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ALGUNS TRABALHOS

Companhia brasiliense celebra 15 anos

Para celebrar os 15 anos de existência, completados em 2019, a Margaridas Cia de Dança irá apresentar, no Teatro Sesc Garagem (713/913 Sul), dias 30 e 31 de março, dois espetáculos de sua trajetória de sucesso. Vidro e Alumínio (2015) estará em cartaz no dia 30/3, sábado, às 20h. No dia haverá ainda uma mostra de videodanças produzidos pela companhia, às 18h, com entrada gratuita. Já o espetáculo O Ritmo de Forma Silenciosa (2016) será encenado, com novo elenco, no domingo (31/3), também às 20h. Após às sessões acontecerá um bate-papo com a Margaridas para os interessados entenderem o processo criativo. Ingressos para os espetáculos: R$ 10 (meia-entrada). Nas produções brasilienses, o corpo ganha contornos por meio de poesias e de textos de autores consagrados mundialmente, além de ter como pano de fundo a música. Após passar por Brasília, os espetáculos seguem ainda para Belém (PA) e Curitiba (PR). Não recomendados para menores de 12 anos.

História, dança, literatura, música. Desde 2004, o grupo brasiliense Margaridas Cia de Dança mescla, pelos palcos da capital e do Brasil afora, importantes movimentos culturais frutos de muito estudo e experiência. A poética envolve elementos da dança clássica e contemporânea.



"Sou formada em literatura pela Universidade de Brasília, além de dançar, dirigir e coreografar. Logo, veio a ideia de misturar estas artes. Assim, surgiu a Margaridas, que conta com cerca de nove espetáculos e muita história", afirma a idealizadora da companhia, a brasiliense Laura Virgínia.

A celebração dos 15 anos da Margaridas Cia de Dança conta com o patrocínio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal através do FAC – Fundo de Apoio à Cultura.

O Ritmo de Forma Silenciosa

"Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda" (Cecília Meireles)

Ritmo de Forma Silenciosa possui como temáticas o movimento cultural do jazz e o movimento dos direitos civis/ humanos das décadas de 60/70 nos Estados Unidos.

A partir desta riqueza cultural, a companhia escolheu Angela Davis, Ella Fitzgerald, Jack Kerouac, John Coltrane, Madeleine Peroux. Miles Davis, Nina Simone, Peggy Lee, Rosa Parks, Serge Gainsbourg e Vince Guaraldi para dar luz ao espetáculo. 

E é por meio destes ícones que a Margaridas cria um ritmo silencioso próprio. Afinal, é no silêncio que moram às revoluções. "A imersão nesse universo faz o público refletir, se divertir e transcender a sua existência pessoal a uma universalidade de pensamentos, sentimentos e humanidade", destaca Laura Virgínia.



Vidro e Alumínio

Montado em 2015, o espetáculo Vidro e Alumínio ganhou vida e forma pelo texto da escritora portuguesa Inês Pedrosa. A obra Nas Tuas Mãos traz a história de três mulheres, de três gerações. A avó Jeny, que ainda vivia em uma época em que os casamentos eram laços eternos. A filha Camila, uma fotógrafa da década de 60 que vale de seus álbuns de fotografia como memória. E, por último, Nathália, uma arquiteta que vive na superficialidade dos amores modernos e líquidos, mas que ainda se conecta com a avó falecida por meio de cartas.

A produção fala dos relacionamentos e das influências que os mesmos têm sobre toda uma geração. A iluminação dá o tom do espetáculo, que usa e abusa de textos em off e de diários, álbuns de fotos e da psicodelia de um mundo contemporâneo. "As casas eram feitas de madeiras, para durar. Hoje, elas são perecíveis, feitas de vidro e alumínio", pontua Laura Virgínia, baseada em uma das falas da personagem da avó Jeny.

Segundo Laura, que também é diretora de ambos espetáculos, além de coreografar e dançar, a produção realça as três gerações e seus conflitos. "Mostramos como o histórico interfere no privado e vice-versa", conclui.

Ficha Técnica:
Vidro e Alumínio (2014)
Coreógrafa e Diretora: Laura Virgínia
Texto: Inês Pedrosa de Nas Tuas Mãos
Assistente de Direção / Ensaiadora: Anna Uchôa
Elenco: Carol Barreiro, Laura Virgínia, Leandro Menezes e Luig Ernani
Trilha Sonora e Projeto Sonoro: Phil Jones

Ritmo de Forma Silenciosa (2016)
Direção e Coreografia: Laura Virgínia
Coreografia Summertime: Helena Macedo
Coreografia Wake me at 5 e MTume:  Édi Oliveira
Assistente de Direção / Ensaiadora: Anna Uchôa
Elenco: Carol Barreiro, Laura Virgínia, Leandro Menezes e Luig Ernani


Trilha Sonora:
Ella Fitzgerald Summertime
John ColtraneMy Favorite Things
Madeleine Peyroux Dance Me to the End of Love
Miles Davis MTume
Nina SimoneAin't got no I got Life, Feeling Good, Missisipi Goddam,
My Baby Just Cares for Me
Peggy Lee Fever
Serge GainsbourgWake me at 5
Vince Guaraldi Trio Linus And Lucy

Textos: Jack KerouacAmerican Haikus, Langston HughesDesejo, Leo Branton
Jr. Argumentação de defesa no julgamento de Angela Davis

Cenografia e Figurinos: Luísa Lemos
Diretor Técnico e Iluminador: Marcelo Augusto Santana
Identidade Visual: Bergamota Criações em Arte
Designer Gráfico: Fabiano Araruna 
Produção: Chang Produções
Produção local Belém: Igor Kiyoshi
Registro em Fotografia: Nityama Macrini
Registro em Vídeo: Gustavo Serrate
Assessoria de Imprensa: Baú Comunicação Integrada

Serviço
15 anos Margaridas Cia de Dança apresenta:
Vidro e Alumínio
Dia 30/03, sábado
Horário: 20h.
Local: Teatro Sesc Garagem (713/913 Sul)

Videodança
Sábado (30/03)
Horário: 18h
Entrada gratuita

O Ritmo de Forma Silenciosa
Domingo (31/03)
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Garagem (713/913 Sul)
Ingressos para os espetáculos: R$ 10 (meia-entrada)
Não recomendado para menores de 12 anos

Ingressos à venda em margaridasdanca.wordpress.com

Espetáculo teatral As Olimp(i)adas estreia com muito humor

Em cena, quatro atletas fazem uma ode às Olimpíadas. Só que de forma muito bem-humorada. Eles interpretam desde a cerimônia de abertura, disputam várias modalidades olímpicas e encerram o famoso evento esportivo em festa. Dirigido pelo diretor teatral José Regino e idealizado pelo também diretor e ator Anderson Floriano – d’O Hierofante Cia de Teatro – o espetáculo As Olimp(i)adas levará arte e entretenimento para as escolas do Distrito Federal.

Na sexta-feira (22/3), a peça será encenada às 10h30, às 16h e às 19h no Centro Educacional 07 de Ceilândia (QNN 13 A/E). Já no dia 26 de março, terça-feira, a produção estará em cartaz às 16h e às 19h, no Centro de Ensino Médio 3 de Ceilândia (QNM 3 A/E). Entrada gratuita. Não recomendado para menores de 12 anos.



Os atores Anderson Floriano, Diogo Cerrado, Edimilson Braga e Gilson Cezzar dão vida a parceiros e rivais nos palcos, onde acontece a disputa divertida dos jogos. “Os atletas podem pertencer à mesma equipe ou competir por seus países por meio do humor físico. Queremos levar o público a ter uma outra visão dos esportes e, assim, valorizar a prática e os valores desportivos”, destaca o ator e idealizador Anderson Floriano.

Para isto, os atletas vão interpretar, de forma cômica, modalidades como tênis, marcha atlética, luta greco-romana, arremesso de peso, esportes aquáticos, futebol e ginástica rítmica. O nome As Olimp(i)adas faz uma alusão ao desenho Pateta Nas Olimpíadas. “O parênteses no nome é proposital, pois é uma piada dos jogos olímpicos. Eu cheguei a colecionar o álbum de figurinhas das Olimpíadas de 1984, que continha uma referência para o público conhecer os jogos com o Pateta Nas Olimpíadas. Agora, estamos concretizando a ideia em forma de espetáculo”, explica Floriano.

Patetas nas Olimp(i)adas
Quem não conhece as aventuras do hilário personagem dos estúdios Walt Disney? O Pateta serviu de inspiração para os atores, que interpretam quatro atletas que vão jogar e fazer o público morrer de rir.

O tema envolve o maior evento esportivo que reúne povos dos quatro cantos do mundo: as Olimpíadas. Mas a celebração agora será em forma de arte. “Usamos as linguagens inventadas (grammelot), o corpo e situações cômicas para conduzir as ações da cena.”, coloca Floriano.

Diretor reconhecido em Brasília e no Brasil, José Regino destaca: “Olimp(i)adas é uma grande brincadeira que consiste em recriar estes jogos em um ambiente que é desfavorável: o palco. E o que eu mais gostei do tema é que ele propicia trabalhar com humor físico. É uma brincadeira visual que tem um olhar masculino. Afinal, somos cinco homens na linha de frente”, pontua.

O espetáculo As Olimp(i)adas é uma realização da Secretaria de Cultura do Distrito Federal com recursos do FAC – Fundo de Apoio à Cultura.

Sobre o diretor
José Regino de Oliveira (José Regino), é palhaço, arte educador, bonequeiro, diretor e ator de teatro, cenógrafo e figurinista, graduado pela Fundação Brasileira de Teatro e mestre em Arte em Processos Composicionais para a Cena pela Universidade de Brasília (UnB), concluído com a dissertação “A Dramaturgia da Atuação Cômica - O Desempenho do Ator na Construção do Riso”. Instrutor em Yoga do Riso certificado pela Laughter Yoga International University. Em Brasília, fundou o Grupo de Teatro Celeiro das Antas. Foi professor na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes e professor de Direção Teatral no Departamento de Artes Cênicas da UnB. Ainda, consultor técnico em Arte Educação da UNESCO atuando no Ministério do Meio Ambiente. Participou com seus trabalhos de festivais em vários estados do Brasil, Espanha, EUA, Portugal, Itália, Alemanha e Malta. Na sua formação de palhaço foi aluno de Carlos Tamanini.




Sobre Anderson Floriano
Anderson Floriano é ator, diretor, produtor e gestor cultural graduado em Licenciatura em Educação Artística pelo Centro Universitário Claretiano. Iniciou sua carreira artística em 1992, por meio de oficinas teatrais. Logo em seguida, ingressou no campo profissional dos espetáculos teatrais, participando por oito anos de grupos de estudos de técnicas teatrais. Seu primeiro espetáculo profissional, Moby Dick, foi relacionado entre os 13 melhores espetáculos do Brasil pelo jornal Correio Braziliense no ano de 1993. Participou de 17 espetáculos como ator, sete como diretor e produziu também nove trabalhos, sendo uma produção de um curta-metragem e uma ação internacional. Participa atualmente do espetáculo O Auto da Camisinha, este apresentado 659 vezes em 19 anos. Realizou, ainda, sete viagens internacionais, sendo uma missão oficial internacional em parceria com a UNICEF à São Tomé e Príncipe na África. São 26 anos de teatro e 21 anos como gestor de grupos artísticos e projetos culturais.

Ficha Técnica:
Coordenação Geral e Gestão: Anderson Floriano
Direção de Produção: Leonardo Ferreira
Diretor Artístico: José Regino
Preparação de Atores: Edimilson Braga
Atores: Anderson Floriano, Diogo Cerrado, Edimilson Braga, Gilson Cezzar
Figurinos: Cyntia Carla
Cenografia: Anderson Floriano
Assistente de Produção & Fotografias: Anderson dos Reis
Iluminação: Paulo Evandro
Operador de sonoplastia: Marco Antônio
Assessoria de imprensa: Baú Comunicação Integrada

Serviço
Espetáculo As Olimp(i)adas
22/03 (sexta-feira)
Local: Centro Educacional 7 de Ceilândia (QNN 13 A/E)
Horário: 10h30, 16h, 19h
26/03 (terça-feira)
Local: Centro de Ensino Médio 3 de Ceilândia (QNM 03 A/E)
Horário: 16h, 19h
Entrada gratuita
Não recomendado para menores de 12 anos.

Comédia As Rivais propõe uma reflexão sobre o destino

Peça de autoria de Cícero Belmar e direção de Ernandes Silva passará por Brazlândia, Estrutural e Plano Piloto. A entrada é franca.

“Valei-me meu São Francisco do Canidé, o mundo vai acabar, tende piedade!” No sertão árido e sofrido, personagens típicos do imaginário popular e do Nordeste do país terão de lidar com a morte. Ou será com a vida? Escrita pelo autor pernambucano Cícero Belmar e dirigida pelo também pernambucano Ernandes Silva, o espetáculo de humor As Rivais ganhará pela primeira vez os palcos da capital federal. A peça terá sua estreia em Brazlândia no dia 22 de março, sexta-feira, no Centro de Ensino Fundamental 03 (QD 46 AE 01 Vila São José), às 13h30 e às 16h. Depois passará pela Estrutural e pelo Plano Piloto. Entrada franca. Não recomendado para menores de 10 anos.


O texto original Umbilina e Sua Grande Rival, de Belmar, ganhará as luzes da ribalta com o nome As Rivais. Com os tons do cordel e do Nordeste, a peça conta a história de Umbilina (Maria Moreira), uma típica nordestina arretada que ficou só com seu único filho que restou. Afinal, os outros nove passaram para o lado de lá. Apesar de ser uma mulher forte, Umbilina está doente e terá agora que enfrentar a morte, a sua grande rival. É quando começa a peleja (disputa) dela com a personagem da Morte (Madelon Cabral).

Fotos: Humberto Araujo
E no meio desta disputa no Sítio dos Espinhos, localizado no Brejo da Misericórdia, local onde é ambientada a peça, que Umbilina terá que enfrentar também o destino, a solidão e a própria vida. A sertaneja, no entanto, não sossegará enquanto não cumprir uma missão: transformar seu filho José Maria do VentroJesus (Lucas Lima) em personagem de literatura de cordel. Para isto, ela contará com a ajuda de Nossa Senhora das Dores (Clara Camarano) e dos anjos da guarda (Lucas Lima e Genice Barego), todos estes personagens humanizados no espetáculo.

“A obra trata de uma alegoria sobre o destino, além de falar sobre a situação da mulher e do nosso enfrentamento diante da morte. A história se passa no interior do Nordeste, mas os temas estão dentro de qualquer região e os sentimentos dos personagens povoam qualquer pessoa. O texto humaniza também personagens como a Morte. Ela é uma mulher rejeitada e não um ser demonizado”, destaca Belmar.

Apesar do enredo profundo e aparentemente trágico, As Rivais é uma peça cômica. Além das clássicas figuras da Morte e de Nossa Senhora das Dores - ambas mulheres como qualquer outra -, personagens como a poetisa Ana Roxinha (Genice Barego) dão o tom da graça, sem perder a crítica.
“Nós estamos falando de pessoas, de situações que refletem o país e não apenas o Nordeste, embora a peça se passe no interior de Pernambuco, no ficcional Brejo da Misericórdia. Mas a linguagem é universal. A gente fala sobre mãe, sobre morte, sobre destino. O sertão está em todo lugar e retratamos isto de forma cômica, como é esperado em textos baseados no cordel”, explica o diretor Ernandes Silva.

E para realçar ainda mais este sertão, a cenografia assinada também por Ernandes Silva será fidedigna à pobreza e ao misticismo presentes no sertão. As xilogravuras de J. Borges farão parte do material de divulgação. O figurino, de Fátima Braga, também exaltará os interiores do Nordeste, além de humanizar os personagens. “Sim. Veremos uma Morte com foice”, adianta Silva.


A trilha sonora original também embala a peça com elementos do xaxado e do baião, típicos ritmos nordestinos. A trilha é assinada pelo compositor mineiro radicado em Cabrália (BA), Caio César Costa.

O espetáculo As Rivais é uma realização da Cia EM COMMA de Teatro. Tem o patrocínio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal por meio do FAC- Fundo de Apoio à Cultura.

Nordeste que habita em nós 

A labuta e devoção do sertanejo, a seca, a fome, a morte, o abandono, a luta e a esperança. Todos estes elementos são retratados no texto de Cícero Belmar, que agora ganhou versão para o teatro.
Segundo o autor, a obra se banha no Realismo Fantástico e conta com elementos do Movimento Armorial, de Ariano Suassuna. “Sou fã do Suassuna. Ele mescla o clássico com o popular e isto é visto em Umbilina. Eu já vivi no interior de Pernambuco e por lá as pessoas vivem o Realismo Fantástico por meio do catolicismo popular. E isto mostro no livro através da fé, da menina que vê Nossa Senhora”, revela Cícero.

Na versão que será vista no palco, Ernandes Silva mantém como base a dramaturgia de Belmar e opta por uma interpretação realista/naturalista. “Além disto, o universo poético estará fortemente presente. Teremos ainda personagens como o Antônio Crente e a Beata, todos do livro”, coloca o diretor Ernandes Silva.

E a mensagem que fica, tanto para o diretor quanto para o autor, é a do destino, grande mote da peça. “Todos nós nascemos com um destino. Nascer e morrer. O filho que nasce e que morre. A mãe que vê seu filho sair de casa, seguir e que também morre. E se formos parar para pensar, a morte nos causa medo. Mas ela também faz parte do destino e nem é tão ruim assim. Tudo depende da forma que vemos”, pontua Silva.



E foi num destes acasos da vida que o diretor conheceu Belmar. A química foi grande e o autor cedeu a obra, sem hesitar. “Sou ator pernambucano e há quatro anos senti a necessidade de montar um texto escrito por um pernambucano para retornar às minhas origens. Foi quando um aluno meu, hoje o grande ator também pernambucano Plínio Maciel, me indicou o Cícero. Eu li o livro (Umbilina e Sua Grande Rival) e amei. E o Cícero foi super gentil ao me conhecer. Assim surgiu a peça As Rivais, baseada no romance deste grande autor", explica, feliz, Ernandes Silva.

Sobre o diretor Ernandes Silva

José Ernandes da Silva conta com 33 anos de experiência em Artes Cênicas, tendo iniciado sua carreira em meados de 1986, em Surubim (PE). Por lá, participou de várias montagens e festivais de teatro, recebendo alguns prêmios. Em 1994, mudou-se para Brasília. Na capital brasileira, ele formou-se em Bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Tem habilidade em preparação do ator, dessa forma contribui e promove um mergulho na formação da personagem. Também tem curso de formação em composição de textos para teatro, interpretação para comédia, além de curso de cenografia. Seus textos são críticos e seus temas abordam questões sociais. “Sétimo Dia” e “Cicatrizes” são exemplos de peças que Ernandes dirigiu. Trabalhou com diversos nomes conhecidos no teatro como Prazeres Barbosa, Didha Pereira, Alessandro Brandão, os Irmãos Fernando e Adriano Guimarães, Bárbara Paz, Alice Stefânea, Fábio André, Plínio Maciel, Madelon Cabral, Lilian França, Antônia Vilarinho, Verônica Moreno, Antônio Fábio, Jeffe Moreira, dentre outros. Ernandes possui ainda pós-graduação em Direção Teatral pela Faculdade Dulcina de Moraes.

Sobre Cícero Belmar

Natural de Bodocó, município no Sertão do Araripe, Estado de Pernambuco, filho de Adrina e Cícero (Bé), nasceu no dia 20 de janeiro de 1963. Jornalista, dramaturgo, autor de romances, contos, biografias e peças de teatro. Além de escritor, tem uma larga experiência como jornalista, já tendo recebido duas vezes o prêmio Cristina Tavares de Reportagem. Ele trabalhou em redações de vários jornais e televisões em Pernambuco. Belmar começou sua carreira na escrita através do jornalismo, como ele faz questão de ressaltar – atuou por muitos anos no Jornal do Commercio, onde chegou a ser editor. Na literatura, começou escrevendo obras infantis como Os Vaga-Lumes, O Pintinho Bailarino, A Floresta Encantada, O Presente de Júlia e Sem Pé Nem Cabeça. No mesmo período, se dedicou a criar peças para crianças e jovens, a exemplo de A Floresta Encantada, Coração de Mel, Meu Reino por um Drama, Eu Não Quero Ser Gregor Samsa e Os Vaga-Lumes (as duas últimas inéditas). Outro texto seu, A Flor e o Sol, venceu em 1999 o Prêmio da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (Apacepe). Na literatura ganhou duas vezes o Prêmio Literário Lucilo Varejão, da Fundação de Cultura da Prefeitura do Recife, nos anos de 2000 e 2005, pelos romance Umbilina e Sua Grande Rival e Rossellini Amou a Pensão de Dona Bombom. Esse último também recebeu o Prêmio de Ficção da Academia Pernambucana de Letras, em 2005. Além desses dois romances, é autor do livro de contos Tudo na Primeira Pessoa, da biografia Fernando Figueira, O Homem que Arrastou Rochedos (2007/selo Escrituras) e Aqueles Livros Não Me Iludem Mais (2011/selo A Girafa), que mistura os gêneros conto e novela e foi ganhador do prêmio da Academia Pernambucana de Letras (APL), na categoria ficção, em 2013. Em 2017, mais precisamente em julho, Belmar torna-se imortal, passando a ocupar a cadeira 33 da APL, que pertenceu à escritora Lucila Nogueira, falecida em dezembro de 2016. Também recebeu o título de Cidadão do Recife.



Ficha técnica

Espetáculo: As Rivais
Dramaturgia: Cícero Belmar
Direção Geral, Cenografia e Produção: Ernandes Silva
Produção Executiva: karita Pascollato
Assistentes de Produção: Fernando Bressan e Maria Eleide
Gênero: Comédia
Segmento: Teatro
Classificação Indicativa: 10 Anos
Elenco: Clara Camarano, Genice Barego, Lucas Lima, Madelon Cabral e Maria Moreira
Xilogravura: J. Borges
Figurino e Adereços: Fátima Braga
Som e Luz: Tauana Barros
Preparação Vocal e Canto: Gislene Macedo
Preparação de Sotaque: Nathalia Ananias
Trilha Sonora Original: Caio César Costa
Sonoplastia: Rosanna de Carvalho
Maquiagem: Andréa Alfaia
Projeto Gráfico e Edição: Erik Batista
Fotografia: Humberto Araújo
Cenotécnicos: Araújo Lima e Theo Neto
Duração: 1h20
Realização: Cia EM COMMA de Teatro 
Assessoria de imprensa: Baú Comunicação Integrada

Serviço 
Espetáculo As Rivais , de Cícero Belmar com direção de Ernandes Silva
Estreia: 22 de março (sexta-feira)
Local: Centro de Ensino Fundamental 03 (QD 46 AE 01 Vila São José), em Brazlândia
Horário: 13h30 e 16h
Entrada gratuita
Não recomendado para menores de 10 anos.
Informações: 99508-4994

Divinas Tetas promete arrastar multidões no Carnaval


 Reconhecido na capital, bloco chega à sua quarta e maior edição com clássicos da música brasileira e novidades para tocar no dia 4 de março, no Setor Bancário Norte. Entrada franca.
“Ê, ê, ê, ê, ê...Dona das divinas tetas. Derrama o leite bom na minha cara. E o leite mau na cara dos caretas”. A música Vaca Profana, de Caetano Veloso, não sai da cabeça e inspira legiões de fãs. Além de ser o lema de um bloco tipicamente brasiliense e brasileiro. De volta com tudo e com seu Tropicalismo Polêmico, o Bloco das Divinas Tetas chega à sua quarta e maior edição para agitar ainda mais o Carnaval de 2019 no dia 4 de março (segunda-feira), a partir das 14h, no Setor Bancário Norte (estacionamento - em frente ao Eixinho Norte). A entrada é gratuita.


São quatro anos de bloco e de muita música para ninguém ficar parado. Além de tocar no Carnaval, o Divinas se apresenta pelas noites da capital federal e se consolidou como um dos maiores blocos e banda da cidade. Em 2017, o grupo foi eleito o melhor bloco de Brasília e ganhou prêmio do jornal Correio Braziliense.
E no repertório do Divinas não faltam nomes de peso da MPB. Caetano Veloso – que inspirou o bloco com a música que leva seu nome - Gilberto Gil, Os Mutantes, Tom Zé, Novos Baianos, dentre outros ícones do movimento tropicalista são homenageados pelo time de 14 músicos eletrizantes.
Já reconhecido por arrastarem milhares de foliões, este ano o timão promete um Carnaval ainda maior e recheado de novidades. “Nesta edição, faremos um arranjo especial de Podres Poderes, do Caetano (Veloso) e de Realce, do Gil (Gilberto Gil).  Além de homenagear Luiz Gonzaga. E todos os arranjos são bem para cima, carnavalescos. Esta é a marca do Divinas”, adianta um dos fundadores do bloco e também vocalista e baixista, Adolfo Neto.  


As clássicas que consagraram o bloco também não faltarão no repertório. Canções como Odara, de Caetano Veloso; Preta Pretinha, dos Novos Baianos; A Minha Menina, dos Mutantes; e, claro, Vaca Profana prometem fazer os foliões pularem ainda mais no carnaval que preza pelo respeito e pela harmonia. “Nosso carnaval é pra todo mundo. Aqui preconceito e violência não são tolerados. É uma festa de amor!”, realça Adolfo.

As Divinas Tetas
A força de vontade e o amor pela música uniram 14 músicos com um propósito comum em 2015: colocar um bloco na rua. Adolfo Neto (fundador / baixo / vocal), Aloizio Michael (fundador / vocal / percussão / baixo), Samyr Aissami (fundador / maestro / guitarra / vocal) e Thiago de Lima Cruz Macedo (fundador / mestre de bateria / percussão) foram os idealizadores do Divinas. Após meses debatendo ideias, eles começaram a ensaiar com músicos feras de Brasília que toparam entrar para o projeto. Isto, despretensiosamente, ainda no final de 2015. E se surpreenderam com o tamanho do sucesso quando estrearam em 2016. 
“Na época, não esperávamos que o Divinas arrastaria uma multidão. Nós fomos reunindo uma galera, inclusive conseguimos instrumentistas amigos com divulgações no Facebook.“, destaca Adolfo Neto, que também faz questão de homenagear as mulheres que compõem o bloco: Raíza Andrade (trompete), Isadora Pina (saxofone / vocal) e Liliane Santos (trombone). “As meninas do Trio Coringa comandam o brilho dos arranjos”, diz.
E foi em 2016 que o Divinas saiu pela primeira vez às ruas da cidade. O time de 14 pessoas tocou em um show “secreto” na Vila Planalto. Depois, eles foram parar direto no carnaval. Junto com os blocos Aparelhinho (Criolina) e Acabou o Gás (UruKombi), eles arrastaram mais de 10 mil foliões na estreia. “Foi e é emocionante ver a energia do público!”, exclama Adolfo.
Também fundador do Divinas, o percussionista Thiago de Lima Cruz revela: “Começamos este bloco por amor. A resposta do público é surpreendente. A gente estava afim de fazer um bloco e, de repente, o Divinas virou o que virou. Só temos que agradecer e ver que o que a gente acredita contribuiu e contribui para mais alegria e união”.
E este ano eles chegam para fazer um carnaval que vai entrar para a história do bloco. “Faremos o maior carnaval e vamos aproveitar nossa posição para lutar e apoiar causas importantes, como a campanha Folia com Respeito, que briga pelo fim do assédio, machismo e todos os tipos de preconceitos no carnaval e nas festas da cidade”, se posiciona Aloizio.
Samir Aissami, também um dos fundadores, revela: “Fazemos uma homenagem à Tropicália, que é um movimento que todos nós admiramos. Nós nos encaixamos de um jeito que me emociona. Somos muito unidos. Curtimos muito tocar estas músicas e a energia nossa passa para o público e vice-versa.”
O timão do Divinas Tetas é formado por Adolfo Neto (fundador / baixo / vocal), Aloizio Michael  (fundador / vocal / percussão / baixo), Samyr Aissami (fundador / maestro / guitarra / vocal), Thiago Delimacruz (fundador / mestre de bateria / percussão), Rudá Carvalho (teclado / voz), Guilherme Maranhão (bateria), Lucas “Tufinha” (percussão) , Thiago Bezerra (percussão / voz), Mariano Toniatti (percussão), Caio Lívio (percussão), Raíza Andrade  (trompete), Chico Oswald (saxofone), Isadora Pina (saxofone / vocal) e Liliane Santos (trombone).

Serviço
Bloco das Divinas Tetas
4 de março (segunda-feira)
Horário: 14h
Entrada gratuita
Classificação livre.
Informações no evento do Divinas Tetas no Facebook: https://www.facebook.com/events/397783164123319/

Filme Me Deixe Não Ser estreia no Liberty Mall

Curta-metragem de autoria do ator global Bernardo Felinto conta com a direção de Kleber Macedo. Lançamento será no dia 28 de fevereiro. Entrada franca. 

Após passar pelo Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2018); pelo Brazil Cine Fest (2018), no Rio de Janeiro (RJ); e ser ainda selecionado para o Downtown Urban Arts Festival (2019), na cidade de Nova Iorque (EUA), o curta-metragem Me Deixe Não Ser ganhará novamente as telonas brasilienses. Com direção e direção de fotografia de Kleber Macedo, roteiro, produção e atuação do ator global Bernardo Felinto e, ainda, atuação da atriz brasiliense Carolina Monte Rosa, a produção será lançada oficialmente no dia 28 de fevereiro, quinta-feira, às 21h, no Cine Cultura do Shopping Liberty Mall (Setor Comercial Norte QD 2). A exibição contará com coquetel para celebrar o filme, que promete encantar, uma vez que já arrancou aplausos no Brasil e lá fora.  A entrada é franca. Cinema sujeito à lotação.
Apesar de partirem rumo a Nova Iorque em maio para lançar o filme em terras norte-americanas, Felinto e Kleber optaram por compartilhar esta experiência cinematográfica de ambos primeiramente em Brasília. Não à toa! Os artistas são da capital brasileira e têm um carinho imenso pela cidade. 


“Não poderíamos lançar oficialmente, em primeira mão, em outro lugar. Mesmo que a produção já tenha passado em festivais, agora quem viu poderá assistir de novo e quem não viu vai ver de graça. Temos uma imensa honra de lançar aqui (Brasília), na nossa cidade.”, destaca satisfeito Bernardo Felinto, que atua, produz e assina como autor do filme.


Romance, dúvidas, anseios
O enredo de Me Deixe Não Ser ousa e destaca problemáticas e ansiedades comuns ao século 21, principalmente daqueles que estão na casa dos 30 anos.
Luísa (Carolina Monte Rosa) é uma jovem com seus trinta e poucos anos que enfrenta uma crise emocional e precisa tomar uma decisão que mudará o rumo de sua vida. Já Rodrigo (Bernardo Felinto) é um jovem escritor que sofre com uma crise de identidade. Ao se encontrarem por um acaso da vida em um bar, eles passam a viver um intenso romance cheio de paixão, dúvidas e instabilidades.
A trama está traçada, mas vai além. A produção adentra na problemática individual de cada um dos protagonistas. Diretor premiado, Kleber Macedo optou ainda por uma fotografia que se sobrepõe aos diálogos, que são poucos. “A linguagem cinematográfica é amplamente explorada, deixando ao espectador o livre pensamento para entrar e tentar decifrar o que se passa na cabeça dos jovens amantes. O roteiro não segue uma ordem cronológica e as cenas vão e voltam a todo tempo, tornando o filme ainda mais surpreendente”, revela Macedo.
Ator e também escritor, Bernardo Felinto teve a ideia do filme em 2017. A produção, totalmente independente, contou com a parceria do amigo Kleber Macedo, que também apostou na ideia. “Eu estava já trabalhando o enredo na cabeça. Nós fomos na garra e gravamos em março de 2018. E caímos de cara em festivais. A história surpreende porque sai do convencional, embora retrate problemas convencionais”, frisa Felinto.

Da Globo para o cinema
Roteirista, ator e um dos produtores do filme, Bernardo Felinto é um dos atores mais reconhecidos de Brasília. Ele conta com mais de 25 peças de teatro no currículo e diversas passagens pela rede Globo. Felinto é, ainda, sócio-fundador do canal de humor Só 1 Minuto (YouTube – Só 1 Minuto), hoje o maior canal de humor do Centro-Oeste.
A produção Só 1 Minuto conta com mais de 18 milhões de visualizações em mais de 100 vídeos produzidos. Bernardo também participou durante quase 10 anos do antigo grupo de comédia de Brasília, De 4 é Melhor. Atualmente, o ator está em turnê pelo Brasil com a Cia de Comédia Os Melhores do Mundo.

Kleber Macedo
Kleber Macedo é empresário e produtor audiovisual com 13 anos de experiência no mercado. Ele assinou projetos premiados nacionalmente e internacionalmente. Macedo foi o segundo colocado no prêmio nacional Finep de Inovação com o filme UnB CDT (2010). A produção foi roteirizada e dirigida por ele. Ainda, ganhou prata no Festival Lusos (Portugal) na categoria comunicação interna. Agora, ele se preparar para alçar voos com Me Deixe Não Ser. 

SERVIÇO
Coquetel de lançamento do curta-metragem Me Deixe Não Ser
Dia 28/2, quinta-feira
Horário:  21h
Local: Cine 2 do Shopping Liberty Mall (Setor Comercial Norte QD 2)
Entrada gratuita
Os lugares são limitados. Sujeito a lotação.
Não recomendado para menores de 14 anos.

Bloco Samba da Mulher Bonita estreia no pré-carnaval

Marchinhas de carnaval, carimbó, axé dos anos 80 e 90 e muito samba de raiz. Para dançar sem parar. Em sua primeira edição, o bloco Samba da Mulher Bonita vai ocupar o Centro Comercial do Cruzeiro Velho (próximo à Aruc), no dia 23 de fevereiro (sábado). O evento carnavalesco tem início às 18h e promete alegrar crianças, jovens, adultos e a velha guarda. Afinal, a ideia é democratizar o carnaval e abrir um espaço para todos pularem juntos e à vontade.



Comandado pela sambista e compositora brasiliense Kika Ribeiro e por Cláudia Rodrigues, o Samba da Mulher Bonita chega para reunir amantes do samba de Brasília. O nome do bloco homenageia o sexo feminino. Além de empoderar as mulheres, o bloquinho pretende reunir diferentes públicos para celebrar o amor e a paz. “Meu público são todos os públicos. E reunimos uma mulherada fera de Brasília, que chegará com um repertório surpresa e bem para cima. Teremos desde axé, carimbó e, claro, o nosso bom e velho samba de raiz”, adianta Kika Ribeiro.

E quem passar pelo bloquinho no dia 23 de fevereiro vai poder curtir o samba de Cartola, Clara Nunes, Beth Carvalho, dentre outros. Kika estará à frente do som com sua banda formada por João Peçanha (violão), Caio Melão (cavaco), Glauber Ronyel (guitarra), Edimar Carvalho (baixo), Vinicius Nascimento  (pandeiro), Missô (surdo e tantan) e Guiga (percussão geral). O repertório contará ainda com canções autorais da sambista como Negra de Fé, A Receita de Ser Feliz e Me Deixa no Samba. As músicas foram compostas em parceria com o músico Thiago Castro.

E tem mais. Emília Monteiro, Naiara Lira e Carla Meirelles também marcarão presença no pré- carnaval, com direito a apresentações solos e em conjunto. “Teremos um momento de todas juntas no palco. Será emocionante. E a entrada é gratuita.”, destaca Kika Ribeiro.


O samba de Kika Ribeiro
“Eu não nasci no samba, mas o samba nasceu em mim”. Brasiliense, de talento nato, Kika Ribeiro descobriu o samba há cerca de quatro anos, quando ainda cantava em uma banda de reggae de Brasília. E o samba veio para ficar. A artista começou o Samba da Mulher Bonita no Cruzeiro Velho se apresentando todos os domingos no Divinu’s Pub e depois com uma temporada no Sambistrô. E nunca mais parou. “Foi com o grande sucesso deste samba que surgiu a ideia de fazermos o Bloco Samba da Mulher Bonita. Agora, viramos oficialmente um bloquinho”, conta Kika. A sambista, que não para, já tocou na Lapa, no Cacique de Ramos, no Samba do Trabalhador e na Pedra do Sal, todos points badalados do Rio de Janeiro.

Ela participou ainda de um projeto autoral de samba em Brasília, onde deu luz às suas composições. “Participo também de um coletivo de samba de mulheres da capital federal, que existe há quase três anos. Na próxima edição, queremos reunir todas estas mulheres”, coloca, animada.

O Samba da Mulher Bonita faz parte do projeto Vozes Femininas, uma realização da Secretaria de Cultura do Distrito Federal com o patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura.

Conheça a equipe do Bloco Samba da Mulher Bonita:

Carla Meirelles 
“Dos cultos de jovem para as rodas de samba.” Assim se resume a trajetória da cantora brasiliense Carla Meirelles. Ela começou sua carreira musical na igreja aos 11 anos de idade. Da infância à adolescência, a música sempre esteve presente em sua vida. Desenvolveu sua musicalidade atuando e coordenando corais e conjuntos musicais, o que levou a um amadurecimento que culminou, em 2013, na gravação do seu primeiro álbum intitulado Correrei para Ti. Com a maioria das letras e músicas de sua autoria, o álbum teve a faixa O Amor premiada como Melhor Música Gospel no Festival Gira Cultura, promovido pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal e Ministério da Cultura, em 2014. Aproveitando o momento, Carla consolidou sua carreira promovendo o álbum em eventos diversos pelo Brasil, até o ano de 2017, quando começou a estudar música brasileira e se encontrou no samba. Clube do Choro, Feitiço Mineiro, Primeiro Bar, Stadt Bar Music, Restaurante Taioba, Terraço Shopping, Rio Bistrô, Caixa Econômica Federal, Círculo Operário do Cruzeiro, ARUC, GRES Capela Imperial, Torre de TV, Serpentina Zero Grau, Outro Calaf e rodas de samba por toda Brasília são alguns dos locais onde Carla fez e faz apresentações. Atualmente, Meirelles integra os coletivos Samba da Guariba e Mulheres de Samba. Suas influências musicais são Jovelina Pérola Negra, Dona Ivone Lara, Beth Carvalho, Maria Rita, Roberta Sá, Marisa Monte, Baby Consuelo do Brasil, Leci Brandão e Elis Regina.

Emília Monteiro 
Trazendo as cores e sons do Amapá para o resto do país, Emília Monteiro faz um som único e diferenciado na cena musical brasileira. Ela é de família amapaense, radicada em Brasília, e traz em suas músicas as lembranças afetivas do Norte. Um estilo que mescla música regional com pop radiofônico. Sua presença de palco irreverente e intensa se destaca pela forte interpretação e entrega, resultando num show quente, excitante, dançante, envolvente e brasileiríssimo que já passou pelo réveillon do Distrito Federal e até pelo Galo da Madrugada, em pleno carnaval de Olinda.

Emília começou sua carreira em Brasília, atuando e cantando na Companhia dos Menestréis de Oswaldo Montenegro. A experiência adquirida nos palcos foi usada para compor seu show e o seu disco de estreia (Cheia de Graça, de 2013). Ritmos como o Batuque do Amapá, o Carimbó Chamegado e o Lundu do Pará, relidos em arranjos contemporâneos e universais, o Zouk Love e ritmos de influência latino-caribenha dão o tom do CD e do show de Emília. Um verdadeiro convite ao calor da Linha do Equador com todo o seu potencial sensual, caliente e dançante.

Ela foi considerada pela curadoria do Festival Cena Contemporânea 2015 como “a representante máxima dos sons do Norte na capital”.  Seu disco concorreu ao Prêmio da Música Brasileira 2014, foi nomeado pelo Blog Eu Ovo como o segundo melhor disco do ano de 2013 e rendeu uma turnê por todo o país.

Mantendo as raízes fortes, Emília comanda o Bora Coisar, primeiro e único bloco de carnaval amazônico de Brasília.  Preparando novidades, Emília voltou a excursionar pelo país em abril/2018, com uma série de shows no Rio de Janeiro (Jacarepaguá, Parque das Ruínas e Feira de São Cristóvão).  Em 2019, ela se prepara para o lançamento do seu segundo álbum.

Naiara Lira 
Naiara Lira teve seu primeiro contato com a música aos cinco anos de idade, quando começou a estudar piano erudito. Foi aluna da Escola de Música de Brasília e se profissionalizou em canto popular. Dividiu o palco com músicos renomados como Bibi Ferreira, Myrlla Muniz, Maurício Carrilho e Jorge Mautner, além de já ter cantado em importantes bares e casas de shows da capital federal. Em 2011, abriu o show do violinista, cantor e compositor da “Tropicália”, Jorge Mautner, no Açougue Cultural T-Bone. Em 2012, lançou sua carreira no exterior com o show Um Pouquinho de Brasil. Em meados de 2012, a cantora alterou seu nome artístico de Naiara Morena para Naiara Lira e iniciou as gravações de seu primeiro álbum Retalhos, este apresentado no Brasil e exterior.  Em setembro de 2015, a convite do BRACCA (Brazilian Comunity Council of Australia), a cantora estreou “Camboatá”, show de sua autoria que apresenta com a cantora Mabô, na época ainda com três integrantes. O grupo marcou presença no Brazilian Day de Sydney, Austrália.  Em 2018, lançou Eu Preciso de um Drama, um show performático onde se apresenta em parte com sua dragqueen “Tóxica” e é acompanhada pela pianista travesti Flô Furacão cantando canções dos mais diversos estilos, sempre focando no drama.

Serviço
Estreia do Bloco Samba da Mulher Bonita com Kika Ribeiro, Emília Monteiro, Naiara Lira e Carla Meireles
Data: 23 de fevereiro (sábado)
Horário: A partir das 18h
Entrada gratuita
Classificação livre
Informações no evento do Facebook: sambadamulherbonita

Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



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