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ALGUNS TRABALHOS

Cia Mário Nascimento celebra duas décadas de dança

Música, dança, poesia e um reverberante impulso para a criação. A companhia Mário Nascimento completa seus 20 anos em 2018 e, para celebrar, passará pela capital federal para apresentar dois espetáculos imperdíveis. Zhu estará em cartaz nos dias 13 e 14 de setembro (quinta e sexta-feira), às 20h, na Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul Q.D 04). Garrafa Enforcada encerrará a temporada nos dias 15/09, sábado, às 20h; e 16/09, domingo, às 19h. Ingressos: R$ 15 (meia-entrada).


Zhu, que em chinês significa bambu, é um signo de resistência, de movimento, da suavidade e maleabilidade frente aos percalços da vida. Por ser considerado um dos materiais mais resistentes e flexíveis da natureza, a cia Mário Nascimento buscou no bambu a metáfora para o sentido de resistência e também a inspiração para as qualidades e possibilidades de movimento que são desenvolvidos ao longo do espetáculo. Mário assina a direção e Rosa Antuña a assistência de direção. “Falamos da resistência dos corpos e de desafiar os seus limites. E, também, da resistência no sentido de sobreviver de arte, de resistir com suavidade”, destaca Mário. 


O espetáculo Garrafa Enforcada foi inspirado no livro História dos Nossos Gestos (1976), de Câmara Cascudo. A peça, que teve sua estreia em 2016, banha-se nos gestos descritos por Cascudo. O livro mostra a perpetuidade muitas vezes milenar de nossos gestos, a primeira linguagem humana. "O gesto é anterior à palavra. Dedos e braços falaram milênios antes da voz. As áreas do entendimento mímico são infinitamente superiores às da comunicação verbal. A mímica não é complementar, mas uma provocação ao exercício da oralidade. Sem gestos, a palavra é precária e pobre para o entendimento temático", observa Cascudo no livro.  Sob a direção de Mário Nascimento e Rosa Antuña, Garrafa Enforcada viaja pela temática. Um verdadeiro mergulho na ancestralidade gestual do povo brasileiro, com ecos da África, da Península Ibérica e das etnias ameríndias.

A companhia Mário Nascimento nasceu em São Paulo, mas atualmente instalou-se na capital mineira, Belo Horizonte. São 20 anos de história, de uma pesquisa que baseia-se na conexão entre dança e música. Dirigida por Mário Nascimento, a cia mescla dança contemporânea com dança de rua, teatro físico, artes marciais, poesia e voz como recursos cênicos e sonoros. Nomes como Rosa Antuña integram o grupo, um dos mais reconhecidos do país no gênero. O projeto “Circulação Cia Mário Nascimento 20 Anos” conta com o patrocínio da Caixa.


Sensibilidade nos palcos
A companhia Mário Nascimento trabalha atualmente com oito artistas, todos com idades, formações e composições físicas diferentes. Compõem o elenco Dalton Wallison, Eliatrice Gichewiski, Fábio Costa, Jorge Ferreira, Ludmila Ferrara, Mariana Chalfum, Mário Nascimento e Rosa Antuña.
A bailarina Rosa Antuña é, ainda, responsável pelas vozes ao vivo presentes no espetáculo Zhu. “O amadurecimento de Rosa permite uma enorme liberdade de criar com o grupo. Gosto de trabalhar com uma equipe com gente experiente e com o frescor e sabedoria dos jovens.”, coloca Mário Nascimento.

E é este frescor que permeia os movimentos, a poesia e a sutileza da companhia.

Ficha técnica
Zhu 
Direção e coreografia – Mário Nascimento
Assistente de direção – Rosa Antuña
Trilha sonora – Fábio Cardia
Elenco – Dalton Wallison, Eliatrice Gichewiski, Fábio Costa, Jorge Ferreira, Ludmila Ferrara, Mariana Chalfum, Mário Nascimento e Rosa Antuña
Figurino – Mário Nascimento e Rosa Antuña
Criação de luz – Mário Nascimento e Sidnei Honório
Produção geral – Herivelto Campos
Duração – Aproximadamente 60 minutos
Classificação Livre




Garrafa Enforcada

Direção e coreografia – Rosa Antuña e Mario Nascimento
Trilha sonora – Fábio Cardia
Elenco –  Dalton Wallison, Eliatrice Gichewiski, Fábio Costa, Jorge Ferreira, Ludmila Ferrara e Rosa Antuña
Figurinos: Mário Nascimento
Produção geral– Herivelto Campos
Cia Mário Nascimento 
Criada em São Paulo pelo coreógrafo Mário Nascimento e pelo compositor Fábio Cardia, a Cia MN estreou seu primeiro trabalho, Escapada, no Centro Cultural São Paulo, dentro do projeto "Brasil/Portugal — 500 Anos do Descobrimento", a convite do curador Marcos Bragato, em 1998. Pelo trabalho, Mário Nascimento ganhou o prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) como melhor coreógrafo naquele ano. Escapada foi levado em turnê para a Alemanha, com apresentações em Hamburgo, na Bienal de Essen e em Colônia, no ZeigenTanztheater. Recebeu críticas em jornais importantes como o Morgen Post e o Bergedorfer Zeitung. Em 2002, a Cia MN transferiu-se para Belo Horizonte, Minas Gerais. A partir de então sua intensa atividade permitiu-lhe não só manter um fluxo constante de novos espetáculos, com pelo menos uma estreia por ano, como também consolidar e desenvolver sua linguagem, à medida em que foi incorporando experiências e agregando artistas, como Rosa Antuña, que completa quatorze anos na companhia. Em 20 anos de atividade foram 14 espetáculos que circularam por todo o país e o exterior, angariando diversos prêmios e o reconhecimento do público e da crítica. Entre os espetáculos que marcaram a trajetória do grupo é possível destacar Escambo, Escapada, Faladores, Território Nu, Nômade, Zhu e Garrafa Enforcada.



Serviço: 

Circulação Cia Mário Nascimento 20 anos
Zhu - 13/09 e 14/09 (quinta e sexta-feira), às 20h.
Garrafa Enforcada -15/09 (sábado), às 20h, e 16/09 (domingo), às 19h.
Local: Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul QD 04)
Ingressos: R$ 15 (meia-entrada).
Informações: (61) 3206-9448 e (61) 3206-9449
Bilheteria: (61) 3206-6456
Classificação livre.

Mulheres do Barroco são redescobertas e revividas em concertos e CD

A música barroca, que teve como seu grande expoente o eterno compositor Johann Sebastian Bach (1685-1750), caracterizou-se pelo extenso uso da polifonia e do contraponto. Dando ênfase a esta música tocante e atemporal, o grupo brasiliense Estúdio Barroco pesquisou e descobriu  composições feitas por mulheres deste período, vindo assim a difundir a música barroca originária da criatividade feminina.

Criado na capital federal, o Estúdio Barroco é um quarteto formado, em sua maioria, por professores da Escola de Música de Brasília e por músicos autônomos de renome nacional e que atua desde 2004.
Ana Cecília Tavares (cravo), André Vidal (canto), Cecília Aprigliano (viola da gamba) e Sueli Helena (flauta doce) vão lançar o CD Damas Virtuosas na terça-feira (21/08), às 21h, no Clube do Choro de Brasília (Eixo Monumental) e na quinta-feira (23/08), às 21h, no Teatro da Escola de Música de Brasília (602 Sul). O concerto será apresentado dentro da série Concerta EMB. Não recomendado para menores de 14 anos. Os CDs estarão disponíveis para venda nos intervalos das apresentações ao preço de R$ 20.

Em Damas Virtuosas, o Estúdio Barroco faz uma releitura de composições de mulheres do período que perpassou os séculos 17 e 18. Uma verdadeira ode às compositoras ainda poucoreconhecidas e com poucos registros na música erudita.

O repertório conta com belas composições das musicistas Julie Pinel (1710 – 1737), Elisabeth Jacquet de la Guerre (1665 – 1729), Antonia Bembo (1640  –  1720), Anna Amalia Vonn Preussen (1739 – 1757) e Mary Dering (1629 – 1704).

“As composições são frutos do trabalho de pesquisa do cantor André Vidal. Foram encontradas através de bibliotecas de partituras, todas originais. Hoje, temos facilidade em acessar estas coleções pela própria internet”, destaca a musicista e integrante do grupo, Cecília Aprigliano.

E são estas partituras originais que foram gravadas no álbum Damas Virtuosas. A Gravação do CD Damas Virtuosas tem o patrocínio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal e do FAC - Fundo de Apoio à Cultura.
 
Mulheres do Barroco
O material é de pouco registro na música erudita, mas de muito requinte nas composições assinadas por elas.  Mulheres compositoras, expressões do período Barroco. Motivado por estas partituras de pouco acesso, o quarteto decidiu difundir a música barroca e a criatividade feminina deste período da história da humanidade. 

“No período Barroco (séculos 17 e 18), a participação feminina no mundo das artes estava restrita ao âmbito doméstico. Era comum ter senhoras musicalizadas, que sabiam tocar instrumentos e cantar. No entanto, poucas ultrapassaram a barreira do universo privado e chegaram a mostrar seu trabalho publicamente, como Francesca Caccini. Outras, por outro lado, só tiveram o talento revelado anos depois com a ajuda de pesquisadores”, destaca Cecília Aprigliano.

O resultado revela e traz para as luzes da ribalta estas mulheres, além de representar um material de extrema valia para a música universal e projetar a riqueza da produção de música erudita no Distrito Federal.

CONHEÇA O ESTÚDIO BARROCO
Sueli Helena de Miranda – Flauta Doce
Por meio do programa Bolsa Virtuose do Ministério da Cultura do Brasil, Sueli Helena de Miranda aperfeiçoou‐se em flauta doce no Conservatório Real de Bruxelas (Bélgica) com o flautista Bart Coen. Na mesma ocasião, estudou interpretação da música italiana com o flautista e  pesquisador Peter van Heyghen. Possui também formação em flauta transversal, tendo sido Odette Ernest Dias sua principal orientadora. Graduou‐se em Música pela Universidade Federal de Uberlândia (MG). Em 2011, participou do 43º Curso Internacional de Música Antiga de Urbino (Itália), onde estudou com o flautista HanTol. Em 2013, participou como artista convidada, juntamente com o Estúdio Barroco, da IV Semana de Música Antiga da UFMG. Entre 1994 e 2014 atuou como professora de flauta doce na Escola de Música de Brasília.Gravou com o grupo Estúdio Barroco um primeiro CD em 2007 e o segundo em 2017.

André Vidal – Canto
Mestre pela Royal Academyof Music de Londres, André Vidal especializou‐se em Música de Câmara e Música Antiga com Glenville Hargreaves, Jonathan Papp e Ian Partridge. Foi premiado no II Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão, em 2001, e no Helen Eames Prize para intérpretes de música Barroca, em 1998, em Londres. Cantou em The Rake’s Progress (Salem) no Teatro Municipal de São Paulo, sob direção de Jorge Takla e Jamil Maluf; Requiem, de Mozart, com a Sinfônica  de Sergipe e regência de G.Mannis; e a Sinfonia nº 9, de Beethoven, com a Sinfônica de Minas Gerais sob regência de R. Tibiriçá. Dedica‐se também à composição, tendo suas peças apresentadas no Brasil e no exterior, e publicadas nos EUA pela CantusQuercus Press. Leciona Canto Erudito na Escola de Música de Brasília e coordena o grupo PerSonare.

Cecília Aprigliano – Viola de Gamba
Cecilia Aprigliano nasceu no Rio de Janeiro. Desde 1993 mora em Brasília. Em 1995 integrou o quadro de professores da Escola de Música de Brasília onde criou o curso de viola da gamba a nível básico e técnico. Atuou como professora em quatro Cursos Internacionais de Verão do CEP/EMB. Estudou em Nova Iorque com a gambista Judith Davidoff na Universidade de Columbia/NY e obteve os títulos de Master of Arts e Master of Education in Music. Fez especialização com a gambista Jane Hershey (2001/Boston) e com a gambista Marianne Müller (1997/Lyon). Desde 2004 realiza  colaborações com outras áreas das artes atraves de  com performances envolvendo artes visuais e dança.  Apresentou a performance O Livro de Fundo em Brasília, Fortaleza, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Em 2017 o concerto/performance Solitude.. Participa de series musicais no CCBB do Rio de Janeiro e Brasília desde 1997. Integrou a orquestra barroca da Opera Orfeu de Monteverdi no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 2007 sob a regência do cravista Marcelo Fagerlande.  Em 2008 participou como palestrante da V Semana do Cravo da UFRJ. Por quatro anos consecutivos organizou a Semana da Viola da Gamba do CEP/ Escola de Música de Brasilia. De 2010 a 2014 ministrou aulas de viola da gamba na Mostra de Instrumentos Antigos da UFPE. Em 2014 e em 2018 juntamente com o tenor Andre Vidal, foi responsável pela direção musical da montagem Barca di Venezia Per Padova de Adriano Banchieri em temporada no CCBB/Brasília e em itinerância no SESC/Brasilia.  Integrante fundadora do quarteto Estúdio Barroco desde 2004. Atualmente é presidente da Associação Brasileira de Viola da Gamba.

Ana Cecilia Tavares – Cravo
Natural do Rio de Janeiro, é radicada em Brasília. Mestre em cravo pela UFRJ, fez especialização na França com a cravista Huguette Dreyfus no ciclo de Perfectionnement em cravo no Conservatoire national de Région de Rueil Malmaison, tendo obtido os prêmios Prix d’Excellence e Prix de Virtuosité. Vencedora do VI Prêmio Eldorado de Música em São Paulo, gravou disco solo comobras de Marchand e Bach pelo selo Eldorado. Gravou ainda álbuns camerísticos com o Estúdio Barroco e com o Trio Barroco de Brasília e o CD para cravo soloBach/Froberger. Com o cravista Marcelo Fagerlande, lançou gravação da obra A Arteda Fuga, de J.S. Bach, em versão para dois cravos (2010), e o CD Originais e Transcrições (2017). Foi professora em Cursos Internacionais de Verão da Escola de Música de Brasília, deu aulas de cravo no CEP-Escola de Música de Brasília, ministrou curso de extensão naUFRJ e publicou resenha na revista francesa Revue de Musicologie.

Serviço
Concerto de lançamento do CD Damas Virtuosas, com André Vidal (canto), Sueli Helena (flauta doce), Cecília Aprigliano (viola da gamba) e Ana Cecília Tavares (cravo)
Data: 21 de agosto (terça-feira)
Horário: 21h
Local: Clube do Choro de Brasília (Eixo Monumental)
Ingressos: R$ 15 (meia-entrada) à venda na bilheteria das 10h às 21h30, disponíveis também bilheteriadigital.com
Informações: 61-3224-0599
Não recomendado para menores de 14 anos


Data: 23 de agosto (quinta-feira)
Horário: 21h
Local: Teatro da Escola de Música de Brasília (602 Sul)
Ingressos: R$ 10 (meia-entrada) disponíveis em bilheteriadigital.com
Informações: 3901-6589 e 3224-0599
Não recomendado para menores de 14 anos.  

Projeto Entrecruzados dança por entre as artes e a tecnologia

As artes falam entre si, se comungam e se complementam. Não à toa, obras de arte banham-se na literatura, na música, na dança e em outras vertentes artísticas para dar seu recado final. Foi pensando nesta mistura, no avanço tecnológico e na inserção cada vez mais crescente da internet, que já há tempos se mescla com as artes, que as artistas Laura Virgínia e Luísa Lemos idealizaram o projeto Entrecruzados.

Como o nome sugere, Entrecruzados nasce do encontro entre as artes e a tecnologia. Resultado: o projeto dará origem a uma série de ensaios virtuais e a um evento presencial que será apresentado na cidade do Rio de Janeiro e na capital federal. Como pano de fundo, a montagem dialoga o que nos parece estrangeiro, global e nacional do multifacetado século 21.


Os ensaios virtuais acontecem via internet nos dias 11 e 18 de agosto, sempre aos sábados, às 13h, no link que estará disponível na página do projeto: www.entrecruzados.com.br.

Já o evento presencial estreará na cidade do Rio de Janeiro (RJ) no dia 30 de agosto, às 19h, no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (R. José Higino, 115 - Tijuca, Rio de Janeiro). Em Brasília, o evento estará em cartaz no dia 1 de setembro, às 19h, no Centro de Dança do DF (SAN Quadra 1). A entrada é franca. Classificação livre para todos os públicos.

Dança, poesia, vídeo, fotografia, literatura, encenação, música e performance. No encontro entrecruzado todas estas artes terão vez. A dança terá como representantes de Brasília, Laura Virgínia e Soraia Silva, que vão se encontrar virtualmente e depois ao vivo na cidade do Rio de Janeiro com Mariana Pimentel. Juntas, elas realizarão solos baseados nos conceitos do transcontinental e do estrangeirismo, além de fazerem performances espelhadas em elementos da natureza.

“Da arte da dança surgem as provocações e as brechas aos discursos visuais e falados. E vamos nos emaranhando nestas artes. Afinal, terá um escritor e um filósofo que vão interferir ao vivo nas nossas performances. Assim como também dançaremos o que eles estão falando e escrevendo. E a cinegrafista performer Luísa Lemos nos acompanhará, gravando tudo ao vivo. Claro, com o olhar dela. É uma conexão”, destaca uma das idealizadoras do projeto, Laura Virgínia.

À frente das fotos e vídeos estará a brasiliense Luísa Lemos, outra idealizadora do projeto. Interferindo nas imagens e gestos poéticos, o filósofo Hilan Bensusan deixará suas conotações e percepções sobre as performances em improvisos baseados no que ele vê e sente.

O Entrecruzados contará ainda com a participação especial do escritor português Gonçalo M. Tavares. Ele virá de Lisboa para participar do projeto. Como contribuição,Tavares trará para a interação artística o livro O Atlas do Corpo e da Imaginação, de sua autoria. Junto com Hilan, o escritor participará, ainda, de uma coreografia do discurso. “O Hilan vai filosofar em um microfone. Já Gonçalo estará com a tela do computador projetada, escrevendo. As falas e as letras de ambos abrem possibilidades de interferência e entrecruzamentos na ação dançada. E vice-versa, já que a dança também vai sendo delineada a partir da interferência deles”, explica Laura Virgínia.

Entrecruzados é uma realização da Secretaria de Cultura do Distrito Federal com o patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura.

Conexão das artes
No palco e nas telas dos computadores, a arte estará em foco. O projeto Entrecruzados começará a ser desenhado em ensaios que serão transmitidos pela internet no site: www.entrecruzados.com.br. Os ensaios, também chamados de videoconferências, serão dias 11 e 18 de agosto.

“E para quem não conseguir assistir à transmissão ao vivo, a videoconferência vai ficar disponível no canal do Youtube e no site, para o acesso de todos. Este projeto sai da internet para os palcos e volta dos palcos para a internet, já que no final de tudo vamos produzir um catálogo com audiodescrição que será disponibilizado também no nosso canal na internet e no site”, antecipa Laura Virgínia, orgulhosa por promover a acessibilidade.

E é deste emaranhado virtual /real que nasce a história que será escrita na hora. As imagens também ganham força, seja na dança, seja no livro O Atlas do Corpo e da Imaginação, de Gonçalo M. Tavares. O livro discorre sobre os estados que o corpo pode absorver da imaginação, incorporando esta subjetividade que será impulsionada pelos movimentos das coreógrafas.

“É um projeto que vem do desejo cada vez mais latente dos artistas contemporâneos de deixar rastros e ecos de seus processos criativos”, conclui Virgínia.

Serviço
Entrecruzados
30 de agosto – No Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (R. José Higino, 115 - Tijuca, Rio de Janeiro)
Horário: 19h

1 de setembro– No Centro de Dança do DF (SAN Quadra 1)
Horário: 19h
Entrada franca
Informações: www.entrecruzados.com.br
Classificação livre

Inscrições abertas para o Filmaê - 1º Festival de Cinema Móvel de Brasília

“Um celular na mão e uma ideia na cabeça”. Parafraseando o visionário cineasta Glauber Rocha, um grupo de artistas e produtores audiovisuais de Brasília prova que é possível substituir a câmera tradicional pelo celular. Eles são responsáveis pela criação do Filmaê - 1º Festival de Cinema Móvel de Brasília, que ocupará o recém-inaugurado Espaço Cultural Renato Russo (W3 - 508 Sul), de 16 a 18 de novembro de 2018. O Festival, de âmbito nacional, é o primeiro neste formato a ser realizado na América Latina.


As inscrições para participar do Festival são gratuitas e já estão abertas em www.filmae.com.br até o dia 15 de outubro. Estudantes, aspirantes ao mercado dos YouTubers, jornalistas que querem fazer uma matéria especial pelo celular e todo o público, estrangeiro e brasileiro, que curte cinema e deseja produzir um filme de 1 a 10 minutos, terão uma porta aberta para mostrar seus talentos. O evento privilegia exclusivamente filmes  feitos por meio de dispositivos móveis, como smartphones, tablets ou câmeras de ação esportivas, como a GoPro.


Os participantes podem concorrer à mostra competitiva em novembro, com premiação para melhor filme de ficção, melhor documentário, melhor videoclipe, melhor  reportagem de mídia alternativa e melhor filme experimental. O festival premiará também o melhor filme na posição vertical, melhor filme de Brasília, melhor filme infanto-juvenil (de 8 a 12 anos) e melhor filme juvenil (de 13 a 17 anos). O Filmaê aposta na formação de público, habilitando seus participantes a escolherem seus filmes preferidos utilizando critérios técnicos e não apenas dentro da habitual categoria  “Melhor Filme Escolha Popular”. O festival abre espaço aos participantes refletirem sobre as categorias mais técnicas do cinema e a opinarem sobre elas. O público participante escolherá os filmes de sua preferência, dentre os finalistas, utilizando os critérios de julgamento de melhor direção, melhor interpretação, melhor roteiro, melhor fotografia, melhor edição e melhor filme escolha popular.
O festival, nos moldes do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, terá também mostra paralela, palestras, oficinas, debates e apresentações musicais.

“Queremos incentivar as pessoas a produzirem e mostrar que é possível, sim, adentrar-se no mercado cinematográfico com um celular na mão”, destaca o coordenador geral do festival, Fernando Campos. “Para garantir uma boa qualidade técnica utilizando o celular na captura das imagens e som, é preciso valer-se de alguns recursos técnicos para deixar o material mais profissional. Um microfone de lapela ou um boom instalado no próprio celular, tripé, iluminação, planejamento e um bom roteiro vão deixar estas produções mais atraentes”, sugere Fernando.

O Filmaê - 1º Festival de Cinema Móvel de Brasília é uma realização da empresa Memória Digital e da Secretaria do Distrito Federal com o patrocínio do FAC- Fundo de Apoio à Cultura.

Luz, celular, ação!
O Filmaê é um festival de cinema dos novos tempos, onde o trabalho duro, a qualidade narrativa e a originalidade da abordagem funcionam sem depender de grandes orçamentos ou das conexões com a indústria tradicional do cinema. O festival proporciona uma janela aberta a talentos cujo reconhecimento não seria possível dentro de uma produção cinematográfica convencional.


Com câmeras cada vez mais modernas, os smartphones ampliaram suas funções de comunicação. Hoje é possível produzir um filme profissional com celulares, tablets e câmeras de ação. E é a partir desta constatação que Fernando Campos, Guilherme Carvalho e Guilherme Pastana tiveram a ideia de criar o Filmaê - 1º Festival de Cinema Móvel de Brasília, do Brasil e da América Latina. Filmaê, como o próprio nome pede, chama o público para filmar.

No site www.filmae.com.br o público poderá informar-se sobre regulamentos, programação, premiações, espaço para inscrições dos filmes e acesso à votação popular etc.

A mostra competitiva selecionará 40 filmes do Brasil, de brasileiros que residam no exterior ou de estrangeiros que residam no Brasil há pelo menos dois anos. O festival também terá uma mostra internacional não-competitiva que reunirá exemplos expressivos de filmes produzidos com dispositivos móveis no mundo.


Oficinas e debates
O festival contará com quatro oficinas que pretendem mostrar ao público como é possível e divertido criar conteúdos audiovisuais de qualidade utilizando apenas o smartphone ou tablet. São elas: Oficina de produção audiovisual - técnicas de gravação com dispositivos móveis e a utilização de acessórios para smartphones e tablets;  Oficina de produção de músicas e trilhas sonoras a partir de smartphones e tablets; Edição de imagens, pós-produção e finalização em tablets e oficina de fotografia e filmagens com smartphones direcionada a participantes da terceira idade.
O Filmaê fará também uma reflexão sobre a utilização criativa dos dispositivos móveis nos dias de hoje. O painel Quarta Tela terá palestras e debates sobre temas como: Narrativas independentes. O jornalismo militante que utiliza o telefone como câmera e a conexão 4G como canal ao vivo, o uso de dispositivos móveis no jornalismo tradicional e sobre o uso de dispositivos móveis na infância.

Equipe
FERNANDO CAMPOS - Coordenador Geral 
GUILHERME CARVALHO - Produção Executiva 
GUILHERME PASTANA - Produção Executiva 
RODRIGO MAFRA - Programador Visual
MAURICÍO EUCLIDES DE LIME E BORGES - Designer Gráfico
LUDMILLA VALEJO - Coordenadora Administrativa 
CECÍLIA BARROSO - Curadora da Mostra Internacional
BAÚ COMUNICAÇÃO INTEGRADA - Assessoria de Imprensa

Serviço
Filmaê - 1º Festival de Cinema Móvel de Brasília De 16 a 18 de novembro
Local: Espaço Cultural Renato Russo (W3 - 508 Sul) Inscrições e informações: www.filmae.com.br  
Entrada e inscrições gratuitas

Ópera inédita na capital reimagina clássico Romeu e Julieta

Amor, ódio, vida, morte, tragédia e máfia. A eterna obra Romeu e Julieta ganhará os palcos de Brasília em uma montagem cheia de ineditismo. A ópera I Capuleti e i Montecchi (Os Capuletos e os Montecchio), do italiano Vincenzo Bellini, estará em cartaz nos dias 26, 27, 28 e 29 de julho, sempre às 20h, no Teatro Dulcina da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (Setor de Diversões Sul). Ingressos: R$ 10 (meia-entrada).


Nesta história, a fonte principal não é o dramaturgo William Shakespeare. Ao escrever seu I Capuleti e i Montecchi, Bellini banhou-se no libreto de Felice Romani que, por sua vez, se inspirou em textos de uma série de poetas e narradores italianos. Mesmo assim, permanece como foco o casal de enamorados e o jogo entre vida e morte que os envolve.

Fotos de Admilson Júnior
A concepção também é mais moderna. A produção deixa de lado a ambientação original de Verona do século 13 para dar lugar a Sicília do início do século 20. Por lá, a máfia siciliana dominava o cenário político e econômico de forma estruturada e organizada. As famílias rivais Capuleto (de Julieta) e Montecchio (de Romeu) representam clãs rivais ligados à organização Cosa Nostra, dominante no período. Ou seja, os personagens serão da máfia italiana.

“Teremos um papel travesti, ou seja, uma mulher fazendo o papel de homem. A cantora Érika Kallina interpretará Romeu, assim como foi escrito pelo compositor”, destaca Renata Dourado, produtora e intérprete da protagonista Julieta. 

Ainda dobrando o papel de Romeu, o contratenor Kleiton D’Araújo, de João Pessoa (PB), também garantirá o diferencial na montagem. Ele irá cantar com voz feminina.


I Capuleti e i Montecchi é uma realização da Secretaria de Cultura do Distrito Federal com o patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura. O espetáculo foi idealizado e produzido pela Cia de Cantores Líricos de Brasília. 

Paixão que transborda nos palcos
Em cena, a guerra para permanecerem juntos é uma constante. Romeu e Julieta, de famílias rivais, não conseguem conter o amor que sentem um pelo outro e acabam por desafiar suas respectivas famílias. 

E para embalar esta história de amor, a ópera conta com um coro só de vozes masculinas.  “O coro exclusivamente masculino também não é comum em óperas”, adianta Renata.


Em um contraponto entre o moderno e o antigo, o cenário e os figurinos são também destaques da produção. Os figurinos se remetem à década de 70 e são modernos ao se compararem com a data original da ópera. Já o cenário tem um ar clássico, com elementos das casas italianas de antigamente.
Para dar vida a esta nova versão, o renomado diretor de ópera Francisco Mayrink, saiu de Belo Horizonte (MG) especificamente para dirigir a produção. A regência é de Artur Soares, um jovem promissor regente que tem acumulado experiências em conduzir orquestras, tanto para óperas, quanto para sinfonias.

Ficha técnica 
Direção: Francisco Mayrink
Regência: Artur Soares
Elenco:  Gustavo Rocha (Lorenzo), Hugo Lemos (Capellio), Érika Kallina e Kleiton D’Araújo (Romeu), Renata Dourado (Julieta), Roney Calazans (Tebaldo)
Figurino: Stéphany Dourado
Cenário: Sérgio Ricardo
Luz: Emmanuel Queiroz
Assessoria de imprensa: Baú Comunicação Integrada

Serviço
I Capuleti e I Montecchi
Dias 26, 27, 28 e 29 de julho
Local:  Teatro Dulcina da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (Setor de Diversões Sul)
Horário: 20h
Ingressos: R$ 10 (meia-entrada)
Informações: 3223-0175
Não recomendado para menores de 12 anos

Mostra Infantil PiA FraUs em cartaz na Caixa Cultural

Eles são experts quando o assunto é teatro. Um teatro que se mescla com a dança, com as artes plásticas, com o circo e, ainda, explora as linguagens do teatro de bonecos e de máscaras. Há mais de 35 anos, a companhia paulista PiA FraUs faz história no Brasil e no mundo. Eles já viajaram pelos quatro cantos reforçando sua experiência em mostras nacionais e internacionais com um estilo próprio, que vale-se da força das imagens, da não-linearidade e da relação entre boneco e ator. 

O Vaqueiro e o Bicho Froxo Crédito Nino Resende
O grupo desembarcará agora em Brasília para um intensivão que promete agradar crianças e adultos. A Mostra Infantil PiA FraUs trará para capital os espetáculos O Vaqueiro e o Bicho Froxo, Círculo das Baleias e Bichos do Brasil. As apresentações acontecem de 20 a 22 de julho, na Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul). Os espetáculos têm em torno de 45 minutos de duração cada. Entrada: R$ 5 (meia). A Mostra Infantil Pia Fraus tem o patrocínio da Caixa.

Círculo das Baleias Crédito Nino Resende
Dando o pontapé inicial da Mostra Infantil da companhia Pia Fraus, na sexta-feira, 20/07, entrará em cartaz O Vaqueiro e o Bicho Froxo. O espetáculo que levou a companhia à Nova Deli, na Índia, desta vez chega a Brasília para contar a história de um vaqueiro que presencia Rosinha, seu grande amor, ser raptada pelo Bicho Frouxo. Para tê-la de volta, ele terá de percorrer um caminho perigoso. O herói será ajudado e perseguido por personagens do universo mítico brasileiro. É quando entram na história o Papa-Figo, Janaína Mãe D’ Água, Miquelina do Jequitinhonha, dentre outros.

A peça, cheia de brasilidades e encantos, marcou a história da companhia. Sua primeira montagem data de 1984. Nesta nova versão, o folclore brasileiro é mantido e exaltado principalmente nas imagens.  

Dando continuidade à programação, no sábado (21/07), será a vez do espetáculo Círculo das Baleias ocupar as luzes da ribalta da Caixa Cultural Brasília. Na peça, companhia e plateia vão fazer uma viagem ao fundo do mar. As crianças são convidadas a conhecer uma parte do ciclo de vida das baleias Jubarte – a baleia brasileira por excelência – e também as condições necessárias para a sobrevivência destes animais. O objetivo do Círculo das Baleias é propor uma reflexão aos pequenos sobre a importância da preservação ambiental e da conservação das águas da costa brasileira. 

Na sinopse, está em foco uma pequena baleia de nome Jujuba. Nascida na Bahia, ela conta com a ajuda de Gardel, um simpático pinguim argentino, que a acompanhará em suas aventuras até chegar ao Polo Sul. 

Bichos do Brasil. Créditos: Paquito
Para finalizar a maratona, no domingo (22/07) estará em cartaz, em única sessão às 16h, o espetáculo Bichos do Brasil.  A peça mostra a riqueza da fauna brasileira por meio de recursos plásticos. Bonecos, música e coreografia criam o ambiente da mata sem exigir um comportamento humano de seus personagens. 

As fábulas, onde os bichos simbolizam as virtudes e vícios humanos, são deixadas de lado, buscando-se atenção às influências que as mesmas exerceram na cultura popular. Ao beber da mesma fonte inspiradora dos mitos populares, esta produção acaba por fazer uma reverência aos bichos brasileiros, onde sua humanização não faz com que o público pressuponha um final moral.

Os bonecos são feitos a partir de materiais naturais, cujas formas são estabelecidas por cabaças que ganham tratamento e cores diversas, buscando dar uma abordagem contemporânea aos elementos rústicos. É a retomada da PiA FraUs às suas origens, fundamentada em temas, formas e pensamentos que formaram a companhia.

Sobre a PiA FraUs
Da diversidade de formação de seus componentes (teatro, dança, teatro de bonecos e de máscaras, circo e artes plásticas) surgiu a linha de trabalho da companhia: desenvolver uma linguagem que aprimorasse dramaticamente cada uma destas áreas e as integrasse, consolidando um repertório com características muito particulares, buscando o aprofundamento dos recursos do teatro de animação aos de outras linguagens. A não-linearidade, o pouco uso da palavra, a força nas imagens, a relação boneco-ator são os elementos que caracterizam os trabalhos da PiA FraUs.

Bichos do Brasil Créditos Paquito
Nos seus 35 anos de existência, a companhia produziu dezenas de espetáculos, apresentando-se em 24 países diferentes nos principais festivais nacionais e internacionais de teatro. Já foram visitados pelo grupo: Argentina, Uruguai, Colômbia, Chile, Bolívia, Estados Unidos, Espanha, Portugal, Itália, Suécia, Suiça, França, Inglaterra, Escócia, Índia, Timor Leste, Eslovênia, Holanda, Equador, Bélgica, Venezuela, Rússia, República Tcheca e todos os estados brasileiros.

Atualmente, o grupo possui em seu repertório ativo sete espetáculos: Bichos do Brasil, Círculo das Baleias, Gigantes de Ar, Filhotes da Amazônia, a remontagem de O Vaqueiro e o Bicho Froxo, A Última Árvore e Bichos Vermelhos.

Ficha técnica  
O Vaqueiro e o Bicho Froxo
Autores: Beto Andretta e Beto Lima 
Elenco: Cristiano Bacelar, David Caldas e Vanessa Silva
Música original: Manoel Pacífico ,Clecius Albuquerque 
Arranjos e produção musical: Jether Garotti Jr. 
Vozes: Ná Ozetti, Jether Garotti Jr. 
Direção: Naum Alves de Souza 
Coreografia e preparação corporal: Key Sawao, Ricardo Iazetta
Concepção de luz: Marcos Carreira 
Cenografia: PiA FraUsTeatro 
Figurinos: Sayonara Lopes, Beto Lima 
Criação de bonecos: Beto Lima 
Administração: Jackson Íris
Produção: PiA FraUs

Círculo das Baleias Crédito Nino Resende
Círculo das Baleias 
Autoria: Beto Andreetta
Direção: Wanderley Piras
Assistente de Direção: Fernando Soffiatti
Elenco: Cristiano Bacelar, David Caldas e Vanessa Silva
Trilha Sonora: Guga Bernardo 
Produção Musical: Marco Boaventura (Trilha Original Estúdio)
Figurino: Milene Perez
Iluminação: Wagner Freire
Bonequeiro: Jucie Batista
Costureira: Leci Andrade 
Serralheria: Cas Metal- César  Augusto
Fotografia: Mayara Luni
Administração: Jackson Iris 
Produção: PiA FraUs

Bichos do Brasil
Autores: Beto Andreetta e Beto Lima
Direção: Beto Andreetta, Beto Lima e Hugo Possolo
Elenco: Cristiano Bacelar, David Caldas e Vanessa Silva
Assistência de direção e coreografia: Key Sawao e Ricardo Iazzetta
Trilha sonora: Gustavo Bernardo 
Criação de bonecos, cenário e figurino: Beto Lima
Concepção de luz: Beto Andretta e Hugo Possolo
Técnico de Som: Jucie Batista
Administração: Jackson Iris
Produção: PiA FraUs

Serviço  
Mostra Infantil PiA FraUs
No Teatro da Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul QD 04)
Entrada: R$ 5 (meia-entrada)
Informações: 3206-9448
Classificação livre

O Vaqueiro e o Bicho Frouxo
Dia: 20/07, sexta-feira
Horário: às 14h e às 16h
 (A sessão das 14h será para ONGs)

Círculo das Baleias
Dia: 21/07, sábado
Horário: às 11h e às 16h 

Bichos do Brasil
Dia: 22/07, domingo.                                                                                                
Horário: às 16h

Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



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