio Paiva
Direção de Arte: Nadine Diel
Técnico de Som: André Ribeiro
Maquinista e Eletricista: João Bala
Maquiadora: Lanusa Pereira
Direção de Produção: Doriel Francisco
Montagem: Alex Vidigal
Finalização de áudio: Maurício Fonteles
Finalização de cor: Lucas Gesser
Trilha Sonora: Sascha Kratzer
Produção-executiva: Juana Miranda


Elenco (irmãos da família Alcântara, por ordem de chegada em Brasília - indicado no ano):
Eliésio Alcântara Lima (1968)
Edésio Alcântara Lima (1971)
Eliézer Alcântara Lima (1974)
Ernandes Alcântara Lima (1977)
Enedino Alcântara Lima (1978)
Evandro Alcântara Lima (1978)
Elidônio Alcântara Lima (1979)
Elzuíla Alcântara Lima da Ribeira (1979)
Eronides Alcântara Lima Almeida (1979)
Elzeni Alcântara Lima (1980)
Evilésio Alcântara Lima (1986)
Elzi Alcântara Lima Moraes (1988)

Redes sociais:
Instagram: @cartas_de_brasilia
Facebook: https://web.facebook.com/cartasdebrasilia/ 

Cia de Cantores Líricos de Brasília apresenta comédia O Elixir do Amor

Nemorino (Rafael Ribeiro e Roney Calazans) está apaixonado por Adina (Renata Dourado), que não lhe dá a mínima atenção. Já Dulcamara (Gustavo Rocha) é um charlatão que chega a uma cidade para vender poções mágicas. Enganado por Dulcamara, Nemorino acredita que uma poção do amor fará com que Adina se apaixone por ele. Mal sabe que foi enganado e que o suposto líquido enfeitiçado não passava de vinho de Bourbon. Adina, no entanto, está encantada pelo militar Belcore (Thiago Rocha), com quem pretende se casar. O triângulo amoroso está formado!


Este é o enredo de uma das óperas-bufas (cômica) mais famosas do italiano Gaetano Donizetti (1797-1848). L'elisir d'amore, uma realização da companhia de Cantores Líricos de Brasília, irá estrear nos dias 27 e 28 de março, respectivamente sexta e sábado, às 20h, no Teatro do Sesc Gama (Setor Leste Industrial). De lá, segue para Escola de Música de Brasília (602 Sul), onde estará em cartaz nos dias 4 e 5 de abril (sábado e domingo), também às 20h. A temporada será encerrada nos dias 17 e 18 de abril, às 20h, no Sesc Ceilândia (QNN 27 Área Especial). Entrada gratuita. Livre para todos os públicos.

E quem passar pelos teatros poderá dar boas gargalhadas. L'elisir d'amore é uma história leve, cômica e de fácil entendimento. Aliás, a Cia de Cantores Líricos pretende exatamente aproximar o gênero operístico de toda comunidade do DF.


“Faremos a obra em 1h30, de forma que fique leve e que chegue ao público. Somos bem puristas, então, cantaremos em italiano, língua original, até para não perder a essência da história. Mas terá legenda simultânea para todos acompanharem.  É uma ópera para crianças, adultos, adolescentes e idosos, enfim, para todas as gerações”, adianta Renata Dourado, fundadora da Cia de Cantores Líricos junto com Gustavo Rocha.

Para dar vida à produção, a companhia já está com ensaios intensos. No total, serão cinco solistas em cena, um coral que foi selecionado em audição e uma orquestra de câmara. A audição para seleção do coral contou com mais de 30 inscrições e abriu espaço para os cantores líricos do Distrito Federal.  Outro grande diferencial: a produção contará com a direção de cena do renomado diretor de óperas, o mineiro Francisco Mayrink. A assistência de direção é de Érica Kallina, que também dá vida à personagem Gianetta, ao lado de Luiza Lacava. Gianetta é a típica fofoqueira, que ainda tira proveito e dá em cima dos homens que têm dinheiro. 

 “A ópera lembra um pouco a história de Lisbela e o Prisioneiro, de Osman Lins. De repente, chega um cara na cidade que diz resolver tudo. Ele produz um elixir para dor de amor, para dor de cabeça, para tudo. E acaba por entrar no meio de um triângulo amoroso”, explica Dourado, que também dá destaque para o cenário, que fará o público se impressionar.

O projeto de circulação da ópera L'elisir d'amore, de Gaetano Donizetti, conta com o patrocínio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF).

Sobre L’elisir d’amore 
L'elisir d'amore é uma ópera-bufa em dois atos de Gaetano Donizetti com libreto de Felice Romani. Estreou no Teatro della Canobbiana de Milão (Itália) em 12 de maio de 1832. A obra foi criada em duas semanas, sendo uma semana para a poesia e outra para a música, a pedido do gerente do teatro, que precisava de uma peça com urgência após o compositor originalmente contratado não ter entregue a obra prometida.

Sobre a Cia de Cantores Líricos de Brasília 
A Cia de Cantores Líricos de Brasília surgiu em 2008 por meio da união de cantores líricos de Brasília que resolveram contribuir com o cenário musical da cidade. Todos os cantores realizam apresentações musicais, shows, concertos, recitais, óperas e casamentos, em performances em grupo ou solo.

Renata Dourado e Érika Kallina são sopranos e atuam tanto em produções da Cia de Cantores Líricos, quanto em outras produções musicais da cidade. Gustavo Rocha é um dos barítonos mais atuantes de Brasília e, além de cantar nas produções da companhia e em outras produções no DF, também divide a produção dos espetáculos com a soprano e produtora Renata Dourado.
Além da performance musical e cênica, os cantores ministram aulas individuais de canto.

Ficha Técnica
Atores e músicos:
Adina: Renata Dourado
Nemorino: Rafael Ribeiro e Roney Calazans
Belcore: Thiago Rocha
Dulcamara: Gustavo Rocha – doutor canastrão que vende remédio que cura tudo...
Gianetta: Érika Kallina e Luiza Lacava
Realização: Cia de Cantores Líricos de Brasília
Produção:  Renata Dourado
Direção de cena: Francisco Mayrink
Assistente de direção: Érika Kallina
Direção musical (Regente): Rafael Ribeiro
Direção artística: Sara Goulart
Assessoria de imprensa: Baú Comunicação Integrada
Assistente de produção: Gustavo Rocha
Fotografia: Karollina Kanashiro
Luz e iluminador: James Fensterseifer
Figurinista: Stephany Dourado

Serviço
Ópera L'elisir d'amore entra em cartaz pelo Distrito Federal
Data: 27 e 28 de março, sexta e sábado
Local: Teatro do Sesc Gama (Setor Leste Industrial, Lotes 620 a 680, QI 1)
Data: 4 e 5 de abril, sábado e domingo
Local: Escola de Música de Brasília (602 Sul)
Data: Dias 17 e 18 de abril, sexta e sábado
Local: Sesc Ceilândia (QNN 27 Área Especial Lote B - Ceilândia Norte)
Horário: Sempre às 20h
Entrada gratuita
Informações: https://www.facebook.com/ciadecantoresliricosdebrasilia/ ou pelo telefone: (61) 99328-5179
Classificação livre

Matrículas estão abertas no Instituto de Belas Artes

Teatro Musical, Teatro e Design & Produção, onde se aprende sonoplastia, iluminação, cenografia, efeitos especiais, figurino e maquiagem cênica. Brasília acaba de ganhar um novo espaço dedicado às artes. Crianças, adolescentes e adultos, iniciantes e avançados, terão oportunidade de adentrar de forma lúdica em um mundo encantador, estudar com profissionais renomados e ainda ter a experiência de imersão na língua inglesa.

Fundado pelos empresários das artes Stevan Corrêa e Luciana Maia, o Instituto de Belas Artes ganha um espaço que visa o profissionalismo e a educação artística de qualidade. Localizado na QL 18 do Lago Sul, o novo espaço abre as portas no dia 27 de fevereiro de 2020 com uma proposta diferenciada para os artistas e apreciadores das belas artes. As matrículas já estão abertas e podem ser feitas pelo formulário disponível no site www.institutodebelasartes.com.

Os cursos oferecidos compreendem os três aspectos das artes performáticas (atuação, canto e dança), bem como o processo da produção de um espetáculo. De 27 de fevereiro até 5 de dezembro, quem estudar na sede terá aulas integralmente em língua inglesa, pois todas as oficinas e espetáculos acontecem integralmente em inglês, mantendo a fidelidade às obras originais.


“Nosso carro-chefe é o Teatro Musical e as aulas e apresentações são todas em inglês. Queremos promover o ensino desta língua de forma dinâmica e também oferecer uma opção para o público internacional que mora ou passa por Brasília. E quem ainda não tem familiaridade com o inglês conta com a ajuda dos demais estudantes em um buddy system”, afirma a diretora, produtora, coreógrafa, atriz e cantora, Luciana Maia.

Os professores do Instituto de Belas Artes têm experiência de no mínimo 10 anos de cursos e trabalhos no exterior, reconhecidos inclusive com premiações internacionais em suas áreas de atuação.

“Nós prezamos pelo profissionalismo e trabalhamos habilidades fundamentais para o futuro de nossos estudantes, tanto no mercado de trabalho quanto para a vida”, afirma o dramaturgo, diretor, músico, ator e produtor, Stevan Corrêa.

Em 2020, os estudantes da turma de Teatro Musical infantil e juvenil irão montar o espetáculo Shrek, The Musical. Já a turma de Teatro Musical adulta irá interpretar Little Shop of Horrors. Enquanto a turma de Teatro adulta vai encenar a produção Almost an Evening and Other Stories.

“Quem se matricular em Design & Produção vai aprender na prática trabalhando nesses três espetáculos. Os estudantes participarão da cenografia, iluminação, sonoplastia, dentre outros trabalhos técnicos”, diz Stevan.

A dupla é dinâmica e promete encantar os interessados. Luciana e Stevan acumulam experiência em teatro, dança, música, direção, dramaturgia e produção. Nos Estados Unidos e no Brasil, eles já montaram diversos espetáculos.

“O Instituto existe desde 2012. Já produzimos espetáculos como The Wall – o Musical, do Pink Floyd, Grease e Matilda, entre tantos outros. Até 2019, trabalhávamos em parceria com ouras instituições como escolas bilíngues, universidades e espaços de arte da cidade”, conta Luciana, animada com a abertura do novo espaço na beira do lago, que exala conforto e elegância e conta, inclusive, com um Parent Lounge, onde os pais podem ficar à vontade e relaxar enquanto seus filhos têm aulas.


Cada curso conta com quatro horas-aula semanais. Os estudantes poderão cursar às terças e quintas-feiras, ou aos sábados pela manhã ou tarde. Confira as opções de cursos e horários em www.institutodebelasartes.com.

Sobre o Instituto de Belas Artes
O Instituto de Belas Artes nasceu do sonho de trazer ao Brasil o mesmo nível de excelência encontrado em instituições de ensino e companhias teatrais dos Estados Unidos. Luciana Maia, como diretora artística, e Stevan Corrêa, como diretor executivo, empregam toda a sua experiência internacional ao criar uma comunidade artística que seja comprometida em atingir patamares elevados de qualidade.

Conheça os fundadores

Mrs. Luciana Maia
Mrs. Luciana Maia é diretora, produtora, coreógrafa, cantora e atriz com experiência internacional nos mais variados estilos teatrais: de Shakespeare aos musicais da Broadway. Sua formação artística e acadêmica passou por renomadas instituições estadunidenses, como Alvin Ailey (NYC), Harding Fine Arts Academy (OKC), Ann Lacy School of Dance (OKC), Wanda L. Bass School of Music (OKC) e Dance Arts Centre (ATL). Seu diploma com honras é do curso de Belas Artes em Atuação e Direção pela Oklahoma City University. É, ainda, diretora artística e professora do Instituto de Belas Artes, docente do curso de graduação em Teatro do IESB e Drama Teacher no programa Bilíngue do Colégio Mackenzie. Maia foi também responsável pela implementação do programa vigente de Drama na Escola Canadense de Brasília (Maple Bear). Atuou no exterior em diversos espetáculos, dentre eles, musicais como 9 to 5 (Oklahoma City Musical Theatre and Opera Company), Beauty and the Beast, Dreamgirls, Disney Magic, Ragtime (Poteet Theatre) e Jane Austen’s Christmas Cracker (Reduxion Theatre Company).  Dirigiu espetáculos como The Wall, o Musical, The Pillowman, Evil Dead - Uma Comédia Musical, Mulan Jr., Grease Jr. e Matilda, bem como fragmentos de Newsies, The Sound of Music, Charlie & the Chocolate Factory, The Lion King, Mary Poppins, Hairspray, Wicked e Shrek - The Musical. Recentemente, lecionou os cursos de extensão de Ballet Clássico e de Theatre Dance (Chicago Workshop) do Teatro IESB. Atualmente é também coreógrafa do musical Footloose, produzido pela American School of Brasília (EAB).



Mr. Stevan Corrêa
Mr. Stevan Corrêa é diretor, produtor, dramaturgo, compositor, versionista, instrumentista, ator, cantor, instrutor de stage combat, cenógrafo, sonoplasta e iluminador premiado nos Estados Unidos da América por seu trabalho na temporada de cinco espetáculos do Poteet Theatre (EUA), em 2013. Diretor executivo e professor no Instituto de Belas Artes, lecionou Teatro no curso de dança do Instituto Federal de Brasília - IFB, na Maple Bear Canadian School (Brasília) e na Harding Fine Arts Academy (Oklahoma City). Em 2019, ministrou um workshop de Produção Teatral com ênfase em iluminação e sonoplastia para os estudantes do curso de Teatro do IESB.  Participou de dezenas de espetáculos no Brasil e no exterior, dentre eles: The Wall, o Musical; Um Conto de Halloween (baseado em O Estranho Mundo de Jack); The Sound of Music; Fences; Disney Magic; 9 to 5; Dreamgirls; Ragtime; Oliver; Beauty and the Beast; Beyond the Stratosphere; Noir; The Pillowman; Evil Dead - Uma Comédia Musical; Mulan Jr.; Grease Jr. e Matilda, The Musical.

Serviço
Cursos do Instituto de Belas Artes
Data: 27 de fevereiro de 2020 (início das aulas)
Local: Sede do Instituto de Belas Artes, SHIS QL 18
Matrículas e informações: www.institutodebelasartes.com
Valor da mensalidade: R$ 399,90
Telefone/WhatsApp: (61) 99955-3009
E-mail: contato@institutodebelasartes.com

Romance sobre o início da miscigenação brasileira será lançado na Embaixada de Portugal

O escritor Carlos Magno de Melo lança no dia 27 de novembro seu mais novo livro:  “Guaibimpará Caramuru: das areias às estrelas”. A novidade sai pela editora Thesaurus. A sessão de autógrafos acontece na Embaixada de Portugal, das 18h às 22h, com acesso livre e gratuito. Na ocasião, o Embaixador Jorge Cabral e a ministra-conselheira da Embaixada, Alexandra Pinheiro, conduzem um bate-papo com os presentes sobre a importância da cultura dos estudos relativos ao período da colonização do Brasil. O encontro traz ainda a jornalista e escritora Daniela Migliari, que abordará a influência das raízes brasileiras na busca do autoconhecimento.



 A obra conta a história de Diogo Alvez Correia, o Caramuru, sua chegada ao Brasil e seu casamento com Guaibimpará, a Paraguaçú. “Eu estava morando na Bahia quando o Victor Alegria (escritor, editor e fundador da editora Thesaurus) foi passar uns dias comigo e me convidou para escrever a história. Não havia muitos relatos sobre o Caramurú, então o livro tornou-se uma aventura para explorar os fatos históricos”, explica Carlos Magno.

 Carlos conta que, de início, teve receio de assumir a responsabilidade de trazer à luz um personagem histórico de tamanho peso tanto para o Brasil quanto para Portugal, mas ao longo de três anos de pesquisa, o autor se envolveu intimamente com o processo. “Comecei a situar o Diogo Alvez Correia em seu período histórico – época das grandes navegações portuguesas. Hoje eu tenho uma alegria muito grande de ter feito este trabalho. A cada página que escrevia, descobria que o livro estava me mostrando o caminho que eu deveria trilhar”, conta o autor.

 Baseado em fatos reais, “Guaibimpará Caramuru: das areias às estrelas” narra o primeiro casamento entre uma índia brasileira e um português. “A Paraguaçú foi a primeira mulher de todas as Américas a casar com um fidalgo na corte francesa e na igreja. Pesquisando a certidão de casamento dela, que hoje se encontra no Canadá, descobri que o nome verdadeiro da Paraguaçu é Guaibimpará”, explica, animado, o autor. Catarina Álvares Paraguaçu (nome de batismo católico) foi uma indígena Tupinambá, da região onde hoje é o estado da Bahia. Seu nome de nascimento, “Guaibimpará”, significa “mar grande”, como registra frei Santa Rita Durão em seu poema “Caramuru”.

 O romance é plano de fundo para discussão de diversos fatos históricos como a importância da navegação para a política e economia da Europa, a chegada dos portugueses no Brasil e a relevância da miscigenação para a formação do País enquanto nação e para as relações com Portugal. O livro traz personagens icônicos da história mundial, como Cristóvão Colombo, D. João II, Bartolomeu Dias e Pedro Álvares Cabral. Confira um trecho da obra:

 “O público se acomodou quando entrou Guaibimpará. Ela recusara, na última hora. Desistiu da roupa cara e desconfortável. Vestiu-se com uma túnica branca até os pés. Ao invés do véu, colocou uma pena vermelha, longa e elegante, nos cabelos negros, tal qual as asas da graúna, pássaro que ali ninguém conhecia. Um comprido colar de conchas coloridas. Sementes. Pedrinhas. Pulseira de sementes pequenas. Foi assim que Guaibimpará, a Paraguaçu, entrou para se casar e ter a rainha como madrinha.”


 O livro estará disponível para compra durante a sessão de autógrafos por R$ 58. Para quem quiser adquiri-lo após a noite de lançamento, basta acessar o perfil do autor https://www.facebook.com/carlosmagno.melo.3 e encomendar a obra autografada por R$ 80 (custo do livro + valor de envio pelos Correios) ou solicitar à editora Thesaurus pelo número (61) 3344-3738.

 O autor

Aos 14 anos, Carlos Magno escreveu seu primeiro poema e enviou para a Folha de Goiás, maior jornal do estado na época. No domingo seguinte, o poema foi publicado na primeira página do suplemento literário, ilustrado por Tancredo de Araújo, um dos grandes pintores da nossa atualidade. Nos anos seguintes, continuou publicando poemas e contos nos jornais da cidade, até se mudar para Brasília, onde se formou em medicina. Mas a literatura nunca abandonou o coração do goiano. Em 2000, durante uma viagem à Romênia para um evento de promoção da língua portuguesa, Carlos comentou com Victor Alegria que havia escrito um livro ainda não publicado. “Ele disse que para eu mandar para ele que, se fosse bom, ele publicaria”, relembra o autor. No mesmo ano “Bar Castelo” foi publicado, dando início a uma agitada carreira literária com 12 títulos já publicados, incluindo “Guaibimpará Caramuru: das areias às estrelas”.

 SERVIÇO
Lançamento e noite de autógrafos do livro “Guaibimpará Caramuru: das areias às estrelas”

Data: Quarta-feira, dia 27 de novembro
Horário: das 18h às 22h

Entrada livre e gratuita

Valor do livro na hora: R$ 58

Compra on line pelo perfil do autor https://www.facebook.com/carlosmagno.melo.3 – livro autografado: R$ 80 (custo do livro + valor de envio pelos Correios).

Compra pela editora: solicitar a edição à Thesaurus pelo número (61) 3344-3738.

3ª edição do Festival de Cinema do Paranoá abre inscrições gratuitas



São centenas de histórias nas telonas do cinema. O 3º Festival de Cinema do Paranoá 2019 chega para criar laços e fortalecer o protagonismo. O produtor cultural, diretor, roteirista e ator potiguar radicado em Brasília, Januário Jr., prova que é possível incluir o cinema como ferramenta de integração comunitária. E é no Paranoá que a iniciativa foi plantada por ele e repercute fortalecendo cada vez mais a formação de plateia e cultura da região. Januário, que reside na cidade há mais de dez anos, realizou em 2016 a primeira Mostra Curtas Paranoá. A mostra cresceu e se transformou em festival em 2018, com direito a aplausos e a inserção da comunidade do Distrito Federal no mercado cinematográfico.
Para a terceira edição, o FestCineParanoá traz mais novidades em sua programação. Serão mostras, oficinas, protagonismo feminino e sessão para pessoas com deficiência auditiva. De 21 a 27 de outubro, o cinema tomará conta das escolas, das ruas e do Centro de Desenvolvimento e Cultura do Paranoá e Itapoã - CEDEP (Qd 9 Conjunto D Área Especial 1).


E quem não se inscreveu, ainda dá tempo. Até o dia 16 de agosto, a curadoria recebe filmes de até 20 minutos de todo território nacional. O regulamento e mais informações inscrições gratuitas estão no site: http://festcineparanoa.com.br .
Até agora, mais de 200 filmes foram inscritos para participar do festival, que traz a temática Protagonismo e Diálogos Horizontais. Mostra Competitiva Nacional, Mostra Competitiva Distrital e Cidades do Entorno do DF, Mostra Interativa para Surdos, Mostra Universitária e Mostra Estudantil Distrital e Cidades do Entorno do DF vão compor a programação.
“Podem ser produções de qualquer gênero. Nosso intuito é abrir portas e garantir a diversidade. E 25% dos selecionados serão filmes de autoria feminina. Queremos fortalecer o protagonismo feminino no audiovisual. Além disso, optamos por trabalhar com uma equipe local para enaltecer ainda mais o polo de arte e dar visibilidade para uma galera que está fazendo cinema no Paranoá”, pontua uma das coordenadoras, Patrícia Antunes.
Sobre a temática de 2019, a coordenadora e produtora executiva Luciana Holanda explica: “O festival deseja favorecer o diálogo horizontal e libertador. Temos que estar ali, todos no mesmo chão, nos comunicando diretamente. Queremos também afirmar o protagonismo das periferias e seus sujeitos, dando espaço e voz às suas autênticas e legítimas narrativas”.
Neste ano, os vencedores do 3º Festival de Cinema do Paranoá levarão para casa o Troféu Oficial do Festival, além da premiação em dinheiro. Serão R$ 17 mil divididos entre as categorias, dentre melhor filme, atuação, direção, direção de fotografia, montagem e outros. Os filmes selecionados serão divulgados nos canais oficiais do festival e na imprensa.
“É muito gratificante iniciar esta ponte entre realizadoras e realizadores do Brasil inteiro e a comunidade. Queremos estimular o ‘papo de cinema’, onde as pessoas falem sobre o festival e comentem sobre os filmes pelas ruas, no ônibus e nas conversas do cotidiano”, destaca Januário Jr.
A 3ª edição do festival é uma realização da Oitava Arte Produções com recursos do FAC – Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, com vários apoios e parcerias de instituições e empresas da cidade e do DF.
  

Sobre o Festival de Cinema do Paranoá
Criado em 2016, na época como mostra, o hoje Festival de Cinema do Paranoá é uma janela de fortalecimento da diversidade, um ambiente onde há partilha de saberes, culturas e valores que promovem a integração de diferentes manifestações e linguagens artísticas. Tudo isto a partir do cinema de curtas-metragens paranoaenses, distritais e nacionais. Explorando novas dimensões e criando sinergias capazes de projetar vozes e reafirmar o protagonismo das legítimas narrativas dos movimentos de periferia, o festival abre espaço também para o aprendizado, intercâmbios e reflexões críticas, visando a construção de uma sociedade plural capaz de transformar vidas e mentalidades.
Programação completa na Página do Facebook e Instagram do Festival https://www.facebook.com/FestCineParanoa/  @FestCineParanoa
e no site oficial: http://festcineparanoa.com.br
Serviço
3ª edição do Festival de Cinema do Paranoá
De 21 a 27 de outubro
Local: Escolas, ruas e no Centro de Desenvolvimento e Cultura do Paranoá CEDEP (Qd 9 Conjunto D)
Entrada gratuita
Informações e inscrição: http://festcineparanoa.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/FestCineParanoa/ -  @FestCineParanoa
Instagram:  @FestCineParanoa

Amadurecimento e autoperdão são temas de obra de literatura fantástica

A obra Evelyn no Descoberto discute perdão e amor-próprio numa trama fantástica sobre uma jovem que precisa sobreviver a desafios e provações enquanto é perseguida por uma criatura maligna. O antropólogo Túlio Villafañe lançará o livro durante coquetel no dia 10 de julho, quarta-feira, a partir das 19h, no restaurante Carpe Diem (104 Sul). A novidade traz ilustrações de Rafaela Sukiyama e sai sob o selo da editora portuguesa Chiado Books.


Apesar de ser ambientada num mundo de ficção, a narrativa trata de assuntos reais, atuais e necessários. "É um livro com várias camadas. Você pode ler como uma aventura, uma jornada de crescimento pessoal cheia de ação. Nesse sentido, é um livro descontraído", comenta Túlio. "Mas também pode perceber que, por detrás de algumas metáforas, estou discutindo questões sérias e temas adultos. Já recebi feedback de leitores que disseram que se divertiram muito e outros que me escreveram chorando porque tinham se identificado", completa. 

Fotos: Felipe Costa
A obra gira em torno de uma jovem que se vê caçada por um monstro perigoso. "O livro é uma síntese de muitas experiências e reflexões que tive ao longo dos últimos dez anos. Os dois primeiros capítulos foram ideias que tive ainda no ensino médio. Eu sabia que um dia iria escrever essa história, mas ainda não tinha maturidade nem disciplina para isso. Já os capítulos finais têm personagens e cenários que vieram de outros contos que escrevi ao longo da vida", revela o autor.


Escrever uma história permeada de simbolismos não foi difícil para quem estudou sobre a complexidade do ser humano. "A maior ferramenta de um antropólogo é a palavra. Ela é nosso instrumento de trabalho", pontua. "Depois da faculdade, atuei como professor por vários anos até chegar ao jornalismo gastronômico com o site 3 Talheres. Em todo esse tempo, a literatura de ficção sempre esteve presente e me acompanhou em todas as minhas atividades", explica. Na noite de lançamento, Túlio também dará autógrafos e brindará à publicação com taças de vinho branco.

Sinopse oficial
Nessa fantasia de aventura, os desafios e ameaças se descortinam até mesmo das aparências amáveis. Essa é uma jornada de amadurecimento e coragem, acelerada e intensa. Ainda que o sofrimento seja inevitável, Evelyn viverá para se perdoar.


Serviço
Lançamento do livro Evelyn no Descoberto, de Túlio Villafañe
Dia 10 de julho, quarta-feira a partir das 19h
No Carpe Diem (SCLS 104 Bloco D loja 1)
Informações: 3325-5301
Entrada franca
Classificação livre

Ficha técnica
Evelyn no Descoberto
Autor: Túlio Villafañe
Páginas: 192
ISBN: 978-989-52-5026-4
Editora: Chiado Books
Preço médio: R$ 35 
Livro à venda no site da Chiado Books. Pode ser encomendado também nas principais livrarias online: 

Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



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