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Uma banda inteira em um corpo só, DeBanda tem temporada educativa na rede pública

 Personagem criado pelo ator e músico César Lignelli concentra 23 instrumentos acoplados ao corpo e transforma sala de aula em palco entre os dias 15 e 18 de setembro, no Centro Educacional Jardins Mangueiral

Entre os dias 15 e 18 de setembro, o Centro Educacional Jardins Mangueiral recebe a temporada educativa do espetáculo DeBanda: oito sessões de uma aula-show estrelada por um único artista que carrega, literalmente, uma banda inteira grudada ao corpo. São 23 instrumentos musicais acoplados ao figurino de um andarilho, criado e interpretado pelo ator e músico César Lignelli. Cada apresentação vem acompanhada de mediação antes e debate com a plateia depois.

DeBanda é uma espécie de andarilho acumulador: bufão, palhaço, menestrel ou bobo da corte, dependendo de quem o encontra pela frente. Ninguém sabe ao certo de onde ele vem, nem a que época pertence, só que, aonde ele chega, a música já começou. O espetáculo nasceu de uma pesquisa de Lignelli sobre os desdobramentos estéticos e pedagógicos da prática intensa com instrumentos musicais, testando não só como tocá-los, mas como mostrar ao público, ali, em tempo real, que isso é possível. Em cena, o artista toca, canta, dança, interpreta e ainda encara nos olhos quem encontra pelo caminho, misturando saberes de música, teatro, circo e dança reinventados ao longo da própria trajetória de vida.

A aula-espetáculo conta, com humor e interação direta com a plateia, uma história de amor, conquista, perda e drama, cantada e tocada pelo narrador DeBanda ao lado das personas Demais, Demenos e Ella, com participação especial de DeBandinha.

A trilha sonora original é assinada por Lignelli em parceria com o compositor português João Lucas. Por trás da encenação, a obra também funciona como porta de entrada para conteúdos que costumam soar distantes em sala de aula: matemática, física, acústica, marcenaria, serralheria e artesania aparecem embutidas na explicação de como cada instrumento é construído e acionado, uma forma de disputar, pelo entretenimento, a atenção que a tecnologia tanto rouba dos conteúdos teóricos.

Em cartaz desde 2018, DeBanda já circulou por dois estados brasileiros e o Distrito Federal, além de Paraguai, Argentina, Uruguai, Chile e Peru, ocupando praças, parques, feiras, escolas, ruas, oficinas mecânicas e até igrejas. 

A temporada prevê recursos de acessibilidade de audiodescrição e LIBRAS em uma sessão. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


Ficha Técnica:

César Lignelli –  Direção Geral e Musical, Ator/músico

João Lucas - Direção Geral e Musical e designer

Estela Vieira Lignelli – Atriz

Sulian Vieira - Preparação vocal e mediadora

Adriano Roza - Iluminador, Cenotécnico e contrarregra

C1 Arte e Entretenimento – Gestão administrativa

Paula Jacobson – Produtora

Cleber Lopes – Produtor

Gleidson Lopes - Assistente administrativo

Camila Maxi - Assessoria de Comunicação

Lunares Ayla – Social Media

Todo Público- Elaboração do material educativo


SERVIÇO:

Temporada educativa DeBanda

Local: Centro Educacional Jardins Mangueiral

Datas e sessões:

15 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15

16 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15

17 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15

18 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15

As sessões são exclusivas para os alunos do CED Jardins Mangueiral

Classificação indicativa: 10 anos

Inscrições abertas para oficina gratuita de teatro musical em Taguatinga

 Iniciativa oferece a estudantes a partir de 14 anos a chance de subir ao palco em um espetáculo musical inédito voltado à educação antirracista, com inscrições abertas a partir de 14 de julho

Estão abertas, de 14 a 28 de julho de 2026, as inscrições para a Oficina Ópera Suburbana, de teatro musical, canto e expressão corporal. As atividades são gratuitas e voltadas a jovens a partir de 14 anos, preferencialmente pretos e residentes de Taguatinga. São 20 vagas. Inscrições pelo link.

A oficina acontece no Centro Cultural Recita (Setor Hoteleiro CSA 1, Taguatinga Centro), com início em 30 de julho de 2026. Os encontros seguem por cinco meses, às quintas-feiras, das 14h às 17h, e aos sábados, das 9h às 12h, até novembro. Não é necessário ter experiência prévia em teatro ou música, o processo seletivo busca interesse, compromisso e vontade de aprender.

Ao final do processo, os participantes vão montar e apresentar o espetáculo musical "Ópera Suburbana", com cinco apresentações em Taguatinga. Quatro delas serão exclusivas para estudantes de escolas públicas do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, a partir de 12 anos, acompanhadas de um programa educativo com material didático, palestras e debates.

Sobre a oficina

A montagem usa estéticas afro-brasileiras para tratar o racismo estrutural e promover práticas antirracistas, com foco em desenvolver consciência crítica entre os participantes e gerar impacto educativo, especialmente entre estudantes de escolas públicas. Os encontros trabalham técnicas de teatro musical, como canto, dança, interpretação dramática, expressão corporal e vocal, além de elementos de dramaturgia e encenação.

O projeto também propõe discussões sobre representatividade e valorização das expressões artísticas de pessoas pretas, na perspectiva de reconhecer a cultura afro-brasileira como parte da formação da identidade nacional.

Equipe

A direção é de Ricardo César, com 35 anos de carreira e mestrado em teatro educativo, com pesquisa voltada ao teatro negro e às suas possibilidades de uso na descolonização. A preparação vocal é do artista Martin Filho

A iniciativa conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


Serviço 

Oficina Ópera Suburbana

Inscrições: de 14 a 28 de julho de 2026, pelo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdVsfoB7hdUobC6jWLPKrqE00vmR5opzlWnDWpJSrCGOPE2LQ/viewform

Vagas: gratuitas e limitadas

Local: Centro Cultural Recita (Setor Hoteleiro CSA 1 – Taguatinga Centro)

Informações: @operasuburbana


Um Reles Potter – O Musical transporta o público para a escola de bruxaria mais famosa do mundo

 Montagem da Bailacci é inspirada no universo bruxo

 

A nova série de Harry Potter estreia na televisão apenas em dezembro, mas os brasilienses já poderão matar a saudade do famoso bruxinho em julho, com Um Reles Potter – O Musical. A montagem da Bailacci Musicais propõe uma releitura bem-humorada e irreverente da trama que conquistou fãs pelo mundo todo. O espetáculo terá sessões duplas às 16h e 19h, nos dias 25 e 26, no teatro do colégio Madre Carmen Sallés (604 Sul). Os ingressos custam a partir de R$ 40 e podem ser comprados no Sympla.

 


A adaptação do texto A Very Potter Musical é uma comédia de 2 horas de duração dividida em dois atos, que vão contar a saga do início ao fim com dança, música e sapateado. A paródia promete levar o público para a famosa escola de magia, numa experiência de palco divertida. No repertório, estão canções como Dance Again, Missing You, Not Alone e muitas outras em versões cantadas em português.

 

O elenco do espetáculo é formado por 31 atores selecionados por uma audição realizada no início do ano. “A preparação para o espetáculo foi intensa, com muitos ensaios e entrega dos atores. Como fã de Harry Potter, me diverti muito nesse processo e espero que o público também se divirta com as piadas e adaptações feitas”, comenta Rômulo Mendes, diretor-geral da atração. Ele acredita que a plateia irá reviver momentos icônicos do universo da série literária formada por sete romances de fantasia.

 

Sobre a Bailacci

Responsável por musicais de sucesso como Meninas Malvadas e Bom dia, Baltimore!, a Bailacci tem se tornado referência em Brasília quando o assunto é montagem acadêmica de teatro musical. Com 15 anos de tradição, oferece aulas de ballet, jazz, contemporâneo, hip hop, k-pop, street jazz, dancehall, forró, danças de salão, queens dance, teatro e danças inclusivas. São mais de 20 modalidades, com aulas presenciais e online, realizadas em duas unidades: Asa Sul (508 Sul) e Lago Norte (CA 07).

 

Ficha técnica – Um Reles Potter – O Musical

Roteiro e criação: Matt Lang, Nick Lang, e Brian Holden.

Música: Darren Criss and A.J. Holmes

Tradução: Ricardo Taveira & Julia Stark

Adaptação: Rômulo Mendes

Direção Geral e Cênica: Rômulo Mendes

Direção Musical: Rick Taveira

Direção coreográfica: Tati Araújo

Coachs Vocais: Pedro Souto

Produção: Bailacci Musicais

 

Serviço

Um Reles Potter – O Musical

Sessões sábado (25) e domingo (26), às 16h e 19h
No teatro do colégio Madre Carmen Sallés (604 Sul)

Ingressos de R$ 40 a R$ 120, disponíveis no Sympla

E-mail: bailacciasasul@gmail.com

Instagram: https://www.instagram.com/bailacci.musicais/

Informações: https://www.bailacci.com.br/umrelespotter

Informações: (61) 99669-4858 (WhatsApp)

Classificação livre

Entre cantigas, colagens e imaginação: Projeto Sabiá volta ao DF com oficinas gratuitas para crianças da rede pública

Nova edição realiza 12 encontros em escola pública do Distrito Federal, unindo leitura, música ao vivo, criatividade e contação de histórias a partir do livro infantil Sabiá, de Adriana Nunes

O canto do sabiá vai voltar a ecoar na rede pública do Distrito Federal! Desta vez, convidando crianças a entrar num universo de leitura, música, invenção e delicadeza. Em sua 4ª edição, o Projeto Sabiá realiza 12 oficinas gratuitas de leitura, criatividade e contação de histórias para estudantes de 6 a 10 anos das séries iniciais da rede pública de ensino do DF.

Inspirada no livro infantil “Sabiá”, da atriz, ilustradora e autora Adriana Nunes, a atividade propõe uma experiência sensorial e lúdica que aproxima as crianças do universo da literatura por meio do cancioneiro popular brasileiro. O ponto de partida é a clássica canção “Sabiá”, de Hervê Cordovil e Mário Vieira, que inspirou a publicação e conduz boa parte da vivência artística oferecida nas oficinas.

Mais do que uma atividade de incentivo à leitura, o projeto transforma a sala de aula em território de imaginação. Ao longo dos encontros, as crianças são convidadas a ouvir histórias, cantar, criar, experimentar materiais e mergulhar em uma proposta que costura palavra, imagem, som e afeto. A oficina contará também com apresentações de música ao vivo, ampliando a experiência com uma atmosfera imersiva, sensível e participativa.

A partir da obra de Adriana Nunes, o projeto aposta no encontro entre literatura e criação como forma de despertar a curiosidade, ampliar repertórios e fortalecer vínculos com o universo dos livros desde a infância. Em cena, o sabiá sai da gaiola e ganha asas em papel, tinta, tecido, canto e brincadeira. A iniciativa tem apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

Um livro que nasceu da canção

O livro Sabiá nasceu do encantamento de Adriana Nunes com a música infantil e com o poder poético das imagens. O clássico “Sabiá lá na gaiola” foi transformado pela artista em uma obra delicada, construída com a técnica de colagem e marcada por ilustrações sensíveis que dialogam com a letra da canção original.

O primeiro voo do livro acabou abrindo caminho para muitos outros. A partir de Sabiá, Adriana publicou também títulos como “Alecrim”, “Pintinho Amarelinho”, “Lagartixa” e “Se essa rua fosse minha”, entre outros projetos em desenvolvimento, sempre conectando música, visualidade e infância.

O universo dessas criações desemboca agora nas oficinas, onde a artista compartilha com as crianças sua paixão por papéis, tintas, tecidos, bordados e narrativas. O resultado é uma experiência em que ler também é cantar, pintar, imaginar e brincar. Ao final, cada criança leva consigo não apenas um objeto criado com as próprias mãos, mas também um pedaço desse encontro com a poesia.

Sobre Adriana Nunes

Ouvinte atenta, entusiasta da literatura e da música infantil, Adriana Nunes é atriz, ilustradora e autora. Com uma trajetória artística marcada pelo trabalho com diferentes linguagens, ela transforma canções em livros e histórias em experiências criativas voltadas à infância. Em suas oficinas, leitura e arte caminham juntas, convidando as crianças a explorar a sensibilidade, a escuta e a invenção.


SERVIÇO

4ª edição Projeto Sabiá

Data: 25, 26 e 27 de março de 2026

Local: Escola Classe Colônia Agrícola Vicente Pires


Show Vertentes celebra a diversidade musical amazônica no CCBB Brasília

Como parte da programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará, que fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) até o dia 2 de novembro, uma programação musical gratuita promete agitar o público. Nos dias 24 e 25 de outubro, às 19h, está programado o show Vertentes – O Som Que Vem do Norte, protagonizado pela cantora paraense Emília Monteiro. A artista apresenta canções do álbum autoral Cheia de Graça e um repertório que passeia por ritmos emblemáticos da cultura amazônica, como carimbó, cumbia, guitarrada e brega, além de homenagens a grandes intérpretes do Pará. A entrada é gratuita e os ingressos estarão disponíveis para retirada um dia antes de cada show, a partir de 12h, no site bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB. 

Com presença de palco marcante, Emília interpreta sucessos de nomes como Dona Onete, Fafá de Belém, Joelma, Gaby Amarantos, Lia Sophia e Patrícia Bastos, oferecendo ao público um panorama vibrante da diversidade musical nortista. Acompanhada por Marcus Moraes (guitarra) e George Lacerda (percussão), a cantora promete transformar o teatro do CCBB Brasília em uma grande celebração dançante, reafirmando a potência cultural da região Norte. “Me sinto muito feliz por representar minha ancestralidade amazônica musicalmente durante essa linda e potente exposição de mulheres fotógrafas paraenses, numa Amazônia imersiva incrível e tocante”, comemora a artista.

A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres, e possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A entrada para a exposição também é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até 20h40, no CCBB Brasília, que fica no Setor de Clubes Esportivos Sul. Os ingressos poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria.

CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutora em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial. Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.

MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.


Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.


Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.


Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.


Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De 26 de agosto a 2 de novembro de 2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br


Amazônia em foco: visita com curadora detalha olhares femininos do Pará

O público terá a oportunidade de mergulhar ainda mais fundo na potência das imagens da Amazônia com a visita guiada da curadora Sissa Aneleh, no dia 19 de outubro (domingo), às 16h, no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília). A concentração será em frente à Galeria 3 (sala cinza), a partir das 15h30. A atração é gratuita, com vagas limitadas a 40 participantes. Durante cerca de 1h30 de percurso, Aneleh — pesquisadora, historiadora da arte e especialista em fotografia paraense — conduzirá o público por um diálogo aprofundado sobre a mostra Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará, que reúne cerca de 170 obras de 11 artistas de diferentes gerações. A entrada é gratuita e os ingressos estarão disponíveis para retirada no site bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB.


A atividade é um convite a compreender como o olhar feminino sobre a Amazônia constrói novas narrativas sobre território, ancestralidade e resistência. "A visita guiada será um percurso pelos vetores culturais e identitários amazônicos que guiam as principais vertentes fotográficas das artistas presentes na exposição. Será um reconhecimento da Amazônia Brasileira registrada e valorizada pelas mulheres", explica Sissa Aneleh. Com fotografias, vídeos e instalações, a exposição fica em cartaz até o dia 2 de novembro e oferece um panorama da arte contemporânea produzida por mulheres paraenses e destaca a pluralidade de vozes e perspectivas que compõem a arte amazônica.

A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres, e possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A entrada é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até 20h40, no CCBB Brasília, que fica no Setor de Clubes Esportivos Sul.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CCBB BRASÍLIA
A programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará conta com atividades especiais, como o show Vertentes. A apresentação acontece nos dias 24 e 25 de outubro, trazendo a riqueza musical da região em uma celebração vibrante da cultura amazônica. Mais informações no Instagram e site do CCBB Brasília, respectivamente, @ccbbbrasilia e bb.com.br/cultura.

CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutora em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial. Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.

MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.

Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: Até 2 de novembro de 2025 Local: Centro 
Visita guiada: 19 de outubro às 16h, com concentração a partir das 15h30, na Galeria 3.
Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br

Divulgados os selecionados para o 1º Concurso de Bandas de Garagem do Pier 21

Projeto busca artistas de Brasília e tem apoio do WL Instituto de Música


Os finalistas do 1º Concurso Pier 21 de Bandas de Garagem foram revelados, marcando o início da contagem regressiva para a grande final, que acontece no dia 23 de agosto, no shopping Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul). Crianças e adolescentes de 6 a 16 anos, selecionados entre centenas de inscritos, vão disputar o título de melhor banda e artista solo em um show ao vivo que promete agitar o público brasiliense.

Após um criterioso processo de seleção, que analisou vídeos de performances musicais enviados, os finalistas foram selecionados. Confira a seguir:



Artistas solo:

Rafaela Diniz Reinecken de Araújo

Matheus Studart Frota Ribeiro

Carolina de Oliveira Subiñas

Isabela Barros Baptista

Isabel Otoni Couto


Bandas:

This is Us

Sweet Sour

Hê Matuto

Alex Matos & Luciano

Dreamers


O concurso, que tem como objetivo incentivar a produção musical autoral e revelar novos talentos da cena independente, contou com a inscrição de dezenas de artistas solo e bandas, que demonstraram criatividade e qualidade técnica mesmo em fase inicial de carreira. Agora, os selecionados terão a oportunidade de se apresentar ao vivo no palco do Pier 21, em um evento gratuito e aberto ao público.


Premiação

Os vencedores do 1º Concurso Pier 21 de Bandas de Garagem serão premiados com diversas experiências e valores em dinheiro, divididos entre as categorias Banda e Artista Solo. Na categoria Banda, o 1º lugar receberá 1 hora de pista no Play Bowling e um par de ingressos Cinemark para cada integrante, além de um vale-compras de R$ 500 e um prêmio em dinheiro de R$ 1.000. O 2º lugar será contemplado com 1 hora de boliche, vale-compras de R$ 300 e R$ 500 em dinheiro. Já o 3º lugar ganha um par de ingressos Cinemark por integrante da banda, vale-compras de R$ 100 e prêmio em dinheiro de R$ 300. Na categoria Artista Solo, o 1º colocado levará um voucher de boliche, par de ingressos do Cinemark e vale-compras de R$ 400; o 2º lugar receberá também o voucher, os ingressos e um vale-compras de R$ 200; e o 3º lugar será premiado com voucher de boliche e par de ingressos do Cinemark.


Sobre o Pier 21

Inaugurado em 21 de junho de 2000 com um projeto arquitetônico inovador em Brasília, o Pier 21 foi concebido com espaços abertos e soma 18.030m² de área bruta locável. É o primeiro e único centro especializado em cultura, gastronomia, lazer e entretenimento da capital e veio para ocupar um espaço no mercado que, até então, não era ocupado. Assim, é um empreendimento que concentra, de forma organizada, vários segmentos ambientada e qualificada - festival center - os segmentos de lazer, entretenimento e gastronomia.


Serviço

Shopping Pier 21

Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2 Lote 32

Telefone: (61) 3251-2121

Informações: pier21.com.br

Inscrições: @wlmusica

Instagram: @shoppingpier21


Jovens talentos vão brilhar no 1º Concurso de Bandas de Garagem do Pier 21

Projeto busca artistas de Brasília e tem apoio do WL Instituto de Música

Gosta de cantar ou tocar algum instrumento musical? O Shopping Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul), em parceria com o WL Instituto de Música, está com inscrições abertas para o 1º Concurso Pier 21 de Bandas de Garagem, uma iniciativa voltada à promoção de artistas mirins e adolescentes do Distrito Federal. Com o objetivo de incentivar a produção musical autoral e a criatividade de novos talentos locais, o festival pretende se consolidar como o maior evento do gênero na capital federal.

 


Destinado a crianças e adolescentes de 6 a 16 anos, o concurso é gratuito e permitirá a inscrição de artistas solo ou bandas com até sete integrantes. A proposta é valorizar a expressão artística desde cedo, estimulando o desenvolvimento musical e a formação de novos nomes no cenário independente. A participação de adultos será restrita à atuação como mentores ou regentes fora do palco.

As inscrições ficam abertas até o dia 6 de agosto de 2025, exclusivamente pelo perfil do Instagram @wlmusica, onde também está disponível o formulário de inscrição. Os interessados devem seguir o perfil do instituto e do Shopping Pier 21 e enviar um vídeo com uma performance musical ao vivo de até três minutos para o e-mail institutodemusicawl@gmail.com. No campo “Assunto” do e-mail, deve constar: “Vídeo 1º Concurso Pier 21 de Bandas de Garagem – Nome do participante ou da banda.” A etapa classificatória será feita a partir dessa gravação, e os selecionados participarão da grande final ao vivo no dia 23 de agosto, a partir das 12h, no palco do próprio shopping.

Entre as exigências do material enviado estão a boa qualidade de áudio e vídeo, performance visível (instrumento e/ou canto), gravação na horizontal e sem dublagens. A canção deve ser um cover e a apresentação deve conter a identificação do participante ou banda logo no início da filmagem.

 

Premiação

Os vencedores do 1º Concurso Pier 21 de Bandas de Garagem serão premiados com diversas experiências e valores em dinheiro, divididos entre as categorias Banda e Artista Solo. Na categoria Banda, o 1º lugar receberá 1 hora de pista no Play Bowling e um par de ingressos Cinemark para cada integrante, além de um vale-compras de R$ 500 e um prêmio em dinheiro de R$ 1.000. O 2º lugar será contemplado com 1 hora de boliche, vale-compras de R$ 300 e R$ 500 em dinheiro. Já o 3º lugar ganha um par de ingressos Cinemark por integrante da banda, vale-compras de R$ 100 e prêmio em dinheiro de R$ 300. Na categoria Artista Solo, o 1º colocado levará um voucher de boliche, par de ingressos do Cinemark e vale-compras de R$ 400; o 2º lugar receberá também o voucher, os ingressos e um vale-compras de R$ 200; e o 3º lugar será premiado com voucher de boliche e par de ingressos do Cinemark.

A divulgação dos finalistas será realizada no dia 14 de agosto de 2025, por e-mail e nas redes sociais dos organizadores. Além da visibilidade e da experiência de palco, os jovens artistas terão suas imagens e vozes registradas para divulgação do projeto em materiais promocionais.

 

Sobre o Pier 21

Inaugurado em 21 de junho de 2000 com um projeto arquitetônico inovador em Brasília, o Pier 21 foi concebido com espaços abertos e soma 18.030m² de área bruta locável. É o primeiro e único centro especializado em cultura, gastronomia, lazer e entretenimento da capital e veio para ocupar um espaço no mercado que, até então, não era ocupado. Assim, é um empreendimento que concentra, de forma organizada, vários segmentos ambientada e qualificada - festival center - os segmentos de lazer, entretenimento e gastronomia.

 

Serviço

Shopping Pier 21

Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2 Lote 32

Telefone: (61) 3251-2121

Informações: pier21.com.br

Inscrições: @wlmusica

Instagram: @shoppingpier21

Anime Summit Teaser traz atrações internacionais para a Arena BRB Nilson Nelson

 

Banda Burnout Syndromes e cantor Hiroaki Tommy cantam pela primeira vez no DF

Abrindo o calendário dos eventos geek em 2024, o Anime Summit Teaser trará duas grandes atrações internacionais para Brasília nos dias 3 e 4 de fevereiro. A banda Burnout Syndromes e o cantor Tominaga Tommy Hiroaki desembarcam na capital pela primeira vez para shows únicos na Arena BRB Nilson Nelson (Eixo Monumental) às 16h. Os ingressos para conferir as apresentações já estão à venda no Sympla e o público ainda pode conhecer e fotografar, pessoalmente, os artistas japoneses na opção meet & greet. O espetáculo musical é um aperitivo para os fãs se prepararem para dois eventos imperdíveis: o Anime Summit,  que acontecerá de 18 a 21 de abril, e o Festival do Japão Brasília, marcado para 24 a 26 de maio. Ambos no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade.

 


Subindo aos palcos no sábado (3/2), a banda Burnout Syndromes é conhecida por interpretar temas de inúmeros animes famosos, como Haikyuu!!, Dr. Stone, Gintama e Mashiro no Oto. O trio foi criado em 2005 e seu repertório traz sucessos como “Hikare Are”, “Fly High” e “Good Morning World”. Em Brasília, o guitarrista e vocalista Kazuumi Kumagai, o baixista Taiyu Ishikawa e o baterista Takuya Hirose vão cantar e tocar diversos hits, como “Phoenix”, faixa que recebeu uma nomeação no Crunchyroll Anime Awards de 2020 na categoria Melhor Abertura de Anime.

 

Domingo é a vez do icônico Hiroaki Tommy Tominaga surpreender o público. Conhecido como o cantor oficial da saga JoJo’s Bizarre Adventure, ele vai cantar o poderoso tema "Sono Chi no Sadame", abertura da primeira temporada do anime: "Phantom Blood". Ele também foi o responsável por dar voz à canção "Jo Sono Chi no Kioku ~end of THE WORLD~", que pode ser ouvida na temporada "Stardust Crusaders" da mesma série. "Estou indo para o Brasil, pela primeira vez, entregar as minhas músicas. Vamos nos divertir muito!", comemora o artista, que também se apresentará em Recife e Fortaleza. Além de JoJo, Tommy também canta "With the Wind", abertura da série Yu-Gi-Oh!! Vrains e coleciona várias músicas marcantes em sua carreira.

 

Atrações

Ainda no universo da música, o cantor Ricardo Cruz, membro do Jam Project, uma banda japonesa Anison fundada em 2.000, vai se apresentar com sucessos de anime songs (JAM significa Japan Animation Song Makers) no domingo, às 15h. Também estão previstas outras atividades no palco, como concurso cosplay, bandas locais e atrações tradicionais japonesas como o taiko (tambores) e o odori (dança folclórica japonesa). O Anime Summit Teaser ainda terá espaços voltados para lojinhas, ilustradores e uma praça de alimentação com opções asiáticas e brasileiras.

 

Serviço

Anime Summit Teaser

3 e 4 de fevereiro, às 10h às 22h

Na Arena BRB Nilson Nelson (Eixo Monumental)

Ingressos à venda no Sympla: www.sympla.com.br/kdm

Informações: @animesummitbrasil
Classificação livre

 

Cotidiano e realidade periférica brasiliense ditam tom de EP

Viver da música é um sonho para muitos. E também é a força motriz para a criação do EP B'Arte no Ar!.O projeto é uma iniciativa de empreendedorismo coletivo por meio da música com artistas independentes de regiões administrativas do Distrito Federal. Todos têm empregos e funções variadas no cotidiano, mas compartilham um sonho unificado e perseverante: ganhar a vida por meio da arte.

 

Com cinco faixas, B’Arte no Ar traz músicas que se inspiram nos ritmos regionais brasileiros, combinados em um BPM (batidas por minuto) de 120 em estilo funk/soul, conhecido como um breakbeat. Grande parte dos instrumentos utilizados nas músicas foram produzidos eletronicamente, sendo que apenas o instrumento guia de cada faixa foi tocado acusticamente. A riqueza musical do EP se destaca ainda mais com a colaboração de quatro artistas independentes nos vocais, abordando temas que variam desde paixão até o enfrentamento ao racismo. “Este EP é a concretização de um sonho compartilhado por artistas que buscam transmitir suas vozes e experiências através da música”, destaca Bart Almeida, dançarino e produtor do projeto.

 


Conectados por outros trabalhos, os artistas participantes já se conheciam quando toparam o convite de Bart para a empreitada. “Defini a estética das músicas e os deixei livres para criar os temas”, conta. E completa: “Como artista independente, entendi que não conseguiria sozinho. E eles também não. Então nos unimos para trabalhar em um coletivo e, através da música, alcançar nossos sonhos. A maioria dos participantes do disco recebe até dois salários mínimos. E ganhar por royalties de reprodução das músicas nos permite produzir mais e melhorar a capacidade artística.”


O objetivo é se estabelecer como selo musical e trabalhar com diversos artistas com uma arrecadação fixa. “Me incluo entre os artistas. Temos dificuldades em nos manter financeiramente dentro das artes e a música é uma possibilidade. Criamos música no final do expediente, mas todos os dias trabalhamos com outra coisa. No meu caso sou professor. Há outro artista que trabalha com design de interiores, tem outro que já trabalhou consertando impressora, há também outra professora de música”, diz.

Clipe

Pensando na acessibilidade, o clipe da faixa "Falo A Verdade", já disponível no YouTube, conta com um intérprete de libras. B’Arte no Ar está disponível para ser ouvido gratuitamente nas principais plataformas de streaming. Também serão produzidos vídeos para as redes sociais, como TikTok, Instagram e Facebook.

 

Faixas:

1. "Falo a Verdade"

Abertura do EP, "Falo a Verdade" apresenta uma mistura de MPB com freestyle (improvisação), onde Jhon MC compartilha angústias, desafios e foco em seu trabalho cotidiano de orientar seus semelhantes.

 

2. "De Rocha Remix"

Uma homenagem a Luiz Gonzaga, o rei do Baião, a faixa "De Rocha" conta a história de uma neta que retorna do ambiente urbano à essência do sertão nordestino. Para celebrar um ano de lançamento, Jhon MC apresenta um remix, incorporando referências de diferentes regiões do Brasil.

 

3. "Set de Laje"

Inspirada pela musicalidade da capoeira, "Set de Laje" destaca o berimbau como instrumento guia. Dona Rayla traz sua "ginga faceira" enquanto canta sobre a diversão descontraída que ocorre nas lajes das periferias.

 

4. "Goiana"

Com influência da música caipira brasileira, "Goiana" evoca a vida do campo e o som da viola. Jhonatan Alastro compõe sobre uma figura feminina inspirada em Goiânia, capital da música caipira.

 

5. "Pé na Porta"

Inspirado por Cartola e o samba, "Pé na Porta" é um desabafo sobre a discriminação racial ainda presente na sociedade. A faixa reflete a experiência pessoal de Jhonatan Alastro enfrentando segregação em locais públicos.

 

Sobre a B’Arte Produções

O selo B’Arte Produções nasceu em 2012, a partir do edital Coletivo Ideia com patrocínio do Ministério da Cultura, onde foi idealizado e apresentado o espetáculo de dança “A Festa do Fim do Mundo”. Atualmente, o selo realiza produções musicais, como o EP B’Arte no Ar.

 

Ouça B’Arte no Ar

https://onerpm.link/155812655198 

Artistas brasilienses fazem live na quarentena

Adriana Nunes (Cia. Os Melhores do Mundo), o ator global brasiliense Bernardo Felinto, os músicos Eduardo Pastore, Paulo Lessa, Dara Alencar, Ju Rodrigues (Saiabamba e Essa Boquinha Eu Já Beijei), a rainha dos ritmos do Pará e do Amapá, Emília Monteiro, Renata Dourado e Gustavo Rocha (Cia de Cantores Líricos de Brasília), a sambista Kika Ribeiro, que puxa o bloco Samba da Mulher Bonita e a Poetisa do Cuidar, Onã Silva. Ainda, a banda comandada por uma mulher, Nat Mirrors e os Espelhos da Noite,  se uniram em tempos de pandemia para falar de arte, de resistência e, principalmente, de união.  


Juntos, estes artistas do teatro, da música e da literatura resolveram passar uma mensagem positiva para o público que está em casa. A ideia veio deles, ícones da arte brasiliense. Cada qual ao seu modo, eles resolveram gravar um vídeo para mostrar como está a quarentena dentro de suas casas e disponibilizaram, gratuitamente, vídeos de suas artes.


O vídeo dos artistas editado e montado pela também artista Natália Leite pode ser conferido no YouTube: https://www.youtube.com/embed/mZHkNnUdvCE

A começar pela Poetisa do Cuidar, Onã Silva, que chega com vários cordéis, incluindo sobre o coronavírus, em seu canal no YouTube. Quem quiser, pode conferir.

Já Kika Ribeiro, Ju Rodrigues e Emília Monteiro – rainhas do carnaval e de eventos brasilienses – também tocam. Tocam seus sentimentos, poetizam e gravam lives em seus Instagrans: @jurodriguescanta, @emiliamonteirocanta e @kikaribeirosamba. Vale a pena conferir! A cantora, intérprete e compositora brasiliense Dara Alencar (@daraalencar) traz a música autoral Essa Conversa, que também pode ser conferida no vídeo coletivo.

Também famosos como compositores e intérpretes, Paulo Lessa e Eduardo Pastore (@paulolessaoficial e @eduardompastore) fazem lives em suas redes e lançam novas canções nesta quarentena.

Há ainda a banda Nat Mirrors e os Espelhos da Noite.  O grupo formado por Nat Pires (vocais e composições), João Dimas (guitarra e vocais), Marcus Arcuri (bateria), Lucas Carvalho (guitarra, teclados e vocais) e Igor Fazio (contrabaixo) é conhecido em Brasília por misturarem a “psicodelia” do rock’n’roll dos anos 60 e 70 com o suingue dos sons latinos-americanos e as texturas imprevisíveis dos efeitos analógicos. E Nat Pires criou a canção Fake News que pode ser acessada no YouTube:
https://www.youtube.com/embed/KZzHQtE_DYA

Da música para o teatro, Adriana Nunes, atriz e fundadora da Cia de Comédia Os Melhores do Mundo, lançou junto com a equipe uma quarentena com esquetes inéditas e conhecidas do grupo que fez 25 anos de estrada e muita história em 2020. Sempre às terças, quintas e aos sábados, às 20h, o público poderá morrer de rir ao acessar o link: youtube.com/comediamm.

Ator que se projetou na Rede Globo, em Brasília e no Brasil, Bernardo Felinto também lançou um filme de sua autoria na internet. O curta-metragem Me Deixe Não Ser conta com a sua atuação e da atriz Carolina Monte Rosa. A direção é de Kleber Macedo. Uma obra que fala de encontros e desencontros, paixões, dúvidas e instabilidades. Confira: https://vimeo.com/282593754/cc07d6595e. 

E a ópera poderá chegar em sua casa. Fundadores da Cia de Cantores Líricos de Brasília (@ciadecantoresliricos), Renata Dourado e Gustavo Rocha também deixam suas performances vocais e uma bela mensagem ao lado da filha.

“Nossa rotina muda, claro. Com filha pequena em casa, aí é que muda mesmo. Mas nunca deixaremos de cantar e de incentivar o público a ter contato com a arte. Ela nos inspira e nos alivia”, afirma  Dourado, feliz pelo contato, mesmo distante, com o público.

Serviço: Artistas brasilienses lançam arte e mensagem positiva em tempos de pandemia.
Confira a mensagem de cada artista no vídeo: https://youtu.be/mZHkNnUdvCE

Divinas Tetas promete arrastar multidões no Carnaval


 Reconhecido na capital, bloco chega à sua quarta e maior edição com clássicos da música brasileira e novidades para tocar no dia 4 de março, no Setor Bancário Norte. Entrada franca.
“Ê, ê, ê, ê, ê...Dona das divinas tetas. Derrama o leite bom na minha cara. E o leite mau na cara dos caretas”. A música Vaca Profana, de Caetano Veloso, não sai da cabeça e inspira legiões de fãs. Além de ser o lema de um bloco tipicamente brasiliense e brasileiro. De volta com tudo e com seu Tropicalismo Polêmico, o Bloco das Divinas Tetas chega à sua quarta e maior edição para agitar ainda mais o Carnaval de 2019 no dia 4 de março (segunda-feira), a partir das 14h, no Setor Bancário Norte (estacionamento - em frente ao Eixinho Norte). A entrada é gratuita.


São quatro anos de bloco e de muita música para ninguém ficar parado. Além de tocar no Carnaval, o Divinas se apresenta pelas noites da capital federal e se consolidou como um dos maiores blocos e banda da cidade. Em 2017, o grupo foi eleito o melhor bloco de Brasília e ganhou prêmio do jornal Correio Braziliense.
E no repertório do Divinas não faltam nomes de peso da MPB. Caetano Veloso – que inspirou o bloco com a música que leva seu nome - Gilberto Gil, Os Mutantes, Tom Zé, Novos Baianos, dentre outros ícones do movimento tropicalista são homenageados pelo time de 14 músicos eletrizantes.
Já reconhecido por arrastarem milhares de foliões, este ano o timão promete um Carnaval ainda maior e recheado de novidades. “Nesta edição, faremos um arranjo especial de Podres Poderes, do Caetano (Veloso) e de Realce, do Gil (Gilberto Gil).  Além de homenagear Luiz Gonzaga. E todos os arranjos são bem para cima, carnavalescos. Esta é a marca do Divinas”, adianta um dos fundadores do bloco e também vocalista e baixista, Adolfo Neto.  


As clássicas que consagraram o bloco também não faltarão no repertório. Canções como Odara, de Caetano Veloso; Preta Pretinha, dos Novos Baianos; A Minha Menina, dos Mutantes; e, claro, Vaca Profana prometem fazer os foliões pularem ainda mais no carnaval que preza pelo respeito e pela harmonia. “Nosso carnaval é pra todo mundo. Aqui preconceito e violência não são tolerados. É uma festa de amor!”, realça Adolfo.

As Divinas Tetas
A força de vontade e o amor pela música uniram 14 músicos com um propósito comum em 2015: colocar um bloco na rua. Adolfo Neto (fundador / baixo / vocal), Aloizio Michael (fundador / vocal / percussão / baixo), Samyr Aissami (fundador / maestro / guitarra / vocal) e Thiago de Lima Cruz Macedo (fundador / mestre de bateria / percussão) foram os idealizadores do Divinas. Após meses debatendo ideias, eles começaram a ensaiar com músicos feras de Brasília que toparam entrar para o projeto. Isto, despretensiosamente, ainda no final de 2015. E se surpreenderam com o tamanho do sucesso quando estrearam em 2016. 
“Na época, não esperávamos que o Divinas arrastaria uma multidão. Nós fomos reunindo uma galera, inclusive conseguimos instrumentistas amigos com divulgações no Facebook.“, destaca Adolfo Neto, que também faz questão de homenagear as mulheres que compõem o bloco: Raíza Andrade (trompete), Isadora Pina (saxofone / vocal) e Liliane Santos (trombone). “As meninas do Trio Coringa comandam o brilho dos arranjos”, diz.
E foi em 2016 que o Divinas saiu pela primeira vez às ruas da cidade. O time de 14 pessoas tocou em um show “secreto” na Vila Planalto. Depois, eles foram parar direto no carnaval. Junto com os blocos Aparelhinho (Criolina) e Acabou o Gás (UruKombi), eles arrastaram mais de 10 mil foliões na estreia. “Foi e é emocionante ver a energia do público!”, exclama Adolfo.
Também fundador do Divinas, o percussionista Thiago de Lima Cruz revela: “Começamos este bloco por amor. A resposta do público é surpreendente. A gente estava afim de fazer um bloco e, de repente, o Divinas virou o que virou. Só temos que agradecer e ver que o que a gente acredita contribuiu e contribui para mais alegria e união”.
E este ano eles chegam para fazer um carnaval que vai entrar para a história do bloco. “Faremos o maior carnaval e vamos aproveitar nossa posição para lutar e apoiar causas importantes, como a campanha Folia com Respeito, que briga pelo fim do assédio, machismo e todos os tipos de preconceitos no carnaval e nas festas da cidade”, se posiciona Aloizio.
Samir Aissami, também um dos fundadores, revela: “Fazemos uma homenagem à Tropicália, que é um movimento que todos nós admiramos. Nós nos encaixamos de um jeito que me emociona. Somos muito unidos. Curtimos muito tocar estas músicas e a energia nossa passa para o público e vice-versa.”
O timão do Divinas Tetas é formado por Adolfo Neto (fundador / baixo / vocal), Aloizio Michael  (fundador / vocal / percussão / baixo), Samyr Aissami (fundador / maestro / guitarra / vocal), Thiago Delimacruz (fundador / mestre de bateria / percussão), Rudá Carvalho (teclado / voz), Guilherme Maranhão (bateria), Lucas “Tufinha” (percussão) , Thiago Bezerra (percussão / voz), Mariano Toniatti (percussão), Caio Lívio (percussão), Raíza Andrade  (trompete), Chico Oswald (saxofone), Isadora Pina (saxofone / vocal) e Liliane Santos (trombone).

Serviço
Bloco das Divinas Tetas
4 de março (segunda-feira)
Horário: 14h
Entrada gratuita
Classificação livre.
Informações no evento do Divinas Tetas no Facebook: https://www.facebook.com/events/397783164123319/

Bloco Samba da Mulher Bonita estreia no pré-carnaval

Marchinhas de carnaval, carimbó, axé dos anos 80 e 90 e muito samba de raiz. Para dançar sem parar. Em sua primeira edição, o bloco Samba da Mulher Bonita vai ocupar o Centro Comercial do Cruzeiro Velho (próximo à Aruc), no dia 23 de fevereiro (sábado). O evento carnavalesco tem início às 18h e promete alegrar crianças, jovens, adultos e a velha guarda. Afinal, a ideia é democratizar o carnaval e abrir um espaço para todos pularem juntos e à vontade.



Comandado pela sambista e compositora brasiliense Kika Ribeiro e por Cláudia Rodrigues, o Samba da Mulher Bonita chega para reunir amantes do samba de Brasília. O nome do bloco homenageia o sexo feminino. Além de empoderar as mulheres, o bloquinho pretende reunir diferentes públicos para celebrar o amor e a paz. “Meu público são todos os públicos. E reunimos uma mulherada fera de Brasília, que chegará com um repertório surpresa e bem para cima. Teremos desde axé, carimbó e, claro, o nosso bom e velho samba de raiz”, adianta Kika Ribeiro.

E quem passar pelo bloquinho no dia 23 de fevereiro vai poder curtir o samba de Cartola, Clara Nunes, Beth Carvalho, dentre outros. Kika estará à frente do som com sua banda formada por João Peçanha (violão), Caio Melão (cavaco), Glauber Ronyel (guitarra), Edimar Carvalho (baixo), Vinicius Nascimento  (pandeiro), Missô (surdo e tantan) e Guiga (percussão geral). O repertório contará ainda com canções autorais da sambista como Negra de Fé, A Receita de Ser Feliz e Me Deixa no Samba. As músicas foram compostas em parceria com o músico Thiago Castro.

E tem mais. Emília Monteiro, Naiara Lira e Carla Meirelles também marcarão presença no pré- carnaval, com direito a apresentações solos e em conjunto. “Teremos um momento de todas juntas no palco. Será emocionante. E a entrada é gratuita.”, destaca Kika Ribeiro.


O samba de Kika Ribeiro
“Eu não nasci no samba, mas o samba nasceu em mim”. Brasiliense, de talento nato, Kika Ribeiro descobriu o samba há cerca de quatro anos, quando ainda cantava em uma banda de reggae de Brasília. E o samba veio para ficar. A artista começou o Samba da Mulher Bonita no Cruzeiro Velho se apresentando todos os domingos no Divinu’s Pub e depois com uma temporada no Sambistrô. E nunca mais parou. “Foi com o grande sucesso deste samba que surgiu a ideia de fazermos o Bloco Samba da Mulher Bonita. Agora, viramos oficialmente um bloquinho”, conta Kika. A sambista, que não para, já tocou na Lapa, no Cacique de Ramos, no Samba do Trabalhador e na Pedra do Sal, todos points badalados do Rio de Janeiro.

Ela participou ainda de um projeto autoral de samba em Brasília, onde deu luz às suas composições. “Participo também de um coletivo de samba de mulheres da capital federal, que existe há quase três anos. Na próxima edição, queremos reunir todas estas mulheres”, coloca, animada.

O Samba da Mulher Bonita faz parte do projeto Vozes Femininas, uma realização da Secretaria de Cultura do Distrito Federal com o patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura.

Conheça a equipe do Bloco Samba da Mulher Bonita:

Carla Meirelles 
“Dos cultos de jovem para as rodas de samba.” Assim se resume a trajetória da cantora brasiliense Carla Meirelles. Ela começou sua carreira musical na igreja aos 11 anos de idade. Da infância à adolescência, a música sempre esteve presente em sua vida. Desenvolveu sua musicalidade atuando e coordenando corais e conjuntos musicais, o que levou a um amadurecimento que culminou, em 2013, na gravação do seu primeiro álbum intitulado Correrei para Ti. Com a maioria das letras e músicas de sua autoria, o álbum teve a faixa O Amor premiada como Melhor Música Gospel no Festival Gira Cultura, promovido pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal e Ministério da Cultura, em 2014. Aproveitando o momento, Carla consolidou sua carreira promovendo o álbum em eventos diversos pelo Brasil, até o ano de 2017, quando começou a estudar música brasileira e se encontrou no samba. Clube do Choro, Feitiço Mineiro, Primeiro Bar, Stadt Bar Music, Restaurante Taioba, Terraço Shopping, Rio Bistrô, Caixa Econômica Federal, Círculo Operário do Cruzeiro, ARUC, GRES Capela Imperial, Torre de TV, Serpentina Zero Grau, Outro Calaf e rodas de samba por toda Brasília são alguns dos locais onde Carla fez e faz apresentações. Atualmente, Meirelles integra os coletivos Samba da Guariba e Mulheres de Samba. Suas influências musicais são Jovelina Pérola Negra, Dona Ivone Lara, Beth Carvalho, Maria Rita, Roberta Sá, Marisa Monte, Baby Consuelo do Brasil, Leci Brandão e Elis Regina.

Emília Monteiro 
Trazendo as cores e sons do Amapá para o resto do país, Emília Monteiro faz um som único e diferenciado na cena musical brasileira. Ela é de família amapaense, radicada em Brasília, e traz em suas músicas as lembranças afetivas do Norte. Um estilo que mescla música regional com pop radiofônico. Sua presença de palco irreverente e intensa se destaca pela forte interpretação e entrega, resultando num show quente, excitante, dançante, envolvente e brasileiríssimo que já passou pelo réveillon do Distrito Federal e até pelo Galo da Madrugada, em pleno carnaval de Olinda.

Emília começou sua carreira em Brasília, atuando e cantando na Companhia dos Menestréis de Oswaldo Montenegro. A experiência adquirida nos palcos foi usada para compor seu show e o seu disco de estreia (Cheia de Graça, de 2013). Ritmos como o Batuque do Amapá, o Carimbó Chamegado e o Lundu do Pará, relidos em arranjos contemporâneos e universais, o Zouk Love e ritmos de influência latino-caribenha dão o tom do CD e do show de Emília. Um verdadeiro convite ao calor da Linha do Equador com todo o seu potencial sensual, caliente e dançante.

Ela foi considerada pela curadoria do Festival Cena Contemporânea 2015 como “a representante máxima dos sons do Norte na capital”.  Seu disco concorreu ao Prêmio da Música Brasileira 2014, foi nomeado pelo Blog Eu Ovo como o segundo melhor disco do ano de 2013 e rendeu uma turnê por todo o país.

Mantendo as raízes fortes, Emília comanda o Bora Coisar, primeiro e único bloco de carnaval amazônico de Brasília.  Preparando novidades, Emília voltou a excursionar pelo país em abril/2018, com uma série de shows no Rio de Janeiro (Jacarepaguá, Parque das Ruínas e Feira de São Cristóvão).  Em 2019, ela se prepara para o lançamento do seu segundo álbum.

Naiara Lira 
Naiara Lira teve seu primeiro contato com a música aos cinco anos de idade, quando começou a estudar piano erudito. Foi aluna da Escola de Música de Brasília e se profissionalizou em canto popular. Dividiu o palco com músicos renomados como Bibi Ferreira, Myrlla Muniz, Maurício Carrilho e Jorge Mautner, além de já ter cantado em importantes bares e casas de shows da capital federal. Em 2011, abriu o show do violinista, cantor e compositor da “Tropicália”, Jorge Mautner, no Açougue Cultural T-Bone. Em 2012, lançou sua carreira no exterior com o show Um Pouquinho de Brasil. Em meados de 2012, a cantora alterou seu nome artístico de Naiara Morena para Naiara Lira e iniciou as gravações de seu primeiro álbum Retalhos, este apresentado no Brasil e exterior.  Em setembro de 2015, a convite do BRACCA (Brazilian Comunity Council of Australia), a cantora estreou “Camboatá”, show de sua autoria que apresenta com a cantora Mabô, na época ainda com três integrantes. O grupo marcou presença no Brazilian Day de Sydney, Austrália.  Em 2018, lançou Eu Preciso de um Drama, um show performático onde se apresenta em parte com sua dragqueen “Tóxica” e é acompanhada pela pianista travesti Flô Furacão cantando canções dos mais diversos estilos, sempre focando no drama.

Serviço
Estreia do Bloco Samba da Mulher Bonita com Kika Ribeiro, Emília Monteiro, Naiara Lira e Carla Meireles
Data: 23 de fevereiro (sábado)
Horário: A partir das 18h
Entrada gratuita
Classificação livre
Informações no evento do Facebook: sambadamulherbonita

Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



Contato
Michel Toronaga
61 98185-8595
Brasília - DF