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Somos dois “bauzeiros”. Bauzeiro da cultura e do melhor do entretenimento da nossa capital federal. Com uma identificação totalmente relacionada e voltada para promover estabelecimentos e a arte nas terrinhas do cerrado, o jornalista Michel Toronaga comanda a Baú Comunicação. A assessoria surgiu de uma ideia diferente, alternativa e artística. Não à toa, o termo “Baú” significa ônibus, uma gíria típica dos moradores do Planalto Central. Mas “Baú” também vai além. É uma caixinha onde vamos destrinchar e oferecer um serviço personalizado para nossos clientes, além de atender a equipe de jornalistas do Distrito Federal.


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Vencedor do Prêmio Shell, “As Cores da América Latina” faz temporada-relâmpago na CAIXA Cultural Brasília

Espetáculo amazonense cruza teatro e dança para revisitar ritos do Chile, Peru e Brasil. Montagem tem sessão com Libras e audiodescrição e promove duas oficinas com pesquisa de máscaras e presença cênica.

De 2 a 5 de abril de 2026, a CAIXA Cultural Brasília recebe “As Cores da América Latina”, espetáculo da Panorando Cia. e Produtora (Manaus) que combina teatro e dança para atravessar três manifestações populares do continente: a Fiesta de la Tirana (Chile), a Huaconada (Peru) e o Cavalo-Marinho (Brasil). Em uma temporada rápida com apresentações de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h, a montagem aposta em uma encenação altamente visual, marcada por cores vibrantes, musicalidade e máscaras que transformam o palco em um território de celebração e confronto.

Premiado no 34º Prêmio Shell de Teatro (2024), na categoria Destaque Nacional, e vencedor do 23º Prêmio Cenym do Teatro Nacional (2024) por Melhor Trilha Original ou Adaptada, o espetáculo também acumulou indicações importantes (como Melhor Cia de Teatro, Direção de Movimento e Adereços/Objetos de Cena). Em 2025, no XIX Festival de Teatro da Amazônia, conquistou os prêmios de Melhor Visagismo e Melhor Figurino, além de novas indicações em categorias como espetáculo, direção, trilha, iluminação e cenografia.

No centro da cena, as referências latino-americanas aparecem como um manifesto estético sobre temas universais: amor, morte e nascimento. Costurados por imagens e personagens que dialogam com tradições do continente. Um dos elementos que marca a identidade da montagem é o uso de máscaras inspiradas no “Fofão”, figura popular do Carnaval maranhense, que amplia a dimensão ritualística e teatral das “personas” em cena e reforça a potência simbólica do espetáculo.

Acessibilidade

A temporada também prevê uma sessão com recursos de acessibilidade: no dia 4 de abril, o espetáculo terá LIBRAS e audiodescrição e, após a apresentação, acontece um bate-papo com o elenco, ampliando o encontro com o público e os bastidores do processo criativo.

Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos). A bilheteria fica aberta de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 21h. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (61) 3206-6456.

Oficinas: máscaras, upcycling e presença cênica

Além das apresentações, a temporada em Brasília inclui duas oficinas realizadas em 4 de abril, conduzidas por Fábio Moura e Talita Menezes, voltadas a estudantes e pessoas interessadas nas artes cênicas, são 25 vagas para pessoas maiores de 18 anos. As inscrições para as oficinas serão realizadas através do site da Caixa Cultural: https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Brasilia.aspx


Confecção de Máscaras em Upcycling (de 9h às 12h): atividade que compartilha a pesquisa do grupo na criação de máscaras cênicas a partir do reaproveitamento de materiais descartados, investigando possibilidades estéticas e expressivas do “resíduo” como dispositivo de cena, unindo sustentabilidade, experimentação e criação acessível.

Corpo: Jogo, Presença e Máscaras (das 14h às 17h): laboratório prático sobre as múltiplas ideias de presença no trabalho do artista da cena. Em diálogo com a pesquisa de “As Cores da América Latina”, a oficina coloca o corpo em interação com máscaras de tecido originárias de Cusco (Peru), explorando estados de atenção, jogo e composição.


Ficha Técnica:

Direção: Fábio Moura e Talita Menezes

Coreografia: Criação Coletiva

Intérpretes-Criadores: Ana Carolina Nunes, Fernando C. Branco, Lidi Lopes, Miguel Campos, Reysson Brandão e Talita Menezes

Visualidades: Fábio Moura

Pesquisa e Edição Musical: Talita Menezes

Confecção de Figurino: Lú de Menezes

Produção e Iluminação: Fábio Moura

Produção Local: Kacus Martins 

Assessoria de Imprensa: Camila Maxi / Baú Comunicação


Sobre a CAIXA Cultural:

A CAIXA Cultural é um centro cultural que valoriza e promove diversas expressões artísticas. Com uma programação diversificada, oferece ao público a oportunidade de vivenciar e apreciar a arte em suas diferentes manifestações. Através do patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, a CAIXA Cultural Brasília fortalece seu compromisso em incentivar e apoiar a cultura local, proporcionando experiências enriquecedoras para todos os públicos.


SERVIÇO

“As Cores da América Latina”, Panorando Cia. e Produtora

Data: 02 a 05 de abril.

04 de abril: sessão com LIBRAS e audiodescrição. Após a apresentação haverá um bate-papo com o elenco.

Horário: Quinta a sábado às 20h. Domingo às 19h

Local: CAIXA Cultural Brasília | Teatro da CAIXA (SBS Quadra 4 Lotes 3/4)

Ingressos: A partir do dia 28 de março. Às 9h, na Bilheteria do Teatro, e às 13h, no site da Bilheteria Cultural: https://bilheteriacultural.com.br/eventos/1.”

Preços: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos)

Classificação: Livre

Duração: 45 minutos

Contato: (61) 3206-6456

Capacidade: 406 lugares (8 para cadeirantes)

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Rede Social: Instagram @panorando


Espetáculo FIM retorna com apresentações gratuitas no Gama e em Taguatinga

 Depois de atrair grande público e repercussão positiva no CCBB Brasília, o espetáculo FIM inicia uma nova circulação pelo Distrito Federal. A montagem de dança-teatro, dirigida por Juana Rondon, chega agora ao IFB Gama nos dias 26, às 10h30, e 27 de novembro, às 15h30 e 19h30.  Todas as sessões são abertas ao público, com entrada franca e seguidas de um bate-papo com a equipe. E depois segue para o Centro de Ensino Médio Taguatinga Norte (3 e 4 de dezembro), em sessões fechadas para os estudantes. No palco, mantém a proposta de instigar o público a refletir sobre o colapso do planeta, do corpo e das relações humanas. 



Inspirado no livro Ideias para Adiar o Fim do Mundo, de Ailton Krenak, FIM combina dança, teatro físico e dramaturgia do movimento para abordar a repetição exaustiva do cotidiano, o acúmulo de lixo, a ansiedade que oprime e o isolamento que distancia. A cada sessão, o espetáculo se transforma: o desfecho muda, criando finais alternativos que expandem a experiência e convidam o público a revisitar suas próprias percepções sobre começo, meio e fim.


“Ao falar sobre fim ou diversos fins de ciclos que temos na vida, não existe uma conclusão ou ponto final. O espetáculo apresenta recortes do mundo, de situações cotidianas. Dessa forma, temos quatro cenas que compõem o trabalho. E após propor uma reflexão sobre a trajetória de cada intérprete, construímos três solos que apresentam seu contexto, sua visão de mundo. Assim, cada apresentação tem um final diferente que leva o público a novos questionamentos”, afirma Juana Rondon.


Além das apresentações, O IFB será palco também de duas oficinas gratuitas. Na quarta-feira (26/11), a partir das 13h30, a oficina Jazz Dance e House Dance - as intersecções culturais e sociais será ministrada por Bárbara Campos e Romulo Santos. Já na quinta-feira (04/12), partir das 17h, é a vez da oficina Introdução à Cultura Ballroom, conduzida por Overall Princess Ciel Onijá. Ela apresentará fundamentos dessa expressão performática e política. A inscrição para ambas pode ser feira por meio do formulário.


NÚCLEO DE PESQUISA DA CENA – KOH: ARTE, CORPO E TEMPO


O espetáculo FIM é fruto de uma pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisa da Cena – KOH, fundado em 2017. O grupo atua na intersecção entre dança, teatro e tecnologia, explorando as relações entre corpo, sociedade e temporalidade. Ao longo dos anos, o KOH consolidou-se como um espaço de criação e investigação artística voltado a provocar experiências sensoriais e reflexivas sobre o mundo contemporâneo.


Em FIM, a pesquisa estética e filosófica do núcleo se manifesta em cada gesto: o figurino combina elementos naturais e resíduos têxteis em um exercício de upcycling, e a trilha sonora reúne artistas de diferentes linguagens, para mostrar ambientes e recortes diversos do mundo. Com destaque para a parceria com a artista indígena Raíssa Matos, que engrandeceu nossa primeira cena com seu som.


FICHA TÉCNICA


Idealização: Bárbara Campos e Juana Rondon

Direção e Dramaturgia: Juana Rondon

Elenco: André Araújo, Bárbara Campos, Laura Rondon, Mylena Edna, Romulo Santos

Coordenação de Produção: Kalebe Lizan

Assistente de Produção: Ciellen Selene

Figurino: Letícia Peregrino

Cenografia: Juana Rondon

Iluminação: Tauana Barros

Operador de Som: Vinícius Rocha

Trilha sonora: Raíssa Matos (Cena 1), Quizzik (Cena 2), Vinícius Rocha (Cena 3) e Paulo Lessa (Cena 4 – solo Bárbara Campos)

Fotografia: Diego Bressani

Design Gráfico: Carol Senna

Coordenação Administrativa: Daniel Rondon

Oficineiras: Bárbara Campos, Ciellen Selene, Juana Rondon e Romulo Santos

Intérprete de Libras: Maleta Cultural

Assessoria de Imprensa: Baú Comunicação Integrada


SERVIÇO 

FIM

IFB Gama

Rodovia DF 480 Lote 1 - Ponte Alta Norte

Dias: 26 e 27 de novembro

Horários: Quarta, 26, 10h30. Quinta, 27, 15h30 e 19h30

Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-fim---temporada-gama/3221421 

Entrada franca

Classificação indicativa livre

Informações: @nucleodepesquisadacena


Do deserto à cena: roupas descartadas ganham nova vida no espetáculo FIM, em cartaz no CCBB Brasília

 No deserto do Atacama, no Chile, um mar de roupas descartadas cobre a paisagem — mais de 39 mil toneladas de peças abandonadas todos os anos, vindas da indústria da moda global. Esse cenário de colapso ambiental e consumo desenfreado inspira uma das cenas mais potentes de FIM, espetáculo de dança-teatro em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) até 2 de novembro. Idealizado por Juana Rondon e Bárbara Campos, o trabalho reflete sobre o esgotamento do planeta, do corpo e das relações humanas, em diálogo com o livro Ideias para Adiar o Fim do Mundo, de Ailton Krenak.


Em cena, o descarte vira manifesto: os figurinos são compostos por roupas usadas, reconstruídas por meio da técnica de upcycling, que transforma resíduos têxteis em novas criações. A estética da peça sugere que a sustentabilidade também pode ser gesto artístico e ético. Parte do repertório do Núcleo de Pesquisa da Cena – KOH, FIM propõe uma experiência sensorial que convida o público a repensar consumo, tempo e convivência dentro e fora do palco.


Em quatro cenas — quatro fins —, o espetáculo atravessa o cotidiano e suas repetições, o lixo que se acumula, a ansiedade que consome e o isolamento que separa. O corpo em cena torna-se veículo de resistência e reinvenção, convidando o público a refletir sobre o que permanece e o que precisa mudar para que novos começos sejam possíveis.


As sessões de sábado contam com interpretação em Libras e a equipe realizará um debate no final da apresentação do dia 1º de novembro. Os ingressos, para as apresentações, o debate e a oficina, poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria.


OFICINAS AMPLIAM O DIÁLOGO COM O PÚBLICO


Como parte da programação paralela, o público poderá participar de duas oficinas gratuitas, que ampliam as discussões propostas em cena. No dia 25 de outubro, primeiro sábado da temporada no CCBB Brasília, às 14h30, será realizada uma Introdução à Cultura Ballroom, conduzida pela OA Princess Ciel Onijá, que apresentará fundamentos dessa expressão performática e política. Já no dia 1º de novembro, também no sábado, às 14h30, Juana Rondon e Bárbara Campos comandam a oficina A Cena: Oralidade em Movimento, que propõe um mergulho nas relações entre corpo, voz e presença. Ambas as atividades contarão com intérprete de Libras.


NÚCLEO DE PESQUISA DA CENA – KOH: ARTE, CORPO E TEMPO


O espetáculo FIM é fruto de uma pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisa da Cena – KOH, fundado por Juana Rondon em 2017. O grupo atua na intersecção entre dança, teatro e tecnologia, explorando as relações entre corpo, sociedade e temporalidade. Ao longo dos anos, o KOH consolidou-se como um espaço de criação e investigação artística voltado a provocar experiências sensoriais e reflexivas sobre o mundo contemporâneo.


Em FIM, a pesquisa estética e filosófica do núcleo se manifesta em cada gesto: o figurino combina elementos naturais e resíduos têxteis em um exercício de upcycling, a cenografia é mutante e a trilha sonora reúne artistas de diferentes linguagens, reforçando o caráter coletivo e experimental do projeto. Informações: @nucleodepesquisadacena


FICHA TÉCNICA


Idealização: Bárbara Campos e Juana Rondon

Direção e Dramaturgia: Juana Rondon

Elenco: André Araújo, Bárbara Campos, Laura Rondon, Mylena Edna, Romulo Santos

Coordenação de Produção: Kalebe Lizan

Assistente de Produção: Ciellen Selene

Figurino: Letícia Peregrino

Cenografia: Juana Rondon

Iluminação: Tauana Barros

Operador de Som: Vinícius Rocha

Trilha sonora: Raíssa Matos (Cena 1), Quizzik (Cena 2), Vinícius Rocha (Cena 3) e Paulo Lessa (Cena 4 – solo Bárbara Campos)

Fotografia: Diego Bressani

Design Gráfico: Carol Senna

Coordenação Administrativa: Daniel Rondon

Oficineiras: Bárbara Campos, Ciellen Selene, Juana Rondon e Romulo Santos

Intérprete de Libras: Maleta Cultural

Assessoria de Imprensa: Baú Comunicação Integrada

Social Media: Vanessa Raquel


Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.


Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.


Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.



Espetáculo FIM

Período: 24, 25, 26, 31/10, 01 e 02/11

Horários: Sexta, sábado e domingo, às 19h

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB 

Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 21h, exceto às segunda-feiras

Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos

Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br


Espetáculo FIM provoca reflexão sobre o esgotamento do planeta e do corpo no CCBB Brasília

 

 Em tempos de crise ambiental e emocional, a arte se torna refúgio e alerta. É nesse espírito que FIM, espetáculo de dança-teatro dirigido por Juana Rondon, convida o público a repensar o modo como habitamos o planeta. Inspirada no livro best-seller Ideias para Adiar o Fim do Mundo, de Ailton Krenak, a montagem mistura dança, teatro físico e dramaturgia do movimento para propor uma reflexão sobre o esgotamento do planeta, do corpo e das relações humanas. As apresentações gratuitas acontecem no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília), de 24 de outubro a 2 de novembro.

Em quatro cenas — quatro fins —, o espetáculo atravessa o cotidiano e suas repetições, o lixo que se acumula, a ansiedade que consome e o isolamento que separa. O corpo em cena torna-se veículo de resistência e reinvenção, convidando o público a refletir sobre o que permanece e o que precisa mudar para que novos começos sejam possíveis.

“Ler Krenak e outras vozes indígenas é necessário hoje para pensarmos um futuro do planeta. Isso nos levou a discutir questões ambientais para além do básico e a reforçar que algo precisa ser feito, revisto, revisitado — e, principalmente, que a reflexão precisa ser ampliada para outras bolhas”, afirma Juana Rondon, que assina a direção e dramaturgia do espetáculo. “O discurso dele se aproxima muito com as palavras do meu avô Rondon, sobre um cuidado com o outro e com a natureza. E, acima de tudo, um cuidado sobre a humanidade e a dignidade. As ideias perpassam todas as cenas, alinhando a dramaturgia do espetáculo”, completa.

As sessões de sábado contam com interpretação em Libras e a a equipe realizará um debate no final da apresentação do dia 1º de novembro. Os ingressos, para as apresentações, o debate e a oficina, poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria.


OFICINAS AMPLIAM O DIÁLOGO COM O PÚBLICO

Como parte da programação paralela, o público poderá participar de duas oficinas gratuitas, que ampliam as discussões propostas em cena. No dia 25 de outubro, primeiro sábado da temporada, às 14h30, será realizada uma Introdução à Cultura Ballroom, conduzida pela OA Princess Ciel Onijá, que apresentará fundamentos dessa expressão performática e política. Já no dia 1º de novembro, também no sábado, às 14h30, Juana Rondon e Bárbara Campos comandam a oficina A Cena: Oralidade em Movimento, que propõe um mergulho nas relações entre corpo, voz e presença. Ambas as atividades contarão com intérprete de Libras.


NÚCLEO DE PESQUISA DA CENA – KOH: ARTE, CORPO E TEMPO

O espetáculo FIM é fruto de uma pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisa da Cena – KOH, fundado por Juana Rondon em 2017. O grupo atua na intersecção entre dança, teatro e tecnologia, explorando as relações entre corpo, sociedade e temporalidade. Ao longo dos anos, o KOH consolidou-se como um espaço de criação e investigação artística voltado a provocar experiências sensoriais e reflexivas sobre o mundo contemporâneo.

Em FIM, a pesquisa estética e filosófica do núcleo se manifesta em cada gesto: o figurino combina elementos naturais e resíduos têxteis em um exercício de upcycling, a cenografia é mutante e a trilha sonora reúne artistas de diferentes linguagens, reforçando o caráter coletivo e experimental do projeto. Informações: @nucleodepesquisadacena


FICHA TÉCNICA

Idealização: Bárbara Campos e Juana Rondon

Direção e Dramaturgia: Juana Rondon

Elenco: André Araújo, Bárbara Campos, Laura Rondon, Mylena Edna, Romulo Santos

Coordenação de Produção: Kalebe Lizan

Assistente de Produção: Ciellen Selene

Figurino: Letícia Peregrino

Cenografia: Juana Rondon

Iluminação: Tauana Barros

Operador de Som: Vinícius Rocha

Trilha sonora: Raíssa Matos (Cena 1), Quizzik (Cena 2), Vinícius Rocha (Cena 3) e Paulo Lessa (Cena 4 – solo Bárbara Campos)

Fotografia: Diego Bressani

Design Gráfico: Carol Senna

Coordenação Administrativa: Daniel Rondon

Oficineiras: Bárbara Campos, Ciellen Selene, Juana Rondon e Romulo Santos

Intérprete de Libras: Maleta Cultural

Assessoria de Imprensa: Baú Comunicação Integrada

Social Media: Vanessa Raquel


Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.


Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.


Espetáculo FIM

Período: 24, 25, 26, 31/10, 01 e 02/11

Horários: Sexta, sábado e domingo, às 19h

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB 

Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 21h, exceto às segundas-feiras

Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos

Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br


Audições para bailarinos profissionais acontecem em junho

Selecionados farão parte da Companhia Bailarinos de Brasília


Depois de apresentações de sucesso na Sala Martins Penna do Teatro Nacional Cláudio Santoro e no Complexo Cultural de Planaltina, a Companhia Bailarinos de Brasília fará audições para bailarinos profissionais que poderão entrar na equipe. Elas acontecerão na sala 4 do Centro de Dança do Distrito Federal (Setor de Autarquias Norte, ao lado do Teatro Nacional) no dia 14 de junho, a partir das 14h. A ação é realizada pelo Instituto SuperArte em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.

 


A audição tem como objetivo encontrar bailarinos com idades a partir de 18 anos que almejam alcançar uma carreira profissional. Durante a audição, os candidatos participarão de uma aula completa de ballet clássico, técnica de ponta, variações de repertório e aula dança contemporânea. Não é necessário figurino para a variação de repertório.

Os selecionados receberão um salário mensal de R$ 3.000 mil, com treinos de segunda a sábado, das 9h às 16h30. A iniciativa tem como objetivo valorizar a formação técnica e artística de bailarinos do Distrito Federal e região, oferecendo oportunidades para aprimoramento profissional e possível inserção na Companhia Bailarinos de Brasília.

Serviço

Audição para Bailarinos Profissionais

Data: 14 de junho de 2025

Horário: 14h

Na sala 4 do Centro de Dança do Distrito Federal (Setor de Autarquias Norte)

Informações: https://www.instagram.com/escoladeformacaobb

Inscrições: https://forms.gle/idTdnHVxA5RS1rFr5

Bailarinos de Brasília apresentam espetáculo gratuito em Planaltina e Sobradinho

Companhia leva ao público obras de balé clássico e neoclássico em sessões com entrada franca e classificação livre

Após o sucesso das apresentações do lançamento da Companhia Bailarinos de Brasília, o público de duas regiões administrativas do DF terá a oportunidade de conferir, de graça, o trabalho desenvolvido pelo projeto Escola de Formação de Bailarinos. Planaltina e Sobradinho terão apresentações gratuitas de balé, com entrada livre para todas as idades. Os espetáculos acontecem nos dias 18 e 29 de maio, como parte do projeto Escola de Formação de Bailarinos. Os ingressos podem ser retirados pela plataforma Sympla (Planaltina e Sobradinho).

A iniciativa é uma realização da Companhia Bailarinos de Brasília em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF e Governo do Distrito Federal. As apresentações acontecem no Complexo Cultural de Planaltina, no dia 18 de maio, a partir das 17h; e no Teatro de Sobradinho, no dia 29 de maio, às 20h, ambas com entrada gratuita e classificação livre.

O programa da noite traz duas partes distintas: A primeira é a Gala de Grand Pas de Deux. Um desfile de virtuosismo técnico e elegância com trechos consagrados do repertório clássico. E a segunda é Bênçãos por Debaixo dos Chapéus. Criado pelo coreógrafo Lucas Pierre, o balé neoclássico presta homenagem à força e à espiritualidade dos trabalhadores do campo. Em cena, os corpos dançantes evocam o ciclo da terra — cavar, plantar, colher — como um ritual ancestral de resistência e gratidão.

O espetáculo mergulha o público em uma experiência sensorial marcada por sons da natureza, ritmos percussivos e movimentos que flertam com o instinto animal. A vibração da cuíca, o sussurro do pau de chuva e o canto dos pássaros se entrelaçam com a fisicalidade dos bailarinos, criando um ambiente onde arte e natureza se fundem.

Inspirada pela estética do tropicalismo, a apresentação transforma cada gesto em oferenda e cada passo em prece. É uma celebração da vida que brota do chão, daqueles que, sob sol e sombra, em silêncio, sustentam o mundo com as mãos.


Serviço
Apresentação Companhia Bailarinos de Brasília
18 de maio (domingo), às 17h, no Complexo Cultural de Planaltina
29 de maio (quinta-feira), às 20h, no Teatro de Sobradinho
Informações: https://www.instagram.com/escoladeformacaobb
Entrada: gratuita, mediante retirada no Sympla.  Planaltina e Sobradinho
Classificação livre


CCBB Brasília é palco para “Amazônia em Movimento”, com o Corpo de Dança do Amazonas

 Com direção artística de Mário Nascimento, a premiada companhia traz seis espetáculos de dança contemporânea que homenageiam os povos originários e refletem a potência expressiva da região Norte do Brasil

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) apresenta, de 09 a 13/04, 16 a 20/04 e de 23 a 27/04, a temporada de “Amazônia em Movimento”, do Corpo de Dança do Amazonas (CDA), sob direção artística de Mário Nascimento. A programação conta com seis espetáculos que celebram os 26 anos de história da companhia, uma referência na dança contemporânea brasileira, homenageando os povos originários e destacando a força e a energia da região Norte do país. As apresentações acontecem no Teatro, e os ingressos custam R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada), disponíveis a partir de 01/04 (terça-feira) no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Brasília. O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e tem o apoio da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC), do Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Amazonas.

Há quatro anos à frente do CDA, Mário Nascimento tem uma carreira consolidada na dança, e retorna 01 ano após a última temporada em Brasília com o Corpo de Dança do Amazonas. “Estou muito emocionado com essas apresentações em Brasília. Estivemos aqui em 2024 com a bilheteria esgotada e esperamos vivenciar isso novamente, a passagem da companhia por Brasília sempre é um grande sucesso, essa cidade que abraçou tão bem o Corpo de Dança do Amazonas”, afirma Mário Nascimento.


Destaques da temporada

Entre os espetáculos que serão apresentados está “TA | Sobre ser Grande”, coreografado por Mário Nascimento, premiado como “Melhor Espetáculo de Dança de 2024” pelo Prêmio Arcanjo de Cultura São Paulo.

Outro destaque é “Rios Voadores”, da coreógrafa mineira Rosa Antuña, com trilha sonora original assinada pelo músico mineiro Makely Ka, indicada ao prêmio de “Melhor Trilha Sonora para Espetáculos de Dança” pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA).


Oficina de Dança Contemporânea, com Mário Nascimento

A oficina de Dança Contemporânea será conduzida por Mário Nascimento, renomado diretor artístico e coreógrafo do Corpo de Dança do Amazonas, com 40 anos de experiência no Brasil e no exterior. Destinada a bailarinos profissionais e estudantes de nível intermediário e avançado, a atividade busca promover o intercâmbio cultural, estimular reflexões sobre arte, cultura e sociedade e incentivar a formação de público apreciador da dança contemporânea. O conteúdo programático inclui técnicas de solo, ondulação, lateralidade, deslocamento espacial e a relação entre movimento, espaço e música, culminando na construção e desconstrução de sequências coreográficas.


Com uma abordagem prática e inovadora, Mário Nascimento oferece métodos que ampliam as habilidades técnicas e a expressão criativa dos participantes. A oficina combina exercícios de preparação corporal, aquecimento, condicionamento físico e exploração do movimento por meio de sequências fixas e improvisadas. Atividades como quedas, giros e saltos integram técnica e criatividade, proporcionando uma vivência artística enriquecedora. Realizada presencialmente, com duração de duas horas, é uma oportunidade para aprimorar o repertório corporal e fortalecer a profissionalização na dança contemporânea. As oficinas serão realizadas nos dias nos dias 11, 18 e 25/04, com disponibilidade de 30 vagas para cada dia, com retirada de ingressos a partir de uma hora antes, na bilheteria do CCBB Brasília.


Sobre o Corpo de Dança do Amazonas

A companhia foi criada em 1998 pelo Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura, para compor os corpos artísticos do Teatro Amazonas. É referência em dança contemporânea no Amazonas e na região Norte do país, e mantém uma programação artística com repertório diverso. A companhia vem construindo um patrimônio imaterial reconhecido nacionalmente, com mais de 60 obras realizadas com a colaboração de artistas convidados do Brasil e do Exterior, que mostram a diversidade cultural local por meio da pluralidade da dança contemporânea, levando em consideração a singularidade da Amazônia e a diversidade e abrangência da cultura. A Agência Amazonense Cultural - AADC é a proponente do projeto, e a Companhia é do Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Amazonas.


Sobre Mário Nascimento

Mário Nascimento iniciou seus estudos no Brasil em 1978, formando-se em ballet clássico, dança moderna e jazz. Estudou com Toshie Kobayashi, Lenie Dale, Fred Benjamin, Redhá Bettenfour, Joyce Kermann, Tony Abbot e Mayza Tempesta. Em 1989, aprimorou-se em dança moderna e contemporânea na Europa, com trabalhos de destaque na cena da dança contemporânea. É fundador, diretor artístico e coreógrafo da Cia. Mário Nascimento, criada há 20 anos. Também foi assistente de direção e coreógrafo da Cisne Negro Cia. de Dança (São Paulo), dirigida por Hulda Bittencourt, onde criou as obras: "7 por 7" e "Maracatu de Chico Rei". Em 1997, Mário Nascimento foi convidado pelo Centro Coreográfico da Comunidade Franco-Belga para ministrar aulas no Post de Hamburgo. Em 2002, estabeleceu-se em Belo Horizonte (MG), com a Cia. Mário Nascimento. Em janeiro de 2020, Mário Nascimento assumiu a direção artística do Corpo de Dança do Amazonas (CDA), na cidade de Manaus, onde reside atualmente.


Sobre o CCBB Brasília 

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.  

 

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.  

 

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.  


Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que, no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade. A conquista atendeu à Ação 24 da Agenda 30 BB, cujo objetivo é reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília à estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade, porque transformar vidas é parte da nossa cultura. 

 

Acessibilidade    

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. 

 

Horários da van:   

Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h    

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h 


Apresentações para escolas e grupos

Para democratizar o acesso, escolas e organizações sociais podem garantir suas vagas para assistir ao espetáculo. Para participar, os grupos interessados devem fazer o agendamento gratuito acessando a plataforma Conecta: https://conecta.mediato.art.br/evento/corpo-de-dan%C3%A7a-do-amazonas---amaz%C3%B4nia-em-movimento-

Espetáculos 

“TA - Sobre ser grande” de Mário Nascimento

Classificação: Livre

Duração: 1h10

“TA” significa Grande para os Tikunas – povo originário do Amazonas, que ocupa uma vasta área. Expressão curta carregada de sentidos, a língua para esses povos é parte deles, os sons do ambiente fazem parte do idioma que se fala, sejam pardos, roncos, chiados e tantos quantos conseguem escutar, define onde vivem como “TA”. Um território que abriga, acolhe, alimenta e precisa também de cuidados. Carrega nos corpos e expressa toda força de um povo que vive nessa amplitude – o Amazonas, a trilha sonora é do DJ Marcos Tubarão.


“Rios Voadores” de Rosa Antuña

Classificação: Livre

Duração: 1h06

Rios Voadores é um termo usado para designar uma gigantesca massa de vapor de água vinda do oceano e somada à transpiração da floresta. O equilíbrio das chuvas em outras regiões do Brasil depende do equilíbrio da floresta amazônica e da formação dos rios voadores. Neste espetáculo a coreógrafa Rosa Antuña busca trazer para a cena a importância da preservação do meio ambiente como ponto crucial para o equilíbrio do planeta. A mitologia amazônica, além de sua fauna e flora, formam inspiração para a construção da movimentação deste trabalho. A trilha sonora original é assinada pelo compositor Makely Ka, que traz para a cena um diálogo com a cultura popular e a música contemporânea.

“Caput Art. 5” de Jorge Garcia

Classificação: Livre

Duração: 45min

A palavra Caput é originária do latim e significa “cabeça” ou “parte superior”. O Caput se refere ao texto que acompanha o artigo em sua linha principal, logo após a numeração do mesmo. Por isso, podemos pensar nele realmente como a “cabeça” do artigo, ou seja, como o material-fonte para seus parágrafos, incisos e alíneas. o Artigo 5o da constituição diz “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à segurança e à propriedade [...]” Neste trabalho trazemos luz a este artigo tão importante em nossa Constituição que é tão difícil de ser aplicado na prática. Dançamos ritualizando esta sociedade utópica, mas que se constrói e reconstrói diariamente a passos lentos. Com trilha sonora de Marcos Tubarão e figurinos de Ian Queiroz.

“Cabanagem” de Mário Nascimento

Classificação: Livre

Duração: 1h

Cabanagem foi uma revolta popular onde negros, povos originários e mestiços insurgiram contra a elite política na região Norte do Brasil, no período regencial. Diversas batalhas fizeram com que o movimento ficasse marcado pela violência. O coreógrafo iniciou o seu trabalho mergulhado no universo dos Cabanos através da literatura de Márcio Souza e Marilene Corrêa. A obra não é narrativa. O espetáculo apropria-se da essência da Cabanagem e utiliza a linguagem de Mário Nascimento para traduzir o espírito de resistência, de luta, de revolta, de preservação das culturas de determinado local. “Busquei a essência da Cabanagem em muitas andanças pela cidade de Manaus, em contato com as pessoas da rua, com a arquitetura. Além da literatura, isso serviu de fonte de pesquisa e desenvolvimento da obra”.

“Urutau” de Andressa Miyazato

Classificação: Livre

Duração: 40min

Inspirada pelo pássaro Urutau, cujo nome Tupi significa “ave fantasma”, a coreógrafa explora o conceito de desaceleração, conduzindo os bailarinos a um estado de constante transformação. Essa prática coreográfica, que integra dimensões físicas, emocionais e espirituais, se revela através de uma escuta atenta e profunda, tanto de si mesmos quanto do ambiente ao redor. A capacidade do Urutau de se mimetizar com o ambiente, juntamente com as simbologias associadas ao pássaro, inspirou Miyazato a incorporar a fusão de ancestralidades e a camuflagem como formas de resistência e esperança. A presença do audiovisual torna-se uma extensão dos corpos dos bailarinos, integrando-se de maneira orgânica à narrativa e ampliando a experiência sensorial do público, enfatizando movimentos que iniciam em um corpo e fluem para outro, criando conexões improváveis e não lineares.

“Mundo da razão presente” de Ricardo Risuenho (Sessão Infâncias, com libras e audiodescrição)

Classificação: Livre

Duração: 30min

Hegel afirmou que a loucura não seria a perda abstrata da razão: “A loucura é um simples desarranjo, uma simples condição no interior da razão, que continua presente”. A loucura deixou de ser o oposto da razão ou sua ausência, tornando possível pensá-la como “dentro do sujeito”, a loucura de cada um, possuidora de uma lógica própria. Hegel tornou possível pensar a loucura como pertinente e necessária à dimensão humana, e afirmo que só seria humano quem tivesse a virtualidade da loucura, pois a razão humana só se realiza através dela.

Ficha Técnica

Corpo de Dança do Amazonas - CDA

Diretor Artístico

Mário Nascimento

Produtor Artístico

Wallace Heldon

Assistente de direção e Professor de Balé

Paulo Chamone

Assistente de coreografia

Helen Rojas

Professora de Condicionamento Físico

Liene Neves

Inspetor

Eduardo Klinsmann

Fisioterapeuta

Danilo Mattos

Estagiária de Fisioterapia

Eduarda Vitória

Pianista

Celly Mendes

Bailarinos

Adailton Santos, Adriana Goes, Frank Willian, Felipe Cassiano, Gabriela Lima, Helen Rojas, Huana Viana, Ian Queiroz, Júlio Galúcio, Larissa Cavalcante, Liene Neves, Luan Cristian, Marcos Felipe, Pammela Fernandes, Rosi Rosa, Talita Torres, Thaís Camillo, Valdo Malaq, Victor Venâncio.

Programação completa

09, 16 e 23/04

15h | Mundo da razão presente - Ricardo Risuenho

(Sessão infâncias com Libras e audiodescrição)

Haverá bate-papo após cada apresentação do espetáculo.

10, 17 e 24/04

20h | Cabanagem – Mário Nascimento

11, 18 e 25/04

13h | Oficina de Dança Contemporânea, com Mário Nascimento (presencial, com duas horas de duração).

20h | Rios Voadores – Rosa Antuña

(Duas sessões em ambos os dias de apresentação)

12, 19 e 26/04

15h | Caput - Art. 5 – Jorge Garcia

20h | Urutau – Andrezza Miyazato

13, 20 e 27/04

20h | TA | Sobre ser Grande – Mário Nascimento

Serviço

“Corpo de Dança do Amazonas - Amazônia em Movimento”

Gênero: Dança Contemporânea Brasileira

Local: Teatro I – Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: SCES, Trecho 2 - Brasília – DF

Data: 09 a 27 de abril

Ingressos:

R$30,00 (inteira)

R$15,00 (meia-entrada para estudantes, professores, menores de 21 anos, pessoas com mais de 60 anos e clientes BB que utilizarem o cartão Ourocard na compra).


Oficina de Dança Contemporânea: Gratuita, com 30 vagas disponíveis. Retirada de ingressos com 1h de antecedência na bilheteria do CCBB DF.

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Programação completa: Disponível no site ccbb.com.br/brasilia.

Informações: fone: (61) 3108-7600 | e-mail: ccbbdf@bb.com.br | site/ bb.com.br/cultura | Instagram/ @ccbbbrasilia | Tiktok/@ccbbcultura  | YouTube/ Bancodobrasil  


Projeto de ballet clássico oferece vagas gratuitas para crianças e jovens

O sonho de aprender e se aperfeiçoar na dança clássica está mais perto com a criação da Escola de Formação Bailarinos de Brasília e a formação do primeiro Corpo de Baile profissional do DF. A iniciativa visa oferecer educação artística de excelência para crianças e adolescentes, além de oficializar a Companhia Bailarinos de Brasília como uma referência no cenário da dança clássica nacional.

 


As inscrições estão abertas por formulário para crianças e adolescentes de 8 a 12 anos, e os selecionados terão formação gratuita em ballet clássico, danças urbanas, preparação física, musicalidade e história da dança. As aulas acontecerão no Centro de Dança do Distrito Federal (ao lado do Teatro Nacional) cinco vezes por semana. As audições serão no dia 19 de março e os selecionados ocuparão as vagas do período matutino, com aulas das 9h às 11h30.

A escola terá um papel transformador ao capacitar jovens talentos locais, principalmente aqueles em situação de vulnerabilidade social, utilizando a dança como uma ferramenta de inclusão e fortalecimento cultural.

"Vamos trazer uma oportunidade para as crianças que estão em situação de vulnerabilidade social e sonham em dançar. É uma possibilidade de mudança de vida", comenta Paula Nóbrega, diretora do Instituto Superarte, que dirige a Companhia Bailarinos de Brasília ao lado de Tereza Braga e Luis Ruben Gonzalez. Sobre a formação do primeiro corpo de baile da cidade, ela acredita que terá impacto positivo em diversas áreas da capital. "Nossa expectativa é uma mudança de cultura, e também no turismo da cidade. Vamos trazer pessoas de fora tendo uma companhia como as grandes cidades do Brasil têm", acrescenta. O projeto Escola de Formação de Bailarinos é realizado pela Companhia Bailarinos de Brasília em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.

 

Dança como transformação social

A escola e o Corpo de Baile serão um marco para a dança clássica no DF, proporcionando não apenas formação técnica, mas também promovendo valores essenciais como disciplina, dedicação e comprometimento artístico. Os alunos terão contato direto com o repertório clássico, aprendendo sobre a história do Ballet, sua evolução e interpretação de personagens, além de desenvolverem habilidades físicas como flexibilidade, força e equilíbrio.

As crianças e adolescentes que sonham em dançar podem se inscrever agora mesmo, garantindo uma vaga nesse projeto inédito que irá transformar vidas por meio da arte.

 

Serviço

Escola de Formação Bailarinos de Brasília

Inscrições para crianças e jovens: https://forms.gle/viMgVQCt5d2LFtsd8

Informações: https://www.instagram.com/escoladeformacaobb

Inscrições abertas para escola de ballet clássico para crianças e jovens

 Iniciativa gratuita irá moldar a nova geração de bailarinos do DF


Brasília está prestes a dar um grande passo na valorização da dança clássica com a criação da Escola de Formação Bailarinos de Brasília e a formação do primeiro Corpo de Baile profissional do DF. A iniciativa visa oferecer educação artística de excelência para crianças e adolescentes, além de oficializar a Companhia Bailarinos de Brasília como uma referência no cenário da dança clássica nacional.

A escola terá um papel transformador ao capacitar jovens talentos locais, principalmente aqueles em situação de vulnerabilidade social, utilizando a dança como uma ferramenta de inclusão e fortalecimento cultural. As inscrições já estão abertas para crianças e adolescentes de 8 a 12 anos, e os selecionados terão formação gratuita em ballet clássico, dança contemporânea, danças folclóricas, preparação física, musicalidade, história da dança e francês básico. As aulas acontecerão no Centro de Dança do Distrito Federal (ao lado do Teatro Nacional) cinco vezes por semana, com duração de 4 horas diárias, nos períodos matutino e vespertino.

"Vamos trazer uma oportunidade para as crianças que estão em situação de vulnerabilidade social e sonham em dançar. É uma possibilidade de mudança de vida", comenta Paula Nóbrega, diretora do Instituto Superarte, que dirige a Companhia Bailarinos de Brasília ao lado de Tereza Braga e Luis Ruben Gonzalez. Sobre a formação do primeiro corpo de baile da cidade, ela acredita que terá impacto positivo em diversas áreas da capital. "Nossa expectativa é uma mudança de cultura, e também no turismo da cidade. Vamos trazer pessoas de fora tendo uma companhia como as grandes cidades do Brasil têm", acrescenta. O projeto Escola de Formação de Bailarinos é realizado pela Companhia Bailarinos de Brasília em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.


Formação profissional

Além da escola para crianças e adolescentes, o projeto também contempla a criação do primeiro Corpo de Baile profissional do Distrito Federal, que será composto por bailarinos maiores de 18 anos, selecionados por meio de audições. Com carga horária de 6 horas diárias de ensaios e aulas, o Corpo de Baile se dedicará à montagem de espetáculos de alto nível, como O Quebra-Nozes, O Lago dos Cisnes e Dom Quixote, além da criação de novas produções artísticas.

A iniciativa busca democratizar o acesso à arte, levando apresentações para diversas regiões administrativas e fomentando o turismo cultural em Brasília. Além disso, o projeto impulsiona o mercado cultural, gerando oportunidades para profissionais de áreas como cenografia, figurino, iluminação e sonoplastia.


Dança como transformação social

A escola e o Corpo de Baile serão um marco para a dança clássica no DF, proporcionando não apenas formação técnica, mas também promovendo valores essenciais como disciplina, dedicação e comprometimento artístico. Os alunos terão contato direto com o repertório clássico, aprendendo sobre a história do Ballet, sua evolução e interpretação de personagens, além de desenvolverem habilidades físicas como flexibilidade, força e equilíbrio.

As crianças e adolescentes que sonham em dançar podem se inscrever agora mesmo, garantindo uma vaga nesse projeto inédito que irá transformar vidas por meio da arte.


Serviço

Escola de Formação Bailarinos de Brasília

Inscrições para crianças e jovens: https://forms.gle/bL4iwfnL89ryc2Xv7 

Informações: https://www.instagram.com/cbbrasilia/ https://www.instagram.com/institutosuperarteoficial/


Espetáculo Nuit de Noel reinaugura teatro da Caixa Cultural em 2025

Apresentação gratuita une bailarinos, duo de pianos, cantores líricos e orquestra

O espetáculo Nuit de Noel promete encantar o público com uma combinação de expressões artísticas, reunindo obras-primas da música clássica em uma experiência artística inesquecível. A atração será no teatro da Caixa Cultural Brasília no próximo domingo, 12 de janeiro, a partir das 18h. Apresentação única com entrada franca, mediante retirada de ingresso na bilheteria do teatro a partir do dia 9. Concebida pela renomada pianista Steinway brasileira-americana, Virginia Hogan, a tradicional série de concertos Nuit une talentos nacionais e internacionais para uma imersão em universos musicais.

Nuit de Noel já foi assistido por mais de 3,5 mil pessoas em suas apresentações no ano passado. “É um projeto muito inovador que pretende ser remontado com vários temas durante o ano, sempre trazendo música, orquestra e dança”, explica Paula Nóbrega, que dirige a Companhia Bailarinos de Brasília ao lado de Tereza Braga.


O evento traz uma fusão única de expressões artísticas, incluindo duo de pianos, ballet, cantores líricos, orquestra e narração, oferecendo ao público uma noite de magia e alegria. Sob direção artística de Luis Ruben Gonzalez, o espetáculo desperta o imaginário. 

O programa começa com uma seleção de alguns movimentos da obra-prima de Saint-Saëns O Carnaval dos Animais, onde os instrumentos e melodias humorísticas representam animais como o cisne, e ambientes como o aquário, dentre outros. Em seguida, há Papageno Duo, da obra A Flauta Mágica, de Mozart. Será uma interpretação vibrante com a participação de instrumentistas e duo de cantores líricos. Na sequência, a famosíssima Suíte Quebra-Nozes, Op. 71a. Composta pelo imortal Tchaikovsky, ela recebe um arranjo inédito para dois pianos, ballet e orquestra. O time dará vida a personagens icônicos como a fada açucarada. 

Grandes nomes

O espetáculo conta com a participação do duo de pianistas Steinway Virginia Hogan e o israelense-americano Boaz Sharon, ambos vindos dos Estados Unidos, acompanhados pela Orquestra Brasília, sob regência do Maestro Thiago Francis. O elenco inclui ainda a soprano brasileira-italiana Ariadna Moreira, o tenor Arthur Félix, a atriz Thayse Marques e a Companhia Bailarinos de Brasília, com direção geral de Paula Nóbrega e Tereza Braga.


Serviço

Espetáculo: Nuit de Noel

Data:  12/01/2025 (domingo)

Horário: 18h

Duração: 1h15

Local: Teatro da Caixa (Setor Bancário Sul – Quadra 4 – Asa Sul – Brasília/DF)

Ingressos: Entrada franca - retirada na bilheteria da Caixa a partir de 09/01 (quinta-feira) às 13h

Classificação indicativa: Livre

Realização e patrocínio: Caixa Econômica Federal

Produção artística: Virginia Hogan

Produção executiva: Marizan Fontinele

Direção geral: Paula Nóbrega e Tereza Braga

Direção artística: Luis Ruben Gonzalez


Ficha técnica:

Pianistas: Virginia Hogan e Boaz Sharon 

Ballet: Companhia Bailarinos de Brasília 

Direção geral: Paula Nóbrega e Tereza Braga

Direção artística: Luis Ruben Gonzalez

Bailarinos: Alana Sequenzia, Amanda Valença, Beatriz Marinho, Catarina Kirst, Helena Fialek, Izabela Telles, Julia Hofig, Lorran Kaliê, Luiz Ruben Gonzalez, Marcio Júnior, Maria Clara Mello, Maria Luísa Campos, Paula Nóbrega, Pedro Jardim, Taenara Veiga e Warley Castro

Intérprete de Libras: Coletivo Maleta Cultural

Cantores líricos: Ariadna Moreira e Arthur Félix

Narração: Thayse Marques

Orquestra Brasília

Regente: Thiago Francis 

Músicos:  Cássio Silva (spalla), Álefe Prado dos Santos (violino), Edison Monteiro (violino), Higor Monteiro (violino), Mariana Santos Parreira (violino), Vitor Finco (violino), Victor Bueno (viola), Wallace Cristóvão (viola), Calebe Alves (cello), Jamily Cordeiro (cello), Samuel Araújo (baixo), João Nery (oboé), João Viriato (clarineta), Herberth Moura (flauta), Rômulo Ferreira (fagote) e Sarah Freitas (percussão)

Produção: Roda Gigante Marketing Cultural

Produção artística: Virginia Hogan 

Produção executiva: Marizan Fontinele

Técnico de afinação dos pianos: Daniel Pantoja 

Designer: Mateus Zanon

Social Midia: Duda Góis 

Fotógrafo: Felipe Fontinele

Assessoria de imprensa: Baú Comunicação


Ginásio do Sesc Ceilândia recebe o espetáculo Nuit de Noel - Quebra-Nozes

Apresentação gratuita e natalina terá dança, música e canto lírico

O clima natalino vai ocupar o Ginásio do Sesc Ceilândia (QNN 27 Área Especial S/N Ceilândia Norte) neste domingo com a apresentação Nuit de Noel - Quebra-Nozes. Com entrada franca, o espetáculo une arranjos e expressões artísticas inéditas e diversificadas ao som de duo de pianos, cantores líricos, ballet e orquestra. Concebido pela renomada pianista Steinway brasileira-americana, Virginia Hogan, que já se apresentou em todos os continentes, o concerto une artistas representativos do Brasil e de outras partes do mundo. Retirada dos ingressos em https://www.sympla.com.br/evento/nuit-de-noel/2769776.

No palco, o público poderá se envolver numa atmosfera envolvente com um programa dinâmico e surpreendente, que inclui interpretações magistrais da orquestra, cantores solistas, solistas instrumentistas e coreografias de ballet desenvolvidas exclusivamente para o espetáculo. A Orquestra Filarmônica de Brasília, regida pelo Maestro Thiago Francis, participa do evento. O ballet fica a cargo da Companhia Bailarinos de Brasília, com direção de Paula Nóbrega e Tereza Braga e direção artística de Luis Ruben Gonzalez. E no canto, os talentos da Cia de Cantores Líricos de Brasília, formada por quatro vozes, com direção-geral de Renata Dourada, tendo a soprano lírica Ariadna Moreira como convidada especial.

Vindos dos Estados Unidos especialmente para essa apresentação, os renomados artistas Boaz Sharon, israelense-americano, e Virginia Hogan, brasileira-americana, se juntam para criar uma noite mágica. O espetáculo Nuit de Noel tem 1 hora e 15 minutos de duração e será dividido em duas partes. A primeira traz árias e canções de compositores consagrados. Já a segunda conta com a Suíte Quebra-Nozes, da inesquecível obra de Tchaikovsky interpretada com orquestra, duo de pianos e ballet. A apresentação é uma realização da Caixa Econômica Federal com o apoio do Sesc.

Em clima solidário, a apresentação também conta com uma arrecadação de roupas de frio.

 

Serviço:

“Nuit de Noel” - Quebra-Nozes

Data: Domingo, 15 de dezembro, às 20h

No Ginásio do Sesc Ceilândia (QNN 27 Área Especial S/N Ceilândia Norte)

Retire o ingresso em https://www.sympla.com.br/evento/nuit-de-noel/2769776

Entrada franca

Classificação indicativa livre


Caixa apresenta o projeto Circulação Amazônia, do Corpo de Dança do Amazonas

Dando continuidade ao Programa de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural, a CAIXA Cultural Brasília apresenta, nos dias 23 a 25 de Fevereiro, o projeto Circulação Amazônia, com dois espetáculos realizados pelo Corpo de Dança do Amazonas, com direção de Mário Nascimento. Os ingressos serão disponibilizados 1h antes de cada espetáculo, na bilheteria do teatro.

Rios Voadores, com apresentações no dia 23 de Fevereiro, às 20h, é um espetáculo de Rosa Antuña e traz à cena a importância da preservação do meio ambiente como ponto crucial para o equilíbrio do planeta. O termo rios voadores representa um fenômeno onde uma gigantesca massa de vapor de água vinda do oceano é somada à transpiração da floresta. O equilíbrio das chuvas em outras regiões do Brasil depende do equilíbrio da floresta amazônica e da formação dos rios voadores.

O espetáculo TA - Sobre ser Grande, de Mário Nascimento, com apresentações nos dias 24 de fevereiro, às 20h, e 25 de fevereiro, às 19h, reúne bailarinos para representar uma tribo da etnia Tikuna e expressar o sentimento de ser da região Norte. Para os Tikunas, povo originário do Amazonas, TA significa grande. Uma expressão curta e carregada de sentidos, já que a língua para esses povos é parte deles, os sons do ambiente fazem parte do idioma que se fala, além de relevar toda força de um povo que vive nessa amplitude, o Amazonas.

Sobre Corpo de Dança do Amazonas

A companhia foi criada em 1998 pelo Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura, para compor os corpos artísticos do Teatro Amazonas. É referência em dança contemporânea no Amazonas e na região Norte do país, mantém uma programação artística com repertório diverso. Vem construindo um patrimônio material reconhecido nacionalmente, com mais de 60 obras realizadas com a colaboração de artistas convidados do Brasil e do exterior, que mostram a diversidade cultural local por meio da pluralidade da dança contemporânea, levando em consideração a singularidade da Amazônia e a diversidade e abrangência da cultura.

Incentivo à cultura

A última edição do Programa de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural ocorreu em 2018. Retomando o apoio do banco à produção artística e cultural brasileira, a CAIXA investirá o total de R$ 30 milhões para a ocupação das unidades, no período de setembro de 2023 a março de 2024. Por meio desse investimento, além de estimular a democratização da cultura, levando ao público uma programação diversa, a preços acessíveis, o banco ajuda a aquecer o mercado cultural e a economia, gerando emprego e renda

A CAIXA Cultural desenvolve, há 43 anos, ações voltadas à difusão da cultura brasileira: de oficinas de arte-educação à promoção de espetáculos de música, dança e teatro, além de exposições de obras de arte e do Acervo CAIXA nas galerias. Além da programação presencial nas unidades, a instituição promove atividades on-line, como mediações e cursos de formação.

SERVIÇO:

[Espetáculo] Circulação Amazônia: Corpo de Dança do Amazonas 25 anos
Local: CAIXA Cultural Brasília
Endereço: 
Data: 23 a 25 de Fevereiro de 2024
Horário: sexta e sábado, 20h; domingo, 19h
Ingressos: A entrada será gratuita, com distribuição de ingressos 1h antes de cada espetáculo, na bilheteria do teatro
Capacidade: 406 lugares
Informações: (61) 3206-9448
Classificação indicativa: livre
Acesso para pessoas com deficiência 

[Oficina] Dança Livre com elenco do Corpo de Dança do Amazonas – CDA
Data: 23 de fevereiro
Horário: 14h
Vagas: 15
Inscrições: no site da CAIXA Cultural
Público-alvo: bailarinos, atores, pessoas interessadas em práticas corporais (com idade a partir de 14 anos)

Descrição: Além de refletir sobre questões como inspiração para criação, tema para uma obra e como sair da zona de conforto, o elenco do CDA e Mário Nascimento compartilhará sua experiência como coreógrafo para falar da multiplicidade do olhar sobre o espaço (desenhar com o movimento e como ocupá-lo com o corpo; como pensar a construção ao longo de um espetáculo e como transformar os espaços em um campo aberto para dança).

[Oficina] Dança Contemporânea com Mário Nascimento
Data: 24 de fevereiro
Horário: 14h
Vagas: 15
Inscrições: no site da CAIXA Cultural
Público-alvo: bailarinos e estudantes de dança (a partir dos 14 anos de idade)
Descrição: Processo cognitivo do movimento; técnicas de solo, ondulação, lateralidade, desequilíbrio e deslocamento espacial; relação entre movimento, espaço e música; construção e desconstrução.

Solidão é tema de livro e espetáculo nipo-brasileiro


Yurusanai será lançado em dois eventos gratuitos na cidade

“A solidão é um fenômeno social que todos os sujeitos vivenciam”, comenta a artista e pesquisadora Elise Hirako. Ela é a autora da obra “Yurusanai - Práticas Interculturais”, fruto da pesquisa “Performance Intercultural em Situação de Solidão - Japonicidades no Processo Criativo”, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília. Este trabalho deu origem a um livro e a um espetáculo de dança que abordam a cultura japonesa.

Na sexta-feira, dia 28 de abril, às 18h, Elise interpretará uma gueixa em estado de fúria que precisa lidar com o abandono. O palco da sala Marco Antônio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) receberá a performance intercultural dramática, que se inspira na cultura japonesa para sua composição, por meio de estudos realizados sobre o teatro Noh, que tem como temática a salvação da alma; a dança Butoh, que é uma expressão artística pós-guerra; e a dança Kumi Odori, da região de Okinawa.


Yurusanai em japonês significa “eu não posso perdoar”. A apresentação se propõe a ser um ritual de transformação em que questões imperdoáveis podem ser desveladas e transmutadas por meio da arte. Em cena, a personagem irá interagir com ícones da terra do sol nascente, como o barco criado pelo artista Manoel Dias, e ainda um grande origami que será dobrado por Elise ao vivo durante o espetáculo. “Escolhi o tsuru pelo símbolo de esperança que esta dobradura traz”, justifica Hirako sobre o tradicional origami. A apresentação terá um intérprete de libras e audiodescrição.

O espetáculo conta com direção musical de Guilherme Mayer. A direção artística fica por conta de Soraia Silva, que define “Yurusanai” e o trabalho de Elise: “Representa uma pedra fundamental para artistas da cena que desejam, como ela, seguir construindo trilhas nas quais tradição, inovação, respeito e competência dançam de mãos dadas, com alegria e dignidade, a coreografia da diversidade cultural.”

No sábado, dia 29 de abril, a partir das 17h, o clube Nipo (Setor de Clubes Esportivos Sul) receberá o lançamento do livro “Yurusanai - Práticas Interculturais”.  O projeto “Yurusanai”, de Elise Hirako, é realizado com recursos da Secretaria de Cultura e Economia Criativa por meio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e conta com a parceria para realização do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília, da REN Brasil e do Coletivo de Documentação e Pesquisa em Dança CDPDan. Conta, ainda, com o apoio da Embaixada do Japão no Brasil, da Associação de Cultura Nipo-Brasileira de Anápolis, Clube Nipo de Brasília e Instituto Janelas da Arte, além da Bunkyo - Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social. O presidente da Bunkyo, Renato Ishikawa, ressalta a importância do estudo, bem como espera que o mesmo consiga o nobre papel de ajudar na propagação dos ideais nipônicos para que “mais pessoas se sintam atraídas pelos encantos e especificidades dessa cultura milenar”.

Acessibilidade

Além da versão física, o livro será lançado em braile e também em audiobook. O projeto ainda inclui a realização de duas oficinas em asilos do DF: “Vivenciando o corpo em movimento da dança Bon-Odori e na dança Butoh” e “Princípios básicos da música e apreciação de música japonesa”. Ambas foram delicadamente selecionadas para serem realizadas em asilos nas regiões de Sobradinho e Planaltina, ampliando novas atividades para idosos, incentivando o intercâmbio com a cultura japonesa e levando cultura para a terceira idade.

Serviço

Espetáculo Yurusanai
Sexta-feira, dia 28 de abril, às 18h
Na sala Marco Antônio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul)
Informações: 98154-5037
Entrada franca
Ingressos:
https://www.sympla.com.br/yurusanai__1957169
Não recomendado para menores de 12 anos

Lançamento livro do 17h
Sábado, dia 29 de abril, às 17h
No clube Nipo (Setor de Clubes Esportivos Sul)
Informações: 98154-5037
Entrada franca
Confirme sua participação:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfsQqOHA1WbfNcflPQ9K_BXbxKgfnPJKEF-bsR4vQVLGC8zlQ/viewform?vc=0&c=0&w=1&flr=0
Classificação livre

Ficha técnica:

Coordenação Geral, Atriz -Pesquisadora e Designer Gráfico: Elise Hirako

Direção Artística: Soraia Maria Silva

Direção Musical e Produção: Guilherme Mayer

Objetos de Cena: Manoel Dias

Coordenação Administrativa: Juana Miranda - Roda Gigante

Ensaio Fotográfico: André Kazuo Okubo

Artista-educador: Elise Hirako, Guilherme Mayer e Pedro Ribeiro

Videomaker: Augusto Hirako

Assessoria de Comunicação: Michel Toronaga / Baú Comunicação Integrada

Registro Audiovisual: Jazz Vasconcellos

Fotografia nos eventos: Paula Rafiza

Planaltina e Asa Sul recebem o espetáculo B'Arte no Ar!

 

As três apresentações de breaking e música acontecem de graça

Após o sucesso das apresentações de outubro, o espetáculo interativo B'Arte no Ar! continuará levando breaking e música para Brasília. Estão marcadas agora sessões gratuitas às 18h e 20h do dia 6 novembro, no Mini Teatro Lieta de Ló (Planaltina); e no sábado, 12 novembro, às 18h, no Infinu Comunidade Criativa (506 Sul). Idealizado pelo dançarino Bart Almeida, o projeto promete surpreender o público com a criatividade e equilíbrio que a dança pede. A atração conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF e Governo do DF.


Em apresentações de aproximadamente 50 minutos, B'Arte no Ar! reunirá quatro artistas em cena dançando breaking ao som de beatbox e um MC de freestyle improvisando. Além de Bart, também dançam a bgirl Fab e Jhon, que também faz rima e beatbox. Já as picapes ficam a cargo do DJ Sapo, com um setlist definido na hora que irá surpreender os participantes. Pensando na acessibilidade, um intérprete de libras sempre estará presente. “É um espetáculo focado na música e na dança em conjunto”, resume Bart.

Bart Almeida é licenciado em Dança pelo Instituto Federal de Brasília. Sua dificuldade cognitiva devido à lateralidade cruzada despertou nele a ideia de usar linhas do piso e as formas geométricas de Brasília para orientação espacial. Essa metodologia foi desenvolvida com o auxílio de uma bolsa do PIBID/CAPES entre os anos de 2014 a 2016. "Na minha cabeça eu penso na esquerda e vou para a direita em vários casos. Isso cria uma dificuldade de gerar uma coreografia idêntica porque eu penso numa coisa e o corpo responde outra coisa. Com a técnica da improvisação estrutural, o corpo responde de forma simultânea para aquele estímulo e não para aquela informação", explica.

As apresentações duplas em Planaltina contam com uma discotecagem com duração maior para convidar o público a dançar. O espetáculo B'Arte no Ar! tem classificação indicativa livre e entrada franca, sendo que será aceita a doação voluntária de 1kg de alimento para instituições de caridade e ONGs atendidas pelos espaços.

Serviço
B'Arte no Ar!

Domingo, 6 novembro, às 18h e 20h
No Mini Teatro Lieta de Ló
Rua Hugo Losbo Quadra 46 Casa 790 Setor Tradicional - Planaltina - DF
Após apresentações AFTER com DJ SAPO

Sábado, 12 novembro, às 18h
No Infinu Comunidade Criativa
CRS 506 Bloco A Loja 67 ao lado Praça das Avós Brasília – DF
Entrada franca, com doação voluntária de 1kg de alimento
Informações: 61 9674-9990
https://www.instagram.com/b.arteproducoes/
Classificação livre

Breaking e música se unem no espetáculo B'Arte no Ar!

 


Os Jogos Olímpicos de Paris que serão realizados em 2024 contam com uma modalidade estreante: o breaking. Mas não é preciso esperar até a data ou viajar para apreciar esta dança, que está diretamente ligada com a cultura hip hop. O espetáculo interativo B'Arte no Ar! terá música e dança em seis apresentações gratuitas na cidade entre os meses de outubro e novembro. Idealizado pelo dançarino Bart Almeida, o projeto promete surpreender o público com a criatividade e equilíbrio que a dança pede. A atração conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF e Governo do DF.

Em apresentações de aproximadamente 50 minutos, B'Arte no Ar! reunirá quatro artistas em cena dançando breaking ao som de beatbox e um MC de freestyle improvisando. Além de Bart, também dançam a bgirl Fab e Jhon, que também faz rima e beatbox. Já as picapes ficam a cargo do DJ Sapo, com um setlist definido na hora que irá surpreender os participantes. Pensando na acessibilidade, um intérprete de libras sempre estará presente. “É um espetáculo focado na música e na dança em conjunto”, resume Bart.

Bart Almeida é licenciado em Dança pelo Instituto Federal de Brasília. Sua dificuldade cognitiva devido à lateralidade cruzada despertou nele a ideia de usar linhas do piso e as formas geométricas de Brasília para orientação espacial. Essa metodologia foi desenvolvida com o auxílio de uma bolsa do PIBID/CAPES entre os anos de 2014 a 2016. "Na minha cabeça eu penso na esquerda e vou para a direita em vários casos. Isso cria uma dificuldade de gerar uma coreografia idêntica porque eu penso numa coisa e o corpo responde outra coisa. Com a técnica da improvisação estrutural, o corpo responde de forma simultânea para aquele estímulo e não para aquela informação", explica.

Itinerância

A sede do grupo Jovens de Expressão (Ceilândia) receberá duas apresentações no sábado, dia 8 de outubro, às 19h e 20h30. Depois, vai ser a vez do Centro Cultural Banco do Brasil, na quarta-feira, dia 12 de outubro, dentro da feira Picnik. No domingo, 6 de novembro, o Mini Teatro Lieta de Ló, em Planaltina, será palco de duas apresentações: às 18h e 20h. O circuito finaliza na 506 Sul, no Infinu Comunidade Criativa, a partir das 19h. As apresentações duplas em Ceilândia e Planaltina contam com uma discotecagem com duração maior para convidar o público a dançar. O espetáculo B'Arte no Ar! tem classificação indicativa livre e entrada franca, sendo que será aceita a doação voluntária de 1kg de alimento para instituições de caridade e ONGs atendidas pelos espaços.

 

Serviço
B'Arte no Ar!

Sábado, 8 outubro, às 19h e 20h30
Sede Jovens de Expressão
EQNM 18/20 Praça do Cidadão, Ceilândia – DF
Após apresentações AFTER com DJ SAPO

Quarta-feira, 12 outubro, às 16h
Na feira Picnik no CCBB
Setor de Clubes Esportivos Sul

Domingo, 6 novembro, às 18h e 20h
No Mini Teatro Lieta de Ló
Rua Hugo Losbo Quadra 46 Casa 790 Setor Tradicional - Planaltina - DF
Após apresentações AFTER com DJ SAPO

Sábado, 12 novembro, às 18h
No Infinu Comunidade Criativa
CRS 506 Bloco A Loja 67 ao lado Praça das Avós Brasília – DF
Entrada franca, com doação voluntária de 1kg de alimento
Informações: 61 9674-9990
https://www.instagram.com/b.arteproducoes/
Classificação livre

Clipping

A Baú Comunicação Integrada oferece aos seus clientes no final do contrato um clipping. Podemos dizer que o clipping é um processo que consiste no monitoramento constante de matérias jornalísticas, para que sejam coletadas aquelas que fazem menção a uma determinada empresa. Com essas informações devidamente organizadas, é possível elaborar relatórios que auxiliam a empresa a disseminar informações de forma mais planejada, além de serem fundamentais para toda a gestão da informação. Atualmente, as empresas que oferecem esse serviço disponibilizam uma ampla cobertura que pode ir desde os sites e jornais impressos até as rádios e os canais de televisão, isso sem contar no monitoramento de opiniões dos leitores nessas mídias. Dessa forma, é possível que a empresa tome conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a ela e acompanhe o desempenho das ações de seu assessor. Fonte: Vinicius Santos, do Dino Blog



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61 98185-8595
Brasília - DF